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Germano Paulo Streithorst

Photo courtesy of Brazilian White Center - UNASP. 

Streithorst, Germano Paulo (1889–1979)

By The Brazilian White Center – UNASP

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The Brazilian White Center – UNASP is a team of teachers and students at the Brazilian Ellen G. White Research Center – UNASP at the Brazilian Adventist University, Campus Engenheiro, Coelho, SP. The team was supervised by Drs. Adolfo Semo Suárez, Renato Stencel, and Carlos Flávio Teixeira. Bruno Sales Gomes Ferreira provided technical support. The following names are of team members: Adriane Ferrari Silva, Álan Gracioto Alexandre, Allen Jair Urcia Santa Cruz, Camila Chede Amaral Lucena, Camilla Rodrigues Seixas, Daniel Fernandes Teodoro, Danillo Alfredo Rios Junior, Danilo Fauster de Souza, Débora Arana Mayer, Elvis Eli Martins Filho, Felipe Cardoso do Nascimento, Fernanda Nascimento Oliveira, Gabriel Pilon Galvani, Giovana de Castro Vaz, Guilherme Cardoso Ricardo Martins, Gustavo Costa Vieira Novaes, Ingrid Sthéfane Santos Andrade, Isabela Pimenta Gravina, Ivo Ribeiro de Carvalho, Jhoseyr Davison Voos dos Santos, João Lucas Moraes Pereira, Kalline Meira Rocha Santos, Larissa Menegazzo Nunes, Letícia Miola Figueiredo, Luan Alves Cota Mól, Lucas Almeida dos Santos, Lucas Arteaga Aquino, Lucas Dias de Melo, Matheus Brabo Peres, Mayla Magaieski Graepp, Milena Guimarães Silva, Natália Padilha Corrêa, Rafaela Lima Gouvêa, Rogel Maio Nogueira Tavares Filho, Ryan Matheus do Ouro Medeiros, Samara Souza Santos, Sergio Henrique Micael Santos, Suelen Alves de Almeida, Talita Paim Veloso de Castro, Thais Cristina Benedetti, Thaís Caroline de Almeida Lima, Vanessa Stehling Belgd, Victor Alves Pereira, Vinicios Fernandes Alencar, Vinícius Pereira Nascimento, Vitória Regina Boita da Silva, William Edward Timm, Julio Cesar Ribeiro, Ellen Deó Bortolotte, Maria Júlia dos Santos Galvani, Giovana Souto Pereira, Victor Hugo Vaz Storch, and Dinely Luana Pereira.

 

 

First Published: July 26, 2021

Germano Paulo Streithorst,1 pastor, professor e administrador, nasceu em 6 de junho de 1889, na Prússia, que hoje pertencente à Alemanha. Filho de Herman e Marien Streithorst, teve como irmãos Edwig, Marta, Ema, Walter e Hans.2 Germano passou a infância na cidade de Aschersleben, na província da Saxônia. A mensagem adventista alcançou a família por meio de uma série de conferências evangelísticas, ao fim das quais seus pais e duas irmãs mais velhas foram batizados. Aos 12 anos de idade, mudou-se com a família para a Holanda, onde trabalhou em um estaleiro como ferreiro, mecânico e auxiliar de construção. Dois anos depois, voltou com a família para Dusseldorf, na Alemanha, onde trabalhou como pedreiro.3

Certo dia, ele sofreu um acidente no trabalho que causou sua internação. Ao visitá-lo no hospital, seu cunhado Ernesto, um jovem pastor adventista, o presenteou com o livro Caminho a Cristo. A princípio, hesitou em lê-lo, mas em resposta à atuação do Espírito Santo, leu e releu o livro. Antes de deixar o hospital, leu O Grande Conflito, Patriarcas e Profetas, Vida e Ensinos, e dezenas de outros livros religiosos.4 Foi batizado em 21 de dezembro de 1907. Pouco depois, tomou a decisão de servir a Deus como pastor e entrou no curso de Teologia na Universidade Adventista de Friedensau, graduando-se em dezembro de 1910.5

Sua carreira a serviço da Igreja Adventista do Sétimo Dia teve início em 1911. Por três anos, trabalhou como obreiro bíblico em vários locais da Alemanha, o sendo último deles a cidade de Dortmund. Em 28 de outubro de 1913, casou-se com Apolonia Röttgen Klein (1893-1979), a quem havia conhecido em Friedensau. Nascida em Roblentz, Alemanha, ela se converteu ao Adventismo ainda jovem por intermédio de uma série de conferências. Pouco depois, se matriculou na escola de enfermagem de Friedensau, graduando-se aos 18 anos. Ao lado do esposo, serviu como obreira bíblica, enfermeira, agente social, evangelista infantil e, posteriormente, nutricionista no Hospital Adventista Silvestre na cidade do Rio de Janeiro, Brasil.6 O casal teve seis filhos: Jacob Germano Filho (1914-1994),7 Walter Jonathan Streithorst (1918-2007),8 Harry Josua Streithorst, Helga Esther Streithorst (Liedke) (1922-2009), Helen Ruth Streithorst (Raffo) (1924-2019) e Emanoel Paulo Streithorst. Todos eles contribuíram em diferentes áreas da obra adventista no Brasil.9

Em 1913, Germano aceitou o chamado para trabalhar como instrutor bíblico na Bélgica. Poucos dias após o casamento, o casal foi para a cidade de Wilfoorden onde, em 1914, organizaram uma série de reuniões evangelísticas em tenda.10 No mesmo ano, teve início a Primeira Guerra Mundial, e a Alemanha declarou guerra contra a Bélgica. Os belgas consideravam os alemães como inimigos, e se tornou perigoso permanecer na cidade. Germano e Apolônia fugiram para a casa de alguns amigos holandeses perto de Bruxelas, onde não atrairiam suspeitas, pois Germano falava holandês fluente. Entretanto, o governo belga convocou a todos os alemães residentes no país a apresentarem seus documentos às autoridades; se não, seriam mortos. Mas, mesmo sem dinheiro e passaporte, o casal conseguiu embarcar em um navio holandês em Amsterdã com destino ao Brasil, para onde os pais de Apolônia haviam emigrado.11

O nome original de Germano era Herman Paul Streithorst, mas quando aportou no Rio de Janeiro, o departamento de imigração brasileiro o modificou para Germano Paulo Steithorst. Embora tenha corrigido os documentos posteriormente, ele adotou o nome de Germano, como ficou conhecido no Brasil. Dois dias depois, partiram para a cidade de Porto Alegre, estado do Rio Grande do Sul. Ficaram por um dia na casa de Leopoldo Preuss, e em seguida foram para Passo Fundo, onde se reuniram com a família de Apolônia.12

Depois de contatar a Associação Sul-Rio-Grandense, em 1915 aceitou o convite para auxiliar o presidente Henrique Meyer em uma série de reuniões evangelísticas na cidade de Taquara, que aconteceram de 7 de fevereiro a 14 de abril.13 Ao término das conferências, aceitou o chamado para ser professor em um programa de treinamento para funcionários da denominação em Candelária, onde trabalhou por três meses.14 Então, Germano serviu como obreiro bíblico no estado do Rio Grande do Sul de 1916 a 1919,15 onde trabalhou nas cidades de Quevedos (1916-1917),16 Cachoeira (1917)17 e Pelotas (1917-1919).18

Ao final de 1919, Germano aceitou o convite para ser presidente da Missão Paranaense. No mesmo ano, a liderança o ordenou ao ministério.  Ao longo de sua carreira, uma das marcas de seu trabalho foi conduzir retiros espirituais nos campos em que serviu. Enquanto esteve no Paraná, dirigiu uma grande campanha na IASD de Curitiba, com a venda de revistas para apoiar o recém-fundado Seminário Adventista, que posteriormente foi chamado de Colégio Adventista Brasileiro (hoje Unasp-SP).19

Em 1924, aceitou a proposta para ser diretor da Missão Catarinense.20 Em 1927, a igreja uniu novamente os estados de Santa Catarina e Paraná em uma única organização administrativa, escolhendo Germano para presidir a nova Missão Paraná-Santa Catarina,21 onde permaneceu até 1931.22 Nesse período, visitava as igrejas no interior com frequência, pregando e realizando batismos, comunhão e outros tipos de reuniões.23

Em seguida, serviu como diretor da Missão Rio-Espírito-Santense de 1932 a 1936, como também dirigiu os departamentos de Ministério Pessoal, Educação e Jovem.24 Além disso, participou na construção de novas escolas adventistas. Em maio de 1932, havia oito escolas em funcionamento, um aumento de 50% com relação ao ano anterior.25

Após isso, foi diretor na Missão Bahia de 1937 a 1939, onde também foi responsável pelo departamento de Ministério Pessoal.26 De 1940 a 1944, foi presidente da Associação Sul Rio-Grandense.27 Frequentemente, visitava as famílias dos membros e os encorajava a permanecer firmes na fé. Os ensinava a praticar o estilo de vida cristão e apelava aos jovens para que estudassem no Ginásio Adventista de Taquara (hoje IACS), Rio Grande do Sul, e no Colégio Adventista Brasileiro (CAB), em São Paulo.28

Ao final de 1944, aceitou o chamado para pastorear a igreja de Moema em São Paulo, onde serviu durante o ano de 1945.29 Entre o fim de 1945 e início de 1946, foi professor de Bíblia no CAB. A fim de se qualificar, em 1946 foi para o seminário adventista em Washington, D.C., Estados Unidos, onde em dois anos se especializou em Teologia. Em 1948, voltou para o CAB, onde lecionou aulas de Bíblia, Arqueologia e Religiões Não-Cristãs.30

Mais tarde naquele ano, aceitou o convite para servir à Associação Sul-Rio-Grandense, onde liderou os departamentos de Ministério Pessoal e Escola Sabatina até 1950. Ali se dedicou à recolta, uma de suas atividades missionárias favoritas. Disse que “o maior ganho é mostrar às pessoas o trabalho social da Igreja Adventista e torná-lo conhecido, para que as pessoas tenham boa concepção sobre ele, o que contribui para ganhar almas à verdade”.31

Em seguida, trabalhou na Associação Paraná-Santa Catarina como líder dos departamentos de Ministério Pessoal e Escola Sabatina de 1951 a 1955, Temperança de 1951 a 1953, e Rádio de 1954 a 1955. Durante esse período, representava esses departamentos nas diversas igrejas.32

Em 1955, aos 65 anos, pediu à associação para transferi-lo para Blumenau, estado de Santa Catarina, a fim de pastorear o distrito e ajudar em sua construção. Ali, poderia fazer o que mais gostava – visitar e incentivar os membros a participarem da recolta. Após a aprovação da associação, coordenou um programa de levantamento de fundos dentre o comércio regional e comunidades industriais, o qual contribuiu significativamente para a inauguração da igreja de Blumenau em 1957. Ele pastoreou a igreja de Joinville até sua aposentadoria em 1963.33 Mesmo aposentado, continuou a realizar semanas de oração.24

Germano Paulo Streithorst serviu à Igreja Adventista por 53 anos. Ao longo de sua carreira ministerial, batizou pessoalmente cerca de 3 600 pessoas. Ele transmitiu um legado de serviço à igreja para seus filhos e netos, dos quais vários trabalharam em instituições adventistas. Ele faleceu em 26 de janeiro de 1979, e foi sepultado na cidade de Sumaré, estado de São Paulo.35 Sua esposa, Apolônia Klein Streinthorst, faleceu dois dias depois.36

Referências

“Apolônia Klein Streithorst.” Revista Adventista, janeiro, 1979. Acessado em novembro de 2018, http://acervo.revistaadventista.com.br/.

Azevedo, Osvaldo R. “Décima Nona Assembleia Bienal da Associação Sul-Riograndense.” Revista Adventista, abril, 1948. Acessado em dezembro de 2019, http://acervo.revistaadventista.com.br/.

“Germano Streithorst.” Revista Adventista, janeiro, 1979. Acessado em 28 de novembro, 2018, http://acervo.revistaadventista.com.br/.

Hardt, J. D. “A Obra Educacional na Missão-Espírito Santo.” Revista Adventista, maio, 1922.

Lotz, Luiz. “Assembleia Geral dos Adventistas do Sétimo Dia do Rio Grande do Sul.” Revista Adventista, junho, 1919. Acessado em 18 de dezembro, 2019, http://acervo.revistaadventista.com.br/.

Meyer, H. “O Curso de obreiros de Candelária.” Revista Adventista, outubro, 1913. Acessado em 18 de dezembro, 2019, http://acervo.revistaadventista.com.br/.

Meyer, H. “Rio Grande do Sul.” Revista Adventista, novembro, 1915. Acessado em 18 de dezembro, 2019, http://acervo.revistaadventista.com.br/.

Meyer, H. “Rio Grande do Sul.” Revista Adventista, novembro, 1916. Acessado em 18 de dezembro, 2019, http://acervo.revistaadventista.com.br/.

Nielsen, N. P. “O Trabalho Progride.” Revista Adventista, maio, 1941. Acessado em 18 de dezembro, 2019, http://acervo.revistaadventista.com.br/.

“Quadragésima-Quinta Assembleia Geral,” Revista Adventista, julho, 1946. Acessado em 18 de dezembro, 2019, http://acervo.revistaadventista.com.br/.

Rohde, Max. “Experiências de Viagem.” Revista Adventista, maio, 1919. Acessado em 18 de dezembro, 2019, http://acervo.revistaadventista.com.br/.

Rohde, Max. “Notas de Viagem.” Revista Adventista, maio, 1917. Acessado em 18 de dezembro, 2019, http://acervo.revistaadventista.com.br/.

“Rio Grande do Sul.” Revista Adventista, fevereiro, 1918. Acessado em 18 de dezembro, 2019, http://acervo.revistaadventista.com.br/.

“Rio Grande do Sul.” Revista Adventista, junho, 1918. Acessado em 18 de dezembro, 2019, http://acervo.revistaadventista.com.br/.

Seventh-day Adventist Yearbook. Vários anos. https://www.adventistyearbook.org/.

Streithorst, Ruth. Pelos caminhos e valados: A história de Germano Streithorst e outros pioneiros. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1997.

Streithorst, Walter. "Breve Relato de Minha Vida." In Minha vida de pastor: cinquenta e três pastores jubilados falam de sua vida e de seu ministério, ed. Tercio Sarli. Campinas, SP: Certeza Editorial, 2009.

Streithorst, Walter. Minha Vida na Amazônia. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1993.

“Varias Noticias.” Revista Adventista, dezembro, 1919. Acessado em dezembro 2019, http://acervo.revistaadventista.com.br/.

Wissner, U. “Mudanças na União Este-Brasileira.” Revista Adventista, março, 1931. Acessado em dezembro de 2019, http://acervo.revistaadventista.com.br/.

Notas de Fim

  1. Ruth Streithorst, Pelos caminhos e valados: A história de Germano Streithorst e outros pioneiros (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1997), 20, 111.
  2. Ibid., 11; “Germano Streithorst,” Revista Adventista, abril, 1979, 23.
  3. Streithorst, Pelos caminhos e valados,12, 13.
  4. Ibid., 15-18.
  5. Ibid., 19, 21.
  6. Ibid., 19-21; “Descansa o Casal de Pioneiros,” Revista Adventista, abril, 1979, 23.
  7. “Pastor Jacob Germano Streithorst,” Revista Adventista, junho, 1994, 30.
  8. Walter Streithorst Filho, entrevistado por Samara Souza, Engenheiro, Coelho, São Paulo, 12 de maio, 2019; Rubens Lessa, “Lições de vida,” Revista Adventista, julho, 2007, 2.
  9. Walter Streithorst, Minha Vida na Amazônia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1993), 11; Walter Streithorst,"Breve Relato de Minha Vida," in Minha vida de pastor: cinquenta e três pastores jubilados falam de sua vida e de seu ministério, ed. Tercio Sarli (Campinas, SP: Certeza Editorial, 2009), 491; “Descansa o Casal de Pioneiros,” Revista Adventista, abril, 1979, 23; Ruth Streithorst, Pelos caminhos e valados: A história de Germano Streithorst e outros pioneiros (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1997), 19, 112, 114, 117, 185.
  10. Streithorst, Pelos caminhos e valados, 21.
  11. Ibid., 22-24.
  12. Ibid., 29, 111.
  13. Streithorst, Pelos caminhos e valados, 113; H. Meyer, “Rio Grande do Sul,” Revista Adventista, novembro, 1915, 7.
  14. Streithorst, Pelos caminhos e valados, 113; Seventh-day Adventist Yearbook, “Rio Grande do Sul Conference,” acessado em 28 de novembro, 2018; H. Meyer, “O Curso de obreiros de Candelária,” Revista Adventista, outubro, 1915, 1.
  15. Streithorst, Pelos caminhos e valados, 113; “Seventh-day Adventist Yearbook, Rio Grande do Sul Conference,” acessado em 28 de novembro, 2018; Seventh-day Adventist Yearbook, “Rio Grande do Sul Conference,” acessado em 28 de novembro, 2018.
  16. H. Meyer, “Rio Grande do Sul,” Revista Adventista, novembro, 1916, 10.
  17. Max Rohde, “Notas de Viagem,” Revista Adventista, maio, 1917, 7.
  18. “Rio Grande do Sul,” Revista Adventista, fevereiro, 1918, 13; “Rio Grande do Sul,” Revista Adventista, junho, 1918, 9; Max Rohde, “Experiências de Viagem,” Revista Adventista, maio, 1919, 3.
  19. Streithorst, Pelos caminhos e valados, 115; Seventh-day Adventist Yearbook, “Paraná Mission,” acessado em 28 de novembro, 2018; Luiz Lotz, “Assembleia Geral dos Adventistas do Sétimo Dia do Rio Grande do Sul,” Revista Adventista, junho, 1919, 3; “Varias Noticias,” Revista Adventista, dezembro, 1919, 24.
  20. Seventh-day Adventist Yearbook, “Santa Catharina Conference,” acessado em 28 de novembro, 2018.
  21. Ruth Streithorst, Pelos caminhos e valados: A história de Germano Streithorst e outros pioneiros (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira 1997), 129; “Santa Catharina-Paraná Mission,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C: Review and Herald Publishing Association, 1928), 201.
  22. “Santa Catharina-Parana Mission,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C: Review and Herald Publishing Association, 1931), 244; Ruth Streithorst, Pelos caminhos e valados: A história de Germano Streithorst e outros pioneiros (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1997), 129; U. Wissner, “Mudanças na União Este-Brasileira,” Revista Adventista, março, 1931, 10.
  23. Streithorst, Pelos caminhos e valados, 118.
  24. Rio-Espirito Santo Mission,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C: Review and Herald Publishing Association, 1932), 239; Rio-Espirito Santo Mission,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C: Review and Herald Publishing Association, 1937), 177; Streithorst, Pelos caminhos e valados, 143; U. Wissner, “Mudanças na União Este-Brasileira,” Revista Adventista, março, 1931, 10.
  25. J. D. Hardt, “A Obra Educacional na Missão-Espírito Santo,” Revista Adventista, maio, 1922, 14.
  26. Bahia Mission,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C: Review and Herald Publishing Association, 1938), 168; Bahia Mission,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C: Review and Herald Publishing Association, 1940), 184.
  27. Rio Grande do Sul Conference,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C: Review and Herald Publishing Association, 1941), 192; Rio Grande do Sul Conference,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C: Review and Herald Publishing Association, 1944), 151; N. P. Nielsen, “O Trabalho Prgride,” Revista Adventista, maio, 1941, 11.
  28. Streithorst, Pelos caminhos e valados, 160.
  29. Workers Directory,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C: Review and Herald Publishing Association, 1945), 393; Streithorst, Pelos caminhos e valados, 165.
  30. Streithorst, Pelos caminhos e valados, 165; Brazil College,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C: Review and Herald Publishing Association, 1946), 229; Brazil College,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C: Review and Herald Publishing Association, 1948), 229; “Quadragésima-Quinta Assembleia Geral,” Revista Adventista, julho, 1946, 2.; Osvaldo R. Azevedo, “Décima Nona Assembleia Bienal da Associação Sul-Riograndense,” Revista Adventista, abril, 1948, 12.
  31. Rio Grande do Sul Conference,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C: Review and Herald Publishing Association, 1949), 167; Rio Grande do Sul Conference,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C: Review and Herald Publishing Association, 1951), 179; Streithorst, Pelos caminhos e valados, 118, 165.
  32. Parana-Santa Catarina Conference,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C: Review and Herald Publishing Association, 1952), 169; Parana-Santa Catarina Conference,” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, D.C: Review and Herald Publishing Association, 1956), 150; Streithorst, Pelos caminhos e valados, 168.
  33. Streithorst, Pelos caminhos e valados, 168-170.
  34. Ibid.
  35. “Germano Streithorst,” Revista Adventista, janeiro, 1979, 23.
  36. “Apolônia Klein Streithorst,” Revista Adventista, janeiro, 1979, 23; Streithorst, Pelos caminhos e valados, 187; Streithorst, Pelos caminhos e valados, 170.
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UNASP, The Brazilian White Center –. "Streithorst, Germano Paulo (1889–1979)." Encyclopedia of Seventh-day Adventists. July 26, 2021. Accessed July 23, 2024. https://encyclopedia.adventist.org/article?id=4GQ0.

UNASP, The Brazilian White Center –. "Streithorst, Germano Paulo (1889–1979)." Encyclopedia of Seventh-day Adventists. July 26, 2021. Date of access July 23, 2024, https://encyclopedia.adventist.org/article?id=4GQ0.

UNASP, The Brazilian White Center – (2021, July 26). Streithorst, Germano Paulo (1889–1979). Encyclopedia of Seventh-day Adventists. Retrieved July 23, 2024, https://encyclopedia.adventist.org/article?id=4GQ0.