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Aerial photo of Adventist Agricultural-Industrial Academy in 2019.

Photo courtesy of Adventist Agricultural-Industrial Academy Archives.

Instituto Adventista Agroindustrial

By Daniel Rebouças, and Ronivon da Silva dos Santos

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Daniel Rebouças

Ronivon da Silva dos Santos

First Published: November 25, 2021

O Instituto Adventista Agroindustrial (IAAI) é um internato que oferece ensino a nível de educação infantil, fundamental e médio. Faz parte da rede mundial de educação adventista e pertence à Igreja Adventista do Sétimo Dia no Brasil.

O IAAI atua no campo missionário da União Noroeste Brasileira (UNoB). Está localizado na rodovia estadual AM-010, km 74, CEP 69117-000, área rural, na cidade de Rio Preto da Eva, estado do Amazonas, Brasil.

O Instituto fica em uma fazenda de 10 mil hectares e possui modernos residenciais masculino e feminino, ginásio poliesportivo, campo de futebol, piscina semiolímpica, biblioteca, refeitório e área cultivável. A escola tem hoje um total de 291 alunos e um time de 52 funcionários, incluindo 16 professores, cinco obreiros e quatro pastores. O IAAI também tem uma congregação da Igreja Adventista com cerca de 270 membros.1

Acontecimentos de Levaram ao Estabelecimento do Instituto

O estado do Amazonas abrange uma área de 1.559.168,177 km² e possui uma combinação incomparável de rios e florestas. Em seu território está localizada a bacia hidrográfica do Rio Amazonas, um dos maiores do planeta.2 No Amazonas, os rios comumente são passagens para barcos, em geral o único meio de transporte disponível. A mensagem adventista alcançou aquela região no início do século 20. Em 1922, W. E. Murray pediu às igrejas adventistas no Brasil para que fizessem doações a fim de financiar o início da pregação da mensagem adventista nessa parte do país. O objetivo era levar o adventismo às cidades de Manaus (Amazonas), Belém (Pará) e outras cidades menores.3

A iniciativa foi bem-sucedida e a obra da pregação do evangelho teve início no Amazonas. Em 1927, foi criada a Missão Baixo Amazonas (atual Associação Norte do Pará) com o objetivo de promover o avanço da obra adventista nos estados do Amazonas, Ceará, Maranhão, Pará, Piauí, e os atuais estados do Acre, Amapá, Rondônia e Roraima que, na época, eram reconhecidos como territórios federais.4 Na época, visitar o interior do estado do Amazonas significava viajar por grande parte dos seus 64 mil quilômetros de rios, no chamado labirinto verde da região. No entanto, explorar a selva brasileira não era um obstáculo para os pioneiros adventistas. Com esse objetivo em mente e a fim de colocar definitivamente a Amazônia no mapa evangelístico, a Igreja Adventista, por meio da Divisão Sul-Americana (DSA), organizou sólidas atividades médico-missionárias ao longo do Rio Amazonas e seus afluentes.5

Em janeiro de 1929, o Pastor Leo B. Halliwell e sua família foram enviados para trabalhar na cidade de Belém, capital do estado do Pará. O propósito era que o Pastor Halliwell assumisse a função de presidente da Missão Baixo Amazonas. Algum tempo depois, ele e sua esposa tiveram a ideia de construir uma embarcação chamada “Luzeiro”6 para oferecer cuidado médico e odontológico às comunidades ribeirinhas. A lancha foi extremamente útil na expansão e consolidação do adventismo na região norte do Brasil. Ao longo das viagens do casal Halliwell na lancha, eles pregavam, confortavam, oravam e estudavam a Bíblia com seus pacientes. Durante 25 anos, o Pastor Halliwell e sua esposa Jessie serviram aproximadamente 250 mil pessoas, muitas das quais aceitaram a mensagem adventista. O amor abnegado do casal pela mensagem adventista permanece como um exemplo para muitas pessoas que, ainda hoje, trabalham em outras lanchas médico-missionárias no norte brasileiro.7

O trabalho desenvolvido pelos Halliwell e outros missionários através das lanchas médico-missionárias levaram muitos amazonenses a compreender a Palavra de Deus. Um dos frutos desse trabalho foi o estabelecimento da primeira escola adventista do Amazonas na década de 1930. Esse fato está relacionado à família Michiles, que conheceu a mensagem adventista e começou uma escola em sua fazenda, chamada Centenário, que ficava em uma região pertencente à cidade de Maués, a cerca de 260 km de Manaus. A escola funcionou apenas por um período limitado e, por razões desconhecidas, foi fechada. Apesar disso, o prédio da escola ainda existe até hoje e funciona como museu da fazenda Centenário.8

Desde o início, a mensagem adventista continuou sendo levada a outros lugares do Amazonas, tendo como principal meio a obra médico-missionária. Os missionários usavam lanchas ambulatoriais e viajavam pelo Rio Amazonas e seus afluentes, trazendo alívio e mensagens de esperança aos lugares mais inabitáveis e distantes.9 Em função do crescimento alcançado, em 1940 a liderança da União Norte Brasileira (UNB) decidiu criar a Missão Central Amazonas (atual Associação Central Amazonas). Essa unidade administrativa ficou responsável por administrar a Igreja Adventista nos estados do Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima.10

A mensagem adventista continuou sendo pregada ao longo do território do Amazonas com grande dedicação e, algum tempo depois, alcançou o local conhecido atualmente como Rio Preto da Eva. Nessa cidade interiorana, a mensagem alcançou as famílias de Geraldo Barroncas e Manoel Ferreira.11 A história dos internatos adventistas na região teve início em 1964, por meio da conversão dessas famílias. Naquela época, as famílias adventistas no Amazonas já ansiavam por educação cristã de qualidade para seus filhos, visto que a escola da fazenda Centenário não estava mais em atividade. Na época, a única escola adventista com ensino fundamental completo em todo o território da UNB era o Instituto Adventista Grão Pará, em Belém. O internato mais próximo ficava no estado de Pernambuco que, na época, fazia parte da União Este Brasileira (atual União Sudeste Brasileira).12

O Estabelecimento do Instituto

Em 15 de janeiro de 1964, Plínio Coelho, então governador do Amazonas, teve uma audiência no Palácio Rio Negro, na cidade de Manaus, com os pastores Robert H. Habenicht e Itamar Sabino de Paiva, da Missão Central Amazonas. A intenção dos pastores era pedir ao governador um terreno para a construção de um internato adventista no estado. O pedido foi aceito e, após a reunião, o governador determinou a doação de um terreno de 10 mil hectares para o projeto. Este localizava-se no km 74 da rodovia estadual AM-010, que interliga Manaus a Itacoatiara.13

A área da nova escola foi definida em janeiro de 1964 e, em junho do mesmo ano, foi aberta uma estrada em direção ao que seria a parte industrial da fazenda. Após sua abertura, funcionários contratados, ao lado de outros voluntários, começaram a limpar o terreno. Eles também plantaram árvores e deram início ao cultivo agrícola, atividade que seria útil no sustento da comunidade que seria estabelecida no local. No início desse trabalho, foram construídas casas com telhado de colmo (um tipo de telhado construído com palha e que requer manutenção periódica), que serviam de dormitório para os estudantes, além da primeira casa dos professores.14

O primeiro nome dado a essa nova unidade educacional foi Escola Agroindustrial do Amazonas, e seu primeiro diretor também foi um dos fundadores – Pastor Robert H. Habenicht, então líder do departamento de Educação na Missão Central Amazonas. Em junho de 1965, as primeiras casas de palha da instituição foram construídas. Mais tarde, os líderes da Missão Central Amazonas enviaram um boletim informativo às igrejas adventistas ao longo da região, chamando jovens para devotar tempo e esforço para ajudar na construção da escola. Um grupo de 20 jovens respondeu ao convite e foi enviado para trabalhar por cerca de um ano e meio na construção da escola.15

Em 1966, as atividades acadêmicas da instituição tiveram início com 15 alunos. Desde então, a escola passou a ensinar os princípios básicos de saúde, higiene, cuidados básicos de enfermagem, culinária, artesanato e agricultura, além de promover outras atividades que eram requeridas para as séries iniciais.16 Na época, as aulas eram lecionadas pelo Pastor Habenicht e Maria Montenegro, primeira professora da escola.17 Ainda em 1966, o Departamento de Educação e Cultura do Amazonas reconheceu a Escola Agroindustrial do Amazonas como uma entidade de Utilidade Pública. Naquele ano, o colégio foi formalizado como um internato e assumiu o nome de Escola Agrícola e Industrial do Amazonas. Assim, tornou-se o primeiro internato adventista no norte do Brasil.18

Os primeiros funcionários da instituição foram: Maria Montenegro e Luíza Kettle, o diretor Robert H. Habenicht e sua família, e o tesoureiro e agrônomo Marvin Glantz e sua família. No final da década de 1960, o colégio já oferecia educação primária (1ª à 8ª série), hoje chamada de Ensino Fundamental I (1º ao 5º ano) e Ensino Fundamental II (6º ao 9º ano).19 O título legal de posse do terreno do colégio foi concedido à igreja somente sete anos depois, em 1973.20 Apesar das dificuldades iniciais, o internato prosseguiu em cumprir a missão para a qual foi criado: oferecer às crianças e jovens educação de qualidade, baseada em valores bíblicos-cristãos que orientam a Educação Adventista em todo o mundo.21

A História do Instituto

Durante os primeiros anos de existência da instituição, não havia prédios apropriados para servirem como dormitórios. Após as casas de palha, os estudantes começaram a usar locais maiores para dormir. As meninas dormiam onde a farinha era produzida, enquanto os meninos ficavam na garagem da escola. Os estudantes passavam a noite em redes, segundo o costume da região. Como não havia local específico para banho, eles lavavam-se em um rio localizado a aproximadamente 200 metros da garagem da escola. Para remediar a situação, a Igreja Adventista Mundial foi mobilizada e, em setembro de 1974, as ofertas do 13º sábado da lição da Escola Sabatina foram destinadas a fundar a construção dos dormitórios masculino e feminino, bem como mais quatro salas de aula.22

No mesmo ano (1974), a escola também recebeu autorização de funcionamento oficial do Conselho Estadual de Educação do Amazonas, embora já funcionasse regularmente com autorização que haviam recebido da Secretaria de Educação do Amazonas.23 Durante a década de 1970, houve várias melhorias na área acadêmica. Em 1975, o IAAI firmou convênio com a Legião Brasileira de Assistência24 e com diversas autoridades e pessoas influentes da sociedade, com o objetivo de promover cursos profissionalizantes gratuitos ministrados nas dependências da escola. O objetivo era que os alunos progredissem nas esferas educacional, profissional e social.25

Em 1977, a Secretaria de Educação do Amazonas autorizou o primeiro curso técnico do IAAI: o de Técnicas Agrícolas, que foi integrado ao ensino médio.26 Para a realização das atividades práticas do curso, foram construídas 100 novas estufas (para produção de tomate e pepino).27 A partir desse ano (1977), a Escola Agrícola e Industrial do Amazonas passou a ser chamada “Instituto Adventista Agroindustrial”. A mudança do nome não alterou o objetivo inicial da escola, que é educar crianças e jovens de acordo com os princípios bíblicos, formando cidadãos para serem úteis à comunidade local, ao país e a Deus.28

Ao lado das estufas construídas para as aulas práticas do curso técnico, havia também plantações de soja, milho, amendoim, batata-doce, tomate, pepino e pimentão. Eram usados métodos modernos e práticos na produção desses alimentos e, com isso, no final da década de 1970, a escola já vendia cerca de três toneladas de tomate por semana nos mercados da capital amazônica. Outra atividade assumida pelo colégio foi a produção de carvão, o qual era vendido para uma siderúrgica, resultando em mais recursos para a manutenção da escola. Esses foram alguns dos fatores que ajudaram a instituição a se mobilizar em direção à independência financeira.29

Em 1978, aconteceu a formatura da primeira turma de 27 alunos do curso técnico em Técnicas Agrícolas. Naquele ano, havia um total de 239 alunos matriculados no IAAI, nos níveis de ensino fundamental e médio. Desde o início, além do envolvimento com as atividades acadêmicas da escola, os alunos também participavam ativamente no evangelismo. Como resultado desse trabalho missionário, foi estabelecida perto da escola uma congregação adventista com cerca de 70 membros.30 Em 1978, 30 pessoas foram batizadas graças ao trabalho conjunto de professores e alunos em uma campanha evangelística liderada pelo Pastor Sólon Fernandes. 31

A inauguração das novas construções do internato ocorreu em 17 de abril de 1979. Ao todo, foram construídos 6.553m² de área coberta, incluindo os novos dormitórios masculino e feminino, além de lavanderia, refeitório, prédio administrativo, prédio escolar, biblioteca, laboratórios, padaria, casa de força e tanque de água. Toda essa estrutura foi projetada para abrigar 249 alunos internos. O investimento feito para trazer mais conforto e comodidade foi de aproximadamente 17 milhões de cruzeiros, obtidos totalmente por meio de doações.32 A partir de então, a escola teve uma boa estrutura e, aos poucos, ganhou independência financeira com o cultivo, produção e comercialização de hortaliças e carvão. Desde 1980, os alimentos produzidos no internato são comercializados nas feiras de Rio Preto da Eva e Manaus.33

Outro fator que ajudou no desenvolvimento econômico do colégio foi a construção de uma hidrelétrica dentro da própria escola. A construção da usina teve início em 1977 e foi concluída em 1979. É considerada a primeira hidrelétrica construída em todo o estado do Amazonas. A cerimônia de inauguração contou com a presença dos representantes da Igreja Adventista da Associação Geral e da Divisão Sul-Americana, bem como o então governador do Amazonas. Durante a cerimônia, Robert Habenicht, que era o diretor na época, relembrou os primeiros anos de jornada da escola, mencionando os planos da igreja e seu sonho de construir um internato adventista no "coração da Amazônia".34

Em 1980, foi construída uma barragem (ligada à hidrelétrica) para abastecer a escola e as comunidades do entorno com energia. Com essa construção, o pequeno córrego próximo ao colégio, onde os alunos se banhavam, recebeu grande volume de água, desaguando no rio Paraíba. Porém, no ano seguinte (1981), cerca de cinco meses após a inauguração da barragem, fortes chuvas a destruíram. No entanto, esse contratempo não frustrou os planos e objetivos da escola.35 Se por um lado eles perderam a barragem, por outro conquistaram uma importante vitória acadêmica quando, em 1982, o colégio recebeu a autorização para oferecer o curso de Magistério, que serviria como uma licenciatura e desse modo possibilitaria que um graduado trabalhasse na área educacional. Esse curso de quatro anos era equivalente ao nosso ensino médio atual.36

Em 1984, o IAAI teve que enfrentar um novo obstáculo. As estufas da escola foram atacadas pela praga da “murcha bacteriana”, causada pela bactéria Ralstonia. Esse tipo de praga mata as plantas ao apodrecer o caule e pode permanecer no solo por vários anos. Ao atingir as estufas do IAAI, as plantações de tomate foram destruídas, o que comprometeu a situação financeira do instituto. No entanto, mesmo em meio a essas dificuldades, a liderança do IAAI não desanimou e deu início a novas plantações. Um forte empenho foi feito no ano de 1986, quando 2 mil sementes de cupuaçu, 7 mil de maracujá, 1.500 de mamão havaiano e soja foram semeadas para consumo interno e venda de excedentes. No mesmo período, o aviário foi ampliado e o número de bovinos no internato aumentou para 28 cabeças.37

Além de vários eventos notáveis relacionados ao desenvolvimento nas áreas financeira, acadêmica e estrutural, a história do IAAI permanece como um testemunho da influência positiva do colégio nas vidas dos alunos que ali estudaram. Enquanto estavam na instituição, muitos deles conheceram a Deus e decidiram servi-Lo. Um exemplo é a história do ex-aluno José Brasil Sanches, que chegou à escola na década de 1980. Ele foi apresentado a verdades bíblicas durante as aulas do Pastor Roberval Marinho, por quem foi batizado algum tempo depois. Anos mais tarde, José tornou-se professor no colégio. Desde a fundação da instituição, vários fatores como as amizades, o clima espiritual do internato, as semanas de oração e os cultos em meio à natureza têm contribuído positivamente para a comunhão dos estudantes com Deus.38

A área musical da escola também se desenvolveu bastante ao longo dos anos. Em 1985, foi criado o Centro de Arte Adventista (atual Conservatório do IAAI). Esse departamento promovia música de qualidade por meio de coros e quartetos, influenciando positivamente os alunos.39 Em 1985, foi formado o quarteto oficial do IAAI, chamado Mensageiros da Esperança. Embora não esteja mais ativo, o quarteto influenciou a formação de vários outros grupos musicais dentro da escola, como o Coro Jovem do IAAI e o grupo vocal do IAAI. Durante seus anos ativos, o Mensageiros da Esperança chegou a se apresentar em um dos noticiários de TV da capital amazonense.40

Vários ex-alunos e ex-membros desse quarteto ainda trabalham no cenário musical adventista hoje como parte de outros grupos musicais, como “Gêmeos”, na cidade de Manaus; “Ômega”, do Hospital Adventista de Belém; e “Âncora”, na cidade de Campo Grande, estado de Mato Grosso do Sul. Existem ainda outros ex-alunos do IAAI espalhados pelo Brasil que atuam em diversos segmentos profissionais e que, mesmo longe da instituição, levam consigo os princípios de cidadania e de comunhão com Deus, bem como os amigos que ali fizeram.41

Na década de 1990, o instituto promoveu algumas reformas a fim de melhorar a sua estrutura física e valorizar a experiência acadêmica dos alunos, oferecendo melhores condições e infraestrutura a alunos e funcionários. Assim, entre 1997 e 1998, as vielas do campus foram totalmente pavimentadas e, em 1999, foi inaugurado o campo de futebol com 220 metros de comprimento e 106 metros de largura. Para acompanhar esse crescimento estrutural, houve conquistas na área educacional. Por exemplo, no mesmo período, teve início o curso técnico em Processamento de Dados.42 Em 1999, novas licenças foram obtidas, com a autorização dos cursos de ensino médio e Técnico em Informática.43 Nesse mesmo ano, a Secretaria de Educação do Amazonas e o Conselho Estadual de Educação aprovaram o regimento escolar, o projeto político-pedagógico e o currículo da instituição.44

Com a chegada do novo milênio, aconteceram algumas mudanças educacionais no IAAI. Por exemplo, o curso técnico em Técnicas Agrícolas e o Curso de Capacitação para o Magistério foram encerrados em 2005.45 Em 2007 também ocorreram melhorias estruturais com a construção do refeitório e a instalação do quadro de distribuição de energia e do gerador de energia elétrica. No ano seguinte, a lavanderia, a administração e os prédios escolares, bem como os dormitórios masculino e feminino, foram reformados. Em 2009, foi construído o ginásio esportivo e, um ano depois, em 2010, a piscina semiolímpica. No entanto, as melhorias estruturais não pararam por aí. Em 2013, o refeitório foi reformado e ampliado. Em 2015, houve importante conquista educacional: o instituto foi autorizado a oferecer Educação Infantil – ou seja, aulas para crianças de 3 a 5 anos.46  

Outro marco para a escola aconteceu em 21 de outubro de 2016, quando o templo IAAI foi inaugurado. Os recursos usados para a construção vieram de ofertas missionárias globais. O templo era um sonho para os alunos e a comunidade que, há mais de 50 anos, almejavam um lugar dentro da escola exclusivamente dedicado à adoração a Deus. Antes que o novo templo fosse concluído, a comunidade se reunia nas igrejas ao redor do IAAI, enquanto alunos e funcionários cultuavam no auditório central da escola. Ainda em relação às mudanças estruturais, em 2017, o dormitório masculino foi novamente reformado e, na ocasião, os quartos foram transformados em suítes com dois quartos construídos para portadores de necessidades especiais. O prédio também ganhou um novo design interno e uma sala de estudos. Posteriormente, em 2018, a reforma do dormitório feminino foi concluída.47

Em reconhecimento à contribuição da escola aos alunos e à comunidade, o ex-aluno Carlos Antônio Magalhães Guedelha, hoje professor da Universidade Federal do Amazonas, homenageou o IAAI em um de seus livros, dizendo: “Um é o IAAI em que estamos agora, com seus prédios de arquitetura moderna e arrojada, seus jardins, sua exuberância natural, sua produção cultural, sua gente. Pessoas que, aliás, são incrivelmente belas, inteligentes e vibrantes; o outro IAAI é o do pensamento, da memória. Ele é feito de memórias, reminiscências, lembranças. É um IAAI diferente, pois a matéria-prima de sua arquitetura não é cimento nem tijolos, mas o sentimento em cada um de nós [...]. Essa escola abrigou cada um de nós que um dia chegamos aqui trazendo muitos sonhos na mala, investiu em nossos sonhos e nos proporcionou muitas vitórias e alegrias que a gente nunca vai esquecer [...]. Você que vive no IAAI, tenha certeza de que o IAAI vive em nós.... ”48

O Papel Histórico do Instituto

Cada unidade educacional adventista é criada para propósitos bem definidos. Além de atuar no crescimento e desenvolvimento acadêmico, um dos grandes objetivos das instituições adventistas é educar para a vida eterna. A rotina escolar busca promover a educação redentora em cada um dos projetos, atividades e programas realizados. Isso é feito com o objetivo de transformar cada ser humano à imagem do Criador. Por essa razão, o IAAI permanece conectado aos valores e princípios que regulam o padrão das instituições adventistas. Os funcionários da escola trabalham com seriedade para com as pessoas e a missão de pregar o Evangelho ao mundo, de acordo com as crenças da Igreja Adventista do Sétimo Dia.49

Ao longo de sua história, o Instituto Adventista Agroindustrial contribuiu para a educação de aproximadamente 14.725 alunos, que se tornaram profissionais de diversas áreas. Esses homens e mulheres foram formados em uma escola que tem por objetivo “ser uma instituição reconhecida pela excelência na educação, baseada em princípios ético-cristãos, com ampla participação no setor educacional”. A sua missão declarada é “promover, através da educação cristã, o desenvolvimento integral dos alunos, nos aspectos físicos, intelectual, social e espiritual, formando cidadãos pensantes, úteis à comunidade, ao país e a Deus”.50

Com foco nesse objetivo, o IAAI tem seguido as metas, estratégias e ações da Igreja Adventista e incorporou as medidas pedagógicas, administrativas e evangelísticas adequadas. Isso permite que o colégio sempre alinhe seus procedimentos e faça os ajustes necessários para que haja uma melhoria contínua nos serviços prestados. Além disso, seu objetivo e compromisso com o país é contribuir para o crescimento e desenvolvimento da nação, preparando os alunos para o ensino superior. Esse compromisso tem sido cumprido e é demonstrado por meio dos resultados obtidos. Em média, 87% dos alunos que concluem o ensino médio no IAAI ingressam no ensino superior. Além do alto índice de aprovação, os alunos alcançam boas colocações e notas excelentes em vestibulares de muitas universidades. Assim, a instituição tem ajudado a formar bons profissionais que colaboram com o crescimento econômico local e regional.51

A cidade de Rio Preto da Eva, onde o IAAI está localizado, possui aproximadamente 33 mil habitantes.52 A escola sempre manteve bom relacionamento com a comunidade local. Os produtos colhidos na área de cultivo são comercializados em Rio Preto da Eva, gerando emprego e renda. Além dessa contribuição na área comercial, foi construída no instituto a primeira hidrelétrica do Amazonas, a fim de gerar energia para as comunidades do entorno. Houve incontáveis serviços comunitários e campanhas evangelísticas que alunos, professores e funcionários conduziram em apoio às comunidades locais de adventistas e não-adventistas. Como resultado desse trabalho missionário, existem atualmente sete igrejas estabelecidas na cidade de Rio Preto da Eva e outras 14 congregações em comunidades próximas.53

O que Resta Ser Feito para o Cumprimento da Missão do Instituto

Durante a década de 1960, o IAAI tinha apenas o projeto e o terreno, além de uma pequena equipe de projetistas com alguns alunos e funcionários que trabalhavam na construção. Quando começaram as atividades escolares, contava com uma equipe de quatro funcionários e seus familiares, que atendiam e ensinavam cerca de 150 alunos até o início da década de 1970. Muitos desafios foram superados desde o início da instituição. Houve vários obstáculos, porém as conquistas e progressos também foram notáveis.54

O sonho inicial de se ter uma “escola no coração da Amazônia” que seria um “jardim no meio da selva” se concretizou, e agora permanece vivo na mente e nas intenções dos funcionários do IAAI como um desafio que deve ser mantido, estimado e aprimorado. Daquele canto no coração da Amazônia, surgiram grandes profissionais, obreiros e líderes a serviço da Igreja Adventista no Brasil e em todo o mundo. Esse internato continua sendo o lugar onde muitos alunos aprendem sobre a importância de um Deus verdadeiro que está sempre presente e pode mudar vidas. Como resultado das bênçãos divinas operadas por meio de influências positivas da instituição, vários alunos entregam sua vida a Deus todos os anos.55

Atualmente, o IAAI oferece estudos a nível de Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio. Muitos esforços e progressos foram necessários ao longo da história para tornar isso possível. E uma das maiores lições que podem ser aprendidas na jornada do colégio é que conquistas sólidas só são possíveis ao se manter os princípios cristãos e focar constantemente no futuro. Para continuar cumprindo sua missão, a escola tem investido em colaboradores comprometidos que também têm o desejo missionário de salvar e resgatar crianças e jovens. Além disso, os planos para o futuro da instituição envolvem aumentar a conscientização das famílias sobre a importância dos internatos e sua influência positiva na formação continuada de adolescentes e jovens. 56

Cronologia dos Diretores57

Escola Agroindustrial do Amazonas (1964-1966);

Escola Agrícola e Industrial do Amazonas (1966-1976):

Diretores gerais: Robert Habenicht (1964-1973); Nelson Duarte (1974-1976).

Diretores administrativos: Marvin E. Glantz (1964-1973); Adamor Pimenta (1976).

Instituto Adventista Agroindustrial (1977-atualmente):

Diretores gerais: Nelson Duarte (1977-1980); João Varonil Kuntze (1981-1982); Emmanuel Saraiva (1982); Willer Cavalcante Prego (1983-1985); Orlando Gomes Ferreira (1985-1986); Wilson Schenfeld (1986-1990); Selso Adolfo Kern (1991-1993); José Carlos Bezerra (1994-1995); Carlos Augusto da Silva Pacheco (1995-2000); Elias Costa de Oliveira (2000-2003); Geraldo Ferreira Lima Filho (2003-2005); Valdimiro Laurindo de Oliveira (2006-2007); Kleber Ubirajara Ramos Coelho (2008-2011); Saulo Machado Albino (2011-2015); Willy Lester Streithorst (2016); Carlos Augusto da Silva Pacheco (2016-atual).

Diretores Administrativos: Delcio Prates dos Reis (1977-1978); Othiniel Sansão Muniz (1979-1982); Josias de Souza Fragoso (1983-1984); Dorli Muniz Menezes (1984-1986); Elcias Camargo (1986-1988); Normando Francisco Costa Filho (1987-1991); Wandercy Ramos Nogueira (1991-1994); Aurecir Kennerly de Castro (1994); Davi José de Souza (1995-1996); Elieder Francisco da Silva (1997-2003); Anderson de Castro Menezes (2003-2007); Enoque Storch (2007-2009); Analto Santos (2010-2011); Davi Costa Assunção (2011-2014); Rohan Mendonça de Souza (2014-2016); Vinicius Miranda (2016); Fabiano Amaral Ribeiro (2016-2018); Kesley Silva Santana (2018-atual).

Diretores Acadêmicos: Anamim de Freitas Evangelista Almeida (2017-atual).58

 Referências

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Secretaria de Educação e Cultura do Estado do Amazonas. Resolução nº 054/97/CEE/AM. Manaus, 26 de maio, 1997.

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Secretaria Municipal de Educação/Prefeitura de Rio Preto da Eva/AM. Carta nº 0138/2015 – GS/SEMED/RPE. Rio Preto da Eva, 8 de maio, 2015.

Seventh-day Adventist Yearbook [Anuário da IASD]. Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association. Vários anos. https://www.adventistyearbook.org/.

Notas de Fim

  1. Dados da secretaria do IAAI, 2019.
  2. Censo brasileiro de 2018, Manaus, Amazonas, nível geográfico do Amazonas (AM) - 13, área territorial, IBGE, acessado em 8 de outubro, 2019, https://bit.ly/2QKMx03.
  3. W. E. Murray, “A mocidade na recolta de donativos,” Revista Mensal 17, no. 8 (agosto de 1922): 10.
  4. “Lower Amazonas Mission [Missão Baixo Amazonas],” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1928), 197.
  5. Leo B. Halliwell, “Our Medical Launch Work in South America [Nossa Obra Médica em Lanchas na América do Sul],” ARH, 23 de janeiro, 1958, 21.
  6. “A primeira lancha Luzeiro foi inaugurada em Julho de 1931 pelo casal Leo e Jessie Halliwell, com o objetivo de levar educação sanitária e assistência médica e odontológica gratuita às populações ribeirinhas carentes do Amazonas. [...] Durante estes 80 anos, milhares de pessoas foram diretamente beneficiadas pelo apoio prestado pelas lanchas. Em muitos casos, esta foi a única maneira destas pessoas receberem algum atendimento médico e odontológico.” Luzeiro, “História,” acessado em 22 de janeiro, 2020, https://www.luzeiro.org/.
  7. Michelson Borges, A Chegada do Adventismo ao Brasil (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2001), 194, 196.
  8. Ibid.
  9. “Por que Construir Templos?” Revista Adventista 56, no. 11 (novembro de 1961): 33.
  10. Jorge Pedrosa Guimarães, “Crescimento do Movimento Adventista na Missão Central Amazonas” (Monografia, Instituto Adventista de Ensino, janeiro de 1988), 11.
  11. Robervaldo do Nascimento de Souza, entrevistado por Caritas Brasil, Rio Preto da Eva, Amazonas, 18 de julho, 2019.
  12. Educação NT, “No Coração da Mata – Noroeste – Episódio 8” (vídeo com documentário, história da educação adventista no Amazonas, 6 de junho, 2016), acessado em 5 de abril, 2020, https://bit.ly/2z52OqR.
  13. Jonatas Correa, “IAAI - 40 anos” (vídeo, história do IAAI, 7 de janeiro, 2009), acessado em 31 de março, 2020, https://bit.ly/2AEvJj3.
  14. Ibid.
  15. Ibid.
  16. Ibid.
  17. Centro Nacional da Memória Adventista (Brasil), “Instituto Adventista Agroindustrial (IAAI),” acessado em 3 de junho, 2019, https://bit.ly/2xWbCPo.
  18. “Institutions in the South American Division [Instituições na Divisão Sul-Americana],” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1967), 213.
  19. Nelson Duarte, “Uma Tocha na Amazônia,” Revista Adventista 69, no. 9 (setembro de 1974): 29.
  20. Centro Nacional da Memória Adventista (Brasil), “Instituto Adventista Agroindustrial (IAAI),” acessado em 3 de junho, 2019, https://bit.ly/2xWbCPo.
  21. Duarte, “Uma Tocha na Amazônia,” Revista Adventista, 29.
  22. Centro Nacional da Memória Adventista (Brasil), “Instituto Adventista Agroindustrial (IAAI),” acessado em 3 de junho, 2019, https://bit.ly/2xWbCPo.
  23. Departamento de Educação e Cultura do Estado do Amazonas autoriza o reconhecimento do Instituto Adventista Agroindustrial, resolução no. 024/77, Manaus, 10 de maio, 1977.
  24. “A Legião Brasileira de Assistência (LBA) foi um órgão assistencial público brasileiro, fundado em 28 de agosto de 1942, pela então primeira-dama Darcy Vargas, com o objetivo de ajudar as famílias dos soldados enviados à Segunda Guerra Mundial, contando com o apoio da Federação das Associações Comerciais e da Confederação Nacional da Indústria.” Esse órgão foi extinto em 1991. Acervo Arquivístico da Universidade Federal de Santa Maria, “Legião Brasileira de Assistência (LBA),” acessado em 25 de junho, 2020, https://bit.ly/3eBmp1H.
  25. Nelson Dimas Filho, “Promove a LBA cursos gratuitos,” Jornal do Comércio, 66, nº 20.766 (5 de agosto, 1971): 2.
  26. Secretaria de Educação e Cultura do Estado do Amazonas autoriza o funcionamento do curso Técnico  Agrícola, a nível de ensino médio, resolução nº 025/77, Manaus, 10 de maio, 1977.
  27. Duarte, “Uma Tocha na Amazônia,” Revista Adventista, 29.
  28. “Adventist Agriculture-Industrial Institute,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1978), 316.
  29. Centro Nacional da Memória Adventista do Brasil, “Instituto Adventista Agroindustrial (IAAI),” acessado em 3 de junho, 2019, https://bit.ly/2xWbCPo.
  30. Wilson de Almeida, “IAAI – Progresso Dentro da Selva,” Revista Adventista 73, no. 9 (setembro de 1978): 19.
  31. “No IAAI, Alunos e Professores Ganham Almas,” Revista Adventista 74, no. 2 (fevereiro de 1979): 21-22.
  32. “Novos Prédios: Uma Festa no Instituto Adventista Agroindustrial,” Revista Adventista, 74, no. 6 (junho de 1979): 24-25.
  33. Duarte, “Uma Tocha na Amazônia,” Revista Adventista, 29.
  34. “Adventistas inauguram escola agroindustrial para 249 alunos,” A Notícia, 18 de abril, 1979.
  35. Jonatas Correa, “IAAI - 40 anos” (vídeo, história do IAAI, 7 de janeiro, 2009), acessado em 31 de março, 2020, https://bit.ly/2AEvJj3.
  36. Secretaria de Educação e Cultura do Estado do Amazonas autoriza o funcionamento do Curso de Qualificação para o Magistério da 1ª à 4ª série, a nível de ensino médio, Resolução nº 053/82, Manaus, 26 de outubro, 1982.
  37. Centro Nacional da Memória Adventista do Brasil, “Instituto Adventista Agroindustrial (IAAI),” acessado em 3 de junho, 2019, https://bit.ly/2xWbCPo.
  38. José Sanches Brasil (antigo estudante do IAAI), entrevistado por Daniel Rebouças, Rio Preto da Eva, Amazonas, 10 de novembro, 2017.
  39. “Progressos na Educação,” Revista Adventista 80, no. 6 (junho de 1985): 29.
  40. Vander Paulo, “Reencontro IAAI 2012” (vídeo, reunião do quarteto do IAAI – 1984-1986, 31 de maio, 2012), acessado em 6 de novembro, 2017, https://bit.ly/3djXiQ7; “Destaques do Semestre,” Revista Adventista 80, no. 8 (agosto de 1985): 31-32.
  41. Paulo, “Reencontro IAAI 2012” (vídeo, reunião do quarteto do IAAI – 1984-1986, 31 de maio, 2012), acessado em 6 de novembro, 2017, https://bit.ly/3djXiQ7.
  42. Secretaria de Educação e Cultura do Estado do Amazonas autoriza a implementação do curso Técnico em Processamento de Dados, a nível de Ensino Médio, resolução nº 54/97/CEE/AM, 26 de maio, 1997.
  43. Licença para o funcionamento do Ensino Médio e dos cursos técnicos em informática pela resolução nº 031/99, 3 de março, 1999.
  44. Secretaria Estadual de Educação e Desporto do Amazonas. Aprovação do regimento escolar, projeto político-pedagógico, currículo de 1999, resolução nº 031/99/CEE/AM, 3 de março, 1999.
  45. Fechamento final do curso Técnico em Processamento de Dados a nível de ensino médio em 1999. Carta nº 13, IAAI, 7 de outubro, 2005. Fechamento final do curso Técnico em Processamento de Dados a nível de ensino médio em 1998. Fechamento final dos cursos profissionalizantes em Técnico Agrícola, Qualificação em Magistério da 1ª à 4ª série a nível de ensino médio em 1998.  Carta nº 13, IAAI, 7 de outubro, 2005.
  46. Secretaria Municipal de Educação/Prefeitura de Rio Preto da Eva/AM. Autorização para o funcionamento da Educação Infantil dos 3 aos 5 anos de idade. Carta nº 0138/2015 – GS/SEMED/RPE, 8 de maio, 2015.
  47. Wellington Barbosa, “Frutos da Amazônia,” Revista Adventista 111, no. 1316 (dezembro de 2016): 30-31.
  48. Carlos Antônio Magalhães Guedelha, Uma escola no Coração (Pará de Minas, MG: Editora Virtual Books, 2013).
  49. Ibid.
  50. Educação Adventista, “Quem Somos,” acessado em 22 de junho, 2020, https://bit.ly/2YYkMED.
  51. Dados da secretaria do IAAI, 2019.
  52. Censo brasileiro de 2018, Rio Preto da Eva, Amazonas, nível geográfico de Rio Preto da Eva (AM) – 1303569, população estimada, IBGE, acessado em 23 de março, 2020, https://bit.ly/3dH0oyC.
  53. Dados da secretaria do IAAI, 2019.
  54. Jonatas Correa, “IAAI - 40 anos” (vídeo, história do IAAI, 7 de janeiro, 2009), acessado em 31 de março, 2020, https://bit.ly/2AEvJj3.
  55. Ronivon da Silva dos Santos (secretário ministerial da UNoB), mensagem por e-mail para Carlos Flavio Teixeira (editor associado da ESDA), 31 de julho, 2019.
  56. Ibid.
  57. Jonatas Correa, “IAAI - 40 anos” (vídeo, história do IAAI, 7 de janeiro, 2009), acessado em 31 de março, 2020, https://bit.ly/2AEvJj3; “Amazonas Agricultural School [Escola Agrícola e Industrial do Amazonas],” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1969), 288; “Adventist Agricultural-Industrial Academy [Instituto Adventista Agroindustrial],” Seventh-day Adventist Yearbook (Nampa, ID: Pacific Press Publishing Association, 2018), 484. Para mais informações sobre os líderes do IAAI, veja os Yearbooks [Anuários da IASD] de 1969 a 2018.
  58. Para mais informações sobre o Instituto Adventista Agroindustrial, acesse o seguinte site: https://iaai.educacaoadventista.org.br/ ou as mídias sociais no Facebook e Instagram: @iaai.oficial e YouTube: IAAI - Internato Adventista.
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Rebouças, Daniel, Ronivon da Silva dos Santos. "Adventist Agricultural-Industrial Academy." Encyclopedia of Seventh-day Adventists. November 25, 2021. Accessed December 02, 2022. https://encyclopedia.adventist.org/article?id=4IFM.

Rebouças, Daniel, Ronivon da Silva dos Santos. "Adventist Agricultural-Industrial Academy." Encyclopedia of Seventh-day Adventists. November 25, 2021. Date of access December 02, 2022, https://encyclopedia.adventist.org/article?id=4IFM.

Rebouças, Daniel, Ronivon da Silva dos Santos (2021, November 25). Adventist Agricultural-Industrial Academy. Encyclopedia of Seventh-day Adventists. Retrieved December 02, 2022, https://encyclopedia.adventist.org/article?id=4IFM.