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Amazonia Adventist College (Faculdade Adventista da Amazônia) (FAAMA) campus entrance in 2019.

Photo courtesy of Amazonia Adventist College Archives.

Faculdade Adventista da Amazônia

By Daniel Oscar Plenc, and Josafá da Silva Oliveira

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Daniel Oscar Plenc, Th.D. (River Plate Adventist University, Entre Ríos, Argentina), currently works as a theology professor and director of the White Research Center at the River Plate Adventist University. He worked as a district pastor for twelve years. He is married to Lissie Ziegler and has three children.

Josafá da Silva Oliveira

First Published: June 15, 2021

A Faculdade Adventista da Amazônia (Faama) é um colégio de ensino fundamental, médio e superior que oferece educação em regime de internato e externato. Pertence à Igreja Adventista do Sétimo Dia e faz parte da rede mundial de Educação Adventista. Atua no território da União Norte Brasileira (UNB), localizada na rodovia Augusto Meira Filho, km 1, CEP 68795-000, no bairro Paricatuba, município de Benevides, no estado do Pará, Brasil.1

A Faama é a quinta instituição adventista de ensino superior no Brasil e a primeira na região norte. Oferece os cursos de Enfermagem, Pedagogia e Teologia. Este último faz da Faama uma das sedes regionais do Seminário Adventista Latino-Americano de Teologia (SALT-DSA). O campus compreende um total de 105 hectares e inclui as seguintes estruturas: biblioteca, complexo esportivo, prédio de ensino superior, prédio de ensino básico, refeitório, 23 casas para funcionários e os dormitórios masculino e feminino. A instituição atende cerca de 887 alunos, sendo atendidos por 203 servidores, entre os quais 49 são professores e 154, funcionários. Desses, 16 são obreiros e 11 são pastores credenciados.2

Desenvolvimentos que Levaram à Criação da Faculdade

A região da Amazônia, no norte do Brasil, foi visitada por Oliver Montgomery, presidente da Divisão Sul-Americana (DSA), em 1920.3 Mediante essa visita, a criação da Missão Baixo Amazonas (MBA), hoje conhecida como Associação Norte do Pará (ANPa), foi aprovada em 1926.4 No ano seguinte, três obreiros chegaram a Belém do Pará: o Pastor John Lewis Brown e os colportores André Gedrath e Hans Mayr. Eles fizeram viagens missionárias no rio Amazonas e seus afluentes para evangelizar a região por meio da literatura. Naquela época, o campo da MBA abrangia os atuais estados do Acre, Amazonas, Rondônia, Roraima, Pará, Amapá, Maranhão, Piauí e Ceará. Atualmente, esses estados compõem as Uniões Norte (UNB), Noroeste (UNoB) e Nordeste Brasileira (UNeB).5

Possivelmente, o trabalho evangelístico mais marcante realizado na região amazônica foi feito pelo casal Leo e Jessie Halliwell. Em 1928, o Pastor Brown e sua família voltaram para os Estados Unidos, e Leo Halliwell foi chamado para dirigir essa unidade administrativa em Belém, no Pará. A partir dessa época, a obra médico-missionária e a difusão do adventismo desenvolveram-se rapidamente no norte brasileiro.6 A primeira lancha missionária construída pelo casal Halliwell, chamada Luzeiro I, possibilitou o aumento do evangelismo e da assistência médica ao longo do rio Amazonas e seus afluentes. Foi nesse período que a primeira escola adventista foi estabelecida, em fevereiro de 1936, na cidade de Maués, Amazonas. No mesmo ano, a UNB foi criada para dirigir a obra adventista na região e, como resultado, o trabalho da Igreja se expandiu ainda mais.7

Na década de 1940, o evangelismo se espalhou para a tribo indígena Maués, localizada no município de mesmo nome. A Missão Baixo Amazonas deu início ao trabalho local por meio de uma escola, que oferecia aulas durante o dia e à noite, além de oferecer tratamento contra vermes, atendendo principalmente as crianças da tribo. Os missionários sofreram oposição muitas vezes, e índios enfurecidos chegavam às portas de suas casas, descontentes com sua presença. Três anos depois, as coisas começaram a mudar. As moradias dos missionários melhoraram e um galpão era usado para as aulas e para a Escola Sabatina. Após anos de trabalho, 15 pessoas foram batizadas, elevando o grupo adventista local para 35 membros, com 58 matriculados na Escola Sabatina.8

Até o início na década de 1960, havia apenas escolas primárias no território atendido pela UNB, que funcionavam sob a liderança das igrejas locais. Famílias interessadas em que seus filhos continuassem os estudos em escolas adventistas tinham de enviá-los a internatos nos estados de Pernambuco e São Paulo. A fim de auxiliar as famílias adventistas nessa questão, em 1961 foi criado o Ginásio Grão-Pará, atual Instituto Adventista Grão-Pará (IAGP). Desde o seu estabelecimento, esse colégio tem oferecido ensino fundamental e médio completos.9 O colégio foi autorizado pelo Ministério da Educação e Cultura em 19 de abril de 1961, e é considerado o primeiro instituto adventista a oferecer ensino médio em regime de externato no Brasil.10

Com o crescimento e expansão da obra adventista no estado do Pará, tornou-se necessária a construção de um internato adventista. Em 1973, a direção da UNB encarregou os irmãos Erwino e Lindolpo Gutzeit, fazendeiros adventistas, a procurar um terreno na região da rodovia federal BR-230 – conhecida como Transamazônica – para sediar um internato adventista. O terreno encontrado pelos irmãos Gutzeit estava localizado no município de Uruará. Em julho de 1977, a UNB recebeu o documento do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária do Brasil (Incra), que lhe dava o direito de ocupação do terreno. No mesmo ano, a construção do internato começou e, no dia 18 de abril de 1978, o Instituto Adventista Transamazônico Agroindustrial (IATAI) foi inaugurado.11

O crescimento da obra, incluindo o número de instituições educacionais adventistas nos estados do Norte, continuou nas décadas seguintes. Em 2003, 67 anos após a primeira escola ser estabelecida no município de Maués, Amazonas, a UNB contava com 16.800 alunos distribuídos em 65 instituições de ensino. Estas incluíam 48 escolas de ensino fundamental e 17 colégios, dos quais três eram internatos. Mas isso ainda não era suficiente para atender à demanda educacional. Permanecia ainda a necessidade de uma instituição adventista que oferecesse ensino superior naquela região do país. Pensando nisso, a União formou uma comissão para estudar a viabilidade de implantação de um centro de ensino superior a fim de atender alunos que viviam nos estados do Pará, Amapá, Maranhão, Amazonas, Roraima, Rondônia e Acre.12

A Fundação da Faculdade

No ano de 2002, o Hospital Adventista de Belém (HAB) colocou sua propriedade à venda no município de Benevides, a 30 km de Belém. Essa propriedade, chamada Fazenda Asa Branca, pertencia ao japonês Nobuyoshi Muto e fora adquirida em 1998 pelo hospital para a construção de uma clínica de vida saudável. No entanto, o projeto da clínica foi adiado. Em 2002, com a necessidade de modernizar todos os seus equipamentos hospitalares e ampliar suas instalações, o hospital decidiu vender a fazenda e destinar o dinheiro para sua ampliação. Contudo, o terreno não foi vendido.13

O Pastor Izeas Cardoso dos Santos, presidente da UNB, sugeriu aos administradores do hospital que talvez o plano de Deus não fosse vender a terra, mas usá-la para um grande propósito. Portanto, ele pediu formalmente que a propriedade fosse doada para a construção de uma faculdade adventista. Em resposta ao seu pedido, o comitê diretivo do HAB se reuniu e decidiu doar à União a propriedade de 105 hectares localizada na rodovia Augusto Meira Filho, km 1, em Benevides.14

Antes das ações iniciais para a criação da faculdade, os administradores da DSA enviaram uma comissão ao Pará com o objetivo de estudar a possibilidade de estabelecer uma nova faculdade. Os seguintes fatores foram considerados: 1) a UNB era o único campo da Divisão que não tinha uma instituição de ensino superior; 2) a igreja adventista estava crescendo rapidamente no território; 3) havia grande necessidade de preparar a juventude para servir à igreja; 4) as instituições adventistas de ensino superior no Brasil estão localizadas a uma distância muito grande da parte norte do país; 5) os membros da Igreja no norte do Brasil estão ansiosos para o estabelecimento de uma instituição de ensino superior em seu território; 6) a fazenda de 105 hectares doada para a criação de uma escola era um local adequado para a construção de um internato.15

Em vista dessas considerações e após análise cuidadosa, a comissão da DSA recomendou a criação de uma instituição de ensino superior no estado do Pará. Rapidamente, a UNB nomeou um comitê de construção e apresentou um projeto arquitetônico e financeiro, este último baseado nos subsídios de todos os seus campos.16 Outro comitê visitou o terreno em novembro de 2004, a fim de reafirmar as condições apresentadas e o plano de construção a ser executado. Em dezembro de 2004, quando a UNB completou 68 anos de existência, a pedra fundamental da Faama foi colocada. A cerimônia contou com a presença de várias autoridades, tanto civis quanto religiosas.17

Logo após a cerimônia, iniciou-se a construção do primeiro dormitório. Ao mesmo tempo, as alamedas foram demarcadas e a construção dos blocos para pavimentação também foi iniciada. Em outubro de 2007, vendo que o projeto já estava avançado, a liderança da UNB pediu à DSA que solicitasse uma visita de inspeção da Associação Geral (AG). No final de janeiro de 2008, uma comissão de pesquisa provisória composta pelos membros da AG, DSA e UNB fizeram uma avaliação prévia do projeto. Representando a Associação Geral, estavam os professores Nancy e Werner Vyhmeister, da Universidade Andrews, com o objetivo específico de estudar a viabilidade de implementar uma sede do SALT na Faama. Ao final das avaliações, a comissão propôs a criação de uma instituição que abrangesse o ensino fundamental, médio e superior.18

A ideia era que a faculdade oferecesse primeiro o curso de Teologia e, mais tarde, os outros, como Pedagogia, Contabilidade, Ciência da Computação e até mesmo cursos na área da saúde. As preparações acadêmicas começaram em 2008 e 2009, com o apoio do SALT-DSA. Em maio de 2009, os líderes da UNB se reuniram com o Ministério da Educação brasileiro para estabelecer o cronograma de matérias a serem oferecidas no ensino fundamental e médio.19

A inauguração da nova instituição, nomeada Faculdade Adventista da Amazônia (Faama) ocorreu em 16 de agosto de 2009. A cerimônia foi assistida por aproximadamente duas mil pessoas, incluindo autoridades civis e religiosas, como também os pastores da UNB e UNeB.20 Na ocasião, o presidente da UNB mencionou que a criação da Faama possibilitaria “que muitos jovens do Norte estudem na instituição.” Além disso, esperava-se que a formação de uma geração de obreiros familiarizados com a cultura local promoveria um grande desenvolvimento regional da Igreja.21 Desde que foi estabelecida, a missão da Faama tem sido “promover, através da educação cristã, o desenvolvimento integral dos alunos, formando cidadãos independentes, comprometidos com o bem-estar da comunidade e do país com Deus.”22

História da Faculdade

O projeto de construção da Faama foi bem elaborado, e levaria algum tempo para que todos os prédios fossem concluídos. Durante o processo de construção, o colégio funcionava com as instalações que já estavam finalizadas. Até nos menores detalhes a instituição buscou cumprir seu objetivo evangelístico. Enquanto a Faama estava em construção, algumas pessoas foram convertidas ao adventismo por meio de sua interação com o mestre-de-obras e outros trabalhadores que usaram o projeto como oportunidade para evangelizar os envolvidos. Outros funcionários e as pessoas da vizinhança também aceitaram a mensagem, e cerca de 140 pessoas foram batizadas em 2009 devido a esses contatos.23

Em 2010, primeiro ano de atividades, um terço do projeto arquitetônico estava completo, incluindo os prédios da administração, salas de aulas, uma capela com 400 lugares, dormitório masculino, piscina e duas quadras esportivas. Nesse estágio da construção, já foi possível iniciar as aulas, que começaram com oito professores e 79 funcionários para as demais funções. Nessa época, havia vagas para 50 alunos no ensino médio e 55 no curso de Bacharelado em Teologia.24 A primeira classe de Teologia da Faama começou com 58 alunos, os quais vieram de 12 estados diferentes do Brasil, e dois deles eram indígenas que pretendiam retornar às suas comunidades depois da graduação. Já na primeira classe do ensino médio, havia 69 alunos. A sala de Teologia tinha professores como o Pastor Ángel Manuel Rodríguez, diretor do Instituto de Pesquisa Bíblica da Associação Geral (BRI), o Pastor Alberto Timm e líderes da UNB.25

Um dos aspectos mais importantes de uma instituição educacional é a biblioteca, onde o aluno pode aprender a fazer pesquisas. A biblioteca da Faama tem uma história interessante. Foi inaugurada em 2010 e leva o nome da empresária americana Judith A. Thomas. A senhora Thomas doou um milhão de reais para a construção do prédio, cuja área total é de dois mil metros quadrados, e que levou seis meses para ser concluído. Judith Thomas também doou aproximadamente 50 mil reais para os aparelhos de ar condicionado da biblioteca. Além da biblioteca, o prédio também abriga um museu com o nome do Pastor Leo Halliwell, onde a lancha Luzeiro I está exposta.26

Outros eventos notáveis da Faama incluem os seguintes. Em julho de 2011, a instituição ministrou o primeiro curso de Teologia de formação continuada, de curta duração. As aulas foram destinadas a 55 funcionários e administradores da Igreja Adventista que trabalhavam no norte do Brasil. Os temas abordados pelas aulas foram interpretação bíblica, orientação pastoral, fundamentos da educação cristã e história do cristianismo.27 Os cursos mostraram a preocupação da Igreja com a preparação teológica de seus funcionários. Outra data importante foi 31 de agosto de 2011, quando o Centro de Estudos Ellen G. White foi inaugurado na Faama, a fim de fortalecer a identidade profética da Igreja por toda a região norte do Brasil.28

A Faama também organizou o primeiro Congresso de Educadores da UNB, nos dias 27 a 30 de junho de 2012. Quase mil professores estiveram presentes e foram instruídos sobre como alinhar os procedimentos missionários, administrativos, pedagógicos e financeiros da rede educacional adventista. Eles participaram de seminários, debates, aulas e oficinas.29 Em 2012, a Faama ainda estava em processo de adaptação e desenvolvimento, mas alcançava cada vez mais alunos. Naquele ano, 421 estudantes foram matriculados na instituição. Em 2013, a comunidade universitária participou de um movimento evangelístico que incluiu a distribuição em massa do DVD A Última Esperança, com um estudo focado no significado das cartas às sete igrejas no livro do Apocalipse. Nessa ocasião, 700 alunos da Faama se reuniram na rodovia Augusto Meira Filho para entregar aos motoristas um kit missionário que, além do DVD, continha o livro A Grande Esperança e um panfleto da TV Novo Tempo.30

O ano de 2013 também foi marcado pela graduação da primeira turma de Teologia da Faama, quando 46 alunos se formaram na faculdade norte-brasileira. A cerimônia religiosa ocorreu na capela do campus e, a formatura, na Igreja Adventista do Marco, na cidade de Belém, com cerca de 1.500 pessoas presentes.31 No ano seguinte, com o objetivo de inaugurar futuramente um curso de Medicina, a Faama e o Hospital Adventista de Belém firmaram um acordo com a Universidade Estadual do Pará (UEPA) a fim de preparar dez profissionais para cursarem mestrado em Medicina, halitando-os a atuarem como docentes do curso de Medicina a ser implantado na Faama.32

Além disso, em 2014, foram inaugurados os cursos de pós-graduação em gestão educacional, gestão financeira e estudos em teologia, e, em dezembro, ocorreu uma formatura. Esse ano também marcou a conclusão de um novo espaço físico para o ensino superior no prédio da biblioteca, inaugurado em 4 de dezembro.33 Durante a comemoração do aniversário da instituição, em novembro de 2014, a diretoria apresentou os planos de início do curso de Pedagogia e a instalação do curso de Medicina na Faama. A implantação desse curso viria acompanhada da construção de um hospital-escola, para atender tanto a comunidade da Faama quanto a população da região de Benevides.34 O ano foi coroado com a formatura de mais uma turma de Teologia, com 46 formandos. Nesse grupo, estava o estudante de Teologia Douglas Silva, o primeiro pastor adventista surdo do Brasil. O Pastor Silva atualmente trabalha na região central da cidade de São Paulo, desenvolvendo um trabalho evangelístico para a comunidade surda.35

Em 2015, a Faama iniciou o ano letivo com 494 alunos matriculados na educação básica e 201 no ensino superior. Esse ano também marcou o início das aulas de Pedagogia. Em janeiro de 2016, a faculdade organizou a primeira edição do Encontro de Músicos da União Norte Brasileira. O objetivo desse programa, que reuniu músicos e maestros do norte brasileiro, era promover a unidade musical na Igreja, tendo a música como instrumento de evangelização.36 Além disso, esse ano foi memorável por três razões: (1) o acervo da biblioteca atingiu 12.411 obras; (2) a construção do prédio da educação infantil foi concluído; e (3) em dezembro, a Faama foi oficialmente reconhecida pelo Ministério da Educação do Brasil (MEC) como uma Instituição de Ensino Superior (IES), com classificação de quatro estrelas (na escala de um a cinco). Os cursos de Pedagogia e Teologia foram creditados com nota cinco pelo MEC.37

Com o credenciamento, a instituição foi autorizada a abrir novos cursos de graduação, além de aumentar o número de vagas oferecidas aos alunos e promover atividades de iniciação científica.38 Um dos cursos a serem abertos após o credenciamento foi o de Enfermagem, com início em 2021. A Faama tem se preparado para a abertura desse curso e, em 18 de fevereiro de 2020, inaugurou o complexo de laboratórios que serão usados na formação de enfermeiros missionários. O complexo possui dois laboratórios, uma sala dedicada aos estudos de anatomia e outra sala de aula prática para simulação de partos e paradas cardíacas, entre outras situações médicas.39

Papel Histórico da Faculdade

Desde seu início, a Faama tem impressionado seus alunos e a comunidade em torno com o comprometimento educacional e missionário. Para cumprir seu papel, as aulas de Teologia na faculdade são divididas em duas equipes de trabalho: os alunos internos, que ajudam com as atividades pastorais na congregação do campus; e os alunos externos, que auxiliam as congregações adventistas na região. Durante o terceiro ano de internato, esses alunos realizam campanhas evangelísticas por 90 dias (de setembro a novembro), contribuindo para a missão evangelística da instituição e obtendo experiência que contribui para sua formação pastoral.40

Além disso, a instituição continua cumprindo seus objetivos de forma bastante integrada com a linha de frente da Igreja Adventista do Sétimo Dia através da participação dos alunos em ações como o Evangelismo da Semana Santa,41 a Expo-Saúde (similar às feiras de saúde),42 o Impacto Esperança;43 Pequenos Grupos, o Quebrando o Silêncio44 e o Mutirão de Natal.45 A Faama também organiza eventos sociais e recreativos,46 e apoia as atividades dos clubes de Aventureiros47 e Desbravadores.48 Todos os esforços que são empregados pela administração, funcionários e alunos nessas atividades têm o objetivo de melhorar o bem-estar social e espiritual dos alunos, funcionários e da comunidade local e regional.49

A Faama também apoia iniciativas para restaurar a dignidade das pessoas. Este é o caso do Projeto de Desenvolvimento e Assistência Social Dona Flor e do projeto Reescrevendo Nossa História. O primeiro oferece atendimento jurídico, psicológico e médico-odontológico em comunidades do interior paraense. E, o segundo, trabalha com a reinserção de prisioneiros libertos na sociedade. Esses dois projetos foram criados pelo juiz estadual Wanderley de Oliveira e contam com o apoio da Federação dos Empreendedores Adventistas do Brasil (FE), da Fundação de Atendimento Socioeducativo do Pará (Fasepa), entre outras entidades.50 Com o objetivo da reintegração social de ex-detentos e o fortalecimento do trabalho evangelístico entre os prisioneiros, a Faama organizou o Primeiro Simpósio Nacional sobre Missão Penitenciária nos dias 2 a 4 de novembro de 2018. Nesse contexto, a FAAMA foi reconhecida por seu papel social e religioso na transformação de vidas.51

O que Ainda Precisa Ser Feito Para que a Missão da Faculdade Seja Cumprida

Desde que a Faama começou suas atividades em 2010, a instituição vivenciou um rápido crescimento e muitas conquistas. Desde os primeiros preparativos para sua criação até as realizações atuais, a providência divina ajudou a superar muitas dificuldades para que pudesse se tornar uma instituição educacional adventista. Outras dificuldades persistiram, incluindo a falta de recursos e profissionais adventistas disponíveis para trabalhar no norte brasileiro. Além disso, a instituição tem sido desafiada pelo crescimento da Educação à Distância (EAD), uma vez que seu foco principal de atuação é a aprendizagem presencial.

Apesar das dificuldades, a instituição implementou ações para vencer estes e outros desafios. Entre eles está o treinamento e qualificação de funcionários para oferecer excelentes cursos à distância, alcançando mais alunos de outras regiões do estado e até do país. Há planos de investir na implantação de novos cursos; fortalecer as áreas de pesquisa e publicação; e expandir a infraestrutura, tornando possível abrigar mais alunos internos. Nos próximos cinco anos, a Faama planeja aprimorar o curso de Enfermagem, que está se iniciando, e implantar o curso de Medicina.52

Dessa forma, as dificuldades não impedem novos planos e sonhos, porque a maior lição aprendida com a história dessa instituição educacional é que o trabalho de Deus está avançando, mesmo em meio aos grandes desafios. A semente do evangelho, quando plantada e cuidada, com oração, fé e trabalho, sempre dará bons frutos. A Faama é o resultado do esforço mostrado anteriormente pelos incansáveis pioneiros, homens e mulheres de Deus, que fizeram tudo que podiam para avançar o trabalho adventista. Para dar continuidade a esse legado, a direção do colégio tem o firme propósito de permanecer no caminho e seguir o exemplo desses pioneiros, e assim expandir o alcance da sua missão educacional e evangelística no norte do Brasil.53

Cronologia dos Diretores54

Diretores Gerais: Valdimiro Laurindo de Sousa (2010-2013); Rubens Paulo Silva (2013-2015); Antônio Edson da Silva Carvalho (2015-2020); José Prudêncio Júnior (2020-atual).

Diretores Administrativos: Eliezer Wesley de Magalhães (2010-2011); Juliano Marcimiano de Almeida (2011-2017); Paulo Roberto Gonçalves Coelho (2018-2019); Adimilson Vieira Duarte (2019- atual).55

Referências

“1ª turma da Faama.” Revista Adventista, nº 1268, ano 109, janeiro de 2014.

“1º Simpósio Nacional de Missão Prisional,” Revista Adventista, nº 1340, ano 113, dezembro de 2018.

“Além da justiça.” Revista Adventista, nº 1318, ano 112, fevereiro de 2017.

“Campo Semeado.” Revista Adventista, nº 1260, ano 108, maio de 2013.

Centro de Comunicação da Faama. “Do sonho para a realidade.” Mais Destaque Norte (outubro-dezembro de 2014).

Centro Nacional da Memória Adventistahttp://www.wikiasd.org/.

“Cinco anos da Faama.” Revista Adventista, nº 1292, ano 109, dezembro de 2014.

“Credenciada pelo MEC.” Revista Adventista, nº 1317, ano 112, janeiro de 2017.

Costa, Márcio D. História da Sede Regional do Salt na Amazônia Brasileira. Benevides, PA: Faculdade Adventista da Amazônia, 2012.

“Educação no Norte do Brasil.” Revista Adventista, nº 1251, ano 107, agosto de 2012.

Equipe de Comunicação da UNB/ Faama. “I Turma de Estudos em Teologia.” Mais Destaque Norte (julho-setembro de 2014).

“Faama inaugura biblioteca.” Revista Adventista, nº 1226, ano 105, julho de 2010.

“Faama inicia as aulas de Teologia.” Revista Adventista, nº 1222, ano 105, março de 2010.

Faculdade Adventista da Amazôniahttp://www.faama.edu.br/.

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Lemos, Felipe. “A salvação bate à porta.” Revista Adventista, nº 106, ano 1242 (novembro de 2011).

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“Mãos à obra.” Revista Adventista, nº 1294, ano 110, fevereiro de 2015.

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“Mestrado em saúde.” Revista Adventista, nº 1277, ano 109, outubro de 2014.

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Notas de Fim

  1. Seventh-day Adventist Online Yearbook, “Amazonia Adventist College” [Faculdade Adventista da Amazônia], acessado em 30 de agosto de 2019, https://bit.ly/2UggENw.
  2. Josafá da Silva Oliveira (diretor do Centro de Estudos Ellen G. White da Faama), mensagem de e-mail para Carlos Flavio Teixeira (editor assistente da ESDA), 25 de setembro de 2019.
  3. W. E. Murray, “A mocidade na recolta de donativos,” Revista Mensal 17, nº 8 (agosto de 1922): 10; W. E. Murray, “Convenção de Missionários Voluntários em São Paulo,” Revista Mensal 17, nº 9 (setembro de 1922): 11; W. H. Williams, “South America a Home Base” [América do Sul, uma Base Doméstica], ARH, 8 de janeiro de 1925, 13.
  4. “Lower Amazonas Mission” [Missão Baixo Amazonas], Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1928), 197.
  5. Rubens Lessa, Construtores de Esperança: na trilha dos pioneiros adventistas da Amazônia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2016): 30-35.
  6. Centro Nacional da Memória Adventista, “União Norte Brasileira da Iasd (UNB),” acessado em 1º de junho de 2020. https://bit.ly/2Xmym53.
  7. Seventh-day Adventist Online Yearbook, “North Brazil Union Mission” [União Norte Brasileira], acessado em 30 de agosto de 2019, https://bit.ly/2zxnBAh.
  8. H. F. Tavares, “Evangelismo ao Extremo,” Revista Adventista 35, nº 2 (fevereiro de 1940): 9-10.
  9. Eduardo Cavalcante Oliveira Santos, “Internatos adventistas no Brasil em questão: os discursos de permanência da filosofia e das práticas educacionais e os indicativos de ocorrência de atualização na condição pós-moderna” (tese de mestrado, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 2016, 196.
  10. “MBA: Três Anos Abençoados,” “Revista Adventista,” nº 10, ano 71, outubro de 1976, 21.
  11. Jesualdo Antônio de Sousa Monteiro, “Instituto Adventista Transamazônico Agro-industrial,” (monografia, Instituto Adventista de Ensino, s/d), 2, 4-5.
  12. M. D. Costa, História da Sede Regional do Salt na Amazônia Brasileira, Faculdade Adventista da Amazônia, 2012.
  13. Rubens Lessa, “Construtores de Esperança: Na Trilha dos Pioneiros Adventistas da Amazônia” (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2016), 184.
  14. M. D. Costa, História da Sede Regional do Salt na Amazônia Brasileira, Faculdade Adventista da Amazônia, 2012.
  15. Ibid.
  16. Ibid.
  17. Vanderlei José Vianna e Gedeon Alves dos Reis, “Lançada pedra fundamental da Faculdade Adventista do norte do Brasil,” Revista Adventista, nº 1, ano 100 (janeiro de 2005): 27.
  18. Josafá da Silva Oliveira (diretor do Centro de Estudos Ellen G. White da Faama), mensagem de e-mail para Carlos Flavio Teixeira (editor assistente da ESDA), 25 de setembro de 2019.
  19. Ibid.
  20. Vanderlei José Vianna, “Terceira faculdade de teologia adventista do Brasil será inaugurada em 2010,” Revista Adventista, nº 1204, ano 103 (setembro de 2008): 34.
  21. Marcos Daniel Peres, “A inauguração do futuro,” Revista Adventista, nº 1216, ano 104 (setembro de 2009): 29.
  22. M. D. Costa, História da Sede Regional do Salt na Amazônia Brasileira, Faculdade Adventista da Amazônia, 2012.
  23. Vanderlei José Vianna, “Terceira faculdade de teologia adventista do Brasil será inaugurada em 2010,” Revista Adventista, nº 1204, ano 103 (setembro de 2008): 34.
  24. Marcos Daniel Peres, “A inauguração do futuro,” Revista Adventista, nº 1216, ano 104 (setembro de 2009): 29; Josafá da Silva Oliveira (diretor do Centro de Estudos Ellen G. White da Faama), mensagem de e-mail para Carlos Flavio Teixeira (editor assistente da ESDA), 25 de setembro de 2019.
  25. “Faama inicia as aulas de Teologia,” Revista Adventista, nº 1222, ano 105, março de 2010, 32.
  26. “Faama inaugura biblioteca,” Revista Adventista, nº 1226, ano 105, julho de 2010, 39.
  27. “Rápidas,” Revista Adventista, nº 1239, ano 106, agosto de 2011, 36.
  28. Felipe Lemos, “Para não perder a visão,” Revista Adventista, nº 1241, ano 106 (outubro de 2011): 29.
  29. “Educação no Norte do Brasil,” Revista Adventista, nº 1251, ano 107, agosto de 2012, 31.
  30. Wendel Lima, “Impacto Nacional,” Revista Adventista, nº 1260, ano 108 (maio de 2013): 23; “Campo Semeado,” Revista Adventista, nº 1260, ano 108, maio de 2013, 37.
  31. “1ª turma da Faama,” Revista Adventista, nº 1268, ano 109, janeiro de 2014, 30.
  32. “Mestrado em saúde,” Revista Adventista, nº 1277, ano 109, outubro de 2014, 27.
  33. Centro de Comunicação da Faama, “Do sonho para a realidade,” Mais Destaque Norte (outubro-dezembro 2014): 26.
  34. “Cinco anos da Faama,” Revista Adventista, nº 1292, ano 109, dezembro de 2014, 29.
  35. Dina Karla Miranda, “Ministério em expansão” Revista Adventista, nº 1263, ano 108 (agosto de 2013): 35; “Mãos à obra,” Revista Adventista, nº 1294, ano 110, fevereiro 2015, 8.
  36. Daniela Fernandes, “Tom Evangelístico,” Revista Adventista, nº 1306, ano 111 (fevereiro de 2016): 27.
  37. Céciah de Jesus, “Faculdade Adventista da Amazônia é aprovada na avaliação do MEC,” Notícias Adventistas, 6 de março de 2015, acessado em 4 de agosto de 2020, https://bit.ly/3kabOhj.
  38. “Credenciada pelo MEC,” Revista Adventista, nº 1317, ano 112, janeiro de 2017, 9.
  39. Carolina Nogueira, “Faama inaugura complexo de laboratórios para curso de Enfermagem,” Notícias Adventistas, 19 de fevereiro, 2020, acessado em 4 de agosto de 2020, https://bit.ly/2D92eLh.
  40. Josafá da Silva Oliveira (diretor do Centro de Estudos Ellen G. White da Faama), mensagem de e-mail para Carlos Flavio Teixeira (editor assistente da ESDA), 25 de setembro de 2019.
  41. “A Semana Santa Evangelismo de Colheita e Semeadura é um momento muito especial para apresentar Jesus e a vida que encontramos Nele por meio da Palavra de Deus. O objetivo do evangelismo é lembrar o sacrifício, morte e ressurreição do Senhor Jesus Cristo em nome da humanidade.” Portal da Igreja Adventista do Sétimo Dia (Brasil), “Semana Santa Evangelismo de Colheita e Semeadura,” acessado em 4 de fevereiro de 2020, https://bit.ly/2uMWoue.
  42. “A Feira de Saúde é um evento de um, dois ou mais dias, aberto ao público de todas as etnias e crenças, sem custo ou lucro. Geralmente é organizado em locais públicos como ginásios, escolas, parques, praças e shoppings. A comunidade é convidada a participar e receber os benefícios dos testes e instruções.” Luiz Fernando Sella e Daniela Tiemi Kanno, Manual da Feira de Saúde (Divisão Sul-Americana, 2015), 15.
  43. “O Projeto Impacto Esperança incentiva a leitura e fornece distribuição anual massiva de livros pelos adventistas do sétimo dia no território da América do Sul.” Portal da Igreja Adventista do Sétimo Dia (Brasil), “Impacto Esperança,” acessado em 4 de fevereiro de 2020, https://bit.ly/34dZROO. Felipe Lemos, “A salvação bate à porta,” Revista Adventista, nº 106, ano 1242 (novembro de 2011): 26; Wendel Lima, “Impacto Nacional,” Revista Adventista, nº 1260, ano 108 (maio de 2013): 23.
  44. “Quebrando o Silêncio é um projeto educativo e de prevenção contra o abuso e a violência doméstica promovido anualmente pela Igreja Adventista do Sétimo Dia em oito países da América do Sul (Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Equador, Paraguai, Peru e Uruguai) desde o ano de 2002.” Portal da Igreja Adventista do Sétimo Dia (Brasil), “Quebrando o Silêncio,” acessado em 4 de fevereiro de 2020, https://bit.ly/2WoDfIW.
  45. “O Mutirão de Natal é uma iniciativa que nasceu em uma Igreja Adventista no Brasil, em 1994. A ideia era arrecadar alimentos e roupas para entregar aos necessitados durante as férias de final de ano, principalmente no Natal.” Portal da Igreja Adventista do Sétimo Dia (Brasil), “Mutirão de Natal” acessado em 4 de fevereiro de 2020, https://bit.ly/2WEKM4W.
  46. Érica Tavares, “Crescimento contínuo,” Mais Destaque Norte (outubro-dezembro de 2015): 36, 37.
  47. “O Clube de Aventureiros é um programa para crianças de 6 a 9 anos, criado pela Igreja Adventista do Sétimo Dia, em 1972. Nas reuniões, as crianças realizam atividades com foco no desenvolvimento físico, mental e espiritual.” Portal da Igreja Adventista do Sétimo Dia (Brasil), “Aventureiros,” acessado em 4 de fevereiro de 2020, https://bit.ly/2NyYUuw.
  48. O Clube de Desbravadores é composto por “meninos e meninas com idades entre 10 e 15 anos, de diferentes classes sociais, cor, religião. Reúnem-se, em geral, uma vez por semana para aprender a desenvolver talentos, habilidades, percepções e o gosto pela natureza.” Eles vibram com atividades ao ar livre. Gostam de acampamentos, caminhadas, escaladas, explorações nas matas e cavernas. Sabem cozinhar ao ar livre, fazendo fogo sem fósforo. Além disso, demonstram habilidade com a disciplina através de ordem unida e têm a criatividade despertada pelas artes manuais. Combatem, também, o uso do fumo, álcool e drogas. Portal da Igreja Adventista do Sétimo Dia (Brasil), “Quem somos,” acessado em 4 de fevereiro de 2020, http://bit.ly/2FDRqTh.
  49. Josafá da Silva Oliveira (diretor do Centro de Estudos Ellen G. White da Faama), mensagem de e-mail para Carlos Flavio Teixeira (editor assistente da ESDA), 25 de setembro, 2019.
  50. “Além da justiça,” Revista Adventista, nº 1318, ano 112, fevereiro de 2017, 44 e 45.
  51. “1º Simpósio Nacional de Missão Prisional,” Revista Adventista, nº 1340, ano 113, dezembro de 2018, 9.
  52. Josafá da Silva Oliveira (diretor do Centro de Estudos Ellen G. White da Faama), mensagem de e-mail para Carlos Flavio Teixeira (editor assistente da ESDA), 25 de setembro, 2019.
  53. Ibid.
  54. “Amazonia Adventist College” [Faculdade Adventista da Amazônia], Seventh-day Adventist Yearbook (Hagerstown, MD: Review and Herald Publishing Association, 2010), 467; “Amazonia Adventist College” [Faculdade Adventista da Amazônia], Seventh-day Adventist Yearbook (Nampa, ID: Pacific Press Publishing Association, 2019), 433; Carolina Nogueira, “Faculdade Adventista da Amazônia tem novo diretor-geral,” Notícias Adventistas, 18 de agosto, 2020, acessado em 11 de novembro de 2020, https://bit.ly/2IsZDhv. Para uma verificação mais detalhada de todos os líderes administrativos da Faama, consulte os Yearbooks [anuários] de 2010 a 2019.
  55. Mais informações sobre a Faama podem ser encontradas no site: http://faama.com.br/, ou nas redes sociais: YouTube: Faama - Faculdade Adventista da Amazônia; Facebook: @faamaoficial; e Instagram: faama_edu.
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Plenc, Daniel Oscar, Josafá da Silva Oliveira. "Amazonia Adventist College." Encyclopedia of Seventh-day Adventists. June 15, 2021. Accessed June 19, 2024. https://encyclopedia.adventist.org/article?id=8GHZ.

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