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North Pará Conference headquarters in 2019.

Photo courtesy of North Pará Conference Archives.

Associação Norte do Pará

By Daniel Oscar Plenc, Josafá da Silva Oliveira, and Lucas Vítor Alves Rodrigues Sena

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Daniel Oscar Plenc, Th.D. (River Plate Adventist University, Entre Ríos, Argentina), currently works as a theology professor and director of the White Research Center at the River Plate Adventist University. He worked as a district pastor for twelve years. He is married to Lissie Ziegler and has three children.

Josafá da Silva Oliveira

Lucas Vítor Alves Rodrigues Sena

First Published: June 2, 2021

A Associação Norte do Pará (ANPa) é uma unidade administrativa da Igreja Adventista do Sétimo Dia, localizada no território da União Norte Brasileira (UNB). Sua sede fica na Rodovia BR-316, km 11, nº 3528, com CEP 67200-000, no bairro de São João, cidade de Marituba, estado do Pará, Brasil.

A Associação Norte do Para atende um total de 34.677 adventistas que estão distribuídos em 41 distritos pastorais, nove subdistritos e 241 congregações. Com população estimada de 2.868.841 na região, a média é de um adventista por 82 habitantes. A ANPa administra seis unidades da Rede Educacional Adventista, com um total de 2.695 alunos. As escolas localizadas na cidade de Belém são: Instituto Adventista Grão-Pará (IAGP), com 1.262 alunos; Centro Nipônico Adventista, com 375 alunos; Escola Adventista da Pedreira, com 270 alunos; e Escola Adventista de São Brás Altamir de Paiva, com 261 alunos. Na cidade de Tomé-Açu está localizada a Escola Adventista de Tomé-Açu, com 290 estudantes, e na cidade de Castanhal, a Escola Adventista de Castanhal, com 237 alunos. A Faculdade Adventista da Amazônia (Faama) também atua nesse campo missionário e está localizada na Rodovia Augusto Meira Filho, km 1, no bairro de Paricatuba, cidade de Benevides. A Faama oferece os cursos de Pedagogia e Teologia e é a sede do Seminário Adventista Latino-Americano de Teologia (SALT) para a região norte do Brasil.1

No âmbito da comunicação, no território da ANPa há uma estação da Rádio Novo Tempo, que transmite sua programação da cidade de Belém através da frequência 1080 AM. A Rádio Novo Tempo Belém tem alcance potencial de aproximadamente 2.845.258 pessoas distribuídas nas cidades de Abaetetuba, Ananindeua, Benevides, Marituba, Barcarena, Castanhal, Curuçá, Aurora do Pará, Cametá, São Miguel do Guamá, Moju, São Sebastião da Boa Vista, Santa Izabel do Pará e Salvaterra. Além disso, a TV Novo Tempo é transmitida abertamente em Belém através do canal 54.1 e tem um alcance potencial de 1.485.732 pessoas, tanto na capital quanto na região metropolitana.2

Na área da saúde, no território da ANPa há o Hospital Adventista de Belém (HAB), que está localizado na Avenida Almirante Barroso, nº 1758, no bairro do Marco, cidade de Belém, e que funciona sob a administração da UNB. A instituição tem um Centro Cirúrgico, Centro de Reabilitação Laboratório de Análises Clínicas, Sala de Emergência, Centro de Diagnóstico por Imagem, Centro de Tratamento Infantil e Centro de Tratamento Intensivo. Atualmente, a HAB tem 1.600 funcionários e é considerado um dos hospitais mais respeitados da região.3

Para alcançar suas metas missionárias, a Associação Norte do Pará tem uma equipe de 133 pessoas que executam as atividades administrativas e eclesiásticas necessárias. Destes, 62 são considerados funcionários, 38 são obreiros credenciados e 33 são obreiros licenciados. Além disso, há 51 pastores (37 são credenciados/ordenados e 14 são licenciados) e cinco missionários credenciados.4

A Origem da Obra Adventista no Território da Associação

O adventismo chegou ao estado do Pará em agosto de 1914, quando os irmãos Rohde saíram da cidade de Salvador, Bahia, para Belém com a intenção de trabalhar no estado do Pará.5 Juntamente com Max Rohde, que era um dos irmãos, estavam os colportores6 Pedro Rodrigues e Napoleão Germano de Azevedo.7 Em 1916, a Divisão Sul-Americana (DSA) ouviu falar da pregação da mensagem adventista realizada por esses evangelistas no norte do país. Dois anos depois, a DSA foi informada de que havia um grupo lendo publicações adventistas em Manaus, capital do estado do Amazonas. Esse grupo estava interessado em aprender mais sobre a Igreja Adventista do Sétimo Dia.8

Em 1919, a União Norte Brasileira (UNB, atual União Sudeste Brasileira – USeB) foi criada. Naquela época, a UNB abrangia uma extensão territorial que ia de São Paulo, passava pelo centro do país e alcançava toda a região norte do Brasil.9 Devido a essa grande extensão territorial, no ano seguinte (1920), o presidente e o secretário da DSA na época, pastores Oliver Montgomery e W. H. Williams, respectivamente, viajaram de barco partindo dos Andes, no Peru, até Manaus com o objetivo de avaliar a possibilidade de estabelecer uma unidade administrativa da Igreja na região norte do país.10 Em 1921, a União Norte Brasileira teve seu status alterado para União Este Brasileira (atual União Sudeste Brasileira, USeB).

Em agosto de 1922, W. E. Murray, que era o líder dos departamentos de Educação e Jovens Missionários Voluntários da União Sul Brasileira (atual União Central Brasileira), apelou para que os recursos da Recolta11 fossem usados para a pregação do Evangelho. O apelo refletia a urgência de atender a essas necessidades, visto que, através dessas ofertas, acreditava-se que seria possível evangelizar várias cidades, incluindo Manaus e Belém.12 No entanto, o sonho de estabelecer uma missão adventista no Amazonas apenas se tornou realidade em 1927, com a chegada de John L. Brown e os colportores André Gedrath (1875-1963) e Hans Mayr (1905-2004) a Belém.13

Hans Mayr, André Gedrath e John Brown saíram da cidade de Rio de Janeiro rumo à capital do Pará, aonde chegaram no dia 29 de maio de 1927. Eles começaram o trabalho missionário naquela cidade assim que chegaram. Além de Belém, eles também pregaram o Evangelho em Fortaleza, no estado do Ceará; São Luís, no Maranhão; e Manaus, no Amazonas. Também visitaram cidades no interior no Amazonas, incluindo Maués, onde John Brown começou a apresentar a literatura adventista e seus princípios de vida para as autoridades civis locais. Almejando avançar pelo oeste do Brasil, os colportores construíram as primeiras lanchas missionárias da região a fim de trabalhar com a comunidade ribeirinha.14 A lancha de Mayr se chamava “Ulm an der Donau” (“Ulm nas margens do Danúbio”, em alemão) em homenagem ao rio e ao nome de sua cidade natal, Ulm, no sul da Alemanha. No entanto, a lancha de Gedrath não funcionou e foi substituída pela lancha “Mensageiro”, construída pelo Leo B. Halliwell.

Durante esse período, a estratégia de evangelismo utilizada por eles consistia em distribuir publicações da Igreja Adventista através de contatos pessoais e estudos bíblicos. Depois de completados os estudos bíblicos, os primeiros batismos foram realizados. Na sequência, Escolas Sabatinas e Pequenos Grupos foram organizados em lugares como São Luís, no Maranhão, Maués, no Amazonas, e Belém, no Pará. Em Maués, a fazenda Centenário, propriedade da família de José Batista Michiles, foi o verdadeiro local do surgimento do adventismo no estado do Amazonas.15

A História Organizacional da Associação

Ainda em 1927, a liderança da UEB aprovou a criação da Missão Baixo Amazonas (MBA), cuja sede ficava em Belém, sendo John Brown o primeiro presidente. A Missão foi estabelecida na Rua Arcipreste Manoel Teodoro, nº 784, no centro de Belém. A MBA foi criada com o objetivo de estabelecer a presença adventista nos estados do Pará, Amazonas, Ceará, Maranhão, Piauí, Amapá, Acre, Rondônia e Roraima. Esse território inteiro, de dimensões continentais, com uma área total de 4.273.689 km2, tinha somente uma igreja organizada com 18 membros.16 Hoje, essa região é atendida por três uniões: União Norte Brasileira (UNB), União Noroeste Brasileira (UNoB) e União Nordeste Brasileira (UNeB).17

O Pastor John L. Brown foi presidente da MBA de maio de 1927 a junho de 1928, quando teve que deixar o campo por questões de saúde. Leo Blair Halliwell (1891-1967) e sua esposa Jessie (1894-1962) chegaram à MBA em 1929 com seus filhos Jack e Marian.18 Halliwell, natural de Nebraska, Estados Unidos, era um engenheiro elétrico e tinha servido como presidente da Missão Bahia-Sergipe (atual Associação Bahia) desde 1921. No ano seguinte (1930), ele recebeu uma doação de 5,4 milhões de dólares da Sociedade de Missionários Voluntários19 dos Estados Unidos para construir a lancha médico-missionária “Luzeiro”20, que foi inaugurada no dia 4 de julho de 1931.21 A Luzeiro I permaneceu ativa por 67 anos, de 1931 a 1998, e atualmente está em exposição no Museu da Faama.22

No dia 8 de dezembro de 1936, durante um concílio da DSA, os delegados presentes decidiram reorganizar o campo missionário da União Este Brasileira. O território da UEB foi dividido para a criação da nova União Norte Brasileira, tendo Leo Halliwell como presidente.23 Em 1937, quando a União foi organizada e o território foi dividido, foram atribuídos à MBA os estados do Pará, Amazonas e o território do Acre. A nova Missão Costa Norte (MCN, atual Associação Cearense) recebeu o território missionário dos estados do Maranhão, Piauí e Ceará.24 Além de ser o presidente da UNB e liderar a MBA, Halliwell deu continuidade ao trabalho missionário que havia iniciado. Ele realizou batismos, organizou igrejas e escolas primárias, além de realizar campanhas evangelísticas em Manaus, Belém e outras cidades da União.

De 1931 a 1954, Leo e Jessie trabalhavam seis meses por ano nas lanchas Luzeiro I e II, atendendo pessoas afetadas por malária, vermes, úlceras, infecções intestinais e problemas odontológicos, entre outras condições. Durante esse período, eles também promoveram trabalhos educacionais, evangelísticos e assistenciais.25 Em 1938, devido ao tamanho do território sendo administrado, a União Norte Brasileira propôs à DSA a criação de uma Missão no Amazonas, com sede em Manaus, “tendo como território todo o estado do Amazonas, partindo de Itacoatiara, fazendo fronteira com o Rio Madeira de um lado e o Rio Negro do outro, assim como todo o território do Acre.” Na época, o estado do Amazonas era composto por seu território atual mais os estados de Rondônia e Roraima, que foram separados depois. Após algumas deliberações, em 1940, a Missão Central da Amazônia (MCA, atual Associação Central Amazonas) foi estabelecida.26 Enquanto isso, o trabalho da Luzeiro continuava. Até 1940, a lancha viajou um total de 200 mil quilômetros na rota entre Manaus e Belém.27

As primeiras congregações da Missão Baixo Amazonas foram estabelecidas em Belém, Pará; em são Luís, no Maranhão; e em Maués, no Amazonas. As primeiras igrejas na cidade de Belém foram: Igreja Central de Belém,28 São Brás, Pedreira, Correios, Telégrafo e Jurunas. Em 1940, o Pastor Gustavo Storch foi enviado para servir como obreiro na UNB. Assim que chegou a Belém, ele realizou uma série de reuniões em Pinheiro, no subúrbio da capital do Pará.29 Dois anos depois, ele conduziu uma série evangelística no Cinema Rex, no bairro de Pedreira, também em Belém. Como resultado, uma igreja foi organizada no local. No ano seguinte, depois da visita de Leo Halliwell e Bruno W. Steinweg, outra igreja foi fundada, dessa vez em Cumaré, no Pará.30

Em 1942, o médico adventista Antônio Mirando se mudou de São Paulo para Belém. Após sua chegada à capital do Pará, ele fundou a Clínica Bom Samaritano. Três anos depois, porém, o Pastor W. E. Nelson, um dos representantes da Associação Geral, classificou as instalações da clínica como inadequadas “para o trabalho que estavam propondo fazer” e incentivou a liderança da União a procurar um novo terreno. De 1943 a 1944, H. M. Walton, também da Associação Geral, visitou a clínica de Antônio Miranda e notou que os tratamentos hidroterapêuticos estavam tendo impacto grande em Belém.31

Assim, no dia 2 de março de 1944, R. R. Figuhr, o então presidente da DSA, anunciou que a União Norte Brasileira tinha comprado um novo terreno para a construção de um hospital em Belém. De 1947 a 1949, os dízimos do décimo terceiro sábado ao redor do mundo ajudaram a arrecadar recursos para construir o hospital em Belém, como parte do apelo do médico Galdino Nunes Vieira, um dos diretores da Casa de Saúde Liberdade (atual Hospital Adventista de São Paulo).32 A última oferta foi de 48 mil dólares. Esse fundo ajudou a iniciar a construção do hospital.33

Em 1949, o médico T. R. Flaiz, um representante da Associação Geral, visitou o local da construção. O terreno tinha dois hectares e o acesso era possível via ônibus, bonde e trem. As instalações, no projeto, tinham um estilo modesto com capacidade para 30 leitos.34 Quatro anos depois de sua visita, em 1953, o Hospital Belém (hoje o Hospital Adventista de Belém) foi inaugurado, mas já havia tratado alguns pacientes mesmo antes de sua inauguração oficial.35

Em fevereiro de 1955, para servir melhor seus pacientes, a União Norte Brasileira realizou seu primeiro Curso de Formação de Enfermeiros Padioleiros,36 sob a coordenação do Pastor Domingos Peixoto da Silva, então diretor do Departamento de Deveres Cívicos da Igreja Adventista do Sétimo Dia, e do Pastor H. E. Walker.37

Em janeiro de 1950, a MBA tinha cinco igrejas organizadas e 862 membros.38 Dois anos depois (1952), a Missão promoveu sua primeira Convenção de Lanchas Adventistas. O relatório foi apresentado pelos comandantes e, entre eles, estavam presentes Leo Halliwell e Walter Streithorst, que mostraram que, em 20 anos, as lanchas na União Norte tinham atendido “mais de 100 mil pessoas”.39 Quando Leo Halliwell deixou a região amazônica em 1956, o presidente da MBA era Gustavo Storch, com Claudomiro F. Fonseca como secretário-tesoureiro. Na época, a MBA consistia em aproximadamente mil membros, dois ministros ordenados, um hospital, cinco lanchas médico-missionárias, várias escolas sabatinas na capital e no interior, além de sete igrejas organizadas e muitos grupos distribuídos em seu campo missionário.40 No final de 1957, mais 54 pessoas foram batizadas em Belém como parte do trabalho evangelístico realizado na cidade. Naquele ano, a capital do Pará já tinha sete igrejas organizadas.41 Em setembro de 1958, outra congregação foi organizada em Belém – a igreja de Marambaia.42

Pouco a pouco, a MBA continuou a crescer. Em 1960, a União Norte Brasileira construiu a primeira escola adventista em Belém: o Ginásio Grão Pará, um externato que mais tarde se tornou o Instituto Adventista Grão Pará (IAGP). Quando o prédio foi estabelecido, ele possuía cinco salas de aula, uma sala administrativa e uma biblioteca, e estava sob a direção do professor Gerson Pires de Araújo. A nova escola foi bem-sucedida e, no final de 1962, havia 700 alunos matriculados43 nos três turnos – manhã, tarde e noite.44 Além do currículo comum, o IAGP também oferecia a seus alunos o curso da Escola Bíblica Radiopostal de A Voz da Profecia. O resultado foi que, no final de 1962, 243 alunos se formaram no Curso Bíblico Radiopostal para jovens.45

Ainda em 1962, 35 anos após sua organização, a Missão Sul Amazonense já tinha 11 igrejas organizadas e 1.678 membros, com população estimada de 1.622.496 pessoas distribuídas nos estados do Pará e Amapá.46 Em 1972, a MBA começou a desenvolver um trabalho evangelístico com a comunidade japonesa no Pará. Para isso, em outubro do mesmo ano, o Pastor Kojiro Matsunami da União Japonesa foi chamado para trabalhar na cidade de Belém. Na capital do Pará, Matsunami fundou um colégio interno, o Centro Nipônico Adventista, juntamente com uma igreja.47

O Centro Nipônico foi oficialmente inaugurado em 1977, localizado em um prédio que anteriormente havia servido como depósito para a Assistência Social Adventista da União Norte Brasileira.48 Durante esse período, atendeu 70 alunos, alguns deles internos, além de 60 pessoas que estavam matriculadas na Escola Sabatina, todas da comunidade japonesa no Pará.49 Dois anos depois, em abril de 1979, uma nova igreja no Centro Nipônico Adventista foi inaugurada, com os cultos acontecendo no andar de cima e as salas de aula no piso térreo.50 Durante o ano da inauguração, dos 114 alunos matriculados na escola, 26 eram internos e 66 eram alunos da Escola Sabatina.51 Um ano depois (1980), mais conquistas foram alcançadas: o dormitório masculino e a casa pastoral foram construídos, e a escola básica foi criada.

Em 1979, a Igreja Adventista do Marco também foi inaugurada na região central de Belém. Essa congregação iniciou suas atividades em 1973, quando um grupo de 15 adventistas se reuniam semanalmente na capela do Hospital Adventista de Belém. O crescimento do grupo induziu a congregação a se realocar. Então, eles começaram a se reunir em uma das salas do IAGP. Na época, a MBA nomeou um pastor para cuidar dessa congregação, e ela cresceu ao ponto de se tornar uma igreja organizada. Em 24 de outubro de 1976, a pedra fundamental da construção do novo templo foi finalmente colocada e, em abril de 1979, o templo foi inaugurado.52

Os anos de 1970 e 1980 marcaram uma nova fase de crescimento para a Missão Baixo Amazonas. Além do estabelecimento de escolas e igrejas, o adventismo na região floresceu. Quando a MBA celebrou seu 50º aniversário em 1977, já possuía mais de 11 mil membros e 10 pastores ordenados.53 Cinco anos depois, o número de membros já tinha aumentado para 17.21454 Em janeiro de 1987, quando celebrou seu 60º aniversário, a MBA registrou 60 igrejas organizadas e 30.662 membros adventistas, o que é um crescimento significativo.55 O sucesso nesse período é atribuído à atuação de Deus através de Seu Espírito na vida de todos os pregadores do Evangelho no campo missionário da MBA.

Em 1991, a sede da Missão mudou de endereço para a Rua Enéas Pinheiro, nº 2478, no bairro do Marco, também em Belém. A Missão Baixo Amazonas manteve o status de missão até dezembro de 1996, quando se mudou para o endereço atual. Em 1997, o campo foi renomeado como Associação Baixo Amazonas. Na época, atendia 118 igrejas organizadas e 66.611 adventistas do sétimo dia.56 Em 2001, o território da Associação Baixo Amazonas foi dividido novamente com a criação da Missão Sul do Pará (atual Associação Sul do Pará ou ASPa), com sede em Marabá e que atende a região sul do estado.57

Em 2009, em uma nova configuração, vários distritos da Associação Baixo Amazonas tornaram-se parte da Missão Oeste do Pará (MOPa), sediada em Santarém. Essa nova Missão passou a cobrir toda a região oeste do estado.58 A Associação Baixo Amazonas permaneceu com esse nome até 2014. Nesse ano, a associação teve parte de seu território separado para formar a Missão Pará-Amapá (MPA).59 Essa nova missão passou a atender parte da região metropolitana de Belém, incluindo os distritos da região da Ilha de Marajó, no Pará, e todo o estado do Amapá.60 Em face da mudança ocorrida em 2014, a Associação Baixo Amazonas teve seu nome alterado para Associação Norte do Pará, e passou a atender a outra metade da região metropolitana de Belém e todo o norte do Pará.61

Entre os excelentes projetos que foram promovidos pela instituição nos últimos anos, mencionam-se os seguintes: um programa permanente de evangelização pública pessoal; um modelo de administração em rede sob a plataforma de Pequenos Grupos;62 o Seminário de Enriquecimento Espiritual;63 o Ciclo de Discipulado;64 congressos missionários; o projeto “Mensageira da Esperança Levando Luz” (MEL), que visa envolver as mulheres em ações sociais e missionárias; a Missão Calebe”;65 o “Batismo da Primavera”;66 e campanhas para vender publicações com a participação de colportores e colportores estudantes.67

A ANPa também tem estado diretamente engajada nas iniciativas missionárias promovidas pela DSA, como o “Impacto Esperança”.68 Em 2019, tanto os funcionários do escritório quanto os membros adventistas na região envolveram-se diretamente na entrega do livro missionário Esperança para a Família. Em Belém, a entrega alcançou até o governador do Pará, bem como o vice-governador e os parlamentares. Nessa ocasião, cerca de dois milhões de livros foram distribuídos na região da União Norte Brasileira.69 Os estudantes do Instituto Adventista Grão-Pará também participaram do projeto e distribuíram cerca de 700 cópias para parlamentares e oficiais da Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa).70

A partir da sua história, que começou em 1927 com a antiga Missão Baixo Amazonas, a Associação Norte do Pará continua carregando as lições aprendidas com seus pioneiros. Esses primeiros representantes do movimento adventista no Amazonas não tinham os recursos tecnológicos ou os meios de transporte disponíveis hoje. No entanto, eles eram dotados de fé, coragem e altruísmo. O engajamento desses homens e mulheres ao plantarem igrejas e missões é um legado inestimável na história desse campo. Desde que a mensagem adventista alcançou a região, o trabalho dos membros em várias frentes missionárias, tais como duplas missionárias, classes bíblicas e evangelismo público tem sido um fator determinante na expansão da obra. Além disso, com a dedicação dos administradores, líderes departamentais, pastores distritais, líderes e membros trabalhando no evangelismo público, igrejas, distritos, missões, associações e uniões se multiplicaram.71

O trabalho médico-missionário, educacional e de publicações eram e continuam sendo fatores essenciais para a propagação do Evangelho na região. O adventismo chegou até o norte do Brasil por meio da obra de publicações. Livros, revistas, apostilas e outros materiais de suporte foram como sementes lançadas para facilitar o entendimento e a aceitação das verdades bíblicas. Ao mesmo tempo, a obra médica realizada na região expandiu o trabalho evangelístico. Por 90 anos, as lanchas Luzeiro atenderam as necessidades físicas, mentais e espirituais da comunidade ribeirinha.72 Nesse contexto, o trabalho educacional também teve importante contribuição para consolidar a mensagem adventista na região.

Hoje, quase um século depois, a Igreja Adventista no campo missionário da Associação Norte do Pará, apesar dos novos desafios, continua desempenhando o trabalho evangelístico iniciado pelos pioneiros. Os principais desafios a serem superados pela ANPa são: (1) incentivar a vida em comunidade como resposta ao individualismo cultural; (2) promover ações que fortaleçam a fé dos membros, evitando a evasão; (3) investir no treinamento de novos líderes e em comunicação efetiva com novas gerações; e (4) buscar soluções para minimizar os efeitos de instabilidade econômica e seus impactos financeiros e patrimoniais. Com esse cenário em mente, a liderança da ANPa definiu objetivos para o campo nos próximos anos. O primeiro é fortalecer a espiritualidade – isso é, levar os pastores, líderes e membros a terem uma experiência mais profunda no estudo da Bíblia e da Lição da Escola Sabatina, na leitura do Espírito de Profecia, na oração e em um estilo de vida saudável. Os administradores da Associação acreditam que tais fatores são fundamentais para o reavivamento e reforma.73

O segundo objetivo é promover o discipulado, a aceitação e o plantio de igrejas. O discipulado bíblico promove o crescimento saudável da igreja tanto em qualidade quanto em quantidade, cumprindo a missão de preparar pessoas para o encontro com Cristo. O terceiro tem como foco mobilizar os membros a formarem novos líderes e ministérios de acordo com a diversidade de talentos e necessidades das gerações. A quarta meta é manter uma consciência clara da identidade da Igreja como o remanescente da profecia bíblica, incentivando o cumprimento da Grande Comissão no contexto das três mensagens angélicas de Apocalipse 14:6-12.74

O quinto objetivo é nutrir os membros recém batizados para que possam se desenvolver e tornarem-se mais e mais maduros na fé. Isso será feito com a ajuda dos membros que já estão na Igreja há mais tempo e que serão capazes de acompanhá-los de forma mais próxima e pessoal como seus instrutores, conduzindo sua participação em culto dinâmicos, visitação em Pequenos Grupos, Escola Sabatina e serviços comunitários, entre outras atividades missionárias. O sexto objetivo é desenvolver melhor estrutura financeira com metodologias contemporâneas mais eficazes para atrair dízimos sistemáticos e ofertantes. Para a administração da Associação, recursos são cruciais para o contínuo progresso das diferentes áreas da igreja, e isso inclui a necessidade de que a estrutura física seja apropriada para melhor servir à comunidade, os vários grupos de igrejas e as pessoas com necessidades especiais. Ter recursos suficientes é uma demonstração visível da espiritualidade dos filhos de Deus, que pode ser visto na fidelidade dos membros.75

Para alcançar esses objetivos, a ANPa adotou vários planos missionários a ser colocados em prática ao longo dos próximos anos. No escopo pessoal, ela irá promover o “Discipulado Um a Um”, que visará o engajamento de 70% dos membros nas frentes missionárias, tais como: duplas missionárias, classes bíblicas, plantio de igreja, evangelismo público, Escola Bíblica distrital, Pequenos Grupos e resgate e reintegração de ex-adventistas; capacitação espiritual para todos os pastores, líderes e membros: diagnosticar as necessidades espirituais, planejando o crescimento em comunhão, relacionamento e missão; e capacitação de líderes com o objetivo de alcançar 80% dos líderes ativos, incentivando-os a exercerem sua liderança através do projeto “Discípulo Aprendiz”, com ênfase nas novas gerações.76

Na esfera relacional, a administração da ANPa pretende ter 80% das igrejas praticando uma recepção calorosa de membros transferidos, visitantes, novos membros e vários grupos da igreja (crianças, adolescentes, jovens, idosos, viúvos e pessoas com necessidades especiais). Outro programa, o “Resgate”, visa ter 100% das congregações realizando os três projetos do “Reencontro”,77 com ações integradas do Ministério Jovem e o Ministério da Mulher. Além disso, a Associação também quer fortalecer o projeto “Dois Ministros”, que visa alcançar 100% dos distritos pastorais com um colportor- evangelista de tempo integral.78

Quanto ao escopo estrutural, os líderes da Associação Norte do Pará planejam alcançar, nos próximos dois anos, um total de 100% das congregações atendidas pelo projeto de reforma das fachadas, bem como a mesma porcentagem de igrejas atendidas com melhorias na sua estrutura física nos próximos cinco anos. Além disso, cada distrito pastoral buscará plantar duas igrejas até o final de 2021, totalizando 500 congregações em seu campo. Para ajudar na pregação do Evangelho, a Associação planeja criar centros de influência 79 para atender os interessados na mensagem adventista através da TV Novo Tempo, assim como modernizar 100% da estrutura física das escolas adventistas e alcançar o marco de três mil alunos.80

Em termos de ativos e finanças, a Associação pretende atualizar o secretariado em 100% das congregações, ter 100% das igrejas com seguro e 100% das congregações com uma conta bancária, além de comprar um terreno para construir a futura sede de treinamentos. Os alvos também são: aumentar em 15% os índices de lealdade nos dízimos e ofertas; estabelecer ações intencionais para reduzir a quantidade de doadores ocasionais; e trabalhar para que pessoas recém-batizadas se tornem doadores sistemáticos.81

Quanto ao evangelismo, o alvo é reduzir de oito para seis o número de membros necessários para alcançar uma nova pessoa; revitalizar a Escola Sabatina através do projeto “ConectaQS1” com o “Total Envolvimento dos Membros” (TEM) no estudo da Bíblia, relacionamentos, uso dos talentos e suporte para missões locais e globais. Outros planos consistem em investir no discipulado de várias faixas etárias da igreja (crianças, adolescentes e jovens), bem como fortalecer o evangelismo urbano através de ações missionárias ligadas ao projeto “Meu Talento, Meu Ministério”.82

Na área do Ministério Jovem, o alvo da liderança da ANPa e que 100% das igrejas organizadas tenham clubes de Desbravadores83 e de Aventureiros.84 Atualmente, há 5.372 participantes distribuídos em 213 clubes de Desbravadores e 1.652 crianças em 95 clubes de Aventureiros no campo missionário da Associação.85 O campo pretende realizar um congresso anual para Jovens Estudantes Universitários, bem como convenções e retiros do Ministério Jovem. Além disso, a Associação quer encorajar cada distrito pastoral a organizar e realizar uma convenção para adolescentes.86

Por meio de todas as ações desenvolvidas e dos planos futuros, a ANPa testifica que, desde o seu estabelecimento, sua missão tem sido “fazer discípulos de Jesus Cristo para viver como Suas testemunhas de amor e proclamar a todas as pessoas o evangelho eterno das três mensagens angélicas, em preparação para o Seu breve retorno.”87 Seu maior compromisso é continuar cumprindo o chamado evangélico em seu território missionário e, assim, alcançar o máximo de pessoas possível com a mensagem da graça de Deus.

Cronologia de Líderes Administrativos88

Presidentes: John L. Brown (1927-1928); Leo B. Halliwell (1929-1955); Gustavo S. Storch (1956-1958); Walter J. Streithorst (1959); Aldo Carvalho (1959-1963); Walter Streithorst (1964-1966); Orlando S. Barreto (1967-1969); W. Lee Grady (1969-1970); Altamir de Paiva (1970-1972); José Orlando Correia (1973-1976); Luís L. Fuckner (1977-1979); Adamôr Lopes Pimenta (1979-1982); Terso de Oliveira Duarte (1983-1988); Valdomiro Reis (1988-1989); Kleber Pereira Reis (1989-1990); Wilmar Hirle (1991-1995); Moisés Batista de Souza (1995-2002); Jairo Emerick Torres (2002-2003); Roberval Moura Marinho (2004-2008); Wagner Augusto Vieira Aragão (2009-2011); Geison Arley Pinto Florêncio (2012-2016); Paulo Silva Godinho (2017-atual).

Secretários: Ulrich Wissner (1929-1936); Jorge Pereira Lobo (1937-1942); Bruno W. Steinweg (1943-1947); Benito C. Kalbermatter (1948-1950); Manoel Banque (1951-1956); Claudomiro F. Fonseca (1957-1960); Pedro Gonzales (1960-1962); Eclayr Gonzales (1964-1966); Isaías B. Andrade (1967-1968); Jurandir Oliveira (1969-1971); Otiniel S. Muniz (1971-1974); C.L. Thomas III (1975-1976); Elias Kurall (1976-1977); Vilson Keller (1977); Oleval Aniceto de Souza (1978-1983); Omar Berger (1983-1984); Rui Linhares de Freitas (1984-1986); João Varonil Kuntze (1986-1987); Josias de Souza Fragoso (1987-1988); Salon Fernandes da Costa (1988-1992); Davi Pereira Tavares (1992-1995); Roberval Moura Marinho (1995-2004); Fausto Rocha Farias (2004-2007); Renato Pereira da Costa (2007-2008); Josafá da Silva Oliveira (2008-2009); Williams Moreira César (2009-2011); Fernando P. de Lima (2012-2014); Renato Corrêa Seixas (2015-2017); Francisco Wellington Oliveira de Almeida (2017-atual).

Tesoureiros: Ulrich Wissner (1929-1936); Jorge Pereira Lobo (1937-1942); Bruno W. Steinweg (1942-1947); Benito C. Kalbermatter (1947-1950); Manoel Banque (1950-1956); Claudomiro F. Fonseca (1957-1960); Pedro Gonzales (1960-1962); Eclayr Gonzales (1964-1966); Isaías B. Andrade (1967-1968); Jurandir Oliveira (1969-1971); Otiniel S. Muniz (1971-1974); C. L. Thomas III (1975-1976); Elias Kurall (1976-1977); Vilson Keller (1977); Oleval Aniceto de Souza (1978-1983); Omar Berger (1983-1984); Rui Linhares de Freitas (1984-1986); Josias de Souza Fragoso (1986-1988); Walkírio Dolzanes Kettle (1988-1991); Jairo Pereira (1991-1993); Saul Pereira Baía (1993-1997); José Mauro de Assis (1997-2003); Alexandre da Silva Lopes (2003-2008); Demir Dener di Berardino (2008-2011); Adimilson Vieira Duarte (2012-2014); Dario Daniel Reis (2015-2019); Paulo Coelho (2019-atual).89

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Vieira, Galdino Nunes. “A Obra Médica – o Braço Direito da Mensagem.” Revista Adventista 44, no. 11 (novembro de 1949).

Notas de Fim

  1. Cláudia Milena Santos (secretária assistente da ANPa), mensagem de e-mail para Carlos Flavio Teixeira (editor associado da ESDA), 6 de setembro, 2019.
  2. Ibid.
  3. Hospital Adventista de Belém, “Especialidades,” acessado em 30 de abril, 2020, https://bit.ly/2VPtXXG.
  4. Cláudia Milena Santos (secretária assistente da ANPa), mensagem de e-mail para Carlos Flavio Teixeira (editor associado da ESDA), 6 de setembro, 2019.
  5. Manoel Kümpel, “Bahia,” Revista Mensal 9, no. 11 (novembro 1914): 6-7.
  6. Um colportor- evangelista da Igreja Adventista do Sétimo Dia é um missionário que “desenvolve seu ministério adquirindo e vendendo ao público as publicações editadas e aprovadas pela Igreja, com o objetivo de transmitir a seus semelhantes o Evangelho eterno que traz salvação e bem-estar físico e espiritual.” Site da Igreja Adventista do Sétimo Dia (Brasil), “Colportagem,” acessado em 4 de fevereiro, 2020, http://bit.ly/2J6tY1I.
  7. R. S. Lessa, Construtores de esperança: na trilha dos pioneiros adventistas da Amazônia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2016), 30.
  8. Floyd Greenleaf, Terra de Esperança: o crescimento da Igreja Adventista na América do Sul (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2011), 187.
  9. Leônidas Verneque Guedes, Olhando para trás, nos movemos para frente: 100 anos de história da União Sudeste Brasileira (Maringá, PR: Massoni Gráfica e Editora, 2019), 46.
  10. Lessa, Construtores de esperança: na trilha dos pioneiros adventistas da Amazônia, 29.
  11. Recolta é um “projeto [que] visa arrecadar roupas, alimentos e recursos financeiros para ajudar pessoas carentes.” Notícias Adventistas, “Recolta começa na AC,” acessado em 22 de janeiro, 2020, https://bit.ly/30O7J9l.
  12. W. E. Murray, “A mocidade na recolta de donativos,” Revista Mensal 17, no. 8 (agosto 1922): 10.
  13.  J. B. Johnson, “Abrindo Novos Territórios no Norte,” Revista Mensal 22, no. 9 (setembro 1927): 6; J. L. Brown, “Missão Baixo Amazonas,” Revista Mensal 22, no. 8 (agosto 1927): 11.
  14. Lessa, Construtores de esperança: na trilha dos pioneiros adventistas da Amazônia, 44-48; L. B. Halliwell, Light Bearer to the Amazon (Nashville, TN: The Southern Publishing Association, 1945), 106; Hans Mayr, El Abuelito Hans (Buenos Aires: Asociación Casa Editora Sudamericana, 2004), 110-140.
  15. Lessa, Construtores de esperança: na trilha dos pioneiros adventistas da Amazônia, 35-38.
  16. “Lower Amazon Mission,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1929), 204.
  17. Lessa, Construtores de esperança: na trilha dos pioneiros adventistas da Amazônia, 28-31; O. S. Streithorst, Leo Halliwell na Amazônia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1979), 6-44.
  18. Edielmo Oliveira, Um Legado de Esperança: a fé e a coragem dos pioneiros (Feira de Santana, BA: 2010), 27.
  19. O Departamento de Jovens foi criado na Sessão da Associação Geral de 1907. No verão desse ano, cerca 200 obreiros se reuniram em uma convenção jovem para escolher o nome do departamento. Eles decidiram chamá-lo “Departamento dos Missionários Voluntários dos Jovens Adventistas do Sétimo Dia” ou simplesmente “MV”. Site da Igreja Adventista do Sétimo Dia (Brasil), “História,” acessado em 4 de fevereiro, 2020, https://bit.ly/2K1fnW5.
  20.  “A primeira lancha missionária Luzeiro foi lançado em julho de 1931 pelo casal Leo e Jessie Halliwell, visando levar educação sobre saúde e assistência médica e odontológica para a comunidade ribeirinha na Amazônia. [...] Durante esses 80 anos, milhares de pessoas foram diretamente beneficiadas pelo suporte providenciado pelas lanchas. Em vários casos, era a única maneira dessas pessoas conseguirem assistência medicinal e odontológica.” Luzeiro, “História,” acessado em 22 de janeiro, 2020, https://www.luzeiro.org/.
  21. Francisco Abdoval da Silva Cavalcanti, Luzeiros, Esperança a Bordo (Niterói, RJ: Ados publisher, 2012), 142; A. P. Ramos, Desafio nas Águas: um resgate da história das lanchas médico-missionárias da Amazônia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2009).
  22. Céciah de Jesus, “Faculdade Adventista da Amazônia é aprovada na avaliação do MEC,” Notícias Adventistas, 6 de março, 2015, acessado em 14 de outubro, 2019, https://bit.ly/2VFDJKl; Francisco Abdoval da Silva Cavalcanti, Luzeiros: conheça a surpreendente história das lanchas missionárias adventistas no Brasil (Niterói, RJ: Ados Publisher, 2010), 39.
  23. Lessa, Construtores de esperança: na trilha dos pioneiros adventistas da Amazônia, 99-100.
  24. Ibid.
  25. Lessa, Construtores de esperança: na trilha dos pioneiros adventistas da Amazônia, 35-38; L. B. Halliwell, Light Bearer to the Amazon (Nashville, TN: The Southern Publishing Association, 1945); L. B. Halliwell, Light in the Jungle: The Thirty Anos Mission of Leo and Jessie Halliwell along the Amazon (New York: David Mckay Company, 1959); O. S. Streithorst, Leo Halliwell na Amazônia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1979), 164.
  26. Lessa, Construtores de esperança: na trilha dos pioneiros adventistas da Amazônia, 136.
  27. Floyd Greenleaf, Terra de Esperança: o crescimento da Igreja Adventista na América do Sul (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2011): 360.
  28. Samuel Thomas, “Dias Agradáveis na Missão Baixo-Amazonas,” Revista Adventista 31, no. 4 (abril 1936): 9-10.
  29. Gustavo Storch, “O Evangelismo no Extremo Norte,” Revista Adventista 35, no. 5 (maio 1940): 6-7.
  30. Gustavo Storch, “Progresso no Norte do Brasil,” Revista Adventista 37, no. 3 (março 1942): 11.
  31. Greenleaf, Terra de Esperança: o crescimento da Igreja Adventista na América do Sul, 460.
  32. Galdino Nunes Vieira, “A Obra Médica – o Braço Direito da Mensagem,” Revista Adventista 44, no. 11 (novembro 1949): 8.
  33. Greenleaf, Terra de Esperança: o crescimento da Igreja Adventista na América do Sul, 461.
  34. T. R. Flaiz, “A Amazônia,” Revista Adventista 44, no. 9 (setembro 1949): 10.
  35. Lessa, Construtores de esperança: na trilha dos pioneiros adventistas da Amazônia, 126.
  36. “Rapazes adventistas recrutados para o serviço militar poderiam atuar como socorristas-padioleiros e assegurar sua posição de não-combatência,” Débora Klein, “Pedagogia Na Colina: A Faculdade Adventista de Educação da Universidade Adventista de São Paulo de 1971 A 1999” (Tese de Mestrado, Universidade Nove de Julho – UNINOVE, 2008), 47.
  37. Walkyrio de Souza Lima, “Curso de Formação de Enfermeiro Padioleiro em Belém do Pará,” Revista Adventista 50, no. 8 (agosto 1955): 31.
  38. “Lower Amazon Mission [Missão Baixo Amazonas],” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C: Review and Herald Publishing Association, 1950), 166.
  39. Moisés S. Nigri, “1ª Convenção das Lanchas Adventistas,” Revista Adventista 47, no. 11 (novembro 1952): 13-14.
  40. “Lower Amazon Mission [Missão Baixo Amazonas],” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1957), 150.
  41. Charles C. Case, “A União Norte Avança,” Revista Adventista 53, no. 6 (junho 1958): 28.
  42. Jetro M. Carvalho, “A Igreja da Marambaia,” Revista Adventista 54, no. 1 (janeiro 1959): 30.
  43. Gerson Pires de Araújo, “A Menina do Grão-Pará,” Revista Adventista 59, no. 2 (fevereiro 1964): 16-17.
  44. Jorge Pereira Lobo, “Revendo Belém do Pará,” Revista Adventista, no. 12, ano 58 (dezembro 1963): 22.
  45. Wandyr Araújo, “A Escola Radiopostal no Instituto Grão-Pará,” Revista Adventista 58, no. 5 (maio 1963): 23.
  46. “Lower Amazon Mission [Missão Baixo Amazonas],” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1962), 172.
  47. Centro Nipônico, “História,” acessado em 22 de junho, 2020, https://bit.ly/3hQX85M.
  48. Ibid.
  49. Levy Folha Silveira, “Inaugurado Centro Nipônico Adventista em Belém,” Revista Adventista 72, no. 8 (agosto 1977): 17.
  50. Centro Nipônico, “História,” acessado em 22 de junho, 2020, https://bit.ly/3hQX85M.
  51. “Centro Adventista Nipônico é inaugurado em Belém,” Revista Adventista 74, no. 6 junho 1979, 25.
  52. Laís Santana, “Igreja Adventista do Marco comemora 40 anos,” Notícias Adventistas, abril 16, 2019, acessado em 30 de abril, 2020, https://bit.ly/3bSx6vy.
  53. Lessa, Construtores de esperança: na trilha dos pioneiros adventistas da Amazônia, 174-176; “Lower Amazon Mission [Missão Baixo Amazonas],” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1977), 260-261.
  54. “Lower Amazon Mission [Missão Baixo Amazonas],” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1982), 283-284.
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  57. Ata da União Norte Brasileira, outubro 2001, voto nº 2001-129.
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  59. Equipe de Comunicação da ANPa, “Crescimento Evidente,” Mais Destaque Norte, (abril-junho 2014): 10-13; Jackson França (conselheiro de comunicação para a Associação Norte do Pará), entrevistado pelo Centro de Estudo Ellen G. White (disponível no acervo local físico do Centro de Estudo Ellen G. White, Faama); “North Pará Conference [Associação Norte do Pará],” Seventh-day Adventist Yearbook (Nampa, ID: Pacific Press Publishing Association, 2018), 242.
  60. “Pará-Amapa Mission [Missão Pará-Amapá],” Seventh-day Adventist Yearbook (Nampa, ID: Pacific Press Publishing Association, 2017), 314.
  61. “North Pará Conference [Associação Norte do Pará],” Seventh-day Adventist Yearbook (Nampa, ID: Pacific Press Publishing Association, 2017), 313.
  62. “O Pequeno Grupo é um grupo de pessoas que se reúne semanalmente sob a coordenação de um líder visando o crescimento espiritual, relacional e evangelístico, objetivando sua multiplicação.” Site da Igreja Adventista do Sétimo Dia (Brasil), “Pequenos Grupos,” acessado em 4 de fevereiro, 2020, https://bit.ly/2NtcXj7.
  63. “O Seminário de Enriquecimento Espiritual é um movimento que se repete a cada dois anos com ênfases diferentes, visando motivar os participantes a estabelecerem uma comunhão com Deus como estilo de vida. Os materiais usados são: seminário (apostila), e um curso presencial de preparação para a jornada, que dura um dia. A jornada é uma parte prática do processo. Durante os 40 dias, a pessoa é desafiada a buscar Deus nas primeiras horas de cada manhã como uma parte inicial do processo para que o hábito de buscar a Deus primeiro se torne um estilo de vida.” Site da Igreja Adventista do Sétimo Dia (Brasil), “Seminário de Enriquecimento Espiritual,” acessado em 26 de junho, 2020, https://bit.ly/388Csl9.
  64. “Já que estamos no processo de construir uma igreja que tenha os Pequenos Grupos como base de suas ações, essa estrutura precisa ser um dos elementos fundamentais para o treinamento de discípulos. Portanto, o Ciclo de Discipulado é um projeto que adiciona a força dos Pequenos Grupos ao comprometimento dos missionários da igreja no treinamento de seus discípulos.” Ata da DAS 2008 (2008-084), Ministérios Pessoais, “Ciclo De Discipulado,” voto 2008-104.
  65. “O Projeto Missão Calebe é um programa voluntário, serviço social e testemunho que desafia os jovens adventistas a dedicarem suas férias ao evangelismo em lugares onde não há presença adventista, para fortalecer as congregações pequenas e conquistar novas pessoas para o reino de Deus.” Site da Igreja Adventista do Sétimo Dia (Brasil), “Missão Calebe 2020,” acessado em 4 de fevereiro, 2020, http://bit.ly/2HRpvRi.
  66. “O Batismo da Primavera foi criado pelo Pastor Ademar Quint no Rio de Janeiro, e acontece anualmente nas igrejas. O objetivo é incentivar os juvenis e jovens a se entregarem a Jesus. Em 2013 esse evento comemorou 50 anos, e já são mais de um milhão de pessoas batizadas nessa data especial.” Site da Igreja Adventista do Sétimo Dia (Brasil), “Batismo da Primavera,” acessado em 22 de junho, 2020, https://bit.ly/37SuTPr.
  67. Equipe de Comunicação da ANPa, “Crescimento Evidente,” Mais Destaque Norte, (abril-junho 2014): 10-13.
  68. O projeto “Impacto Esperança é um programa que incentiva a prática de leitura e fornece distribuição anual em massa de livros por parte de adventistas do sétimo dia no território da América do Sul.” Site da Igreja Adventista do Sétimo Dia (Brasil), “Impacto Esperança,” acessado em 4 de fevereiro, 2020, https://bit.ly/34dZROO.
  69. Anne Seixas, Suyane Scansette, Nicolas Cardoso, Laís Santana, Carolina Nogueira, Leonardo Leite e Juliano Santos, “Pará, Amapá e Maranhão recebem dois milhões de livros neste fim de semana,” Notícias Adventistas, 25 de maio, 2019, acessado em 30 de abril, 2020, https://bit.ly/2WhRsHQ.
  70. Laís Santana, “Estudantes levam projeto Impacto Esperança à Assembleia Legislativa do Pará,” Notícias Adventistas, 23 de maio, 2019, acessado em 30 de abril, 2020, https://bit.ly/35loGuk.
  71. Cláudia Milena Santos (secretária assistente da ANPa), mensagem de e-mail para Carlos Flavio Teixeira (editor associado da ESDA), 6 de setembro, 2019.
  72. Ibid.
  73. Ibid.
  74. Ibid.
  75. Ibid.
  76. Ibid.
  77. O “Reencontro” é um “programa realizado pela Igreja Adventista do Sétimo Dia com o objetivo de buscar os seus membros afastados.” Reencontro, informação na página do Facebook, acessado em 22 de junho, 2020, https://bit.ly/2Z1bg3E.
  78. Cláudia Milena Santos (secretária assistente da ANPa), mensagem de e-mail para Carlos Flavio Teixeira (editor associado da ESDA), 6 de setembro, 2019.
  79. “Centros urbanos holísticos que servem para ajudar a atender as necessidades da comunidade. Ellen White incentivou a existência de Centros de Influência Urbanos que proveriam instrução no estilo de vida, centros de tratamento, salas de leitura, restaurantes, colportagem, palestras, instrução a respeito de como preparar alimentos saudáveis etc. Hoje os Centros de Influência podem ter diferentes aspectos e oferecer serviços e ministérios diferentes, mas o princípio permanece o mesmo – conectar-se às necessidades das pessoas.” Missão Urbana, “Centros de Influência,” acessado em 31 de julho, 2019, http://bit.ly/38U6V5P.
  80. Ibid.
  81. Ibid.
  82. O projeto “Meu Talento, Meu Ministério” visa motivar o uso dos “nossos talentos, habilidades e hobbies de forma simples e intencional para salvar e servir àqueles que estão ao nosso alcance.” Site da Igreja Adventista do Sétimo Dia (Brasil), “Meu Talento Meu Ministério,” acessado em 24 de junho, 2020, https://bit.ly/37VaJV0; Cláudia Milena Santos (secretária assistente da ANPa), mensagem de e-mail para Carlos Flavio Teixeira (editor associado da ESDA), 6 de setembro, 2019.
  83. O Clube de Desbravadores é composto por “meninos e meninas com idades entre 10 e 15 anos, de diferentes classes sociais, cor, religião. Reúnem-se, em geral, uma vez por semana para aprender a desenvolver talentos, habilidades, percepções e o gosto pela natureza.” Esses meninos e meninas “vibram com atividades ao ar livre. Gostam de acampamentos, caminhadas, escaladas, explorações nas matas e cavernas. Sabem cozinhar ao ar livre, fazendo fogo sem fósforo.” Além disso, eles demonstram “habilidade com a disciplina através de ordem unida e têm a criatividade despertada pelas artes manuais. Combatem, também, o uso do fumo, álcool e drogas.” Site da Igreja Adventista do Sétimo Dia (Brasil), “Quem somos,” acessado em 4 de fevereiro, 2020, http://bit.ly/2FDRqTh.
  84. O Clube de Aventureiros é um programa para crianças de 6 a 9 anos de idade, criado pela Igreja Adventista do Sétimo Dia, em 1972. Nas reuniões, as crianças realizam atividades com foco no desenvolvimento físico, mental e espiritual. Site da Igreja Adventista do Sétimo Dia (Brasil), “Aventureiros,” acessado em 4 de fevereiro, 2020, https://bit.ly/2NyYUuw.
  85. Ministério de Desbravadores e Aventureiros ANPa, “Estatísticas - Associação Norte do Pará,” acessado em 16 de junho, 2020, https://bit.ly/3bgpgMn.
  86. Cláudia Milena Santos (secretária assistente da ANPa), mensagem de e-mail para Carlos Flavio Teixeira (editor associado da ESDA), 6 de setembro, 2019.
  87. Equipe de Comunicação da ANPa, “Crescimento Evidente,” Mais Destaque Norte, (abril-junho 2014): 10-13.
  88. “Lower Amazonas Mission [Missão Baixo Amazonas],” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1928), 197; Seventh-day Adventist Online Yearbook, “North Pará Conference [Associação Norte do Pará],” acessado em 30 de abril, 2020, https://bit.ly/2SpovZo. Para mais detalhes sobre todos os líderes administrativos da Associação Norte do Pará, veja os Yearbooks [Anuários] da Igreja Adventista do Sétimo Dia de 1927 a 2018.
  89. Para mais informações sobre a Associação Norte do Pará, acesse o site http://anpa.adventistas.org/ ou suas redes sociais no Facebook: @adventistasnortepara; Instagram: @adventistasnortepara; e Twitter: @AdvNortePara.
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Plenc, Daniel Oscar, Josafá Oliveira, Lucas Vítor Alves Rodrigues Sena. "North Pará Conference." Encyclopedia of Seventh-day Adventists. June 02, 2021. Accessed June 17, 2024. https://encyclopedia.adventist.org/article?id=9GE6.

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Plenc, Daniel Oscar, Josafá Oliveira, Lucas Vítor Alves Rodrigues Sena (2021, June 02). North Pará Conference. Encyclopedia of Seventh-day Adventists. Retrieved June 17, 2024, https://encyclopedia.adventist.org/article?id=9GE6.