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Aerial view of the North Brazil Union Mission headquarters in 2018

Photo courtesy of North Brazil Union Mission Archives, accessed on July 27, 2020, https://bit.ly/3g58yl4.

União Norte Brasileira

By Daniel Oscar Plenc, and Josafá da Silva Oliveira

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Daniel Oscar Plenc, Th.D. (River Plate Adventist University, Entre Ríos, Argentina), currently works as a theology professor and director of the White Research Center at the River Plate Adventist University. He worked as a district pastor for twelve years. He is married to Lissie Ziegler and has three children.

Josafá da Silva Oliveira

First Published: July 30, 2021

A União Norte Brasileira (UNB) é uma unidade administrativa da Divisão Sul-Americana da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Sua sede fica na rodovia Mário Covas, n° 400, CEP 67113-330, bairro de Coqueiro, município de Ananindeua, estado do Pará, Brasil.

Território e Estatísticas

A União Norte Brasileira abrange os estados do Pará e Amapá, na região norte do Brasil, e o estado do Maranhão, na região nordeste. Sua área total é bastante extensa, com aproximadamente 1.722.798 km², destacando-se o fato de o Pará ser o segundo maior estado do Brasil. A população total do território é de aproximadamente 16.523.777. Esses três estados estão localizados na área coberta pela Amazônia brasileira, que se estende até o Oceano Atlântico. A Igreja Adventista é representada na região por 318.770 membros, distribuídos entre 3.243 congregações. A proporção é de um adventista para cada 56 habitantes.1

A UNB lidera um total de sete unidades administrativas nos três estados. No Pará, funcionam as seguintes instituições: Associação Norte do Pará (ANPa), organizada em 1927, com sede na cidade de Marituba; Associação Sul do Pará (ASPa), organizada em 2001, localizada na cidade de Marabá; Missão Oeste Pará (MOPa), organizada em 2008, com sede na cidade de Santarém; Missão Pará-Amapá (MPA), organizada em 2016, situada no município de Ananindeua. Esta última unidade administrativa também atende adventistas no estado do Amapá. No Maranhão, existem as seguintes instituições: Associação Maranhense (AMa), organizada em 1988, sediada na cidade de São Luís (capital do estado); Missão Sul Maranhense (MSMa), organizada em 2006, com sede na cidade de Imperatriz; e Missão Nordeste Maranhense (MNeM), estabelecida em 2019, sediada na cidade de Paço do Lumiar.2

A Rede de Educação Adventista está presente nesse território por meio de 34 escolas, que juntas atendem 17.186 alunos, por meio de 969 professores e outros funcionários. Essa rede inclui um internato, a Faculdade Adventista da Amazônia (FAAMA), localizada na rodovia Augusto Meira Filho, km 1, no município de Benevides, no Pará. A UNB também administra o Hospital Adventista de Belém (HAB), localizado na Avenida Almirante Barroso, n° 1758, bairro do Marco, em Belém. Além disso, a UNB conta com a presença da Rádio Novo Tempo desde 1995, e da TV Novo Tempo no canal 44, desde 2014. Ambas são transmitidas de Belém, com alcance potencial de aproximadamente 1,5 milhão de pessoas.3

O território da UNB também abriga uma livraria da Casa Publicadora Brasileira (CPB), localizada na Rua Barão do Triunfo, nº 3588, bairro do Marco, em Belém. O escritório da Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA) também atua na região. No estado do Pará, a agência mantém cinco centros de desenvolvimento, onde são oferecidos cursos profissionalizantes, de esportes e de música por meio de parcerias com os setores público e privado. Esses centros funcionam em Belém, Marituba, Jacundá, Castanhal e Cametá.4

Para atender os adventistas em todo o seu território, a UNB conta com 3.735 funcionários, dos quais 63 trabalham no escritório da união em vários departamentos. Desse total de 3.735 funcionários, há 249 obreiros credenciados e 136 obreiros licenciados, sendo 18 credenciados e nove licenciados na sede administrativa da UNB.5

História Organizacional da Missão

A história da UNB pode ser observada em cinco etapas. A primeira delimita-se a um período anterior à criação da união, com início nos primórdios do adventismo no Brasil e que se estendeu até a década de 1920, quando foram feitos esforços para organizar a expansão denominacional. A segunda etapa começou com a criação da Missão Baixo Amazonas (MBA), hoje chamada Associação Norte do Pará (ANPa), e a inauguração das lanchas médico-missionárias entre 1927 e 1936. A terceira etapa transcorreu por um longo período de tempo e correspondeu à organização e desenvolvimento da UNB entre 1936 e 1996. A quarta etapa é marcada pela primeira reorganização territorial da instituição, que culminou na criação da União Nordeste Brasileira (UNeB), entre 1996 e 2009. Por fim, a quinta etapa veio após outra reorganização territorial e compreende o período iniciado em 2010, com a criação da União Noroeste Brasileira (UNoB), e perdura até os dias atuais.6

A organização de uma unidade administrativa na região norte do Brasil ocorreu 30 anos após o estabelecimento da primeira congregação adventista na região sul do país, na cidade de Gaspar Alto, estado de Santa Catarina, em 1895. No entanto, desde a origem da obra adventista no Brasil, os avanços denominacionais foram direcionados para a região norte. As primeiras associações e uniões foram estabelecidas no início do século 20, no Brasil. Em 1902, foi criada a Associação Brasileira, hoje conhecida como Associação Rio de Janeiro, responsável por todo o território nacional. Posteriormente, essa associação foi reorganizada e seu território foi reconfigurado em quatro organizações. A primeira união, a União Brasileira, hoje conhecida com União Central Brasileira (UCB), foi estabelecida em 1911.7 Devido à sua vasta expansão, alguns anos mais tarde, o território foi novamente reorganizado. A União Brasileira se tornou União Sul Brasileira, atualmente chamada de União Central Brasileira, e a União Norte Brasileira foi criada. Logo depois, passou a ser a União Este Brasileira (UEB), hoje União Sudeste Brasileira (USeB).8 Com essas mudanças, mais atenção foi dada à região norte.

Em 1920, os pastores Oliver Montgomery e W. H. Williams, presidente e tesoureiro da DSA, respectivamente, fizeram uma viagem exploratória à região amazônica, seguindo o curso do rio Amazonas do Peru até Manaus e Belém. Depois dessa viagem, foram desenvolvidos planos para criar uma missão adventista na região norte. No entanto, esses planos foram adiados por falta de recursos humanos.9 Em 1920, havia apenas três membros adventistas no Maranhão e poucos relatos de colportores trabalhando na região.10 Em uma iniciativa ousada, no dia 14 de janeiro de 1927, a UEB votou a organização e a implantação da Missão Baixo Amazonas (MBA), atual ANPa, com sede em Belém.11

Na época de sua fundação, a MBA abrangia o território dos atuais estados brasileiros do Amazonas, Acre, Rondônia, Roraima, Pará, Amapá, Maranhão, Piauí e Ceará, uma área de 4.273.689 km².12 A missão foi definitivamente organizada com a chegada do Pastor John L. Brown, sua esposa Esther e seu filho, Walton. Assim que Brown chegou, assumiu a presidência do campo. Com a família Brown, estavam também os colportores André Gedrath e Hans Mayr, este último com sua esposa, Johanna. O grupo deixou a cidade do Rio de Janeiro em 18 de maio de 1927 e chegou a Belém em 29 de maio.13 Nos dois anos seguintes, os obreiros que atuaram na região norte ficaram sob a direção da MBA. Como resultado desse trabalho, a primeira Igreja Adventista da região foi organizada na cidade de São Luís, Maranhão.14 Na mesma época, foram organizadas a igreja e escola na Fazenda Centenário, na cidade de Maués, no Amazonas. Mais três escolas foram fundadas em Andirá, Ponta Alegre e Mucajá.15

No início desta obra missionária, as pessoas viajavam por meios de transporte terrestres e fluviais. Os colportores distribuíam materiais em capitais como Belém, São Luís e Fortaleza e navegavam rios com lanchas missionárias.16 O Pastor John Brown teve insolação e foi acometido de malária, de modo que foi forçado a deixar a MBA em junho de 1928. O campo ficou sem liderança oficial até a eleição do Pastor Leo Halliwell, seis meses depois. Halliwell chegou a Belém em 1929.17 Após a chegada dele, as lanchas Luzeiro foram inauguradas. Esses barcos transportavam pessoas que levavam a mensagem do evangelho e da vida saudável para vilas e cidades às margens do rio Amazonas, entre Manaus e Belém. A primeira lancha Luzeiro foi inaugurada em 4 de julho de 1931, com o objetivo de atender às comunidades localizadas ao longo dos 64 mil km² de rios navegáveis.18

Com o trabalho missionário dos pioneiros e a assistência dos que trabalhavam na lancha Luzeiro, houve um aumento no número de adventistas no norte do Brasil. Logo, os líderes da UEB e DSA perceberam que havia grandes possibilidades de evangelismo na região. Durante o Conselho Anual da divisão, realizado no Colégio Adventista Brasileiro (CAB), hoje Centro Universitário Adventista de São Paulo, na cidade de São Paulo, os membros do comitê votaram pela organização de uma nova união para servir à obra naquela parte do país.19 O nome dessa nova unidade administrativa seria União Norte Brasileira (UNB). A votação para a sua organização (nº 336-4682) foi realizada pela DSA em 8 de dezembro de 1936, e foi votada em 16 de dezembro de 1936, durante o conselho no CAB.20 Com a organização da instituição, deu-se início à terceira etapa da história da UNB.21

A UNB foi fundada com o objetivo de servir de maneira mais eficaz os adventistas espalhados por todo o norte e parte do nordeste do Brasil. Sua missão era alcançar toda a população local com as três mensagens angélicas. Leo Halliwell foi eleito o primeiro presidente da instituição, além de sua presidência na MBA. No território servido pela UNB, havia apenas uma igreja e 253 membros, entre aproximadamente seis milhões de habitantes.22 Nos primeiros anos de funcionamento, a UNB tinha sede na Rua Piedade, nº 187, em Belém.23 A união administrava dois campos: MBA, que atendia a Igreja nos estados do Pará, Amazonas e Acre; e Missão Costa Norte (MCN), hoje conhecida como Associação Cearense (ACe), sediada em Fortaleza, que incluía os estados do Ceará, Maranhão e Piauí.24 Em 1940, outra instituição foi estabelecida no território da UNB: Missão Central Amazonas (MCA), atual Associação Central Amazonas (ACeAm), com sede em Manaus, capital do Amazonas.25

Em 1941, a Luzeiro I, a primeira lancha missionária construída, começou a servir o território da MCA. Nos anos seguintes, foram inauguradas outras lanchas, como a Luzeiro II, comandada por Halliwell, que atendia ao território da MBA. Depois, a Luzeiro III navegava ao longo do rio Parnaíba, no estado do Piauí.26 Essa década também viu o fortalecimento da evangelização urbana, pela qual Gustavo Storch, um pioneiro adventista no norte e nordeste, foi um dos responsáveis.27 Além dos esforços de Storch, Walter e Olga Streithorst deram continuidade ao ministério das lanchas. Walter Streithorst construiu a Luzeiro IV, V e VI, e dois barcos menores para a obra de colportagem. Naquela época, a UNB recebeu um grande grupo de missionários dos Estados Unidos, Argentina, Paraguai, Uruguai e outros lugares.28

Os líderes pioneiros adventistas também sonhavam em estabelecer organizações de saúde no norte do Brasil. Num diálogo entre Leo e Jessie Halliwell, posteriormente reproduzido e documentado por Olga em seu livro Leo Halliwell na Amazônia, encontra-se o seguinte relato: “Até agora, estamos trabalhando nesta cidade apenas com o braço esquerdo; a partir de agora, vamos trabalhar também com o braço direito.” Jessie não entendeu o que o marido havia dito e pediu que lhe explicasse. Ele respondeu: “Bem, você sabe que a mão direita da obra é a assistência médica, e não temos feito nada quanto a isso nas capitais. Aqui em Belém, devemos inaugurar uma clínica médica, e depois teremos um hospital.”29 Com esse pensamento, em 1941, foi fundada a Clínica Bom Samaritano, instituição que marca os primórdios do Hospital Adventista de Belém (HAB), em Belém. Em 1943, a clínica passou a se chamar Clínica Adventista de Belém. Ela foi criada como resultado do trabalho iniciado com as lanchas médico-missionárias.30

Halliwell e os líderes da união estavam plenamente convencidos de que Belém seria um símbolo do adventismo na bacia amazônica. Assim, com oração e trabalho, foi planejada a criação de uma instituição de saúde na capital paraense. No último trimestre de 1949, a construção começou com os fundos recebidos da oferta do 13º sábado. Após quatro anos de trabalho, em 10 de abril de 1953, foi inaugurado o Hospital Adventista de Belém. Muitas autoridades eclesiásticas e civis compareceram ao evento, incluindo o secretário de Saúde Pública do Pará, que reconheceu a importância do ministério das lanchas. Com apenas 18 leitos disponíveis na época, a instituição era uma promessa para a igreja da região. Duas casas foram construídas ao lado do hospital para os diretores médicos e administrativos do HAB.31

Em 1954, Halliwell deixou a presidência da UNB. Naquela época, havia 2.590 adventistas no território, distribuídos entre 20 igrejas organizadas. Também havia 70 obreiros, 15 escolas, 19 professores e quatro lanchas.32 No final de 1960, havia 4.305 membros no território da união. Naquela década, a união acordou com o governo brasileiro em operar 23 clínicas móveis na Rodovia Transamazônica durante dez anos. Isso abriu portas para o surgimento de novas organizações.33 Foram inauguradas escolas de ensino médio, como o Instituto Adventista Grão-Pará (IAGP), em 1961, e Instituto Adventista Agroindustrial (IAAI), em 1965. Entre 1960 e 1965, houve um aumento de mais de 130% no número de adventistas na UNB, com um total de 9.975 membros no final de 1965.34

Na década de 1970, o aumento de membros permaneceu estável. Em 1970, havia 50 igrejas no território da UNB e 20.256 membros. A união atendia 44 escolas, com 3.769 alunos. Em 1975, o número de membros havia aumentado para 31.046, mostrando um crescimento de aproximadamente 50%. Nesse mesmo período, a UNB inaugurou mais 16 igrejas adventistas, alcançando o total de 66 congregações.35 Três anos depois, em 25 de abril de 1978, foi inaugurada a Clínica Adventista de Manaus, instituição considerada o início do Hospital Adventista de Manaus (HAM). Também, em 1978, foi criado o Instituto Adventista Transamazônico Agroindustrial (IATAI) na cidade de Uruará, no Pará.36 A instituição é atualmente administrada pela Missão Oeste do Pará (MOPa).

Em 1979, devido ao estabelecimento de clínicas móveis na Rodovia Transamazônica, foi criada a Missão Amazônia Ocidental (MAO), hoje conhecida como Associação Amazônia Ocidental (AAmO). Essa instituição atendia inicialmente adventistas nos estados do Acre e Rondônia. Em 1980, a UNB contava com 47.696 membros em seu território. Naquela época, foram feitos planos para a construção de mais uma instituição de ensino.37 Em 1982, o Instituto Adventista da Amazônia Ocidental (IAAMO) foi criado para fornecer educação adventista adicional no território da união.38 Hoje, a instituição é administrada pela UNoB. A expansão da Igreja Adventista no norte do Brasil continuou e, em 1985, o número de membros chegou a 87.503. Em 1989, havia 120.547 membros, o que era quase o triplo do número de membros no início da década.39

Com todo esse crescimento, os próximos anos foram marcados por mudanças na organização do trabalho no território. Em 1989, o estado do Maranhão não era mais atendido pela MCN, mas sim pela Missão Maranhense, atual Associação Maranhense, que foi organizada naquele ano. Em 1990, dez anos após a organização da MAO, essa missão tornou-se uma associação: a Associação Amazônia Ocidental.40 Em 27 de maio de 1993, foi inaugurada a segunda sede da União Norte Brasileira, na cidade de Ananindeua, no Pará.41 Em 1995, houve outro aumento no número de membros da UNB. Relatórios mostraram que 94 mil novos conversos foram batizados nos últimos cinco anos, alcançando o total de 237.273 crentes, distribuídos entre 490 congregações. A educação também alcançou novos recordes. Em 1995, a UNB atendeu 20.026 alunos em 89 instituições educacionais adventistas.42

Durante esse período, a DSA começou a reorganizar a igreja no território brasileiro e mudanças significativas foram feitas. Em 1996, foi organizada a União Nordeste Brasileira (UNeB), instituição que faz fronteira com a UNB e que recebeu parte de seu território. Com a criação da UNeB, a MCN passou a ser administrada por essa união. A obra continuou avançando no território da UNB. Em 1997, a MBA foi elevada à categoria de associação, passando a se chamar Associação Baixo Amazonas (ABA, hoje ANPa) e, em 1999, a MCA também mudou de status, passando a se chamar Associação Central Amazonas. Em 2001, a ABA teve seu território reorganizado para a criação da Missão Sul do Pará, com sede em Marabá. Essa unidade tornou-se a Associação Sul do Pará em 2005. Um ano depois, a Associação Amazonas Roraima (AAmaR) foi criada a partir da reorganização da ACeAm e teve sua sede estabelecida em Manaus. Além disso, em 2006, outra unidade administrativa foi criada na UNB: Missão Sul Maranhense, sediada em Imperatriz, a segunda maior cidade no Maranhão.43

Essas mudanças administrativas foram feitas para atender às demandas do trabalho missionário na região e tiveram bons resultados. Em 2008, mesmo após um ajuste cuidadoso nos registros de membros, a UNB tinha 351.376 membros.44 Com esse grande número de adventistas na união, ficou cada vez mais difícil atender a todas as associações na Amazônia, a partir da cidade de Belém. Esses desafios motivaram o pedido da criação de uma nova união no Brasil, apresentado pela UNB e pela DSA no Conselho Anual da Conferência Geral de 2007, realizado na cidade de Manila, Filipinas. Nesse conselho, os membros do Comitê Executivo da CG aprovaram a criação da União Noroeste Brasileira (UNoB), quando o território da UNB foi dividido. No ano seguinte, 2008, outra instituição foi criada no campo da UNB: Associação Sul de Rondônia (ASuR), cujo território foi desmembrado da Associação Amazônia Ocidental. Esta última passou a fazer parte da UNoB.45

Após dois anos de intenso planejamento, em 1º de janeiro de 2010, a União Noroeste Brasileira deu início às suas atividades, com sede em Manaus. Essa unidade foi criada para atender os estados do Amazonas, Roraima, Acre e Rondônia, e suas respectivas unidades administrativas. Como resultado dessa cisão, a UNB passou a atender os estados do Amapá, Maranhão e Pará, que contavam com 167.008 adventistas, distribuídos entre 1.123 igrejas. Essa área possui aproximadamente 1.729.909 km² e compreende 20,09% do território nacional brasileiro. Enquanto isso, a UNoB ficou responsável pela administração da Igreja Adventista nos estados do Acre, Amazonas, Rondônia e Roraima, com 116.180 membros e 680 igrejas. Essa área possui 2.190.597 km², o que corresponde a 25,44% do território brasileiro.46

Em 2010, a UNB deu mais um passo no desenvolvimento educacional e teológico de seu campo. A Faculdade Adventista da Amazônia começou a funcionar em Benevides, no Pará. O terreno onde está localizado o colégio pertencia ao Hospital Adventista de Belém e foi doado à união em 2002 para a construção do colégio. A faculdade foi inaugurada em 16 de agosto de 2009 e as aulas começaram no dia 1º de fevereiro de 2010. O primeiro curso a ser oferecido na FAAMA foi o bacharelado em Teologia, tornando o campus uma sede regional para o Seminário Adventista Latino-Americano de Teologia da DSA (SALT). A primeira turma de Teologia começou em 2010, com 60 alunos.47 Além do curso de Teologia, a instituição passou a oferecer o curso de Pedagogia e a Educação Básica.48

Em dezembro de 2013, votou-se em favor da reorganização da Associação Baixo Amazonas em dois campos: Associação Norte do Pará e Missão Pará-Amapá.49 Em 2019, ocorreu a última reorganização administrativa nos campos da união. Nesse ano, a Associação Maranhense foi reorganizada e, como resultado, foi criada a Missão Nordeste Maranhense (MNeM). Esta e as demais unidades administrativas inauguradas na última década são fruto da filosofia operacional ainda mantida pela UNB, conhecida pela frase: dividindo para multiplicar, conceito bem estabelecido no adventismo brasileiro.50 Devido às muitas divisões que resultaram em multiplicação, em 2019, o número de membros da união ultrapassou 300 mil.51

A UNB continua realizando um trabalho evangelístico intenso no norte do Brasil, sob o lema Comunhão, Relacionamento e Missão, proposto pela Divisão Sul-Americana. Esse programa concentra-se em várias atividades missionárias destinadas a envolver os membros na missão e alcançar o público com a mensagem de salvação. Uma das atividades que é fortemente enfatizada é a dos Pequenos Grupos (PGs).52 A união desenvolveu uma rede de pequenos grupos: o Pequeno Grupo de Pastores (PGP), o Pequeno Grupo de Líderes (PGL) e o Pequeno Grupo de membros (PG). A meta é que cada congregação tenha um pequeno grupo para cada 24 membros. A fim de desenvolver um sistema para evangelizar pessoas e plantar igrejas, a UNB trabalha por meio de duplas missionárias, classes bíblicas e campanhas de evangelismo.53 Todos esses métodos envolvem pastores, líderes leigos e membros voluntários na missão da Igreja. Todos os anos, séries evangelísticas são realizadas no primeiro semestre durante a Semana Santa e no segundo semestre durante o evangelismo pastoral que ocorre em outubro, de acordo com o calendário da DSA. Essas reuniões resultaram em batismos e novas congregações nos estados que compõem a união.

Outras atividades tem sido lideradas pelos ministérios jovem, que trabalham com projetos como o One Year in Mission [Um Ano em Missão];54 Missão Calebe,55 Quebrando o Silêncio56 e Dia do Norte em Ação.57 O Serviço Voluntário Adventista (SVA) tem enviado voluntários do projeto Um Ano em Missão a países como Argentina, Chile, Equador, Peru e Bangladesh, além de muitos locais no Brasil. A Missão Calebe teve uma participação recorde de 43.180 voluntários em 2017 e, em 2019, mais de seis mil voluntários estiveram envolvidos no projeto que resultou no estabelecimento de dez novas igrejas e no batismo de aproximadamente 10 mil pessoas.58 O projeto Quebrando o Silêncio tem desenvolvido palestras em escolas e instituições públicas para prevenir e combater a violência social e doméstica. O programa Vida por Vidas envolve membros da igreja e não membros na doação de sangue e medula óssea. Além dessas atividades, um trabalho intenso é feito com crianças, adolescentes e jovens que também são atendidos pelo Clube de Desbravadores,59 com um total de 1.688 clubes e 45.695 participantes, e o Clube de Aventureiros,60 com 876 clubes e 16.212 crianças.61  

E para que os dirigentes e os membros se mantenham firmes na fé e ativamente envolvidos nessas frentes de evangelização, a união tem dedicado atenção especial à preparação e ao serviço desse exército de missionários. Seminários de enriquecimento espiritual são organizados, equipes distritais de mordomia cristã, com as caravanas da fidelidade, são mantidas em funcionamento, e o Programa Adorai é transmitido via satélite.62 A união também promove o Projeto Maná,63 que obteve 37.800 assinaturas para o livreto de lições da Escola Sabatina em 2015. Desde 2010, três Conselhos Ministeriais, três Conselhos de Ministério da Mulher, três Conselhos de Estudantes de Teologia, oito camporis de Desbravadores64 e dois camporis Jovem foram realizados, e mais de 50 mil líderes foram treinados para evangelismo. Também foi criado o projeto Mulheres Evangelizadoras Levando Luz (MEL), que tem o objetivo de ajudar as mulheres a se engajarem em atividades missionárias e evangelísticas. Elas representam mais de 53 por cento da população adventista no norte do Brasil e, a cada ano, se envolvem em muitas frentes evangelísticas.

O trabalho realizado pela rádio e pelo canal Novo Tempo se destaca como uma ferramenta importante para apoiar os esforços evangelísticos realizados na UNB, que tem contribuído cada vez mais para espalhar a mensagem adventista na região norte do Brasil. Há uma rádio Novo Tempo que transmite seu sinal a partir de Belém, assim como programas transmitidos por outras emissoras. A TV Novo Tempo atua em canal aberto nas cidades-sede dos campos e cumpre papel evangelístico importante nessas cidades e em seu entorno. Em 2015, foi comemorado o 20º aniversário da Rádio Tempo Novo de Belém, além do primeiro aniversário do Canal Novo Tempo - Belém, que é veiculado no canal 54. O evento comemorativo contou com a presença da Caravana Novo Tempo e mais de 40 mil pessoas no Estádio Olímpico do Mangueirão, em Belém. Além disso, em 2015, a UNB inaugurou o Centro de Comunicação Pastor Aldo Duarte de Carvalho, que tem 218 m².65

Outra importante frente de apoio é a Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA), que realiza constantes projetos de desenvolvimento humano no campo da UNB. Exemplos incluem as lanchas médico-missionárias mantidas pela ADRA, em parceria com o HAB, desde o seu estabelecimento. Em 25 de junho de 2016, foi inaugurado o Luzeiro XXIX em Belém, sob responsabilidade da ADRA.66 Além dos serviços de saúde oferecidos em parceria com o HAB às comunidades ribeirinhas do Pará, a ADRA também participa de atividades em todo o estado. Uma dessas iniciativas é o projeto Gol da Esperança, em que o esporte é utilizado como meio de socialização, convivência e educação de crianças em situação de vulnerabilidade social. Há também o projeto Apoio à Mães Adolescentes, realizado em cooperação com o Ministério do Trabalho e Emprego e apoiado pelos campos da UNB, no atendimento a mães jovens. Um programa semelhante é o Projeto Escrevendo e Reescrevendo Nossa História, que auxilia infratores juvenis na ressocialização, educação e treinamento profissional.67

Todos os projetos e atividades mencionados funcionam em um sistema conhecido como "evangelismo integrado”. Embora cada iniciativa tenha seu espectro específico de atividade missionária, todas se combinam para proporcionar um impacto maior, como no caso do projeto Impacto Esperança.68 Por meio dessa iniciativa, de 2011 a 2019, mais de sete milhões de volumes de literatura adventista foram entregues no Pará, Amapá e Maranhão, com a participação maciça de membros por meio de uma ampla variedade de atividades missionárias.69

Embora a intensidade missionária seja uma característica evidente ao longo da jornada histórica da UNB, houve muitas dificuldades ao longo do caminho. Desde o início, os pioneiros adventistas no território não mediram esforços e fizeram todos os sacrifícios necessários para assegurar o progresso da missão adventista, apesar dos desafios. Eles trabalharam com determinação, apesar das longas distâncias, sol escaldante, inundações, ambientes inóspitos, diferenças culturais, falta de transporte, doenças tropicais, hostilidades religiosas e outros fatores que colocavam suas vidas em perigo. Eles deixaram um legado de amor pela Palavra de Deus, zelo pela mensagem adventista e apreço pelas vidas a serem alcançadas pelo evangelho eterno – atitudes que foram testemunhadas em meio a todos os obstáculos que enfrentaram e que servem de inspiração e exemplo para o andamento da obra hoje. Seguindo os passos desses pioneiros, os líderes adventistas e membros dessa região aprenderam a caminhar com firmeza, mesmo em meio a desafios.70

Um dos maiores desafios existentes na região é o grande número de famílias de baixa renda. Com isso, a UNB enfrenta dificuldades para realizar projetos que requeiram maiores investimentos financeiros. A Igreja está crescendo rapidamente nessa região, mas a falta de recursos impede novas construções. Há também um desafio relacionado à infraestrutura das igrejas. Muitas dos prédios foram construídos em uma época em que as edificações eram feitas sem muita estrutura, servindo apenas para demarcar um território. Isso significa que há uma necessidade de atualizar muitas dessas propriedades antigas, a fim de adaptá-las aos padrões de segurança, conveniência e acessibilidade que se aplicam atualmente. Outro fator desafiador é a distância entre os distritos pastorais e o tamanho desses distritos. A média é de 11 congregações por pastor, o que torna extremamente difícil oferecer serviços a todos os membros.71

Apesar de tais desafios, a liderança da UNB planeja continuar o crescimento da união. O lema do trabalho para os próximos anos é União Norte, União Forte, baseado na comunhão, relacionamento e missão. A fim de encorajar a comunhão de seus membros, a união planeja para os próximos cinco anos ter 100 mil fiéis participando de um processo de discipulado bem estabelecido, que inclui a participação dos membros no retorno fiel e sistemático de dízimos e ofertas. Esses membros serão incentivados a desenvolver e manter o hábito de passar a primeira hora do dia em contato com Deus por meio do estudo da Bíblia, da lição da Escola Sabatina e do Espírito de Profecia. Na área de relacionamento, o propósito da união é manter 15 mil pequenos grupos de discipulado se reunindo todas as semanas, criando oportunidades permanentes para os participantes estudarem a Palavra, se relacionarem com outras pessoas e manterem o foco missionário. Em relação à missão da Igreja, o plano é ampliar a participação em todas as frentes de ação que vêm sendo mantidas pela denominação.72

Além das metas mencionadas, em termos estruturais, a UNB planeja reformar totalmente o HAB. Na área educacional, a instituição busca implantar mais um curso de ensino superior no campus da FAAMA e implantar mais três unidades escolares nos próximos anos. A liderança de campo pretende plantar novas congregações e reformar a sede de todos os distritos pastorais. Todos os esforços continuarão sendo feitos para que cada adventista no norte do Brasil leve avante a chama do evangelho.73

Cronologia dos Líderes Administrativos74

Presidentes: Leo Blair Halliwell (1936-1954); Walter J. Streithorst (1955-1968); João Wolff (1969-1976); Alberto Ribeiro de Souza (1977-1983); Carlos Magalhães Borda (1984-1985); Wandyr Mendes de Oliveira (1985-1992); Adamôr Lopes Pimenta (1993-1998); Izeas dos Santos Cardoso (1999-2005); Marlinton Souza Lopes (2006-2009); Leonino Barbosa Santiago (2010-atual).

Secretários: J. Wissner (1936); Jorge P. Lobo (1937-1942); B. W. Steinweg (1942-1947); B. C. Kalbermatter (1947-1948); R. G. Dutre (1948-1949); S. C. Crawford (1950-1951); L. M. Harder (1951-1954); B. C. Kalbermatter (1955-1957); Oséas F. de Moura (1957); H. E. Walker (1957); Walkírio Souza Lima (1957); Alvino Lessa (1957); Alger J. Jones (1957-1958); H. E. Walker (1958-1959); Wilson S. Avila (1960-1963); Erich W. Olm (1964-1966); Geraldo Bökenkamp (1967-1969); Ruy Nagel (1970-1971); Horácio Targas (1972-1973); Milton M. Gressler (1974); Lauro M. Grellmann (1974-1978); Alair O. de Freitas (1979-1980); Vilfredo Doerner (1981); Eugenio Rodrigues (1982-1988); Adamor Lopes Pimenta (1989-1991); Antônio Moisés de Almeida (1992-1995); Izéas dos Santos Cardoso (1996-1997); José Clodoaldo Barbosa (1998-2010); Moisés Moacir da Silva (2010-2011); André Henrique de Souza Dantas (2011-2016); Ozeias de Souza Costa (2016-atual).

Tesoureiros: J. Wissner (1936); Jorge P. Lobo (1937-1942); B. W. Steinweg (1942-1947); B. C. Kalbermatter (1947-1948); R. G. Dutre (1948-1949); S. C. Crawford (1950-1951); L. M. Harder (1951-1954); B. C. Kalbermatter (1955-1957); Alger J. Jones (1958); H. E. Walker (1959); Wilson S. Avila (1960-1963); Erich W. Olm (1964-1966); Geraldo Bökenkamp (1967-1969); Ruy Nagel (1970-1971); Horácio Targas (1972-1973); Milton M. Gressler (1974); Lauro M. Grellmann (1974-1978); Alair O. de Freitas (1979-1980); Vilfredo Doerner (1981-1987); Josias Fragoso (1988-1992); Jarci Lourenço Reis (1993-2000); Volnei da Rosa Porto (2001-2010); Clairton de Oliveira (2010-2017); Flávio André Nunes dos Santos (2017-2019); Rogério José de Sousa (2019-atual).75

Referências

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Williams, W. H. “América do Sul, um lar.” ARH, 8 de janeiro, 1925.

Notas de fim

  1. Censo Brasileiro 2019, Maranhão, nível geográfico maranhense - 21, população estimada, IBGE, acessado em 24 de julho de 2020, https://bit.ly/2EhbXiK; Censo Brasileiro 2019, Pará, nível geográfico paraense - 15, população estimada., IBGE, acessado em 24 de julho de 2020, https://bit.ly/3hKZbHR; Censo Brasileiro 2019, Amapá, nível geográfico amapaense- 16, população estimada., IBGE, acessado em 24 de julho de 2020, https://bit.ly/2D8DUbG; Gerllany Amorim, “Igreja Adventista no Norte elege líderes para os próximos cinco anos,” Notícias Adventistas, 28 de novembro, 2019, acessado em 24 de julho de 2020, https://bit.ly/2CKipyh.
  2. “North Brazil Union Mission [União Norte Brasileira],” Seventh-day Adventist Yearbook [Anuário Adventista do Sétimo Dia] (Nampa, ID: Pacific Press Publishing Association, 2019), 244-246.
  3. Novo Tempo, “Onde assistir,” acessado em 24 de julho de 2020, https://bit.ly/2WRkq2qNovo Tempo, “Onde ouvir,” acessado em 24 de julho de 2020, https://bit.ly/3hzfW8F.
  4. Josiane Caranha (assistente do secretário executivo da UNB), mensagem de e-mail para Carlos Flávio Teixeira (editor associado da ESDA), 15 de outubro, 2019.
  5. Ibid.
  6. Wilson Borba, “A Base Missionária Adventista do Sétimo Dia Brasileira: Sua Formação, Consolidação e Expansão” (Tese de Doutorado, Seminário Adventista Latino-Americano de Teologia, 2009).
  7. Floyd Greenleaf, Terra de Esperança: o crescimento da Igreja Adventista na América do Sul (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2011), 85, 291.
  8. Rubens Lessa, Construtores de esperança: na trilha dos pioneiros adventistas da Amazônia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2016), 28.
  9. H. Williams, “South America a Home Base” [Lar Sul-Americano], ARH, 8 de janeiro, 1925, 14; Rubens Lessa, Construtores de esperança: na trilha dos pioneiros adventistas da Amazônia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2016), 28-29; Floyd Greenleaf, Terra de Esperança: o crescimento da Igreja Adventista na América do Sul, (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2011), 351.
  10. Manoel Kümpel, “Bahia,” Revista Mensal 9, no. 11 (novembro, 1914). 6-7.
  11. L. Brown, “Missão Baixo Amazonas,” Revista Mensal 22, no. 8 (agosto, 1927). 11.
  12. Rubens Lessa, Construtores de esperança: na trilha dos pioneiros adventistas da Amazônia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2016), 31.
  13. Floyd Greenleaf, Terra de Esperança: o crescimento da Igreja Adventista na América do Sul (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2011), 291, 292, 352; John L. Brown, “A Coisa Vae,” Revista Mensal 22, no. 8 (agosto, 1927). 10-11; John L. Brown, “Missão Baixo Amazonas,” Revista Mensal 22, no. 8 (agosto, 1927). 11; J. B. Johnson, “Abrindo Novos Territórios no Norte,” Revista Mensal 22, no. 9 (setembro, 1927). 6; “Relatório de colportagem,” Revista Mensal 23, no. 7, julho de 1928, 14; “Relatório de colportagem,” Revista Mensal 23, no. 6, junho de 1928, 14.
  14. Rubens Lessa, Construtores de esperança: na trilha dos pioneiros adventistas da Amazônia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2016), 80.
  15. Ibid., 90.
  16. Rubens Lessa, Construtores de esperança: na trilha dos pioneiros adventistas da Amazônia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2016), 44-48; Floyd Greenleaf, Terra de Esperança: o crescimento da Igreja Adventista na América do Sul (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2011), 353; E. H. Meyers, “Notas de Colportagem,” Revista Mensal 22, no. 11 (novembro, 1927). 14; Carlyle B. Haynes, “Oportunidade Extraordinária para Colportores Brasileiros,” Revista Mensal 22, no. 11 (novembro, 1927). 14-15; E. H. Wilcox, “A colportagem na União Este Brasileira,” Revista Mensal 23, no. 11 (novembro, 1928). 12; Leo Blair Halliwell, “Experiências de André Gedrath no Ceará,” Revista Mensal 26, no. 6 (junho, 1931). 4; Pedro Bernardo, “Espalhando Livros na Amazônia,” Revista Mensal, no. 10, ano 26 (outubro, 1931): 13; Hans Mayr, El Abuelito Hans[O vovô Hans] (Buenos Aires: Asociacion Casa Editora Sudamericana, 2004), 114-118.
  17. Floyd Greenleaf, Terra de Esperança: o crescimento da Igreja Adventista na América do Sul (Tatuí, SP: Brazil Publishing House, 2011), 292, 353; Olga Streithorst, Leo Halliwell na Amazônia (Santo André, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1979), 44.
  18. Franciele Mota, “Saúde para Todos,” Revista Adventista, no. 1265, ano 108 (outubro, 2013): 28.
  19. Rubens Lessa, Construtores de esperança: na trilha dos pioneiros adventistas da Amazônia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2016), 98.
  20. B. Lundquist, “Progressos na Divisão Sul-Americana,” Revista Adventista 32, no. 2 (fevereiro, 1937). 1, 15.
  21. Ata da Divisão Sul-Americana, 8 de dezembro, 1936, voto no. 36-4581.
  22. Rubens Lessa, Construtores de esperança: na trilha dos pioneiros adventistas da Amazônia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2016), 21; “North Brazil Union Mission” [União Norte Brasileira], Seventh-day Adventist Yearbook [Anuário Adventista do Sétimo Dia] (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1937), 180.
  23. “North Brazil Union Mission” [União Norte Brasileira], Seventh-day Adventist Yearbook [Anuário Adventista do Sétimo Dia] (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1940), 189.
  24. Ata da Divisão Sul-Americana, voto no. 4682, p. 1312; Ata da Divisão Sul-Americana, vote no. 4644, p. 1300.
  25. Ata da União Norte Brasileira, voto no. 97-1938; Walter Streithorst, Minha Vida na Amazônia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1993), 33; Floyd Greenleaf, Terra de Esperança: o crescimento da Igreja Adventista na América do Sul (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2011), 437; Lene Selles, “Rumo ao desafio,” Mais Destaque Norte, ano 1 (abril-junho, 2014): 21.
  26. Floyd Greenleaf, Terra de Esperança: o crescimento da Igreja Adventista na América do Sul (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2011), 437.
  27. Gustavo S. Storch, Venturas e Aventuras de um Pioneiro (Santo André, SP: Casa Publicadora Brasileira), 1982.
  28. Rubens Lessa, Construtores de esperança: na trilha dos pioneiros adventistas da Amazônia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2016), 56, 107.
  29. Ibid., 126.
  30. Franciele Mota, “Saúde para Todos,” Revista Adventista, no. 1265, ano 108 (outubro, 2013): 28.
  31. Ibid., 126-127.
  32. Ibid., 135.
  33. Walter Streithorst, Minha Vida na Amazônia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1993).
  34. Rubens Lessa, Construtores de esperança: na trilha dos pioneiros adventistas da Amazônia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2016), 138-139.
  35. Ibid.
  36. Ibid., 111, 131.
  37. Rubens Lessa, Construtores de esperança: na trilha dos pioneiros adventistas da Amazônia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2016), 138-139; “North Brazil Union Mission” [União Norte Brasileira], Seventh-day Adventist Yearbook [Anuário Adventista do Sétimo Dia] (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1981), 276.
  38. Walter Streithorst, Minha Vida na Amazônia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1993), 77-83; Gerson P. de Araújo, “A Menina do Grão-Pará,” Revista Adventista, no. 2, ano 59 (fevereiro, 1964): 16-17; Floyd Greenleaf, Terra de Esperança: o crescimento da Igreja Adventista na América do Sul (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2011), 558; Orlando Casale, “Colportando na Transamazônica,” Revista Adventista, no. 7, ano 68 (julho, 1973): 19.
  39. “North Brazil Union Mission” [União Norte Brasileira], Seventh-day Adventist Yearbook [Anuário Adventista do Sétimo Dia] (Hagerstown, MD: Review and Herald Publishing Association, 1986), 283; “North Brazil Union Mission” [União Norte Brasileira], Seventh-day Adventist Yearbook [Anuário Adventista do Sétimo Dia] (Hagerstown, MD.: Review and Herald Publishing Association, 1990), 276.
  40. “General Statistics by Divisions for 1991: South American Division” [Estatísticas Gerais por Divisões para 1991: Divisão Sul-Americana], Annual Statistic Report[Relatório Anual de Estatística] (Silver Spring, MD: Seventh-day Adventist Church, 1991), 20.
  41. Ata da União Norte Brasileira, votos no. 53-43 e 53-44, p. 434.
  42. Rubens Lessa, Construtores de esperança: na trilha dos pioneiros adventistas da Amazônia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2016), 138-139.
  43. Ibid., 158.
  44. Floyd Greenleaf, Terra de Esperança: o crescimento da Igreja Adventista na América do Sul (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2011), 679-670; Seventh-day Adventist Online Yearbook [Anuário Adventista do Sétimo dia (Online)], “North Brazil Union Mission” [União Norte Brasileira], acessado em 23 de junho de 2016, https://bit.ly/2s4HiiJ.
  45. Rubens Lessa, Construtores de esperança: na trilha dos pioneiros adventistas da Amazônia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2016), 158.
  46. “North Brazil Union Mission” [União Norte Brasileira], Seventh-day Adventist Yearbook [Anuário Adventista do Sétimo Dia] (Hagerstown, MD: Review and Herald Publishing Association, 2011), 288, 298; Rubens Lessa, Construtores de esperança: na trilha dos pioneiros adventistas da Amazônia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2016), 161.
  47. Rubens Lessa, Construtores de esperança: na trilha dos pioneiros adventistas da Amazônia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2016), 184-185.
  48. Faculdade Adventista da Amazônia, “Home” [Lar], acessado em 24 de julho de 2020, https://bit.ly/2ZUsmSs.
  49. Rubens Lessa, Construtores de esperança: na trilha dos pioneiros adventistas da Amazônia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2016), 156.
  50. Ata da Associação Maranhense, maio, 2018, voto no. 2018-059.
  51. Josiane Caranha (assistente do secretário executivo da UNB), mensagem de e-mail para Carlos Flávio Teixeira (editor associado da ESDA), 15 de outubro, 2019.
  52. “O Pequeno Grupo é um grupo de pessoas que se reúne semanalmente sob a coordenação de um líder visando o crescimento espiritual, relacional e evangelístico.” Portal da Igreja Adventista do Sétimo Dia (Brasil), “Pequenos Grupos,” acessado em 4 de fevereiro de 2020, https://bit.ly/2NtcXj7
  53. Lene Selles, “Rumo ao desafio,” Mais Destaque Norte, ano 1 (abril-junho, 2014): 22, 24.
  54. “O projeto Um Ano em Missão promove a participação de jovens adventistas na missão de evangelizar centros urbanos de oito países da América do Sul, unindo seus talentos, recursos e conhecimento profissional com as necessidades da comunidade.” Portal da Igreja Adventista do Sétimo Dia (Brasil), “Um Ano Em Missão,” acessado em 4 de fevereiro de 2020, https://bit.ly/2sCFyNL
  55. O Projeto Missão Calebe é um programa de voluntariado que oferece serviço social a pessoas necessitadas como forma de testemunho. Os jovens adventistas são convidados a dedicar seu tempo de férias ao evangelismo em lugares onde não há presença adventista, para fortalecer as pequenas congregações e ganhar novas pessoas para o reino de Deus. Portal da Igreja Adventista do Sétimo Dia no Brasil, “Missão Calebe 2020,” acessado em 4 de fevereiro de 2020, http://bit.ly/2HRpvRi.
  56. “Quebrando o Silêncio é um projeto anual da Igreja Adventista do Sétimo Dia que existe desde 2002. Está presente em oito países da América do Sul (Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Equador, Paraguai, Peru e Uruguai) e visa educar as pessoas sobre como prevenir abuso e violência doméstica.” Portal da Igreja Adventista do Sétimo Dia no Brasil, “Quebrando o Silêncio,” acessado em 4 de fevereiro de 2020, https://bit.ly/2WoDfIW.
  57. Este projeto envolve jovens dos estados do Pará, Amapá e Maranhão no trabalho evangelístico. No primeiro sábado de cada mês, eles realizam diferentes tipos de ações nas ruas para anunciar a volta de Jesus. Pâmela Meireles, “Dia do Norte em Ação movimenta o Oeste do Pará,” Notícias Adventistas, 6 de julho, 2015, acessado em 4 de agosto de 2020, https://bit.ly/3gwaxPp; Eduardo Batista, “Juventude estampada,” Mais Destaque Norte, ano 1 (janeiro-março, 2015): 22-26.
  58. Josiane Caranha (assistente do secretário executivo da UNB), mensagem de e-mail para Carlos Flávio Teixeira (editor associado da ESDA), 15 de outubro, 2019.
  59. O Clube dos Desbravadores é voltado para meninos e meninas de 10 a 15 anos, independentemente de sua classe social, raça e religião. Eles se reúnem geralmente uma vez por semana para aprender novas habilidades e desenvolver seus talentos e a apreciação pela natureza. O clube organiza atividades ao ar livre, como acampamento, caminhada, escalada e exploração de matas e cavernas. As crianças aprendem a cozinhar ao ar livre e a fazer fogo sem fósforos. Eles são ensinados a combater o uso de tabaco, álcool e drogas. Portal da Igreja Adventista do Sétimo Dia no Brasil, “Quem somos,” acessado em 4 de fevereiro de 2020, http://bit.ly/2FDRqTh.
  60. O Clube de Aventureiros é um programa para crianças de 6 a 9 anos. As atividades do Clube se concentram no desenvolvimento físico, mental e espiritual das crianças. Portal da Igreja Adventista do Sétimo Dia no Brasil, “Aventureiros,” acessado em 4 de fevereiro de 2020, https://bit.ly/2NyYUuw.
  61. Ministério de Desbravadores e Aventureiros, “Estatísticas - União Norte Brasileira,” acessado em 29 de julho de 2020, https://bit.ly/39qENIR.
  62. Glória Barreto, “Programa Adorai,” Mais Destaque Norte, ano 01 (janeiro-março, 2015): 38.
  63. O projeto Maná incentiva pessoas de todas as idades a estudar a Lição da Escola Sabatina e motiva-as a estudar a Palavra de Deus diariamente. Portal da Igreja Adventista do Sétimo Dia no Brasil, “Projeto Maná,” acessado em 4 de fevereiro de 2020, http://bit.ly/2XXpYGu
  64. “Campori é um grande acampamento que reúne jovens e crianças que participam de vários clubes liderados pela Igreja Adventista do Sétimo Dia.” Portal da Igreja Adventista do Sétimo Dia no Brasil, “Campori de Desbravadores da DSA,” acessado em 4 de fevereiro de 2020, https://bit.ly/2uwY377.
  65. Josiane Caranha (assistente do secretário executivo da UNB), mensagem de e-mail para Carlos Flávio Teixeira (editor associado da ESDA), 15 de outubro, 2019.
  66. Ibid.
  67. Ibid.
  68. O projeto “Impacto da Esperança é um programa que incentiva a prática da leitura e fornece distribuição anual em massa de livros por parte dos Adventistas do Sétimo Dia no território da América do Sul.” Portal da Igreja Adventista do Sétimo Dia no Brasil, “Impacto Esperança,” acessado em 4 de fevereiro de 2020, https://bit.ly/34dZROO
  69. Josiane Caranha (assistente do secretário executivo da UNB), mensagem de e-mail para Carlos Flávio Teixeira (editor associado da ESDA), 15 de outubro, 2019.
  70. Ibid.
  71. Ibid.
  72. Ibid.
  73. Ibid.
  74. “North Brazil Union Mission” [União Norte Brasileira], Seventh-day Adventist Yearbook [Anuário Adventista do Sétimo Dia] (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1937), 180; “North Brazil Union Mission” [União Norte Brasileira], Seventh-day Adventist Yearbook [Anuário Adventista do Sétimo Dia] (Nampa, ID: Pacific Press Publishing Association, 2019), 244-246; Gerllany Amorim, “Igreja Adventista no Norte tem novo diretor financeiro,” Notícias Adventistas, 10 de novembro, 2019, acessado em 24 de julho de 2020, https://bit.ly/2BwpLF2; Josiane Caranha (assistente do secretário executivo da UNB), mensagem de e-mail para Carlos Flávio Teixeira (editor associado da ESDA), 15 de 15 de outubro, 2019. Veja também os Anuários da Igreja Adventista do Sétimo Dia (Yearbooks) de 1937 a 2019.
  75. Para mais informações sobre a União Norte Brasileira, acesse o site http://unb.adventistas.org/ e as redes sociais no Facebook – Adventistas Norte; Instagram – @adventistasnorte; Twitter – @adventistanorte; e YouTube – Adventistas Norte.
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Plenc, Daniel Oscar, Josafá da Silva Oliveira. "North Brazil Union Mission." Encyclopedia of Seventh-day Adventists. July 30, 2021. Accessed June 19, 2024. https://encyclopedia.adventist.org/article?id=AGQR.

Plenc, Daniel Oscar, Josafá da Silva Oliveira. "North Brazil Union Mission." Encyclopedia of Seventh-day Adventists. July 30, 2021. Date of access June 19, 2024, https://encyclopedia.adventist.org/article?id=AGQR.

Plenc, Daniel Oscar, Josafá da Silva Oliveira (2021, July 30). North Brazil Union Mission. Encyclopedia of Seventh-day Adventists. Retrieved June 19, 2024, https://encyclopedia.adventist.org/article?id=AGQR.