Conexão 2.0

By Wendel Lima

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Wendel Lima

First Published: January 29, 2020

O Conexão 2.0 é um periódico trimestral da Casa Publicadora Brasileira (CPB), pertencente à Igreja Adventista do Sétimo Dia no Brasil. A revista tem como objetivo ser um recurso educacional, a fim de apresentar para alunos do ensino médio valores bíblicos que formam a cosmovisão adventista, em escolas adventistas brasileiras.

Origem

A iniciativa da Igreja Adventista brasileira de publicar uma revista para os jovens teve origem na década de 1930. Sob a direção do Pastor H.B. Lundquist, então diretor do departamento dos Missionários Voluntários (atual Ministério Jovem) da Divisão Sul-Americana, um número especial de lançamento da revista  Juventude  circulou em outubro de 1935, com o objetivo de apresentar o periódico e vender assinaturas durante a Semana Pró-Juventude (27 de outubro a 2 de novembro).1

A revista Juventude tinha uma periodicidade de duas semanas e era direcionada quase que exclusivamente ao público da Igreja Adventista. Era o periódico adventista dedicado aos jovens leitores de língua portuguesa. Continha artigos, editoriais, notícias, relatórios de viagens missionárias, uma seção de aconselhamento e o Guia de Estudo da Bíblia para adolescentes de 11 a 15 anos.

Os números das revistas eram assinados pelos presidentes da divisão e das uniões, pelo editor-chefe da Casa Publicadora e pelo editor da revista. O redator principal era o Pastor Luiz Waldvogel,2 e era reconhecida como uma revista que provia bons conselhos para a formação de um caráter nobre.3 Visto que era lançada juntamente com a versão em espanhol Juventud4 ela servia como guardiã da juventude sul-americana. Os adventistas eram incentivados a assinar e promover assinaturas entre amigos. 5 Havia metas anuais de assinaturas a serem atingidas pela sede administrativa. 6 O periódico foi publicado de 1936 a 1940. Até julho de 1938, a assinatura anual custava R$ 8, aumentando depois para R$ 10.

Uma edição da  Juventude  foi publicada em janeiro de 1958,7  a fim de marcar os 50 anos do ministério jovem, junto com o lançamento da revista Mocidade, custando 7 cruzeiros por edição única, e 80 cruzeiros por assinatura anual. A iniciativa foi do Pastor Jairo Araújo, na época líder Jovem para toda a América do Sul. O plano logo foi apoiado pelo departamento de publicações, que incluiu o título como um dos produtos a serem oferecidos em escolas de ensino fundamental e médio de todo o país.8 A tiragem inicial de 65.400 exemplares da revista foi surpreendente, mantendo uma média mensal de 50.000. Em 1987, em três meses diferentes, a revista atingiu a tiragem de 101.000 exemplares. Em 1990, estimava-se que 80 por cento dos assinantes eram não adventistas, o que tornava a revista uma excelente ferramenta missionária.9

A revista Mocidade tinha a intenção de ser "uma bússola para os jovens adventistas", a fim de "elevar as almas jovens; amparar o trôpego; ser o sustentáculo do vacilante; a agulha imantada dos ideais, apontando infalivelmente para o norte absoluto das nobres aspirações.” 10 Os editores da revista Mocidade foram Rafael Butler (anos 1950), Almir Fonseca (anos 1960), Ivo Cardoso (anos 1970), Paulo Kol e Paulo Pinheiro (anos 1980) e Marcos De Ben (anos 1990). Bem ilustrado, o periódico contemplava temas como religião, ecologia, profissões, relacionamentos, sexualidade, psicologia e drogas.12 Em 1988, ao completar 30 anos, o periódico mudou a linha editorial, assumindo um formato mais dinâmico e voltado para os adolescentes (13 a 19 anos). Para dialogar com professores e alunos, a ênfase passou a ser mais pedagógica. As seções da revista foram agrupadas em dois grandes blocos: “Recreio” (passatempos educacionais) e “Apoio Acadêmico” (recursos para professores e alunos). A ideia era que a revista fosse atraente para jovens e adolescentes; no entanto, devido à baixa tiragem13 (25.000 edições mensais), ela foi descontinuada em julho de 1994 e substituída pela Superamigo.

A edição experimental da revista Superamigo circulou no primeiro semestre de 1994, para que a editora experimentasse a receptividade do mercado. O objetivo não era substituir a revista Mocidade, mas dialogar com o público adolescente a fim de oferecer um título chamativo aos leitores do Nosso Amiguinho que estavam saindo da infância. Talvez tenha sido por isso que o pastor e jornalista Wilson Almeida, editor do Nosso Amiguinho, tenha trabalhado como editor da revista Superamigo até janeiro de 1997. Assim como a revista infantil, o periódico para adolescentes também contava com um personagem (Sami) que interagia com os leitores.

A ideia de um periódico mais moderno, que servisse de material educativo para adolescentes, vinha sendo discutida há uma década na editora. Portanto, ao ser lançada em julho de 1994, com 40 mil exemplares, a expectativa em relação à revista Superamigo era que ela alcançasse os jovens na virada do milênio.

Em 1995, a tiragem média mensal era de 33.000 exemplares. A audiência era composta principalmente de não adventistas, já que a maioria das assinaturas era feita por representantes da casa publicadora (colportores). O slogan era “uma revista que fala a sua língua”. A revista incluía aventuras, passeios, calendários, dicas sobre namoro, relacionamento com pais e irmãos, escolha de carreira, rotina escolar e muitos testes.

O último número da revista foi lançado em julho de 1998, sob a direção do pastor e jornalista Francisco Lemos. Devido à tiragem baixa demais para cobrir os próprios gastos (5.000 exemplares mensais), a revista Superamigo durou apenas quatro anos. Essas revistas de colportagem podem ser consideradas “pioneiras da página impressa,”14 que tiveram de abrir espaço para outros livros. Infelizmente, os periódicos para o público jovem vendidos por colportores foram descontinuados.

Fundação

Oito anos após o fim da revista Superamigo (1998), alguns líderes do Ministério Jovem no Brasil propuseram retomar a publicação de um periódico para jovens. 15 Essa nova revista serviria como um canal de comunicação entre a instituição e a juventude, além de ser uma fonte de conteúdo significativo e chamativo. Foi quando o Pastor Erton Köhler, líder Jovem da Divisão Sul-Americana na época, sugeriu à Casa Publicadora Brasileira a criação de uma nova revista para essa faixa etária. Líderes do Ministério Jovem, administradores e editores da CPB trabalharam juntos para lançar a Conexão Jovem.

Ao final de 2006, foram lançados 10.000 números com fim de apresentar o material aos jovens e motivá-los a assinar o periódico. O nome da revista resumia o propósito da publicação: “ajudar os jovens em sua conexão vital com o Criador e com o lado bom que ainda existe no mundo.” 16 Em outras palavras, a missão da revista era contribuir para a formação de uma cosmovisão bíblica em jovens adventistas de 18 a 25 anos de idade, especialmente estudantes de graduação. A ênfase cognitiva e o incentivo à reflexão também eram indicados pelo slogan: “a revista do jovem que pensa”.

Na época, a primeira equipe de revisão foi composta pelos jornalistas Michelson Borges (editor), Sueli Ferreira de Oliveira e Fernando Torres (editores associados). O primeiro designer gráfico foi Marcos Santos, que também era responsável pelo projeto visual da revista. Partindo da sede da CPB, na cidade de Tatuí (SP), a 140 km de São Paulo, o periódico era distribuído em todo o território nacional por meio das sedes administrativas da igreja (associações e uniões) através de uma política de cotas; posteriormente passou a ser comercializado diretamente ao público nas modalidades de assinatura anual (R$ 23) e edição única (R$ 8,60).

História

A edição17 da revista Conexão Jovem teve como matéria de capa instruções sobre o uso equilibrado da internet. Também proporcionou depoimentos, notícias sobre programas e atividades denominacionais para jovens, entrevistas com jovens, dicas de saúde, mercado de trabalho e leitura, consultoria pastoral, relatos sobre experiências com esportes radicais, e posturas e opiniões sobre temas divulgados na mídia. A proposta era equilibrar questões religiosas e seculares, aproximando a revista dos desafios cotidianos da juventude.

A equipe teve como objetivo atingir o público de graduação, jovens de 18 a 25 anos. Os editores acreditavam que os jovens adultos se interessariam por uma abordagem temática de questões importantes. Eles procuravam recursos em outros periódicos, especialmente no Insight, revista para jovens publicada pela Igreja Adventista nos Estados Unidos desde 1970. A resposta inicial dos jovens foi positiva. Na seção da revista aberta aos leitores, eles pontuaram que o periódico era útil para sua vida acadêmica e profissional, bem como uma ferramenta útil para encontros de jovens; também disseram que serviu para consolidar sua identidade adventista e discutir temas que nem sempre eram abordados na igreja ou em casa.

Essa linha editorial se manteve até o final da gestão de Michelson Borges, em meados de 2010. Durante esse período, temas sobre ciência e religião, apologética e mídia foram apresentados. Borges também apoiou iniciativas da igreja, como o projeto Impacto Esperança (distribuição massiva de livros missionários), a campanha Vidas por Vidas (doação de sangue) e o concurso sul-americano Bom de Bíblia. Apesar do interesse em posicionar melhor a revista na internet, não houve investimento da editora nesse sentido, embora o jornalista tenha conseguido manter um blog da revista (conexaoja.com).

Sob a gestão do pastor e jornalista Wendel Lima, foi dado mais espaço às questões comportamentais e temáticas sobre as relações da igreja com a cultura. Durante aquele período, houve maior ênfase nas diretrizes sobre voluntariado, projetos missionários transculturais e artigos que explicassem conceitos bíblicos, assim como livros.

Wendel Lima faria a mudança editorial e gráfica em julho de 2012, quando a revista também mudou seu nome para Conexão 2.0. O pastor e jornalista Diogo Cavalcanti (editor associado) e os designers gráficos Marcos Santos e Éfeso Granieri também fizeram parte do projeto. Essas alterações significativas ocorreram porque a revista não recebeu o apoio do Ministério Jovem e foi considerada um material educacional para o ensino médio do Centro Educacional Adventista Sul-Americano. Assim, a tiragem passou de 10.000 para cerca de 30.000 edições por trimestre.

Diante dessa mudança, que colocou a revista nas mãos de um público majoritariamente não adventista, a equipe editorial entendeu que era necessária uma atualização do projeto gráfico da revista, bem como o redirecionamento de sua proposta editorial. Tendo como referência as revistas para jovens mais populares da época, eles enxugaram o volume do texto, modernizaram a tipografia, investiram mais em ilustrações e infográficos, e adaptaram a proposta editorial para torná-la mais pedagógica e com menor discurso denominacional.

Sob o lema “pegue, experimente, mude”, os editores começaram a trabalhar para aumentar a espiritualidade de seus leitores, contemplando assim os aspectos cognitivos, experienciais e práticos da religião. “Por meio dessas lentes, queremos ajudá-lo a entender a realidade, a vivenciar o que vale a pena e a mudar sua comunidade e a você mesmo”, explica o primeiro editorial dessa nova fase. 18

Os três blocos do tripé editorial da revista foram: informar, explicar e inspirar. A primeira parte do periódico contou com um painel sobre tendências culturais, curiosidades e dicas, com seção para entrevistas e infográficos. A segunda parte incluiu assuntos mais longos, relatórios, um espaço para perguntas sobre doutrina e comportamento e a seção “Imagine”, que apresentou uma sociedade diferente da existente. O terceiro e último bloco incluía histórias destinadas a inspirar ação. Havia uma seção sobre projetos de voluntariado, outra sobre testemunhos de vida, e uma terceira que trazia dicas para o desenvolvimento de certas habilidades. Em janeiro de 2018, substituindo duas páginas de propaganda, duas seções foram adicionadas a essa última parte do periódico: um guia de profissões e um espaço para resenhas de livros e dicas de leitura. A revista de 2019 ganhou mais duas páginas, tendo um total de 36 páginas e uma capa com papel de maior qualidade, o que agregou valor ao produto. Nessas quatro páginas adicionais foi publicada a seção “Texto e Contexto”, que tratava da relação entre forma e conteúdo como chave para a compreensão da Bíblia.

A mudança em meados de 2012 também envolveu o nome da revista. A ideia era suprimir o termo Juventude Adventista”, uma expressão denominacional, e substituí-lo por “2.0”, sugerindo o conceito de atualização e maior ênfase na interatividade. Nessa nova fase, foi lançado um site da revista (conexao20.com.br), possibilitando o acesso a todo o acervo. Perfis e conteúdos específicos também foram criados nas redes sociais para orientar os professores na utilização do material. No entanto, sem uma estratégia digital clara, a revista teve poucos avanços na web, o que requer uma reavaliação.

A Conexão 2.0. é a quinta geração de revistas juvenis da CPB. Foi precedido pelos seguintes periódicos: (1) Juventude (1936-1940), quinzenalmente, com oito páginas, voltado para os jovens adventistas; (2) Mocidade (1958 - junho de 1994), mensal, com 40 páginas, com tiragem de 101.000 exemplares e comercializada para um público externo por meio da colportagem; (3) Revista Superamigo (julho de 1994 a junho de 1998), mensal, voltada para adolescentes, com ênfase educacional e tiragem que variou de 25.000 a 40.000 exemplares; (4) Conexão Jovem (abril de 2007 a junho de 2012), trimestral, com 10.000 edições, voltadas para jovens em idade de graduação (18 a 25 anos).

Desde a sua inauguração, em 2007, a periodicidade da Conexão era trimestral, com 32 páginas coloridas (21 x 27 cm) e quatro números ao longo do ano. Mesmo assim, em 2019, a resenha passou a circular com 36 páginas. Uma revista semelhante foi publicada em espanhol pela Associação Casa Publicadora Sul-Americana (ACES) na Argentina, intitulada Conexión 2.0. Por alguns anos, a revista hispana publicou boa parte do material produzido no Brasil; no entanto, desde 2012, tem valorizado mais seu conteúdo local inédito. 19

Perspectiva

No Brasil e no mundo, a mídia impressa de revistas passa por momentos difíceis. Devido ao elevado consumo e disponibilidade gratuita de informação, é necessário um modelo de negócio que garanta a viabilidade financeira da comunicação impressa, e suas respetivas plataformas digitais. No contexto adventista, a situação não é diferente. As revistas têm sido apoiadas pelo editor e/ou denominação, ou por meio de compras corporativas, como é o caso do Connexão 2.0.

Adotada em 2012 pelo Centro Educacional Adventista como um recurso educacional para aulas de ensino religioso e atividades missionárias no ensino médio, em 2019 a revista deverá estar mais alinhada com o Plano Mestre de Desenvolvimento Espiritual (PMDE), implementado em 2017 a nível sul-americano, que visa promover o ensino e a experimentação dos valores espirituais. Para apoiar as ações locais das ações do PMDE nas faculdades e ter maior continuidade em seu conteúdo, os números da Conexão 2.0 passarão a ser temáticos. O valor atual da assinatura é de R$ 38,17 e uma edição única custa R$12,00.

Títulos

Juventude (1936-1940); Mocidade (1958-1994); Revista Superamigo (1994-1998); Conexão Jovem (2007-2012); Conexão 2.0 (2012-). 

Editores

Berger Johnson (1936-fev./1937); Luiz Waldvogel (fev./1937-1940); Raphael de Azambuja Butler (1958-set./1961;jan./1963-mar./1963); Arnaldo B. Cristianini (out./1961- dez./1962); Almir A. da Fonseca (abr./1963-nov./1972; jul./1977-dez./1977); Carlos A. Trezza (dez./1972- abr./1973); Ivo Santos Cardoso (mai./1973-jun./1977;jun./1980-jan./1984); Azenilto G. Brito (1978-maio/1980); Ivacy Oliveira (fev./1984- dez./1985); Paulo Pinheiro (1986-nov./1990; nov./1993-jun./1994); Marcos De Benedicto (dez./1990-out./1993); Wilson de Almeida (1994- jan./1997); Francisco Lemos (fev./1997-1998); Michelson Borges (2007-2010); Wendel Lima (2010-atualmente).

Editores Associados

HB Lundquist (1936-fev./1937); Germano Ritter (fevereiro de 1937-1940); J.M. Howell (mai/1937-nov./1939); N.W. Dunn (dez. 1939-1940); Ivo Santos Cardoso (1979-maio/1980); Wilson de Almeida (jun./1988- set./1989); Marcos De Benedicto (jun./1989-dez./1990); Robson Marinho (jan./1990-maio/1991); Sérgio Antoniazzi (jun./1991-abr./1993); Sueli Nunes Ferreira (1991-jun./1994); Marcos De Benedicto (1994-jun./1995;ago.- dez./1996); Paulo Pinheiro (1994-jun./1995); Rubens Lessa (1994-jun./1995); Elizeu Lira (1994-agosto/1996); Sueli Ferreira de Oliveira (1994-1998); Wilson de Almeida (fev.-mar./ 1997); Sueli Ferreira de Oliveira e Fernando Torres (2007-2009); Wendel Lima (2009-2010), Diogo Cavalcanti (2010-2012), Matheus Cardoso (2010-2012); Eduardo Rueda (2013-2016), Wellington Barbosa (2014-2015), Fernando Dias (2016-2018), André Vasconcelos (2018-atualmente); Márcio Tonetti (2019-atualmente).

Designers

Marcos Santos (2007-2014) e Renan Martin (2015-atualmente).

Referências

“A joven (sic) Lydia Conrado…” Revista Adventista, n. 7, julho, 1937.

Barbosa, J. M. “Desafios e Perspectivas Futuras.” Palestra apresentada no 5º Simpósio da Memória Adventista, Unasp - Engenheiro Coelho, São Paulo, 29 de agosto, 2002.

Borges, Michelson. “Vida de Conexão.” Conexão Jovem, ano 1, (número especial de 2006): 2.

Brenha, Elias. “Produção de Materiais para o Ministério Jovem no Brasil.” Monografia apresentada no 5º Simpósio da Memória Adventista, Unasp - Engenheiro Coelho, São Paulo, 28 de agosto, 2002.

Butler, Raphael. “Um rumo, uma meta, um destino,” Revista Mocidade, (janeiro 1958): 2.

De Moraes, William. “Entenda. Experimente. Mude.” Revista Conexão 2.0, ano 6, n. 23 (julho-setembro 2012): 2.

Lessa, Rubens, “Casa Publicadora Brasileira: 100 anos.” Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2000.

Lima, Wendel. Identidade em questão: uma análise do comportamento editorial da revista Diálogo Universitário em tempos de pós-modernidade (tese de pós-doutorado), Unasp, 2008.

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Revista Conexão. http://conexion20.editorialaces.com/

Schmidt, Loida V. “Maçãs de Graça.” Revista Adventista, n. 12 (dezembro 1938): 13.

“South American [Sul-Americana].” Revista Adventista, n. 37, 13 de setembro, 1984.

“South American Division [Divisão Sul-Americana].” Review and Herald, n. 4, 23 de janeiro, 1958.

Storch, G. S. “News from The Rio-Minas Gerais Mission [Notas da Missão Rio-Minas Gerais].” South American Bulletin, n. 4 (abril 1937): 6.

Timm, Alberto R. (ed.), A Colportagem Adventista no Brasil: Uma Breve História. Engenheiro Coelho, SP: Unaspress, 2000.

Notas de Fim

  1. H. B. Lundquist, “Um novo dia,” Revista Adventista, nº 10 (outubro 1935): 4.
  2. Elias Brenha, “Produção de Materiais para o Ministério Jovem no Brasil” (monografia apresentada no 5º Simpósio da Memória Adventista, Unasp - Engenheiro Coelho, São Paulo, 28 de agosto, 2002).
  3. “A joven (sic) Lydia Conrado…” Revista Adventista, nº 7, julho, 1937, 8.
  4. D. A. Ochs, “Twin guardians of youth [Gêmeos guardiões da juventude],” The Youth´s Instructor, nº. 16 (21 de abril, 1936), 14.
  5. Loida V. Schmidt, “Maçãs de Graça,” Revista Adventista, nº 12 (dezembro, 1938): 13.
  6. G. S. Storch, “News from The Rio-Minas Geraes Mission [Notas da Missão Rio-Minas Gerais],” South American Bulletin, nº 4 (abril, 1937): 6.
  7. “South American Division [Divisão Sul-Americana],” Review and Herald, nº 4, 23 de janeiro, 1958, 26.
  8. “South American [Sul-Americana],” Adventist Review, nº 37, 13 de setembro, 1984, 19.
  9. Paulo Pinheiro, “Uma Opção Para os Adolescentes,” Revista Adventista, nº 7 (julho 1990): 37.
  10. Raphael Butler, “Um rumo, uma meta, um destino,” Revista Mocidade, (janeiro 1958): 2.
  11. Ver Mocidade, junho, 1994, 39.
  12. Rubens Lessa, “Casa Publicadora Brasileira: 100 anos,” (Tatuí, SP: CPB, 2000), 87.
  13. Alberto R. Timm, A Colportagem Adventista no BrasilUma Breve História (Engenheiro Coelho, SP: Imprensa Universitária Adventista, 2000), 40.
  14. Ibid., p. 38.
  15. J. M. Barbosa, “Desafios e Perpectivas Futuras” (Palestra apresentada no 5º Simpósio da Memória Adventista, Unasp-Engenheiro Coelho, São Paulo, 29 de agosto, 2002).
  16. Michelson Borges, “Vida de Conexão,” Conexão Jovem, ano 1, (número especial de 2006): 2.
  17. Ver Conexão Jovem, ano 1, número especial de 2006.
  18. William de Moraes, “Entenda. Experimente. Mude.” Conexão 2.0, ano 6, nº 23 (julho-setembro 2012): 2.
  19. Veja a coleção da revista Conexão pelo site http://conexion20.editorialaces.com/.
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Lima, Wendel. "Connection 2.0." Encyclopedia of Seventh-day Adventists. January 29, 2020. Accessed June 18, 2024. https://encyclopedia.adventist.org/article?id=AI71.

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Lima, Wendel (2020, January 29). Connection 2.0. Encyclopedia of Seventh-day Adventists. Retrieved June 18, 2024, https://encyclopedia.adventist.org/article?id=AI71.