Centro Adventista de Convivência para Idosos

By Adilson da Silva Vieira

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Adilson da Silva Vieira

First Published: December 11, 2021

O Centro Adventista de Convivência para Idosos (CACI) foi uma instituição que atendia idosos adventistas carentes e que não tinham uma pessoa para lhes oferecer cuidados. Ele se manteve em funcionamento de 1950 a 2007. O local, conhecido como Lar da Velhice, funcionava como um centro de acolhimento que atendia homens e mulheres idosos. Seu último endereço foi no território da União Central Brasileira (UCB), na Rua Celavisa, nº 18, CEP 05890-060, bairro Jardim Alvorada, na cidade de São Paulo, Brasil.

Acontecimentos que Levaram à Criação da Instituição

O século 20 foi marcado por duas grandes guerras mundiais que tiraram milhões de vidas.1 Enquanto essas guerras causaram uma ruptura histórica a nível global, uma “incursão missionária” na cidade de São Paulo teve resultados muito diferentes. Em 10 de agosto de 1912, os primeiros conversos adventistas foram batizados em São Paulo, que na época tinha 350 mil habitantes. O resultado do trabalho do missionário Frederick W. Spies, naquela ocasião, levou quatro pessoas a darem suas vidas a Cristo nas águas do rio Tietê. Spies estava otimista de que ele logo seria capaz de construir uma igreja para a congregação na cidade.2

Em 1914, a situação estava menos otimista, pois a oposição à mensagem adventista surgiu em São Paulo. Certa vez, um prestigioso padre católico procurou o chefe da polícia da cidade pedindo que os adventistas fossem expulsos. O clérigo queria acabar com qualquer trabalho evangelístico que tivesse sido iniciado na cidade. O chefe da polícia recusou aceitar o pedido do líder religioso; no entanto, as perseguições continuaram de outras maneiras.3

Em meio à resistência, a Igreja Adventista continuou buscando e alcançando pessoas para Cristo. Em 1914, John Lipke introduziu a mensagem de saúde em suas apresentações evangelísticas bíblicas. Seu novo método gerou resultados. Vinte pessoas decidiram entregar suas vidas a Jesus, e outras catorze se comprometeram a fazê-lo em uma oportunidade posterior. Em 22 de agosto de 1914, mais 17 pessoas foram batizadas, agora na cidade vizinha de Santo Amaro, a aproximadamente dez quilômetros de São Paulo. A construção de uma capela para servir como local de adoração para os novos conversos foi finalizada em setembro do mesmo ano.4 Eventos como esse encheram os membros adventistas de entusiasmo. Essa sequência de eventos foi um dos fatores que contribuíram para o estabelecimento da primeira igreja adventista na capital, em 17 de janeiro de 1915.5

O ano de 1915 também foi marcado pela criação do Colégio Adventista Brasileiro (CAB, atual Centro Universitário Adventista de São Paulo, campus São Paulo, ou Unasp-SP). Seu estabelecimento promoveu o desenvolvimento da educação adventista no país.6 Tempos depois, o CAB se tornaria “a maior instituição educacional da IASD no mundo.”7 Embora a criação e o estabelecimento dessa instituição educacional tenham demonstrado o compromisso dos adventistas em servir os jovens, o objetivo da Igreja era atender pessoas de todas as idades.

Nesse contexto, a Igreja focou em ações evangelísticas que também alcançariam as pessoas idosas. Foi estimado que a população idosa de todo o estado de São Paulo era de 4% da população total. Essa porcentagem, embora refletisse a realidade da década de 1920 e 1940,8 era significativa em termos numéricos. Em meados da década de 1930, a capital de São Paulo se tornou a maior cidade no Brasil e a primeira na federação a ultrapassar a quantidade de um milhão de habitantes.9

Ao longo dos anos, a população idosa no Brasil cresceu e, com ela, a necessidade de oferecer serviços para seus interesses específicos. Apesar de já ser uma cidade desenvolvida, a realidade não era diferente em São Paulo. Naquela época, os adventistas já prestavam auxílio através da Sociedade Dorcas.10 Tais contribuições se desenvolveram em diferentes partes do Brasil, assim como nas regiões da grande São Paulo. Contudo, era evidente que ações missionárias mais direcionadas ainda seriam necessárias especificamente para a população mais idosa.

Na época, houve uma transição na liderança da Igreja Adventista no estado de São Paulo. Em 1941, vindo do sul brasileiro, Germano Ritter chegou à cidade para assumir a presidência da Associação Paulista (AP). Em seguida, começaram os esforços para o desenvolvimento do trabalho médico-missionário no território de abrangência da AP.11 Como resultado, em 8 de março de 1942, a Clínica de Saúde Liberdade (atual Hospital Adventista São Paulo ou HASP) foi inaugurada. Esta foi a primeira instituição oficial de saúde adventista a ser criada no Brasil.12

Após esse evento, a AP começou a planejar uma assistência mais substancial à população idosa. Em 1943, a associação recomendou à União Sul Brasileira (USB, atual União Central Brasileira) que estudasse a possibilidade de criar um lar para idosos na cidade. Em 2 de dezembro do mesmo ano, os nomes de Germano Ritter, A. Schwantes, Moysés Nigri, R. Belz, Galdino N. Vieira, Maria Dias, Mauro Silveira e J. Santos Pinto13 foram votados para formar uma comissão encarregada de avaliar os planos para a organização de um lar de idosos.

A comissão se reuniu no CAB em janeiro de 1944 e concluiu que a criação de um lar para idosos ajudaria a amenizar os problemas assistenciais dessa população. Além dessa resolução, a comissão avaliou vários pedidos diferentes para a criação de serviços assistenciais específicos. Nessa mesma reunião, a comissão também decidiu que era hora de construir um asilo. Para esse projeto, a associação providenciaria apoio financeiro através dos recursos existentes e de campanhas de arrecadação de fundos. Além disso, a Divisão Sul-Americana foi solicitada a financiar a compra de um terreno próximo ao CAB.14

Alguns meses se passaram antes que a Associação Paulista tivesse a oportunidade de estudar o projeto. Então, uma nova comissão foi formada com o objetivo de avaliar e aconselhar na elaboração da planta do projeto. Sua agenda era a seguinte: (1) avaliar o plano de financiamento da construção e manutenção do lar de idosos; (2) delinear um esboço do regulamento interno da instituição; e (3) escolher o nome da instituição.15 Em 19 de abril de 1945, um novo pedido foi feito às instituições que mantinham a AP (USB e DSA), solicitando a aprovação para iniciar a construção do lar de idosos. O pedido foi acompanhado por um relatório de considerações que sustentavam a necessidade imediata do asilo.

Na época, a associação recebeu uma doação de um membro da Igreja chamada Maria Dias, que, ao fazer a contribuição, afirmou claramente que a quantia deveria ser usada exclusivamente para construir o lar de idosos. A AP já havia adquirido o terreno para a construção.16 Além da área para um prédio, o terreno tinha um pomar.17 No entanto, o final da década estava se aproximando, e o sonho de construir um lar de idosos ainda não havia sido realizado. Em 1948, a Associação Paulista pediu à Sociedade Dorcas que realizasse uma campanha especial de Natal em toda a associação, da qual 50% da renda seria usada para o lar de idosos.18 O plano era que, inicialmente, a instituição abrigasse não apenas pessoas idosas, mas também órfãos e outras pessoas carentes. Na época, havia 189 congregações adventistas no estado de São Paulo, bem como instituições como o CAB e a Clínica de Saúde Liberdade.19

Fundação da Instituição

A construção começou em abril de 1948, na propriedade adquirida pela AP, no bairro Vila Guarani, em São Paulo. Para financiar a construção, a assistência da USB foi necessária, e parte dos lucros da Clínica de Saúde Liberdade também foram usados para esse propósito.20 Ernesto Bohry supervisionou a construção. Para limpar a estrada que levaria ao asilo, Norman Manski foi contratado. As campanhas continuaram a levantar fundos para o projeto.21

A construção não foi concluída com facilidade. Muitos obstáculos surgiram durante o processo antes que fosse possível inaugurar o tão sonhado estabelecimento. No final de 1949, faltava apenas a instalação de água e eletricidade. Tentando resolver o problema da eletricidade, o lar de idosos foi auxiliado por vizinhos, que forneceram uma nova instalação de rede elétrica. Para que tudo fosse concluído com sucesso, o asilo recebeu outras contribuições, incluindo fundos do CAB e da fábrica de alimentos saudáveis Superbom.22

Apesar dos obstáculos, os líderes da Igreja esperavam que o edifício estivesse completo em 27 de fevereiro de 1950. No entanto, quando o dia chegou, o local não estava pronto para ocupação. Além disso, alguns equipamentos médicos estavam faltando. Dentro de poucas semanas, esse equipamento foi obtido por meio das contribuições financeiras de Ilida Nigri, Cecília Kuempel, Isaura Peixoto, Isolina Waldvogel, entre outros.23

Em 1950, a liderança da AP concluiu que não podiam esperar que todos os detalhes estivessem prontos para abrir o asilo. Estava evidente que seus serviços eram urgentemente necessários, pois alguns idosos adventistas estavam perto do abandono, enquanto outros estavam perto da morte em outras instituições, sem o conforto espiritual de que necessitavam. Outro problema agravante foi que alguns idosos que ficaram doentes não tinham familiares para cuidar deles. Quando eram hospitalizados na Clínica de Saúde Liberdade, eles não queriam sair porque a vida fora do hospital tinha muitas incertezas. Assim, foi tomada a decisão de agilizar a inauguração do lar de idosos.24

O lar de idosos foi finalmente aberto em setembro de 1950. Na cerimônia de inauguração, foi chamado de Lar Adventista da Velhice, carinhosamente conhecido como Lar da Velhice. A instituição foi estabelecida a quilômetros de São Paulo, em uma área consideravelmente grande, cercada pela natureza.25 Para dirigir a casa, a Associação Paulista convidou o Pastor Germano Conrado para ser o primeiro administrador. A instituição também tinha um conselho administrativo composto pelo presidente da USB, o presidente e o tesoureiro da AP, o diretor da Clínica de Saúde Liberdade, o diretor do asilo, o diretor do departamento de serviço social da AP e um membro do conselho nomeado pela administração da AP.26

Os primeiros residentes puderam finalmente dar entrada no asilo em 5 de novembro de 1950. Eram eles Estevam Massmann e sua irmã. No dia seguinte, mais três mulheres idosas chegaram: Josefina M. da Silva, Josina A. Barreto e Virgília França.27 O Lar da Velhice tinha capacidade para abrigar até 25 pessoas. O lugar oferecia a seus moradores atividades como jardinagem, irrigação de plantas e outras atividades manuais que ajudavam as pessoas idosas a ter uma experiência de vida mais dinâmica.28

Até o final de 1950, a política de admissão no Lar da Velhice tinha poucos requisitos. No entanto, após perceber certos riscos possíveis, foram criadas diretrizes mais rigorosas. Uma das complicações era que a casa não contava com enfermeiras de assessoramento constante que pudessem cuidar de residentes com dificuldades visuais e motoras, ou idosos que precisassem de cuidados médicos específicos. Além disso, devido ao grande número de candidatos que estavam quase ou completamente desamparados, os idosos cujas famílias tinham a possibilidade de mantê-los sob seus cuidados não seriam aceitos, a menos que houvesse quartos vagos. Essas regras, embora restritivas, foram necessárias para garantir o bom funcionamento do asilo e para evitar possíveis complicações legais.29

História da Instituição

Durante as décadas seguintes, o Lar da Velhice organizou eventos sociais que enriqueceram a rotina dos idosos. Um deles foi em maio de 1964, quando a Sociedade Dorcas homenageou as pessoas idosas no Dia das Mães. Naquela ocasião, a sociedade lhes deu 24 mantas e doou uma nova máquina de polir pisos. Durante o evento, houve vários momentos comoventes, e lágrimas, sorrisos e aplausos de reconhecimento marcaram a ocasião.30 Este foi um dos diversos programas oferecidos pela Sociedade Dorcas ao longo dos anos.31

Ao longo de sua história, o Lar da Velhice teve um considerável número de residentes. De 25 residentes em 1950, ele aumentou para 40 em 1964. Pessoas idosas com diferentes tipos de necessidades eram atendidas no local. Em 1966, a casa recebeu uma senhora chamada Elvira, que sofria de uma doença na coluna vertebral que a obrigou a se locomover em uma cadeira de rodas. Devido a essa doença grave, ela foi recebida na casa aos 40 anos de idade.40 Mesmo em circunstâncias tão desfavoráveis, essa doença não a impediu de viver momentos felizes no Lar da Velhice. Surpreendentemente, ela se casou com Roberto Beckendorf durante os primeiros anos de sua hospitalização. Este é um dos eventos mais conhecidos na história do asilo.33

A década de 1970 foi de grande progresso para o Lar da Velhice.34 Durante esse período, a casa funcionou com a capacidade total de pacientes. Assegurar a saúde espiritual na residência era central para sua missão. Na programação rotineira da casa, dois cultos eram realizados diariamente para os residentes: um culto devocional no refeitório de manhã, antes do desjejum, e um à noite na área da capela.35

No final da década de 1970, o asilo enfrentou algumas adversidades. Suas instalações, assim como sua mobília, sofreram uma deterioração natural devido ao tempo e uso. Como não era possível fazer as melhorias necessárias, o lar não podia mais oferecer serviços adequados. Incapaz de investir a considerável quantia de dinheiro necessária para as melhorias e manter a missão original do asilo, a AP votou no dia 3 de agosto de 1978 em descontinuar gradualmente o Lar da Velhice.36

Na década de 1980, a administração da AP estudou um plano de transferência para as instalações do Lar da Velhice. A ideia era estabelecer um novo edifício para o asilo no Jardim Campo de Fora, no bairro do Capão Redondo, onde já existiam terrenos pertencentes à Igreja Adventista. No entanto, essa realocação não foi realizada. O que foi feito na época foi uma mudança de endereço.37 O novo local para realizar parte das atividades era então na Rua Celavisa, nº 18, no bairro Jardim Alvorada, bairro do Capão Redondo, em São Paulo (SP).38 Entretanto, essa mudança não amenizou as dificuldades que a instituição enfrentava. Impossibilitada de transferir todas as atividades do lar para o novo endereço, ela procurou continuar usando as instalações antigas e desgastadas. Mas a situação era insustentável, devido tanto à condição física quanto à falta de apoio financeiro por parte da AP.39

 Uma possível solução para permitir a continuação do asilo surgiu através de uma parceria entre a AP e uma empresa que apoiava o trabalho médico-missionário da Igreja Adventista. A Golden Cross (uma empresa que na época pertencia ao empresário e benfeitor adventista brasileiro, Milton Afonso) estava disposta a ajudar doando todo o material necessário para uma completa reforma das instalações da instituição. A associação ficou responsável pela mão-de-obra e a Golden Cross assumiu a responsabilidade financeira por toda a reforma, até a sua conclusão.40 Após uma reunião administrativa realizada em 8 de dezembro de 1988, ficou decidido que o nome da instituição seria mudado para Centro Adventista de Convivência para Idosos (CACI).41

Essa reforma prolongou a vida do asilo por aproximadamente mais 20 anos. Mesmo assim, foi necessário fechá-lo em 2007. O CACI fez uma importante contribuição para a história do adventismo no estado de São Paulo por cerca de 57 anos.42 Em seus últimos anos de operação, o lar tinha 10 funcionários e suas instalações consistiam em 12 quartos, seis banheiros, um piso térreo, uma lavanderia, uma rouparia, um depósito, uma capela para encontros religiosos, três casas para pessoas idosas e uma para o administrador.43

O Papel Histórico da Instituição

Por mais de 50 anos, o Centro Adventista de Convivência para Idosos preencheu uma lacuna no atendimento aos idosos. Sua missão era cuidar do bem-estar físico, mental, social e espiritual de seus pacientes. Assim, durante o tempo em que esteve aberta, a instituição seguiu os princípios de bem-estar herdados pela Igreja Adventista através da mensagem profética de Ellen G. White.44 Ao longo dos anos, a casa ganhou uma reputação de excelente atendimento. A instituição deixou um legado de amor cristão para todas as pessoas idosas que ali receberam cuidados.

Lista de Nomes

Lar Adventista da Velhice (1950-1988), Centro Adventista de Convivência para Idosos (1989-2007).

Lista de Diretores

Germano Conrado (1950-1955), Fernando Garcia (1956), Odorino Souza (1957), Edson Gomes (1958), Benedito Lisboa (1959-1960), Benoni Teixeira (1961), Antônio Torres (1962-1963), Frida Lopes (1964-1971), Romualdo Ferreira da Silva (1971-1974), Antônio Torres (1974-1976), Evaldo Krahembull (1976-1982), José Mendes (1982-1985), Alvino Xavier de Campos (1985-1992), Rubens Segre Ferreira (1993-2007).45

Referências

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Zanirato, Silvia Helena. “São Paulo 1930/1940: novos atores urbanos e a normatização social.” Artigo acadêmico da Universidade de Maringá, 2000.

Notas de Fim

  1. Francisco César Alves Ferraz, “As Guerras Mundiais e seus veteranos: uma abordagem comparativa,” Revista Brasileira de História 28, nº 56 (dezembro de 2008): 463-486.
  2. W. Spies, “Missão Paulista,” Revista Mensal 7, nº 8 (agosto de 1912): 4-5.
  3. John Lipke, “Missão do Estado de S. Paulo,” Revista Mensal 9, nº 5 (maio de 1914): 2-5.
  4. Ibid.
  5. Edson Rosa (ed.), 100 anos: conduzindo vidas em São Paulo, (Tatuí, São Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 2006), 31.
  6. Elder Hosokawa, “Da colina, rumo ao mar: Colégio Adventista Brasileiro, Santo Amaro, 1915-1947,” (Tese de Mestrado da Universidade de São Paulo, 2001), 88.
  7. Márcio Dias Guarda, “Ensino Superior,” Revista Adventista, 6 de maio de 2015, acessado em 23 de maio de 2019, https://bit.ly/2WbEpdZ.
  8. Rodolpho T. Junior, José Cândido MS Machado e Fernanda Carvalho, “Perfil demográfico e condições sanitárias dos idosos em área urbana do Sudeste do Brasil” (Artigo acadêmico, Universidade do Estado de São Paulo, 1995), 490.
  9. Silvia Helena Zanirato, “São Paulo 1930/1940: novos atores urbanos e a normatização social,” (Artigo acadêmico, Universidade de Maringá, 2000), 1.
  10. “A Sociedade Dorcas foi uma entidade de assistência estabelecida pela Igreja Adventista do Sétimo Dia em 1874, com o objetivo de "atender aos pobres e necessitados" nas igrejas locais. O nome deriva do caráter bíblico Tabita, ou Dorcas, uma cristã fiel que ajudava os pobres (Atos 9:36). Atualmente, é chamado de Ação Solidária Adventista (ASA).” Divisão Sul-Americana, Manual da Ação Solidária Adventista, (Brasília, Brasil: Divisão Sul-Americana, 2016): 13.
  11. Edson Rosa (ed.), 100 anos: conduzindo vidas em São Paulo, (Tatuí, São Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 2006), 49.
  12. Hospital Adventista São Paulo, “História” acessado em 29 de abril de 2019, https://bit.ly/2Xt3b8p.
  13. Ronaldo Alberto de Oliveira, secretário executivo da Associação Paulistana, mensagem de e-mail para Carlos Flavio Teixeira, editor associado da ESDA, 20 de maio de 2019.
  14. Ibid.
  15. Ibid.
  16. Daniel Luis da Silva, “Centro Adventista de Convivência para Idosos: ‘Lar da Velhice’,” Monografia: Instituto Adventista de Ensino, 1990, 2, 7.
  17. Ronaldo Alberto de Oliveira, secretário executivo da Associação Paulistana, mensagem de e-mail para Carlos Flavio Teixeira, editor associado da ESDA, 20 de maio de 2019.
  18. Atas da Associação Paulista, 10 de novembro de 1948, voto nº 368-48.
  19. “Ecos da Assembleia da Associação Paulista,” Revista Adventista, abril de 1948, 12; “São Paulo Conference [Associação Paulista],” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, DC: Review and Herald Publishing Association, 1949), 168.
  20. Ronaldo Alberto de Oliveira, secretário executivo da Associação Paulistana, mensagem de e-mail para Carlos Flavio Teixeira, editor associado da ESDA, 20 de maio de 2019.
  21. Ibid.
  22. Daniel Luis da Silva, “Centro Adventista de Convivência para Idosos: ‘Lar da Velhice’,” Monografia: Instituto Adventista de Ensino, 1990, 3.
  23. Ronaldo Alberto de Oliveira (secretário executivo da Associação Paulistana), mensagem de e-mail para Carlos Flavio Teixeira (editor associado da ESDA), 20 de maio de 2019.
  24. Ibid.
  25. Atas da Associação Paulista, 30 de janeiro de 1950, voto nº 50-50.
  26. Ronaldo Alberto de Oliveira (secretário executivo da Associação Paulistana), mensagem de e-mail para Carlos Flavio Teixeira (editor associado da ESDA), 20 de maio de 2019.
  27. Daniel Luis da Silva, “Centro Adventista de Convivência para Idosos: ‘Lar da Velhice’,” (Monografia: Instituto Adventista de Ensino, 1990), 4.
  28. Leandro Bertoldo, História e memória do adventismo em Mogi das Cruzes 1913-2017, (Rio de Janeiro: Litteris, 2018), 229.
  29. Ronaldo Alberto de Oliveira (secretário executivo da Associação Paulistana), mensagem de e-mail para Carlos Flavio Teixeira (editor associado da ESDA), 20 de maio de 2019.
  30. Duilio Parotti, “Festa das Mães no ‘Lar da Velhice’,” Revista Adventista, nº 9, ano 59 (setembro de 1964): 25.
  31. Keppke, “Dorcas Alemãs no Lar da Velhice,” Revista Adventista, nº 12, ano 59 (dezembro de 1964): 21; R. Rueschel, “Visitando o ‘Lar da Velhice’,” Revista Adventista, outubro de 1971, 27.
  32. Roberto Beckedorff, “Elvira,” Revista Adventista, dezembro de 1971, 20; “Elvira Perebone Beckendorf,” Revista Adventista, junho de 1987, 36.
  33. Centro Nacional da Memória Adventista, “Centro Adventista de Convivência para Idosos,” acessado em 2 de julho de 2020, https://bit.ly/2zUR4If.
  34. Daniel Luis da Silva, “Centro Adventista de Convivência para Idosos: ‘Lar da Velhice’,” Monografia: Instituto Adventista de Ensino, 1990, 17.
  35. Roberto Beckedorff, “Lar da Velhice,” Revista Adventista, abril de 1970: 29.
  36. Atas da Associação Paulista Leste, 3 de agosto de 1978, voto nº 78-239.
  37. Ronaldo Alberto de Oliveira (secretário executivo da Associação Paulistana), mensagem de e-mail para Carlos Flavio Teixeira (editor associado da ESDA), 20 de maio de 2019.
  38. “São Paulo Old People’s Home [Lar Adventista da Velhice],” Seventh-day Adventist Yearbook(Hagerstown, MD: Review and Herald Publishing Association, 1984), 523.
  39. Daniel Luis da Silva, “Centro Adventista de Convivência para Idosos: ‘Lar da Velhice’,” Monografia: Instituto Adventista de Ensino, 1990, 15.
  40. Ibid., 15-16.
  41. Ronaldo Alberto de Oliveira, secretário executivo da Associação Paulistana, mensagem de e-mail para Carlos Flavio Teixeira, editor associado da ESDA, 20 de maio de 2019.
  42. “São Paulo Old People’s Home [Centro Adventista de Convivência para Idosos],” Seventh-day Adventist Yearbook(Hagerstown, MD: Review and Herald Publishing Association, 2008), 257.
  43. Leandro Bertoldo, História e memória do adventismo em Mogi das Cruzes, 1913-2017, (Rio de Janeiro: Litteris, 2018), 229.
  44. Ellen White, Conselhos Sobre o Regime Alimentar, (Tatuí, São Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 2002), 73.
  45. “São Paulo Old People’s Home [Lar Adventista da Velhice], “Seventh-day Adventist Yearbook(Hagerstown, MD: Review and Herald Publishing Association, 1984), 523; “São Paulo Old People’s Home [Centro Adventista de Convivência para Idosos],” Seventh-day Adventist Yearbook (Hagerstown, MD: Review and Herald Publishing, 2004), 561; Daniel Luis da Silva, “Centro Adventista de Convivência para Idosos: ‘Lar da Velhice’,” Monografia: Instituto Adventista de Ensino, 1990, 16. Informações mais detalhadas sobre todos os oficiais administrativos podem ser encontradas nos anuários adventistas de 1984 a 2004.
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Vieira, Adilson da Silva. "São Paulo Old People’s Home." Encyclopedia of Seventh-day Adventists. December 11, 2021. Accessed February 29, 2024. https://encyclopedia.adventist.org/article?id=AIHA.

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