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Jessie Halliwell with a patient

Photo courtesy of Brazilian White Center - UNASP.

Halliwell, Jessie Viola (1894–1962)

By The Brazilian White Center – UNASP

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The Brazilian White Center – UNASP is a team of teachers and students at the Brazilian Ellen G. White Research Center – UNASP at the Brazilian Adventist University, Campus Engenheiro, Coelho, SP. The team was supervised by Drs. Adolfo Semo Suárez, Renato Stencel, and Carlos Flávio Teixeira. Bruno Sales Gomes Ferreira provided technical support. The following names are of team members: Adriane Ferrari Silva, Álan Gracioto Alexandre, Allen Jair Urcia Santa Cruz, Camila Chede Amaral Lucena, Camilla Rodrigues Seixas, Daniel Fernandes Teodoro, Danillo Alfredo Rios Junior, Danilo Fauster de Souza, Débora Arana Mayer, Elvis Eli Martins Filho, Felipe Cardoso do Nascimento, Fernanda Nascimento Oliveira, Gabriel Pilon Galvani, Giovana de Castro Vaz, Guilherme Cardoso Ricardo Martins, Gustavo Costa Vieira Novaes, Ingrid Sthéfane Santos Andrade, Isabela Pimenta Gravina, Ivo Ribeiro de Carvalho, Jhoseyr Davison Voos dos Santos, João Lucas Moraes Pereira, Kalline Meira Rocha Santos, Larissa Menegazzo Nunes, Letícia Miola Figueiredo, Luan Alves Cota Mól, Lucas Almeida dos Santos, Lucas Arteaga Aquino, Lucas Dias de Melo, Matheus Brabo Peres, Mayla Magaieski Graepp, Milena Guimarães Silva, Natália Padilha Corrêa, Rafaela Lima Gouvêa, Rogel Maio Nogueira Tavares Filho, Ryan Matheus do Ouro Medeiros, Samara Souza Santos, Sergio Henrique Micael Santos, Suelen Alves de Almeida, Talita Paim Veloso de Castro, Thais Cristina Benedetti, Thaís Caroline de Almeida Lima, Vanessa Stehling Belgd, Victor Alves Pereira, Vinicios Fernandes Alencar, Vinícius Pereira Nascimento, Vitória Regina Boita da Silva, William Edward Timm, Julio Cesar Ribeiro, Ellen Deó Bortolotte, Maria Júlia dos Santos Galvani, Giovana Souto Pereira, Victor Hugo Vaz Storch, and Dinely Luana Pereira.

 

 

First Published: January 29, 2020

Jessie Viola Halliwell,1 enfermeira, professora e missionária,2 nasceu em 22 de fevereiro de 1894, em Nebraska, Estados Unidos.3 Nascida na família Rowley,4 casou-se com o engenheiro elétrico5 Leo B. Halliwell,6 com quem teve dois filhos: Jack e Marian Halliwell.7 Junto ao esposo, Jessie contribuiu com o trabalho médico missionário da Igreja Adventista do Sétimo Dia no Brasil.8

Por volta de 1911, a família Rowley se mudou para Odessa, Nebraska. Nessa época, era comum entre as famílias organizar danças para a comunidade. Como os Rowleys haviam acabado de chegar à cidade, Jessie aproveitou a oportunidade para participar. Ali seu olhar se encontrou com o de um violinista, Leo Blair Halliwell. Sem hesitar, o jovem rapaz convidou Jessie para uma dança, o que contribuiu para aumentar seus sentimentos por ela. Ao fim da dança, Leo procurou conhecê-la melhor. Quando descobriu que Jessie trabalhava em um grande supermercado da região, mudou sua rotina de compras para que pudesse vê-la com maior frequência.9

Eles ficaram noivos no final do verão. Como Jessie e Leo eram bastante novos, acharam melhor priorizar os estudos. Planejaram se casar depois que terminassem a faculdade.10 Enquanto Leo cursava Engenharia em Lincoln, Nebraska, Jessie participou de uma semana de conferências públicas sobre a Bíblia. Ao final das reuniões, ela foi batizada e se tornou uma Adventista do Sétimo Dia.11

Após sua conversão, Jessie decidiu estudar Enfermagem no Union College,12 localizado em Lincoln, Nebraska, onde seu noivo morava em uma pensão e estudava Engenharia Elétrica na universidade pública local.13 Jessie e Leo tinham planos de se casar depois da formatura dela, mas Jessie não se casaria com uma pessoa que não fosse adventista. Por isso, mesmo sem entender as crenças adventistas, Leo procurou uma igreja adventista para que pudesse ser batizado. Assim, Jessie graduou-se em 1º de outubro de 1916, e dois dias depois se casou com Leo B. Halliwell.

Leo trabalhava em uma fábrica britânica que produzia equipamentos para a guerra localizada em Charles City, Iowa, para onde eles se mudaram após o casamento.14 Em outubro de 1918, grávida, Jessie contraiu a gripe espanhola. A enfermeira que cuidou dela registrou a criança como Claris, mas os pais o chamaram de Jack.15

O que entristecia Jessie em seu casamento era a fé vacilante de Leo.16 Próximo à data em que aconteceria uma reunião evangelística, Leo acidentou-se no trabalho. Por isso, recebeu uma licença de dez dias, o que lhe permitiu participar das reuniões junto a Jessie. Essas reuniões transformaram os objetivos de vida de Leo, fazendo-o almejar por mais do que ser um simples engenheiro.17 Na primavera de 1920, depois da leitura de livros que o motivaram a se envolver com trabalho missionário, Leo abandonou o emprego e se inscreveu para servir como evangelista na associação da qual era membro.18

Jessie e Leo se mudaram para Cedar Falls, onde auxiliaram a organizar uma semana de evangelismo. Então, foram transferidos para Fort Madison, onde ficaram responsáveis pelas igrejas do distrito. Após um ano de trabalho, foram chamados para ser missionários no Brasil. Como os membros de suas famílias não eram adventistas, eles ficaram relutantes com a ida do casal, mas Jessie e Leo aceitaram o chamado para servir.19

Em 15 de outubro de 1921, Jessie, esposo e filho embarcaram no navio transatlântico Aeolus rumo ao Brasil.20 De Nova Iorque, viajaram para o Rio de Janeiro, onde chegaram em 30 de outubro. Na viagem, Jessie e Leo estiveram acompanhados de muitos outros missionários, inclusive o casal Landes,21 pioneiros do Presbiterianismo no Brasil.22

Após a chegada ao Rio de Janeiro, os Halliwells foram enviados para a Missão Baiana, da qual Leo seria o presidente.23 Como não haviam aprendido o português ainda, Gustavo S. Storch, que era fluente em inglês, foi escolhido para os acompanhar.24 Na chegada a Salvador, alugaram um sobrado antigo no centro da cidade.25 Entretanto, a ausência de assistência financeira tornou o seu trabalho muito mais difícil. Diante dessa situação, como Jessie era uma enfermeira especializada em obstetrícia, ela começou a ajudar no parto das mulheres da região, tendo em vista os fundos para manter o funcionamento da missão. Nessa época, poucas mulheres tinham acesso a hospitais, e por isso Jessie era chamada com cada vez mais frequência; como resultado, muitas pessoas foram convertidas à fé adventista.26

Depois de dois meses de trabalho na Bahia, Jessie descobriu que Jack havia pegado malária. Isso preocupou o casal missionário e fez com que se mudassem para a costa baiana.27 Em 1922 nasceu Marian, a brasileira da família Halliwell.28

Em 1928, após sete anos de contribuição à antiga Missão Bahia-Sergipe,29 cujo território abrangia ambos os estados, Jessie e Leo foram chamados para trabalhar na Missão Baixo-Amazonas, que correspondia aos estados do Ceará, Piauí, Maranhão, Pará, Amazonas e Acre.30 Suas dificuldades aumentaram, especialmente com relação ao transporte entre as cidades. Para chegar ao interior, precisavam viajar em barcos a vapor,31 que não ofereciam nenhum tipo de conforto ou segurança aos passageiros.32 Depois de um ano utilizando esse tipo de transporte, o casal conversou sobre a possibilidade de construir sua própria lancha.33 Embora Jessie reconhecesse essa necessidade, argumentou sobre a falta de fundos para construir um barco. Durante as férias de 1930, decidiram arrecadar dinheiro nas igrejas e reuniões campais que visitaram nos Estados Unidos. Dessa maneira, conseguiram coletar o valor suficiente para construir uma lancha.34,35,36

Ao retornarem para o Brasil, Leo mostrou seu projeto para Afonso, quem seria o responsável pela construção e que havia sido o construtor das lanchas usadas para a colportagem na região.37 Depois de muito trabalho, em 4 de julho de 1931, em Belém, Jessie inaugurou a lancha com uma garrafa de guaraná e a batizou de Luzeiro I.38 Assim, a lancha se tornou o lar,39 escola,40 igreja e hospital com a qual os Halliwells ajudaram as comunidades no Amazonas.41

Jessie valorizava muito a educação para crianças e jovens. Para os mais novos, ela era uma professora, ensinando os conhecimentos básicos. Para os mais velhos, era uma espécie de madrinha para os que desejavam cursar o ensino superior.42 Como havia colportado no passado, pôde ensinar muitos jovens a conseguirem os recursos necessários para a faculdade por meio da colportagem. Quando via que um estudante não conseguiria os recursos necessários, pedia ajuda aos seus amigos norte-americanos, que lhe enviavam a quantia faltante.43 Dessa maneira, Jessie contribuiu para que muitos pudessem estudar no Colégio Adventista Brasileiro (hoje UNASP-SP), pessoas que futuramente se tornariam obreiros da Igreja Adventista do Sétimo Dia.44

Tempos depois, uma segunda lancha foi construída, chamada Luzeiro II.45 A primeira lancha foi deixada aos cuidados de outro obreiro adventista norte-americano, Fred Pritchard, que trabalhou pela mesma causa que os Halliwells.46

Jessie serviu à Igreja como missionária licenciada no Amazonas por 24 anos (1933-1957).47 Nessa função ela ajudou pessoas com malária, ancilostomose, bouba, kala-azar (leishmaniose visceral), lepra e úlceras tropicais. Além disso, salvou a muitos de picadas de cobras venenosas, e ajudou no parto de muitas mulheres.48 Nesse período, o casal Halliwell percebeu a grande necessidade de se construir uma clínica em Belém. Em 1942, alugaram um sobrado no qual o térreo serviria como clínica e o segundo piso como moradia para o médico. Dessa maneira, a população que ansiava pela ajuda de um médico também receberia auxílio espiritual. O cuidado médico era uma porta aberta que levava muitos a abraçarem a fé adventista. Algum tempo depois, os Halliwells perceberam que apenas uma clínica não seria suficiente para ajudar a todos. Então, em 1951, arrecadaram dinheiro suficiente para comprar um terreno em Marco, um bairro afastado da cidade, onde construíram o Hospital Adventista de Belém.49 Nos sete anos seguintes,50 continuaram a utilizar a assistência médica como forma de abertura para o trabalho missionário.51

Leo e Jessie foram notavelmente homenageados por suas várias contribuições. Antes de retornarem aos Estados Unidos, foram condecorados pelo governo brasileiro com a Comenda Nacional da Cruz Vermelha.52 A comenda é votada pelo congresso nacional e outorgada pelo presidente da República exclusivamente a estrangeiros que beneficiaram grandemente a população brasileira. Jessie foi a primeira mulher da história brasileira a receber tal honraria.53 Em seguida, ela se aposentou e voltou aos Estados Unidos em 1958.54

Ainda assim, continuou contribuindo ao enviar auxílio financeiro para muitos estudantes. Mesmo quando idosa e debilitada, continuava a se preocupar com aqueles que havia deixado no Brasil.55 Seu trabalho no Amazonas foi tão impactante à comunidade que o nome “Jessie” se tornou comum entre aqueles habitantes.56 Ela faleceu em 27 de setembro de 1962, aos 68 anos,57 por decorrência de uma doença adquirida após seu retorno aos Estados Unidos.58

Jessie Viola Halliwell prestou relevante contribuição à Igreja Adventista do Sétimo Dia através do trabalho médico-missionário como enfermeira e professora. Como resultado de sua influência, muitas pessoas foram convertidas à fé adventista, promovendo assim o crescimento do Adventismo no Brasil.

Referências

Ana, P., Desafio nas Águas: um resgate da história das lanchas médico-missionárias da Amazônia. 1ª edição, Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2009.

Divisão de polícia marítima, aérea e de fronteiras – DPMAF Relações de passageiros em vapores. In: Acervo do Centro Nacional da Memória Adventista/Centro de Pesquisas Ellen G. White: UNASP-EC, Engenheiro Coelho, SP. Estante 2. Prateleira 13. Pasta “Halliwell, Jessie Viola.” Acessado em 11 de maio, 2018.

“Halliwell.” Revista Adventista, ano 58, no. 4, abril,1963, 34. Acessado em 11 de maio, 2018, http://acervo.revistaadventista.com.br/capas.cpb.

Halliwell, Leo B. Light in the Jungle, New York, NY: David McKay Company, 1959.

Imagem e Informação Adicional sobre a lápide de Jessie Viola Halliwell. In: Acervo do Centro Nacional da Memória Adventista/Centro de Pesquisas Ellen G. White: UNASP-EC, Engenheiro Coelho, SP. Estante 2. Prateleira 13. Pasta “Halliwell, Jessie Viola.” Acessado em 11 de maio, 2018.

Katie, T. O. Lightbearer to the Amazon. Boise, ID: Pacific Press Publishing Association, 1944.

Loriza, K., Uma Igreja na Selva: A história sobre pioneirismo da Igreja Adventista no Amazonas (Campinas, SP: Millennium Editora, 2016).

Matos, A. S., 2018, História da Igreja: Igreja presbiteriana de Botucatu, 2014, http://cpaj.mackenzie.br/historiadaigreja/pagina.php?id=281.

Matos, A. S., 2018, História da Igreja: Pioneiros presbiterianos no Brasil – Igreja do Norte, 2014, http://cpaj.mackenzie.br/historiadaigreja/pagina.php?id=230.

“No Amazonas.” Revista Adventista, ano 37, no. 4, abril,1942, 32. Acessado em 13 de maio, 2018, http://acervo.revistaadventista.com.br/capas.cpb.

Seventh-day Adventist Yearbook. Washington D.C.: Review and Herald Publishing Association. Years 1921, 1928-1929, 1934, 1958. Acessado em 11 de maio, 2018. https://www.adventistyearbook.org/old-yearbooks.

Streithorst, O. S. Leo Halliwell na Amazônia. Santo André, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1979.

Utt, Richard H. A Century of Miracles, Mountain View, CA: Pacific Press Publishing Association, 1963.

Notas de Fim

  1. Jessie Viola Halliwell (Acervo do Centro Nacional da Memória Adventista/Centro de Pesquisas Ellen G. White: UNASP-EC, Engenheiro Coelho, SP).
  2. A. Paula, Desafio nas Águas: um resgate da história das lanchas médico-missionárias da Amazônia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2009), 28-29.
  3. Jessie Viola Halliwell (Acervo do Centro Nacional da Memória Adventista/Centro de Pesquisas Ellen G. White: UNASP-EC, Engenheiro Coelho, SP).
  4. O. S. Streithorst, Leo Halliwell na Amazônia (Santo André, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1979), 18.
  5. Ibid., 19.
  6. Paula, 28-29.
  7. Ibid., 28.
  8. “Halliwell,” Revista Adventista, no. 4, abril,1963, 34.
  9. Streithorst, 17-18.
  10. Ibid., 18.
  11. Ibid., 20-21.
  12. Paula, 28.
  13. Streithorst, 21; e K. T. Oliver, Lightbearer to the Amazon (Boise, ID: Pacific Press Publishing Association, 1944), 7.
  14. Streithorst, 24.
  15. Ibid., 27.
  16. Ibid., 24, 27.
  17. Ibid. 27.
  18. Streithorst, 28; e “Iowa Conference,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1921), 46.
  19. Streithorst, 28.
  20. Ibid., 29-30.
  21. Divisão de polícia marítima, aérea e de fronteiras – DPMAF Relações de passageiros em vapores (Acervo do Centro Nacional da Memória Adventista/Centro de Pesquisas Ellen G. White: UNASP-EC, Engenheiro Coelho, SP).
  22. A. S. Matos, 2018, História da Igreja: Pioneiros presbiterianos no Brasil – Igreja do Norte, 2014; e A. S. Matos, 2018, História da Igreja: Igreja presbiteriana de Botucatu, 2014.
  23. Streithorst, 30.
  24. Ibid., 32-33.
  25. Ibid. 33.
  26. L. Kettle, Uma Igreja na Selva: A história sobre pioneirismo da Igreja Adventista no Amazonas (Campinas, SP: Millennium Editora, 2016), 12; e Streithorst, 36.
  27. Streithorst, 37-38.
  28. Ibi., 38; e Paula, 28.
  29. Streithorst, 44; e Paula, 21-22.
  30. “Lower Amazon Mission,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1929), 204.
  31. Streithorst, 44.
  32. Ibid, 48-49.
  33. Halliwell, 94.
  34. Streithorst, 50.
  35. “Bahia Mission,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1928), 196.
  36. Streithorst, 44; e Paula, 21-22.
  37. Ibid, 50, 51.
  38. Kettle, 16; e Streithorst, 54.
  39. Streithorst, 53-54.
  40. Paula, 29.
  41. Streithorst, 53, 72.
  42. Paula, 29.
  43. Kettle, 21.
  44. Paula, 29; e Kettle, 21.
  45. “No Amazonas,” Revista Adventista, ano 37, no. 4, abril,1942, 32.
  46. Streithorst, 73.
  47. “Lower Amazonas Mission,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1934), 167; and “South American Division,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1958), 145.
  48. R. H. Utt, A Century of Miracles (Mountain View, CA: Pacific Press Publishing Association, 1963), 117.
  49. Streithorst, 89-90.
  50. Ibid., 44, 138.
  51. Ibid. 90.
  52. Utt, 117.
  53. Streithorst, 155.
  54. Ibid., 134, 138.
  55. Ibid., 134-135.
  56. Utt, 117.
  57. Jessie Viola Halliwell (Acervo do Centro Nacional da Memória Adventista/Centro de Pesquisas Ellen G. White: UNASP-EC, Engenheiro Coelho, SP).
  58. Streithorst, 134.
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UNASP, The Brazilian White Center –. "Halliwell, Jessie Viola (1894–1962)." Encyclopedia of Seventh-day Adventists. January 29, 2020. Accessed February 02, 2023. https://encyclopedia.adventist.org/article?id=DGIR.

UNASP, The Brazilian White Center –. "Halliwell, Jessie Viola (1894–1962)." Encyclopedia of Seventh-day Adventists. January 29, 2020. Date of access February 02, 2023, https://encyclopedia.adventist.org/article?id=DGIR.

UNASP, The Brazilian White Center – (2020, January 29). Halliwell, Jessie Viola (1894–1962). Encyclopedia of Seventh-day Adventists. Retrieved February 02, 2023, https://encyclopedia.adventist.org/article?id=DGIR.