Museu de Arqueologia Bíblica do UNASP-EC

By Janaina Silva Xavier, and Yanka de Araújo Pessoa

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Janaina Silva Xavier

Yanka de Araújo Pessoa

First Published: December 9, 2021

O Museu de Arqueologia Bíblica (MAB) é uma instituição da Igreja Adventista do Sétimo Dia, que funciona no território da União Central Brasileira. Está localizado no Centro Universitário Adventista de São Paulo, campus Engenheiro Coelho (Unasp-EC), na Estrada Municipal Pastor Walter Boger, km 3,5, CEP 13448-900, bairro Lagoa Bonita, na cidade de Engenheiro Coelho, estado de São Paulo, Brasil.

Contexto

Em 1916, o Pastor J. H. Boehm e sua esposa, em uma visita ao interior do estado de São Paulo, passaram pela região onde atualmente está localizada a cidade de Engenheiro Coelho. Naquela época, alguns adventistas já viviam naquela área e, em sua passagem pela região, o Pastor Boehm batizou mais uma pessoa.1 Muitas décadas depois, em 1983, os adventistas do sétimo dia adquiriram a fazenda Lagoa Bonita, que pertencia até então à cidade de Artur Nogueira, no interior de São Paulo. Naquela fazenda, o novo campus do Instituto Adventista de São Paulo (IAE, atual Unasp-EC) foi estabelecido. Alguns anos depois, a cidade de Engenheiro Coelho foi oficialmente organizada e as terras da fazenda Lagoa Bonita se tornaram parte desse novo território. 2

Em 1991, o curso de Teologia foi transferido para o novo campus, e no começo de 1992, o Centro de Pesquisas Ellen G. White, até então localizado no campus do IAE em São Paulo (atual Unasp-SP), também foi transferido para o campus de Engenheiro Coelho. Essa mudança foi feita para que os estudantes no novo campus pudessem usar o espaço do Centro White para estudos acadêmicos. Anos depois, um arqueólogo adventista, Paulo Bork, doou algumas peças de sua coleção pessoal para a instituição. Esses artefatos ficaram sob a responsabilidade do Centro de Pesquisas Ellen G. White devido à sua inclinação para a investigação histórica.3

Fundação do Museu

O Museu de Arqueologia Bíblica começou com aquela iniciativa de Paulo Bork, um arqueólogo que iniciou os seus estudos no Brasil, completando-os nos Estado Unidos.4 Em 1924, o Pacific Union College, na Califórnia, adquiriu dois tabletes babilônicos e doou-os para Bork, que colecionava objetos arqueológicos.Ao longo da sua vida e carreira acadêmica, esse arqueólogo adquiriu numerosas peças históricas para a sua coleção pessoal e, no início da década de 1990, decidiu doá-las ao IAE (Unasp-SP), a fim de compor uma coleção. Essa transferência foi implementada em 1993, quando o arqueólogo doou 110 peças e 200 livros da sua biblioteca técnica em arqueologia.6

Com uma pequena coleção arqueológica formada, em 1999 a liderança do Unasp designou o professor Alberto Timm como diretor e curador do museu. Naquela época, o professor já era diretor do Centro de Pesquisas Ellen G. White. Ao mesmo tempo, a liderança do Centro White também era responsável pelo Centro Nacional da Memória Adventista e, portanto, os artefatos foram mantidos dentro do cofre do centro de pesquisa. A fim de ajudar o professor Timm, alguns professores foram nomeados curadores adjuntos do museu.7

No início de 2000, a mobília do museu foi inaugurada e, em 14 de maio do mesmo ano, a exposição foi aberta ao público. O Museu de Arqueologia Bíblica é o primeiro e maior museu arqueológico bíblico na América Latina. Foi fundado com o intuito de apresentar a cultura relacionada à narrativa bíblica e à origem do cristianismo.8 Além das 110 peças doadas por Paulo Bork, o museu iniciou as suas atividades com várias moedas antigas, dois vasos e uma lâmpada – doados pelo professor Siegfried J. Schwantes e o empresário Milton S. Afonso. Além destas, outras 46 peças de cerâmica e quatro de metal fizeram parte da exposição. Estas foram doadas pelo Museu Rockefeller em Jerusalém, em julho de 1998, ao professor Rodrigo Silva, com autorização da Israel Antiquities Authority [Autoridade de Antiguidades de Israel].9

Desde a sua fundação, o Museu de Arqueologia Bíblica tem sido mantido com recursos e infraestrutura do Unasp-EC. A instituição foi criada com o objetivo de atuar nas três funções da cadeia operacional museológica: preservação, pesquisa e comunicação (exposições e ações educativas). A sua missão é "promover o estudo da historicidade da Bíblia, privilegiando ações para a preservação, investigação e comunicação de coleções arqueológicas do contexto bíblico, estimulando a sociedade à reflexão crítica e ao conhecimento do cristianismo, das suas origens e cultura.” Por essa razão, as obras do museu destinam-se a um público diversificado: estudiosos, pesquisadores e à comunidade em geral, independentemente de sua denominação religiosa. A intenção do museu é ser um local onde todos são bem-vindos.10

História

Em 2012, o Museu recebeu a sua maior coleção de moedas, que incluía cerca de 1500 peças de origem persa, grega, romana, medieval e do antigo Oriente Próximo, bem como moedas do Brasil e de outros países. Também recebeu uma coleção de 178 livros, incluindo Bíblias e obras raras, uma coleção com sete peças pré-colombianas e uma coleção com 25 réplicas de selos dos Correios do Brasil, da série Legado Brasileiro.11 O local de exposição, que se encontra dentro da biblioteca, é de aproximadamente 45 m².12

Nesse local, o Museu de Arqueologia Bíblica tem recebido visitas de diversos públicos, de todas as faixas etárias, compostos por estudiosos e pessoas interessadas em visitar o campus do Unasp-EC. As visitas podem ser agendadas por e-mail ou telefone.13 Em maio de 2013, por exemplo, estudantes do Instituto Adventista de Ensino, campus Hortolândia, que eram membros do Clube de Ciências da instituição, participaram de uma excursão cultural ao museu. Durante a visita à exposição de artefatos antigos, os estudantes também assistiram a uma palestra sobre brinquedos da época de Jesus.14

Devido à grande quantidade de artefatos sob os cuidados do Museu de Arqueologia Bíblica, notou-se a necessidade de construir um edifício definitivo para o museu.15 Em 2013, foi colocada a pedra angular para o início da construção, e a primeira parte da obra deveria ser entregue nesse mesmo ano.16 A instituição recebeu muitas doações para prosseguir com as obras.17 No entanto, os fundos adquiridos não foram suficientes para completar a construção, e foi necessário adiar a inauguração do edifício próprio do museu. Desde então, as obras foram suspensas, aguardando a arrecadação de recursos suficientes para finalizar a construção.18

Mais tarde, em 2016, o Museu de Arqueologia Bíblica, que até então era chamado de Museu Paulo Bork, passou a ser conhecido como Museu de Arqueologia Bíblica do Unasp.  A manutenção do museu, a sua expansão física e a aquisição de peças são da responsabilidade do Unasp-EC, mas também são apoiadas por meio de doações. Desde a sua criação, esse museu fornece conhecimentos culturais e desempenha um papel importante para aqueles que o visitam. É útil para a percepção de um consenso entre a pesquisa acadêmica e a transformação dos seus resultados em conteúdos acessíveis à sociedade. O curso de Teologia do Unasp, por exemplo, mantém um grupo de pesquisa centrado na área arqueológica e, entre os vários grupos de estudo do curso de História, existe um sobre estudos da Antiguidade. A partir dos artefatos expostos pelo Museu de Arqueologia Bíblica, os estudantes podem fazer pesquisas mais enriquecedoras que estão relacionadas com o contexto bíblico.19

A relevância acadêmica do museu é expressa também através de eventos internacionais e cursos especializantes. Em 2017 e 2018, o Unasp realizou o I e II Congresso Internacional de Arqueologia Bíblica, em parceria com o Moriah International Center [Centro Internacional Moriah], reunindo cerca de 400 participantes em cada edição. Os colaboradores do Museu de Arqueologia Bíblica estavam envolvidos em organizar o evento e a ministrar palestras. A cada ano, uma exposição da coleção do MAB era apresentada aos visitantes. Em 2018, na área de publicações, foi lançado o livro Arqueologia: a história, os textos e as escritas – um compilado de textos produzidos pelo Grupo de Estudo de Antiguidades do Unasp. Em 2019, o Unasp-EC iniciou as atividades do curso de pós-graduação em História e Arqueologia Antiga do Oriente Próximo.  A faculdade do curso é composta por colaboradores do museu nas áreas de arqueologia e história.20

Anualmente, o Museu de Arqueologia Bíblica recebe aproximadamente 15 mil visitantes.21 A organização do museu foi estruturada de modo a facilitar a apresentação dos guias e a compreensão dos visitantes. A exposição foi organizada em ordem cronológica e geográfica, subdividindo os artefatos em sete coleções menores: Período Patriarcal (2350 a 1800 a.C.); Período do Êxodo (1800 a 1400 a.C.); Período dos Juízes ou Conquista de Canaã (1400 a 1050 a.C.); Período da Monarquia Unida e Dividida de Israel (1050 a 600 a.C.); Cativeiro Babilônico e Período Pós-cativeiro, incluindo o Período Helenístico (600 a 63 a.C.); Período Romano, de Jesus e Apostólico (63 a.C. a 100 a.C.); e Período Pós-Apostólico, incluindo o Período Bizantino (100 a 1700 a.C.).22

As peças compradas para o museu passam por uma longa jornada de preparação até chegarem à exposição. Primeiro, quando a peça é retirada do seu sítio arqueológico, onde foi encontrada, ela é considerada um artefato. Depois, a peça é ressignificada no mercado para a compra e venda de objetos e torna-se mercadoria. Após entrar para a coleção do museu, a peça torna-se um objeto musealizado.23 Existem atualmente 400 peças em exposição permanente no museu. Pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Universidade de São Paulo (USP) desenvolvem várias pesquisas no Museu de Arqueologia Bíblica. No entanto, o museu ainda não dispõe de um espaço físico adequado para a exposição de todos os seus artigos, nem para receber todas as pessoas que o visitam ou realizam estudos.24

Atualmente, a coleção é composta por 2.400 peças, das quais 400 são arqueológicas, 1.800 são moedas e 200, obras raras.25 O museu também possui réplicas do sarcófago do Faraó Tutancâmon e Ramsés. A primeira veio do Museu do Cairo e, a segunda, do Museu de Israel. Quanto aos artefatos originais, o Museu de Arqueologia Bíblica contém candeeiros da época de Cristo, pregos romanos, vasos de óleo etc.26 Todos os objetos têm um certificado de autenticidade e autorização oficial do país de origem, e algumas dessas peças são datadas de 2300 a.C., desde os tempos dos patriarcas bíblicos.27 O objetivo do Museu de Arqueologia Bíblica é coletar, pesquisar e expor descobertas arqueológicas do período bíblico, a fim de apresentar a cultura do contexto social relacionado com a narrativa bíblica e a origem do cristianismo. Além disso, o museu pretende delinear uma nova abordagem no Brasil, criando uma relação acadêmica e contextual entre os visitantes e o mundo que produziu a Bíblia Sagrada.28

Um dos desafios enfrentados pelo museu é o seu desenvolvimento institucional, que ainda é tímido. Não possui documentação de criação, regulamento interno, pessoal ou orçamento próprio. Esses fatores dificultam uma maior produção na pesquisa ou publicações acadêmicas.29 Outro desafio diz respeito à estrutura física limitada. O museu ainda não tem sede própria, mas sim uma pequena sala de exposições, que é insuficiente para a conservação da coleção e para a extroversão expográfica. Parte da coleção é preservada na reserva técnica do Centro de Pesquisas Ellen G. White, que cede parte da sua estrutura física e servidores ao Museu de Arqueologia Bíblica.30 Em novembro de 2018, empenhando-se para resolver esse último desafio, o museu foi autorizado pelo Ministério da Cultura do Brasil, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, a arrecadar fundos do setor privado para a construção da sua sede definitiva. O prazo de angariação de fundos será prorrogado por um período de dois anos.31

Perspectiva

Atualmente, o Museu de Arqueologia Bíblica tem uma coleção com mais de duas mil peças. Na coleção arqueológica, existem 480 artefatos, cobrindo um período de mais de 4.500 anos – desde o chamado Período de Bronze I (2600 a.C.) até ao século XVI d.C. Essas peças vêm de vários países como o Egito, Síria, Líbano, Jordânia, Inglaterra, Itália, Portugal, Grécia, Iraque e Israel. Existem vasos, jarros, lamparinas, inscrições, ídolos cerâmicos e metálicos. A coleção numismática compreende 1.600 moedas, com peças de origem persa, grega, romana, medieval, do Oriente Próximo e Oriente Médio, bem como uma coleção de moedas do Brasil e de outros países. A coleção de obras raras tem 163 volumes, incluindo Bíblias e livros de sermões (a Bíblia mais antiga do museu é datada de 1528).32

Levando em conta a necessidade de abrigar todo esse material, os responsáveis pelo museu e os seus artefatos pretendem finalizar a construção do edifício onde o museu vai ser instalado. Dessa forma, haverá também mais espaço para ações de pesquisa e educação, além de uma melhor conservação e exposição de peças.33 Como anteriormente mencionado, o Museu de Arqueologia Bíblica está sob a responsabilidade do Centro de Pesquisas Ellen G. White, também localizado no edifício do Centro de Comunicação do Unasp-EC. Devido ao aumento permanente da coleção, é necessário ter um espaço maior com climatização e iluminação, que possa receber o público e preservar os artefatos, além de uma biblioteca pública especializada em arqueologia, onde os estudantes possam desenvolver os seus estudos.34

A direção do Museu de Arqueologia Bíblica continua arrecadando fundos para a construção do projeto arquitetônico da sede do museu. A área reservada para a construção é de aproximadamente dois mil m². O complexo terá dois edifícios: o primeiro já foi construído e tem quase 500 m², que irá comportar o centro de exposições. A segunda unidade terá cerca de 1000 m². O edifício principal terá 686 m² de área construída, com salas de exposição, biblioteca, auditório e laboratório, além do espaço administrativo.35

Listas

Nomes Oficiais: Museu de Arqueologia Bíblica Paulo Bork (1999-2016); Museu de Arqueologia Bíblica do Unasp (2016-atual).36

Curadores: O Pastor Ruben Aguilar Santos foi o responsável pela concepção do projeto mobiliário para a sala de exposições onde o museu foi instalado em 1997. Em 1999, a administração do Unasp decidiu que o Pastor Alberto R. Timm, diretor do Centro de Pesquisas Ellen G. White, também seria o curador do museu arqueológico. Na ocasião, os Professores Ruben Aguilar, Rodrigo Silva e Reinaldo Siqueira foram escolhidos como curadores adjuntos.37

Atualmente, o Professor Rodrigo Silva é o responsável efetivo pelo museu. Como o museu não tem um servidor exclusivo em tempo integral, a Professora Janaina Silva Xavier tem trabalhado como supervisora técnica da coleção desde 2012. Desde esse ano, a equipe dos servidores e bolsistas do Centro de Pesquisas Ellen G. White mantém regularmente o espaço e realiza atividades educacionais. Além disso, professores dos cursos de Tradutor e Intérprete, História e Teologia do Unasp são colaboradores no museu, ministrando palestras e aulas, liderando grupos de pesquisa e publicando materiais sobre arqueologia.38

Referências

Alves, Charliese. “Clube de Ciências visita Museu de Arqueologia no Unasp.” Notícias Adventistas (Online), 5 de junho de 2013.

Boehm, J. H. “Pelo interior de São Paulo.” Revista Mensal 12, nº 2 (fevereiro de 1917): 9.

Fé em Ação. “Museu de Arqueologia Bíblica.” Apresentação em vídeo do Museu de Arqueologia Bíblica (Online), 13 de março de 2018.

Groupsmedia. “CBN - Museo de Arqueología Bíblica en Brasil.” Entrevista em vídeo sobre o Museu de Arqueologia Bíblica (Online), 15 de maio de 2014.

Moura, Vanessa. “Fragmentos da história.” Revista Adventista, nº 1247, ano 107 (abril de 2012).

Museu de Arqueologia Bíblica. Postagem do Facebook, 8 de dezembro de 2018. https://www.facebook.com/.

“Novo IAE comemora décimo aniversário.” Revista Adventista, novembro de 1993.

Senis, Thamiris e Mairon Hothon. “Museu do UNASP, em Engenheiro Coelho, conta com mais de 4 mil peças,” Unasp (Online), 17 de maio de 2018.

Silva, Rodrigo e Janaina Xavier. “Museu de Arqueologia Bíblica Paulo Bork do Centro Universitário Adventista de São Paulo: Os Caminhos do Diálogo com a Unidade.” Revista Memória em Rede 2, nº 7 (julho-dezembro de 2012): 9-11.

Tavares, Valéria Marques dos Santos e Cláudia Rodrigues Ferreira de Carvalho. “Arqueologia do antigo Oriente Próximo no Brasil: o Museu de Arqueologia Bíblica do Centro Universitário Adventista de São Paulo e sua coleção.” Revista Caminhando 22, nº 2 (julho-dezembro de 2017): 38.

UNASP-EC. https://www.unasp.br/ec/.

UNASP. “TV Unasp - Museu Paulo Bork lança pedra fundamental.” Reportagem em vídeo sobre o assentamento da pedra angular do MAB (Online), 4 de abril de 2013.

Xavier, Janaina Silva. “Plano Museológico: uma discussão para o Museu de Arqueologia Bíblica Paulo Bork do Centro Universitário Adventista de São Paulo.” Dissertação de mestrado, Universidade de São Paulo (USP), 2015.

Notas de Fim

  1. H. Boehm, “Pelo interior de São Paulo,” Revista Mensal 12, nº 2 (fevereiro de 1917): 9.
  2. “Novo IAE comemora décimo aniversário,” Revista Adventista, novembro de 1993, 26, 27.
  3. Valéria Marques dos Santos Tavares e Cláudia Rodrigues Ferreira de Carvalho, “Arqueologia do antigo Oriente Próximo no Brasil: o Museu de Arqueologia Bíblica do Centro Universitário Adventista de São Paulo e sua coleção,” Revista Caminhando 22, nº 2 (julho-dezembro de 2017): 38.
  4. Ibid.
  5. Janaina Silva Xavier, “Plano Museológico: uma discussão para o Museu de Arqueologia Bíblica Paulo Bork do Centro Universitário Adventista de São Paulo,” Dissertação de mestrado, Universidade de São Paulo (USP), 2015, 121.
  6. Thamiris Senis e Mairon Hothon, “Museu do UNASP, em Engenheiro Coelho, conta com mais de 4 mil peças,” Unasp, 17 de maio de 2018, acessado em 24 de julho de 2019, https://bit.ly/2Yfiv5u.
  7. Valéria Marques dos Santos Tavares e Cláudia Rodrigues Ferreira de Carvalho, “Arqueologia do antigo Oriente Próximo no Brasil: o Museu de Arqueologia Bíblica do Centro Universitário Adventista de São Paulo e sua coleção,” Revista Caminhando 22, nº 2 (julho-dezembro de 2017): 38.
  8. UNASP-EC, “Museu de Arqueologia,” acessado em 24 de julho de 2019, https://bit.ly/2K1sQgq.
  9. Valéria Marques dos Santos Tavares e Cláudia Rodrigues Ferreira de Carvalho, “Arqueologia do antigo Oriente Próximo no Brasil: o Museu de Arqueologia Bíblica do Centro Universitário Adventista de São Paulo e sua coleção,” Revista Caminhando 22, nº 2 (julho-dezembro de 2017): 38.
  10. Janaina Silva Xavier (supervisora técnica do MAB), mensagem de e-mail para Carlos Flavio Teixeira (editor associado da ESDA), 10 de agosto de 2019.
  11. Valéria Marques dos Santos Tavares e Cláudia Rodrigues Ferreira de Carvalho, “Arqueologia do antigo Oriente Próximo no Brasil: o Museu de Arqueologia Bíblica do Centro Universitário Adventista de São Paulo e sua coleção,” Revista Caminhando 22, nº 2 (julho-dezembro de 2017): 38.
  12. Fé em Ação, “Museu de Arqueologia Bíblica,” apresentação em vídeo do Museu de Arqueologia Bíblica, 13 de março de 2018, acessado em 25 de julho de 2019, https://bit.ly/2LGl0vT.
  13. Valéria Marques dos Santos Tavares e Cláudia Rodrigues Ferreira de Carvalho, “Arqueologia do antigo Oriente Próximo no Brasil: o Museu de Arqueologia Bíblica do Centro Universitário Adventista de São Paulo e sua coleção,” Revista Caminhando 22, nº 2 (julho-dezembro de 2017): 43.
  14. Charlise Alves, “Clube de Ciências visita Museu de Arqueologia no Unasp,” Notícias Adventistas, 5 de junho de 2013, acessado em 24 de julho de 2019, https://bit.ly/2JOU372.
  15. Fé em Ação, “Museu de Arqueologia Bíblica,” apresentação em vídeo sobre o Museu de Arqueologia Bíblica, 13 de março de 2018, acessado em 25 de julho de 2019, https://bit.ly/2LGl0vT.
  16. Unasp, “TV Unasp - Museu Paulo Bork lança pedra fundamental,” reportagem em vídeo sobre o assentamento da pedra angular do MAB, 4 de abril de 2013, acessado em 25 de julho de 2019, https://bit.ly/2OlriDm.
  17. Vanessa Moura, “Fragmentos da história,” Revista Adventista, nº 1247, ano 107 (abril de 2012): 35.
  18. Fé em Ação, “Museu de Arqueologia Bíblica,” apresentação em vídeo sobre o Museu de Arqueologia Bíblica, 13 de março de 2018, acessado em 25 de julho de 2019, https://bit.ly/2LGl0vT.
  19. Valéria Marques dos Santos Tavares e Cláudia Rodrigues Ferreira de Carvalho, “Arqueologia do antigo Oriente Próximo no Brasil: o Museu de Arqueologia Bíblica do Centro Universitário Adventista de São Paulo e sua coleção,” Revista Caminhando 22, nº 2 (julho-dezembro de 2017): 34.
  20. Janaina Silva Xavier (supervisora técnica do MAB), mensagem de e-mail para Carlos Flavio Teixeira (editor associado da ESDA), 10 de agosto de 2019.
  21. Ibid.
  22. Rodrigo Silva e Janaina Xavier, “Museu de Arqueologia Bíblica Paulo Bork do Centro Universitário Adventista de São Paulo: Os Caminhos do Diálogo com a Unidade,” Revista Memória em Rede 2, nº 7 (julho-dezembro de 2012): 9-11.
  23. Valéria Marques dos Santos Tavares e Cláudia Rodrigues Ferreira de Carvalho, “Arqueologia do antigo Oriente Próximo no Brasil: o Museu de Arqueologia Bíblica do Centro Universitário Adventista de São Paulo e sua coleção,” Revista Caminhando 22, nº 2 (julho-dezembro de 2017): 39.
  24. Fé em Ação, “Museu de Arqueologia Bíblica,” apresentação em vídeo sobre o Museu de Arqueologia Bíblica, 13 de março de 2018, acessado em 25 de julho de 2019, https://bit.ly/2LGl0vT.
  25. Thamiris Senis e Mairon Hothon, “Museu do UNASP, em Engenheiro Coelho, conta com mais de 4 mil peças,” Unasp, 17 de maio de 2018, acessado em 24 de julho de 2019, https://bit.ly/2Yfiv5u.
  26. Fé em Ação, “Museu de Arqueologia Bíblica,” apresentação em vídeo sobre o Museu de Arqueologia Bíblica, 13 de março de 2018, acessado em 25 de julho de 2019, https://bit.ly/2LGl0vT.
  27. Groupsmedia, “CBN - Museo de Arqueología Bíblica en Brasil,” entrevista em vídeo sobre o Museu de Arqueologia Bíblica (Online), 15 de maio de 2014, acessado em 24 de julho de 2014, https://bit.ly/2LAJUx3.
  28. Rodrigo Silva e Janaina Xavier, “Museu de Arqueologia Bíblica Paulo Bork do Centro Universitário Adventista de São Paulo: Os Caminhos do Diálogo com a Unidade,” Revista Memória em Rede 2, nº 7 (julho-dezembro de 2012): 7, 8.
  29. Janaina Silva Xavier, “Plano Museológico: uma discussão para o Museu de Arqueologia Bíblica Paulo Bork do Centro Universitário Adventista de São Paulo,” dissertação de mestrado, Universidade de São Paulo (USP), 2015, 121.
  30. Janaina Silva Xavier (supervisora técnica do MAB), mensagem de e-mail para Carlos Flavio Teixeira (editor associado da ESDA), 10 de agosto de 2019.
  31. Museu de Arqueologia Bíblica, postagem do Facebook, 8 de dezembro de 2018 (10:03 a.m.), acessado em 12 de agosto de 2019, https://bit.ly/2MXuxP1.
  32. Ibid.
  33. Ibid.
  34. Valéria Marques dos Santos Tavares e Cláudia Rodrigues Ferreira de Carvalho, “Arqueologia do antigo Oriente Próximo no Brasil: o Museu de Arqueologia Bíblica do Centro Universitário Adventista de São Paulo e sua coleção,” Revista Caminhando 22, nº 2 (julho-dezembro de 2017): 42.
  35. Janaina Silva Xavier (supervisora técnica do MAB), mensagem de e-mail para Carlos Flavio Teixeira (editor associado da ESDA), 10 de agosto de 2019.
  36. Ibid.
  37. Ibid.
  38. Ibid.; para mais informações sobre o Museu de Arqueologia Bíblica, acesse o site https://www.unasp.br/ec/museu-de-arqueologia/ ou a rede social no Facebook: @mabunaspec.
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Xavier, Janaina Silva, Yanka de Araújo Pessoa. "Biblical Archeology Museum of the Brazil Adventist University." Encyclopedia of Seventh-day Adventists. December 09, 2021. Accessed May 23, 2024. https://encyclopedia.adventist.org/article?id=GIH1.

Xavier, Janaina Silva, Yanka de Araújo Pessoa. "Biblical Archeology Museum of the Brazil Adventist University." Encyclopedia of Seventh-day Adventists. December 09, 2021. Date of access May 23, 2024, https://encyclopedia.adventist.org/article?id=GIH1.

Xavier, Janaina Silva, Yanka de Araújo Pessoa (2021, December 09). Biblical Archeology Museum of the Brazil Adventist University. Encyclopedia of Seventh-day Adventists. Retrieved May 23, 2024, https://encyclopedia.adventist.org/article?id=GIH1.