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Sao Paulo Conference headquarters, 2014.

Photo courtesy of Sao Paulo Conference Archives, 2019. 

Associação Paulistana

By Adilson da Silva Vieira, and Ronaldo Alberto de Oliveira

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Adilson da Silva Vieira

Ronaldo Alberto de Oliveira

First Published: October 19, 2021

A Associação Paulistana é uma unidade administrativa da Igreja Adventista do Sétimo Dia, localizada no território da União Central Brasileira. Sua sede fica na Avenida Santo Amaro, nº 2949, no bairro do Brooklin, na cidade de São Paulo, estado de São Paulo, Brasil.

A Associação Paulistana abrange a capital de São Paulo e algumas cidades do oeste de São Paulo, com uma população estimada em 6.161.829 habitantes. A associação tem 35.965 membros batizados, organizados em 63 distritos, com 261 congregações. A média é de um adventista por 171 habitantes. Ela possui 1.930 funcionários, incluindo 179 obreiros e 92 ministros ordenados e licenciados.

A associação conta com 15 instituições educacionais da Rede Educacional Adventista, totalizando 15.182 alunos. São elas: o Colégio Adventista de Araçariguama, localizado em Araçariguama, com 443 alunos; Colégio Adventista de Cotia, em Cotia, com 1.317 alunos; Colégio Adventista Granja Viana, também em Cotia, com 1.060 alunos; Colégio Adventista de Vila Yara, em Osasco, com 1.734 alunos; Colégio Adventista de Ibiúna, em Ibiúna, com 339 alunos; e o Colégio Adventista de São Roque, em São Roque, com 898 alunos. Na cidade de São Paulo, estão o Colégio Adventista do Brooklin, com 688 alunos; Colégio Adventista de Campo Grande, com 461 alunos; Colégio Adventista Cidade Ademar, com 1.101 alunos; Colégio Adventista de Interlagos, com 1.097 alunos; Colégio Adventista da Lapa, com 981 alunos; Colégio Adventista da Liberdade, com 1.875 alunos; Colégio Adventista da Pedreira, com 691 alunos; Colégio Adventista de Americanópolis, com 1.060 alunos; e a Colégio Adventista de Santo Amaro, com 1.437 alunos. 1

A Associação Paulistana também administra diversas instituições assistenciais, entre elas a Creche Araçariguama, em Araçariguama, com capacidade diária aproximada de atendimento para 120 crianças e 30 adultos; Creche Helena Maria, em Osasco, que atende cerca de 50 crianças e 40 adultos; Creche de Cotia, em Cotia, com capacidade para 120 crianças e 100 adultos; Creche de Ibiúna, em Ibiúna, com capacidade aproximada para 50 crianças e 45 adultos; Creche Caucaia do Alto, em Cotia, com capacidade para cerca de 55 crianças, diariamente; e a Creche Vila Clara, localizada na cidade de São Paulo, com aproximadamente 70 crianças e 60 adultos. A Clínica Adventista Vida Natural também está localizada no campo da Associação Paulistana, no município de São Roque, e é administrado diretamente pela União Central Brasileira. 2

A Origem da Obra da Igreja Adventista do Sétimo Dia no Território da Associação

Em 1891, a Associação Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia enviou colportores 3 à América do Sul para vender publicações. Sem saber o português, começaram a trabalhar apenas com literatura em língua alemã e inglesa. “Em maio de 1893, Albert B. Stauffer veio do Uruguai para o Brasil, onde passou a colportar na cidade de Rio Claro” e em outras cidades do interior de São Paulo. Em Rio Claro, Stauffer vendeu o livro Der Grosse Kampf (O Grande Conflito) para a família do Pastor Luís Waldwogel, e partiu para o sul do país. 4

Com a chegada do Pastor Frank H. Westphal em 1895, Stauffer se juntou a ele, e partiram juntos para o interior de São Paulo. Por meio da pregação da dupla, Guilherme Stein Júnior foi batizado em Piracicaba, 5 tornando-se o primeiro adventista converso no Brasil. 6 Os dois colportores foram para a cidade de Rio Claro, onde também batizaram Guilherme Meyer e Paulina Meyer. Logo, “Rio Claro já era a cidade onde havia a maior concentração de adventistas no estado de São Paulo”. 7

A chegada de duas novas famílias - Augusto Carvalho, sua esposa, Margarida, e as sete filhas do casal, e do colportor José Lima, sua esposa, Angelina, e suas três filhas - aumentaram o número de membros da igreja recém-formada. Os Limas abriram sua própria casa para reuniões regulares de membros adventistas e interessados em aprender mais sobre a igreja. Os membros pediam a Deus para que a pregação do Evangelho fosse expandida na cidade e na região. 8

Em 14 de março de 1906, foi criada a União Sul-Americana, composta de Brasil, Uruguai, Chile, Argentina, Paraguai, Bolívia e Peru. Nesse mesmo ano, o missionário Emílio Hoelzle mudou-se para Rio Claro a fim de liderar o trabalho evangelístico na cidade. A organização adventista no Brasil foi dividida em quatro regiões: Associação Sul-Rio-Grandense, Associação Santa Catarina-Paraná, Missão Norte Brasileira e Missão Paulista, a atual Associação Paulistana. 9

O Pastor Emilio Hoelzle escreveu um relato de como ele encontrou a comunidade adventista recém-formada em Rio Claro, e os desafios que surgiram.

Fixei a minha residência em Rio Claro, onde já temos alguns irmãos. Fiz uma visita aos irmãos em Santos, como também aos irmãos Stauffer e Stein, achando-os animados no Senhor. Aqui também a obra está progredindo. [...] Tem algumas almas interessadas, que frequentam nossos cultos. [...] Apesar do pequeno número da igreja podemos louvar ao Senhor, pela atividade que ela manifesta no trabalho para o seu Senhor. 10

História Organizacional da Associação

Em 1906, foi fundada a Missão Paulista, com sede na cidade de Rio Claro. “Os administradores eram: Emílio Hoelzle, presidente; Guilherme Stein, secretário-tesoureiro; e Guilherme Meyer Jr., ministro licenciado. A mesa administrativa era composta pelos seguintes membros: Emílio Hoelzle, Guilherme Stein, Guilherme Meyer Jr., João Mosmman e Walter Meyer.” 11 No relatório estatístico do final de 1906, a missão tinha uma igreja organizada e 23 membros regulares em Rio Claro.

Em 1907, o Pastor Emílio Hoelzle registrou o batismo de quatro pessoas e notou o interesse de várias outras. 12 Os primeiros registros da Escola Sabatina de Rio Claro indicam nove membros matriculados. 13 Aproximadamente um ano depois, esse número aumentou para 40, mostrando os efeitos da pregação destemida e do trabalho evangelístico realizados no local. O colportor evangelista Antônio Clemente de Lima prestou grande ajuda para o avanço do Evangelho na cidade. 14 Em 1908, mais duas congregações foram organizadas nas cidades de São Bernardo e Itararé. 15

Em 1909, foi fundada a Casa Publicadora Brasileira, na cidade de Santo André, para onde a sede da Missão Paulista foi transferida. Em 1910, o Pastor Jacob G. Kroeker foi eleito o novo presidente da missão. Naquela época, o trabalho missionário do campo estava mais voltado para o interior de São Paulo. O primeiro batismo na cidade de São Paulo ocorreu em 10 de agosto de 1912, nas águas do rio Tietê. Adventistas de São Paulo e São Bernardo 16 participaram da comemoração, que chamou a atenção de pedestres e pessoas nos veículos que passavam pela rodovia.

Em novembro de 1915, o Brasil passou por dificuldades financeiras devido à insegurança causada pela “guerra europeia”, mas a igreja se encontrou em terreno financeiro mais sólido. As vendas da colportagem já haviam ultrapassado o ano anterior e os dízimos e ofertas aumentaram. Uma série evangelística, iniciada em janeiro na cidade de São Paulo, havia aumentado o número de fiéis. 17 Nesse ínterim, foi fundada a primeira Igreja Adventista na cidade de São Paulo, em Santo Amaro. 18

Em 1916, a Missão Paulista batizou 75 pessoas, incluindo 43 na capital. 19 O relatório da Escola Sabatina daquele ano registrou 244 membros, adultos e crianças, distribuídos entre 40 classes. 20 Em 1918, a Missão Paulista atendia a um total de 323 membros. 21 Em 1920, o pastor americano H. B. Westcott assumiu a liderança da missão, substituindo o Pastor Suessmann, que assumiu a liderança na região sul do país. Em 1921, apesar da barreira idiomática, o Pastor Westcott continuou desenvolvendo planos evangelísticos na região, incentivando o crescimento da Missão Paulista. 22

Em 1922, o número de membros chegou a 750. Agora com condições de se sustentar financeiramente, a Missão Paulista mudou de status para Associação Paulista. A nova equipe de líderes era formada por H. B. Westcott, presidente; C. L. Bauer, secretário, tesoureiro e secretário da Sociedade de Tratados (publicações); Manoel Margarido, diretor de colportagem; E. V. Moore, secretário dos departamentos de Evangelismo e Escola Sabatina; e W. E. Murray, secretário dos departamentos de Educação e Missionários Voluntários (Jovens). 23

A associação passou a ser composta de seis igrejas: uma na sede, outra no colégio, e nas cidades de São Paulo, São Bernardo, Itararé e Nova Europa. 24 A missão da associação era “levar o evangelho eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo a todos os habitantes do respectivo território e contribuir para a pregação da verdade em todas as nações do mundo”. 25 Em 1929, a sede da Associação Paulista mudou-se para a Igreja Adventista Central Paulistana, localizada na Rua Taguá, bairro da Liberdade, em São Paulo. Essa mudança ocorreu em meio à crise econômica mundial, que havia ocasionado graves consequências no Brasil. 26 Em 1942, a igreja fundou a Casa de Saúde Liberdade (hoje Hospital Adventista de São Paulo).

A “Lancha Samaritana” 27 tinha como objetivo atender à população do Vale do Ribeira. Esse projeto foi criado pelo Pastor Benito Raymundo e levou muitas pessoas a Cristo. A obra missionária progrediu em todas as frentes e, depois de algum tempo, foi adquirido um terreno no sul de São Paulo para a construção de uma nova sede para a associação. Esse local foi estrategicamente escolhido por estar próximo à linha do bonde, ligando o centro à região de Santo Amaro. 28

Em 1970, a Associação Paulista foi considerada a maior associação adventista do mundo em número de membros, servindo cerca de 37.000 membros em seu campo. No final de 1977, o número de membros havia aumentado para 54.221. Com esse aumento significativo, surgiu o propósito de “dividir administrativamente para crescermos juntos espiritualmente”. 29 Em setembro de 1977, a Assembleia Extraordinária aprovou a reorganização da Associação Paulista em dois campos: Associação Paulista Leste, com sede na capital, e Associação Paulista Oeste (atual Associação Paulista Central), com sede no interior. 30 O trabalho começou a ser administrado nessa configuração no início de 1978. A Associação Paulista se tornou a Associação Paulista Leste, e sua sede continuou localizada no bairro do Brooklin Paulista, servindo cerca de 41.900 membros. 31

Em 5 de agosto de 1978, uma nova conquista para a então Associação Paulista Leste foi alcançada - a inauguração do Instituto da Herança Judaica, sob a liderança do Pastor Benoni B. de Oliveira. O instituto foi criado com o objetivo especial de evangelizar judeus e simpatizantes da cultura judaica. Tanto a reunião inaugural, como as reuniões subsequentes aconteceram no restaurante da Superbom, na capital de São Paulo. 32 Devido ao crescimento contínuo do campo, em 6 de setembro de 1982, a Associação Paulista Leste foi redividida em dois campos. Seu nome foi alterado para Associação Paulista Sul, e permaneceu com sede no bairro do Brooklin Paulista. Por sua vez, o novo campo foi chamado de Associação Paulista Leste, sediada no bairro da Vila Matilde, também na capital de São Paulo. 33

Em assembleia realizada nos dias 15 e 18 de dezembro de 1982, os nomes dos primeiros líderes Associação Paulista Leste foram votados: Rodolpho Gorski como presidente, Jorge Lucien Burlandy como secretário, e Lauro Manfred Grellmann como tesoureiro. Apesar de passarem por dificuldades econômicas em 1982 e 1983, novos grupos e igrejas foram fundados, “bem como novas igrejas [foram] firmemente estabelecidas”. Além disso, as escolas adventistas cresceram em número de matrículas. 34

Por fim, em novembro de 1991, a Associação Paulista Leste foi reconfigurada, recebendo o nome atual de Associação Paulistana. Nessa época, a equipe de colaboradores era uma grande produtora de materiais evangelísticos que serviam, inclusive, para outros campos. O objetivo inicial da administração era aumentar o estudo da Bíblia, a oração e o testemunho. Com esse objetivo em mente, já no ano anterior, havia sido proposto um trabalho missionário com árabes, judeus e japoneses que viviam na região da associação. 35

Em 2006, a igreja comemorou o centenário do adventismo no estado de São Paulo. O programa “Sábado: Dia Mundial da Alegria” aconteceu em 22 de julho de 2006, no Sambódromo do Anhembi, onde mais de 50.000 pessoas distribuíram aproximadamente 1,5 milhão de panfletos com uma mensagem sobre o sábado. Também superaram o recorde anterior de arrecadação de alimentos, recebendo cerca de 150 toneladas para os necessitados. A comemoração contou com a presença do prefeito da cidade de São Paulo e do governador do estado. 36

Nesse mesmo ano, Associação Paulista Central realizou uma campanha evangelística na cidade de Rio Claro, onde a história da Associação Paulistana começou. Liderada pelo evangelista Luís Gonçalves, a campanha alcançou mais de 300 batismos. 37 Na época, o estado de São Paulo tinha cinco associações e uma missão, organizadas sob a liderança da União Central Brasileira. A igreja ultrapassava o número de 180.000 membros em todo o estado, reunindo-se em mais de 1.500 congregações. 38

Em 2014, a sede foi transferida para a Avenida Santo Amaro, nº 2.449, ainda no bairro do Brooklin. No mesmo ano, outra reestruturação foi realizada a fim de fornecer melhor estrutura para enfrentar os desafios evangelísticos. “A Associação Paulistana foi dividida entre Associação Paulistana, com sede no Brooklin, São Paulo, [...]” e “Associaçã0o Paulista Sudeste [APSe], com sede em São Bernardo do Campo [...].” 39

Em 2015, a associação deu grande ênfase ao projeto Impacto Esperança. 40“A proposta oficial da AP era que cada integrante distribuísse um livro por dia durante o mês de maio. No sábado, dia 30, esse membro deveria convidar um amigo não adventista para almoçar em sua casa e oferecer um almoço vegetariano”. Também foi proposto continuar o projeto por meio de feiras de saúde. Uma delas foi realizada pela igreja da Vila Rodrigues, em uma escola pública da cidade de Osasco. “Quem chegava à feira de saúde recebia um cadastro e passava por uma série de estandes, que tinham como filosofia básica os oito remédios naturais. Ao final, os participantes recebiam o diagnóstico dos exames e eram presenteados com o livro 'Viva com Esperança'.” Naquele ano, cerca de 500.000 unidades do livro foram distribuídas. 41

Em 2018, dando continuidade ao plano de mobilização missionária permanente, a Associação Paulistana lançou o projeto “SER e FAZER Discípulos”. O projeto busca ampliar o significado do discipulado na vida do cristão, mostrando que ser discípulo significa mais do que ser um membro comum da igreja, e que o verdadeiro discípulo aprende não só ouvindo, mas também praticando. É por isso que é importante agir, “a fim de multiplicar o evangelho eterno por meio da salvação de pessoas, da manutenção dos salvos na fé e da esperança na volta de Jesus”. 42

A Associação Paulistana continua enfrentando grandes desafios, tais como o pós-modernismo que influencia São Paulo, a maior região metropolitana da América do Sul, e o custo de vida urbana cada vez maior, que desafia os investimentos na melhoria da estrutura existente e aquisição de novas propriedades. 43

Com confiança e dependência do poder de Deus, a Associação Paulistana planeja batizar 12.000 pessoas durante o próximo quadriênio; abrir 80 novas congregações; iniciar a construção dos Colégios Adventistas de Moema e Santana de Parnaíba; finalizar a construção do Centro de Influência/ Colégio de Alphaville; crescer pelo menos 40% em relação aos dízimos e pelo menos 60% em relação às ofertas; construir igrejas nos bairros de Santo Amaro, Americanópolis, Pinheiros, Lapa e Alphaville; revitalizar igrejas na região central de São Paulo; aumentar o número de pequenos grupos; expandir os ministérios nas igrejas locais; usar novas tecnologias para alcançar o público online; e inovar em estratégias evangelísticas voltadas para as novas gerações. 44

Olhando para o futuro, a liderança da Associação Paulistana visa continuar concentrando esforços para que a pregação do evangelho seja cumprida em todo o seu campo missionário, pela graça de Deus.

Cronologia dos líderes administrativos 45

Presidentes: Emílio Hoelzle (1906-1908); F. W. Spies (1909); Jacob G. Kroeker (1910-1911); John Lipke (1913-1916); R. Suessmann (1917-1919); H. B. Westcott (1920-1928); Ennis V. Moore (1928-1933); A. E. Hagen (1934-1935); Rodolfo Belz (1936-1940); Germano G. Ritter (1941-1949); João Linhares (1950-1957); Oswaldo R. Azevedo (1958-1961); Siegfried Genske (1962-1968); Wilson Sarli (1969-1976); Floriano Xavier Santos (1977); Floriano Xavier (1978); Osmundo G. dos Santos, Jr. (1979-1982); Rodolpho Gorski (1983-1984); Jorge Lucien Burlandy (1986-1988); Osmar D. dos Reis (1989-1991); Wandyr Mendes de Oliveira (1992-1997); Acílio Alves Filho (1998-2001); Sidionil Biazzi (2002-2017); Romualdo Larroca (2018-atual).

Secretários: C. L Bauer (1922-1925); U. Wissner (1925-1926); H. E. Nopper (1927-1928); G. E. Hartman (1928-1929); Germano G. Ritter (1929-1935); Guilherme F. Ebinger (1935-1939); E. Mario Hermanson (1939-1941); Arno Schwantes (1941-1945); Naor Klein (1945-1949); Osvaldo Machado (1949-1960); Orlando G. de Pinho (1960-1976); Ítalo Manzolli (1976-1977); Osmundo G. dos Santos, Jr. (1978-1979); Hélio Pereira (1979-1982); Jorge L. Burlandy (1982-1985); Getúlio Ribeiro de Faria (1985-1993); Sidionil Biazzi (1993-1997); Heber Mascarenhas (1997-2001); Leonício Lisboa da Silva (2001); Levi Borrelli (2002-2003); Paulo Korkischko (2003-2014); Romualdo Larroca (2015-2017); Ronaldo Alberto de Oliveira (2018-atual).

Tesoureiros: C. L. Bauer (1922-1925); U. Wissner (1925-1926); H. E. Nopper (1927-1928); G. E. Hartman (1928-1929); Germano G. Ritter (1929-1935); Guilherme F. Ebinger (1935-1939); E. Mario Hermanson (1939-1941); Arno Schwantes (1941-1945); Naor Klein (1945-1949); Osvaldo Machado (1949-1960); Orlando Gomes de Pinho (1960-1970); Horácio Targas (1970-1971); Holbert Schmidt (1972-1975); Israel Rodrigues Cruz (1976); Horácio Targas (1977-1978); Lauro M. Grellmann (1978-1983); Edemar Kattwinkel (1983-1988); Vilfredo Doerner (1988-1993); Edemar Kattwinkel (1993-1997); Domingos José de Souza (1997-2001); Paulo Ribeiro Leite (2002-2006); Rubens C. de Benedicto (2007-2017); Marildo Vivan (2018-atual). 46

Referências

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Notas de Fim

  1. Escola Adventista, “Unidades Escolares – AP.” Acessado em 24 de junho, 2019, https://ea.org.br/.
  2. “Sao Paulo Conference [Associação Paulistana],” Seventh-day Adventist Yearbook (Nampa, ID: Pacific Press Publishing Association, 2018), 231.
  3. A Igreja Adventista do 7º Dia designa como Evangelista da Página Impressa ou Colportor Evangelista o missionário que “desenvolve seu ministério adquirindo e vendendo ao público as publicações editadas e aprovadas pela Igreja, com o objetivo de transmitir a seus semelhantes o Evangelho eterno que traz salvação e bem-estar físico e espiritual.” Portal da Igreja Adventista do Sétimo Dia (Brasil), “Colportagem.” Acessado em 4 de fevereiro, 2020, http://bit.ly/2J6tY1I.
  4. Fabiano R. Mendes, “Histórico da Igreja Central de Rio Claro,” Monografia, Centro Universitário Adventista de São Paulo, campus Engenheiro Coelho, 1999, 3.
  5. “História da mensagem adventista de Campinas,” Igreja Adventista Central de Campinas, 28 de janeiro, 2013. Acessado em 16 de outubro, 2018, https://goo.gl/2yUHV3; Edilson Cézar dos Santos, “Associação Paulista Sul,” Monografia, Instituto Adventista de Ensino, 1984, 2.
  6. Edilson Cézar dos Santos, “Associação Paulista Sul,” Monografia, Instituto Adventista de Ensino, 1984, 2.
  7. Fabiano R. Mendes, “Histórico da Igreja Central de Rio Claro,” Monografia, Centro Universitário Adventista de São Paulo, campus Engenheiro Coelho, 1999, 6.
  8. Ibid., 7.
  9. Edilson Cézar dos Santos, “Associação Paulista Sul,” Monografia, Instituto Adventista de Ensino, 1984, 3; “South American Union Conference [União Sul-Americana],” Seventh-day Adventist Yearbook. Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1907, 94-97.
  10. Emilio Hoelzle, “Missão Paulista,” Revista Trimensal, outubro de 1906, 3.
  11. Tércio Sarli, “Congresso comemora 1º batismo adventista no Brasil,” Revista Adventista, dezembro de 1988, 22.
  12. Emilio Hoelzle, “Missão Paulista,” Revista Trimensal, janeiro de 1907, 2.
  13. “Relação das escolas sabatinas – da Missão Paulista,” Revista Trimensal, outubro de 1906, 5.
  14. Emilio Hoelzle, “Missão Paulista,” Revista Trimensal, outubro de 1907, 2.
  15. Associação Paulistana, “História da Associação Paulistana.” Acessado em 17 de janeiro, 2018, http://bit.ly/31UT10G.
  16. F.W. Spies, “Missão Paulista,” Revista Mensal 7, no. 8 (agosto de 1912): 4.
  17. John Lipke, “Do campo - Missão Paulista,” Revista Mensal, janeiro de 1916, 5.
  18. “Santo Amaro era um município independente até 1935 quando se tornou um dos distritos da cidade de São Paulo.” Prefeitura de São Paulo, “Bairro de Santo Amaro.” Acessado em 24 de junho, 2019, http://bit.ly/2ZHTkd5Associação Paulistana, “História da Associação Paulistana.” Acessado em 17 de outubro, 2018, http://bit.ly/31UT10G.
  19. John Lipke, “Do campo - Missão Paulista,” Revista Mensal 12, abril de 1917, 9.
  20. “Relatório das escolas sabatinas do 3º trimestre de 1916 – Missão Paulista,” Revista Mensal, dezembro de 1916, 10.
  21. Associação Paulistana, “História da Associação Paulistana.” Acessado em 17 de janeiro, 2018, http://bit.ly/31UT10G.
  22. E. V. Moore, “Campos Nacionaes,” Revista Mensal, maio de 1921, 10.
  23. Relatório da Segunda Reunião da Primeira Sessão da Associação Paulista, 12 de dezembro, 1922.
  24. Relatório da Primeira Reunião da Primeira Sessão da Associação Paulista, 11 de dezembro, 1922.
  25. Constituição e Emendas para a Associação Paulista da Igreja Adventista do Sétimo Dia, Artigo II, 16 de dezembro, 1922.
  26. Associação Paulistana, “História da Associação Paulistana.” Acessado em 17 de janeiro, 2018, http://bit.ly/31UT10G.
  27. “As lanchas missionárias são utilizadas para a prestação de serviços aos que moram na beira dos rios e lugares de difícil acesso. Elas são equipadas para atendimento médico e odontológico, contando também com a presença de um pastor Adventista para dar assistência espiritual às famílias.” Centro Nacional da Memória Adventista, “Lanchas Missionárias no Brasil.” Acessado em 27 de fevereiro, 2020, https://bit.ly/396w2mo.
  28. Associação Paulistana, “História da Associação Paulistana.” Acessado em 17 de janeiro, 2018, http://bit.ly/31UT10G.
  29. Arthur S. Valle, “Divisão Sul-Americana – Comunicação,” Revista Adventista, junho de 1978, 25.
  30. Associação Paulistana, “História da Associação Paulistana.” Acessado em 17 de janeiro, 2018, http://bit.ly/31UT10G.
  31. “East Sao Paulo Conference [Associação Paulista Leste],” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1979), 277.
  32. A. G. Brito, “Na Paulista Leste Começa Evangelismo Especial em Prol dos Judeus,” Revista Adventista, setembro de 1978, 20-21.
  33. “Primeira Assembleia da Paulista Sul,” Revista Adventista, fevereiro de 1983, 21.
  34. Ibid.
  35. “Paulista Sul foi dividida,” Revista Adventista, março de 1992, 20.
  36. Márcio Tonetti, “Passarela do sábado,” Revista Adventista, setembro de 2006, 22.
  37. Guilherme Silva e Henrianne Barbosa, “Conferência do centenário,” Revista Adventista, fevereiro de 2007): 25.
  38. Guilherme Silva, “100 anos do adventismo em São Paulo,” Revista Adventista, setembro de 2006, 22.
  39. Associação Paulistana, “História da Associação Paulistana.” Acessado em 17 de janeiro, 2018, http://bit.ly/31UT10G.
  40. “O Impacto Esperança é um programa que incentiva a prática da leitura e provê distribuição anual em massa de livro por parte dos Adventistas do Sétimo Dia no território Sul-Americano.” Portal da Igreja Adventista do Sétimo Dia, “Impacto Esperança.” Acessado em 4 de fevereiro, 2020, https://bit.ly/34dZROO.
  41. Time da ASN e Augusto Cavalcanti, “Ações do Impacto Esperança entregam cerca de 500 mil livros,” Notícias Adventistas, 10 de junho, 2015. Acessado em 26 de março, 2019, https://bit.ly/2xnV96a.
  42. Romualdo Larroca, “Mensagem do Presidente,” Associação Paulistana. Acessado em 18 de outubro, 2018, http://bit.ly/2JaB6dQ.
  43. Ronaldo Alberto de Oliveira (secretário executivo da AP), mensagem por e-mail para Carlos Flavio Teixeira (editor associado da ESDA), 17 de julho, 2019.
  44. Ibid.
  45. Edson Rosa, ed., 100 anos Conduzindo Vidas em São Paulo (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2006), 107-108; Arthur S. Valle, “Divisão Sul-Americana – Comunicação,” Revista Adventista, fevereiro de 1977, 34; Associação Paulistana, “Líderes Administrativos,” acessado em 24 de junho, 2019, http://bit.ly/2J4xSbw; “Sao Paulo Mission [Missão Paulista],” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1908), 124-125; “Sao Paulo Conference [Associação Paulistana],” Seventh-day Adventist Yearbook (Nampa, ID.: Pacific Press Publishing Association, 2018), 231. Para checagem mais detalhada sobre todos os líderes administrativos da Associação Paulistana, veja os yearbooks [anuários] de 1908 a 2019.
  46. Para mais informações sobre a Associação Paulistana, acesse o site https://ap.adventistas.org/, ou as mídias sociais – Facebook, Instagram e Twitter: @apiasd e Youtube: apiasd.
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Vieira, Adilson da Silva, Ronaldo Alberto de Oliveira. "Sao Paulo Conference." Encyclopedia of Seventh-day Adventists. October 19, 2021. Accessed March 01, 2024. https://encyclopedia.adventist.org/article?id=3IAO.

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Vieira, Adilson da Silva, Ronaldo Alberto de Oliveira (2021, October 19). Sao Paulo Conference. Encyclopedia of Seventh-day Adventists. Retrieved March 01, 2024, https://encyclopedia.adventist.org/article?id=3IAO.