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Central Minas Conference headquarters in 2015.

Photo courtesy of Aline Soares, accessed on April 3, 2020, https://bit.ly/2X44WZW.

Associação Mineira Central

By Cláudio Antônio Hirle Lima, Leônidas Verneque Guedes, and Lucas Vítor Alves Rodrigues Sena

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Cláudio Antônio Hirle Lima

Leônidas Verneque Guedes

Lucas Vítor Alves Rodrigues Sena

First Published: June 2, 2021

A Associação Mineira Central (AMC) é uma unidade administrativa da Igreja Adventista do Sétimo Dia, localizada no território da União Sudeste Brasileira (USeB). Sua sede fica na Avenida Portugal, nº 931, no bairro de Santa Amélia, CEP 31550-000, na cidade de Belo Horizonte, capital do estado de Minas Gerais, Brasil.

O território missionário da AMC abrange a região central do estado de Minas Gerais e a região metropolitana da cidade de Belo Horizonte. Sua área de atuação abrange 67 cidades, incluindo 26 que não têm presença adventista. A população estimada no território é de 6.063.583 de habitantes, dos quais 22.327 são adventistas. Estão distribuídos em um total de 232 congregações, com 122 igrejas e 110 grupos. A média na região é de um adventista por 271 pessoas.1

No território da AMC, há três unidades escolares da Rede Educacional Adventista em funcionamento. Todas elas estão em Belo Horizonte e, juntas, atendem 622 alunos. São elas: Colégio Adventista de Belo Horizonte (CABH), com 481 alunos; Colégio Adventista da Concórdia, com 117 alunos; e Escola Adventista da Pampulha, com 24 alunos. A AMC também gerencia o Centro Adventista de Treinamento e Recreação (CATRE), com infraestrutura para atividades eclesiásticas e de lazer. O CATRE está localizado na Rua Abner Borja, nº 77, no bairro Braúnas, na região de Contagem, e conta com dois auditórios, uma área de lazer, incluindo piscinas adulto e infantil, dormitórios masculino e feminino, um restaurante com capacidade para cerca de 500 pessoas e uma área exclusiva para a celebração de casamentos.2

O sinal aberto da TV Novo Tempo está disponível em algumas cidades do território administrado pela AMC: Belo Horizonte (canal 39), Betim (39), Ibirité (39), Mateus Leme (39) e Abaeté (36). Na região metropolitana de Belo Horizonte, cerca de sete milhões de pessoas são espectadores potenciais da TV Novo Tempo.3 Há muitas frentes de atividades missionárias, e para atender às necessidades dos membros, a Associação mantém a seu serviço uma equipe de 213 pessoas: 157 funcionários, 47 obreiros credenciados e nove obreiros licenciados. Além disso, 48 pastores servem a Igreja na Associação Mineira Central, dos quais 41 são credenciados e sete são licenciados.4

Origem da Obra Adventista no Território da Associação

A mensagem adventista chegou a Minas Gerais em 18965 através do trabalho dos irmãos Alberto e Frederico Berger, na zona leste do estado. No entanto, as tentativas de alcançar a região central só começaram no início da década de 1910. Durante a reunião organizacional da União Brasileira, a atual União Central Brasileira, os delegados presentes também decidiram utilizar as ofertas de 1911 para financiar um obreiro em Minas Gerais. Na época, a população do estado era de quatro milhões de pessoas.6 Em janeiro de 1911, os colportores7 Germano Conrad e Emílio Froemming chegaram a Minas. Seu trabalho começou na cidade de Juiz de Fora e, pouco tempo depois, viajaram pela região na estrada de ferro Leopoldina, cuja rota atravessava o sul do estado. Nessa região, os colportores visitaram cidades com cerca de 4 mil e 6 mil habitantes e informaram que iriam para Belo Horizonte.8

Pouco a pouco, outros obreiros foram enviados para Minas Gerais. Em 1914, por exemplo, a colportora Maria Kroeker trabalhou em Belo Horizonte e vendeu ali muitos livros missionários. Ela é considerada a primeira colportora a trabalhar na capital de Minas Gerais.9 Foi a Sra. Kroeker que iniciou a primeira Escola Sabatina naquela cidade.10 Casada com o Pastor Jacob Kroeker, o casal havia se mudado do estado do Paraná para Minas Gerais entre 1912 e 1914. Eles foram os primeiros adventistas a viver em Belo Horizonte. Enquanto Maria colportava, o seu marido dava aulas de inglês.11

O casal Kroeker continuou trabalhando em Belo Horizonte juntamente com os obreiros Cyriaco Leite e Joaquim Porto.12 Em meados de 1918, já havia algumas pessoas interessadas na mensagem adventista e, em agosto, três mulheres foram batizadas pelo Pastor Clarence Rentfro. Já no mês de dezembro, Rentfro batizou mais 12 pessoas: sete na cidade de Ibirité, um casal na cidade de Sarzedo e três outras na capital. Além dos batismos, mais duas pessoas foram acolhidas no novo grupo adventista por meio do voto batismal. Somando-se a todos os novos conversos, a região já contava com 17 membros.13

Em 1919, o obreiro Gustavo Storch foi chamado para trabalhar em Belo Horizonte. Nessa altura, havia classes de Escola Sabatina tanto na capital, com 10 membros, como em Sarzedo e Ibirité, com oito e três membros, respectivamente. Havia 21 adventistas na área metropolitana.14 No ano seguinte, Storch foi enviado para trabalhar em outra região, e o obreiro Luiz Nabuco o substituiu. Embora houvesse dificuldades à sua frente, ele manteve-se firme. Cinco pessoas foram batizadas – uma delas foi resultado de uma reunião evangelística realizada na Serra dos Macacos, e as outras quatro, na cidade de Brumadinho.15 Em 1921, o Pastor Clarence Rentfro realizou a primeira série de conferências em Belo Horizonte, em um salão na Avenida João Pinheiro. Sua iniciativa, juntamente com o dos outros obreiros, resultou no crescimento da comunidade adventista no local.16

Na década de 1930, o trabalho na capital ganhou um novo impulso. Em março de 1930, o Pastor José dos Passos foi enviado para trabalhar em Belo Horizonte, onde iniciou uma série de reuniões evangelísticas. Passos chegou à cidade em época de grande agitação política. A Revolução de 1930 tinha acabado de irromper,17 e a casa da família Passos estava situada entre os batalhões da Polícia Militar de Minas Gerais e o quartel do 12º Regimento de Infantaria do Exército Brasileiro.18 Mesmo em meio à agitação política, o trabalho evangelístico progrediu e, em fevereiro de 1931, oito pessoas foram batizadas no rio Arrudas.19

O ano de 1932 trouxe boas realizações para a obra adventista na capital de Minas Gerais. Até maio desse ano, o Pastor José dos Passos batizou 22 pessoas, 15 das quais foram resultado da série de reuniões realizadas no ano anterior.20 Entre os batizados na ocasião encontrava-se uma mulher chamada Cipriana Mendes, da cidade de Montes Claros, no norte de Minas Gerais. Após o seu batismo, ela retornou à sua cidade natal, onde começou a distribuir literatura adventista. Portanto, ao que se sabe, Cipriana pode ser considerada a primeira adventista de Montes Claros.21

Em 24 de fevereiro de 1932, foi inaugurada a primeira capela adventista em Belo Horizonte.22 O terreno onde a capela foi construída foi doado pelo irmão Manoel Sousa.23 Também nessa data, o obreiro Daniel Féder chegou a Belo Horizonte para ajudar José dos Passos no trabalho evangelístico24 e, juntamente com os pastores Braun e Passos, iniciou uma série de reuniões.25 Entre março e abril de 1933, Féder realizou uma série evangelística no bairro de Santa Tereza, que teve como resultado mais 30 batismos, além de novos interessados no estudo da Bíblia.26 Por fim, em 10 de junho de 1933, a congregação que se reunia no bairro da Concórdia, considerado fora da cidade,27 foi organizada em uma igreja.28

Os adventistas em Belo Horizonte tinham senso missionário tão forte que, em 1934, a congregação organizou a "Liga Disseminadora da Verdade,” cujo objetivo era incentivar os membros da igreja a envolverem-se ainda mais na pregação do evangelho. O obreiro Daniel Féder tinha grandes expectativas para a igreja naquele ano.29 No entanto, no início do ano seguinte, 1935, Féder foi enviado para o Rio de Janeiro para receber tratamento médico. Para continuar o trabalho, a Missão Rio Minas (atual Associação Rio de Janeiro) enviou o Pastor Luiz Braun.30 Apesar da sua chegada no início de 1935, Braun permaneceu por apenas um ano na capital de Minas Gerais. No início de 1936, ele e sua esposa foram enviados para a cidade de Caxambu, ao sul de Minas Gerais, devido às suas condições de saúde.31 Acreditava-se que as condições climáticas e a urbanização de Belo Horizonte contribuíam para que os obreiros tivessem de abandonar a cidade tão rapidamente.32

Em 1936, a Missão Rio Minas enviou o então presidente do campo, Pastor Gustavo Storch, que já havia sido ordenado, para realizar uma série de conferências em Belo Horizonte. O principal objetivo das reuniões era construir uma igreja adventista na região central da cidade. Dessa forma, a Missão alugou o “Grêmio Hespanhol”, perto do centro da cidade,33 durante três meses. Os encontros eram realizados quatro vezes por semana.34 Storch contava também com a ajuda do instrutor bíblico Manoel Ost,35 que havia sido transferido para a capital juntamente com o presidente da Missão a fim de "preparar o campo para as reuniões.”36

No final de 1937, Gustavo Storch organizou a segunda igreja de Belo Horizonte.37 No mesmo ano, uma escola adventista de ensino fundamental também começou suas atividades na cidade. A primeira professora da instituição foi Nair Cunha e, em julho de 1938, já havia 39 alunos matriculados. A escola de Belo Horizonte era considerada a maior no campo missionário da época.38 Assim, a obra continuou a crescer na capital de Minas Gerais. As várias frentes missionárias e as conquistas resultantes colaboraram para que, em dezembro de 1939, a Missão Rio-Minas atingisse um total de 1.280 membros adventistas e 12 igrejas organizadas.39

Em junho de 1942, iniciou-se definitivamente o processo para a construção da Igreja Central de Belo Horizonte. Durante esse período, os pastores H. O. Olson, secretário da Divisão Sul-Americana (DSA), e John Brown, presidente da União Este Brasileira (UEB), atual União Sudeste Brasileira (USeB), visitaram Belo Horizonte. O objetivo da visita era ajudar o Pastor Guilherme Ebinger, que cuidava das duas congregações em funcionamento na capital, a encontrar um terreno onde pudessem construir a nova igreja.40 Na época, os irmãos reuniam-se em um salão alugado de dois andares na Avenida Bias Fortes. A igreja funcionava no térreo, e no primeiro andar havia uma boate que só abria aos fins de semana. Durante a semana, o primeiro andar também abrigava a escola primária da igreja. Durante os cultos noturnos aos domingos, era possível ouvir o barulho da boate, o que atrapalhava o culto. Apesar das condições desfavoráveis para o culto, os adventistas continuaram a evangelização na capital. Por fim, em 30 de abril de 1947, foi inaugurada a Igreja Central de Belo Horizonte. O templo ficava na Avenida Bias Fortes, perto do salão anteriormente utilizado para os cultos.41

Em 1951, havia 290 adventistas em Belo Horizonte – 200 membros na Igreja Central e 90 na Igreja da Concórdia.42 No ano seguinte, em dezembro de 1952, já existia o Departamento de Dorcas na Igreja Central, que trabalhava ativamente na distribuição de roupas, alimentos e brinquedos às famílias necessitadas.43 Três anos mais tarde, em agosto de 1955, a Igreja Adventista de Progresso também foi inaugurada em Belo Horizonte. Foi construída com recursos de Álvaro Stehling, um adventista que fora batizado em 1953 e que tinha condições financeiras suficientes para contribuir. Depois de ter sido curado de uma doença grave, Stehling empenhou-se na construção do auditório. Este foi inaugurado em 1955, com capacidade para 250 pessoas. No mesmo dia da inauguração, teve início uma série de conferências no auditório, então chamado "Salão Cultural Progresso.” Como resultado desta e de outras reuniões ali realizadas, muitas pessoas foram batizadas no ano seguinte.44

História Organizacional da Associação

Em 1955, a União Este Brasileira promoveu uma reorganização geográfica e administrativa em seu campo missionário. Como resultado, foi criada a Missão Mineira, com sede na Rua Padre Belchior, nº 254, em Belo Horizonte. O objetivo da nova missão era servir o número crescente de adventistas e expandir a pregação no seu campo de atividade missionária que, até então, cobria as regiões central e norte do estado na época. Havia 6 milhões habitantes na região, e 518 adventistas se reuniam em quatro igrejas. O Pastor Silas Gianini foi nomeado como primeiro presidente da nova unidade administrativa.45

Nos primeiros anos após o seu estabelecimento, a Missão desenvolveu novos métodos de evangelismo. Em um deles, o Pastor Enoch de Oliveira utilizou o auditório do Edifício Dantés, no centro de Belo Horizonte. Ao final da série, havia 20 novos guardadores do sábado e cerca de 100 pessoas se preparando para o batismo,46 que aconteceu em julho de 1957.47 Com a intensificação do trabalho evangelístico, a Missão terminou a década de 1950 com 12 igrejas organizadas e 1.591 adventistas,48 um número três vezes superior ao existente na época de seu estabelecimento.

Em 1961, a região de Belo Horizonte passou a ter quatro igrejas organizadas. A quarta foi inaugurada na cidade de Nova Lima.49 Em janeiro de 1965, a Missão Mineira realizou a sua 5ª Assembleia Bienal em Belo Horizonte. Os relatórios indicam que havia um total de 14 igrejas organizadas e 2.993 membros.50 Em 1964, 548 pessoas tinham sido batizadas no território da Missão,51 ultrapassando o alvo original de 450.52 O crescimento foi refletido no número de igrejas na capital, que aumentou de quatro para 12 congregações até março de 1965. No mesmo ano, a Missão Mineira recebeu uma doação de um terreno na cidade de Betim para a construção de uma igreja.53 Ainda em abril de 1965, a Igreja do Jardim Montanhês foi organizada na capital de Minas Gerais. A congregação foi o fruto do projeto "A Voz da Mocidade".54 Como resultado do desenvolvimento do adventismo nesse campo, em janeiro de 1966, Belo Horizonte tinha mais de 15 igrejas.55

O ano de 1966 foi marcado por grande mobilização da Igreja Adventista na região da capital. No início desse ano, a Clínica Médico-Dentária Luminar começou a funcionar na Rua São Vicente, no bairro da Vila São Francisco, em Belo Horizonte. Em março de 1966, cerca de 40 pessoas eram atendidas diariamente na clínica.56 Juntamente com a clínica, foi também inaugurado o Centro de Educação, Assistência e Recreio Colorado, na Rua Santa Margarida, no mesmo bairro. No Centro Colorado, uma classe de jardim de infância começou a funcionar, inicialmente, com 70 crianças matriculadas.57 Ainda em 1966, a Missão Mineira realizou o primeiro curso "Como Deixar de Fumar em Cinco Dias". O projeto foi amplamente divulgado nos meios de comunicação da capital, e foi conduzido pelos médicos Ajax Walter da Silveira e Gideon de Oliveira.58 Como resultado das iniciativas tomadas nesse ano, no final de 1967, somente a região metropolitana de Belo Horizonte tinha quatro distritos pastorais.59

Em 1968, as unidades administrativas da IASD em Minas Gerais passaram por uma reorganização geográfica. A Missão Mineira passou a cobrir a região do Triângulo Mineiro, anteriormente atendida pela Missão Brasil Central (atual Associação Central Brasileira). A Missão do Alto São Francisco também foi criada, abrangendo a região norte do estado, que foi separada da Missão Mineira.60 Por fim, após uma década intensa de atividades, a Missão Mineira tinha 17 igrejas organizadas e 4.956 membros em janeiro de 1970. A partir desse ano, o escritório da Missão começou a funcionar na Rua São Vicente, nº 2900 (atual Rua Estoril), no bairro da Vila São Francisco, também na capital de Minas Gerais.61 No final desse ano, a Missão do Alto São Francisco deixou de existir, e o seu território foi adicionado à Missão Mineira.62

Em setembro de 1971, a Missão iniciou uma sequência de seis séries de reuniões em um auditório móvel na cidade de Belo Horizonte.63 Cerca de mil pessoas participaram regularmente das reuniões, que foram dirigidas pelo Pastor José M. Vianna, o evangelista da UEB.64 Ainda em 1971, o relatório da Assembleia Bienal da Missão mostrou que houve um aumento do número de membros no campo de 4.863, em 1969, para 5.440 no final da década de 1970. Além disso, houve 577 batismos realizados até o final desse último ano.65 

As iniciativas também continuaram a promover resultados no campo educacional. Em 1972, o Educandário Colorado estava em pleno funcionamento. A unidade escolar, que funcionava no Centro de Educação, Assistência e Recreio Colorado, começou a oferecer a quinta série do ensino fundamental com 50 alunos matriculados.66 No final de 1973, a escola começou a oferecer a sétima série, que incluía o ensino tanto das disciplinas básicas do currículo escolar brasileiro como várias disciplinas específicas, entre elas Educação do Lar. Ao todo, 10 professores formavam a equipe pedagógica da escola.67 No ano seguinte (1974), a escola passou a ser conhecida como Instituto Adventista Colorado, e proporcionava educação até a 8ª série.68

A partir de 1973, a liderança do campo incentivou os fiéis de Belo Horizonte a se reunir em caravanas. O propósito dessas caravanas era evangelizar cidades ainda não alcançadas pela mensagem adventista. Uma ênfase especial deveria ser dada às cidades de Divinópolis e Sete Lagoas, importantes centros regionais que de fato foram alcançados por esse destemido projeto evangelístico.69 Durante esse período, a área médico-missionária também alcançou grande desenvolvimento. Em 1975, foi inaugurada a Clínica Médica Missionária Adventista no bairro de São Francisco, em Belo Horizonte. O diretor era o médico Isaque de Paula, que também atendia pacientes na unidade de saúde das 8h00 às 18h30. Armando de Paula era o dentista da clínica e ainda tinha um laboratório de análises, sendo auxiliado por uma enfermeira.70

Os anos de 1976 e 1977 foram marcados por um grande projeto evangelístico chamado "Bíblias Abertas", que consistia em uma série de conferências cujo único material de estudo era a Bíblia Sagrada. Somente em 1976, cerca de mil pessoas foram batizadas em decorrência desse projeto. O objetivo era alcançar mais mil batismos em 1977. A ação teve o envolvimento direto da liderança do campo. O Pastor Paulo Stabenow, então presidente da Missão, e o Pastor Alcy Oliveira, secretário-tesoureiro, também dirigiram a série na Igreja Central de Belo Horizonte, localizada na Rua Timbiras, e na Igreja da Concórdia.71

Ainda em 1977, uma iniciativa humanitária que deu frutos na Missão Mineira foi o curso “Como Deixar de Fumar em Cinco Dias”. Ele alcançou a frequência de 300 estudantes e foi realizado no bairro da Aparecida, na capital de Minas Gerais. O curso serviu como preparação para uma série evangelística.72 Essa série produziu muitos frutos e, no final de novembro de 1977, contribuiu para que a Missão Mineira atingisse a meta de mil batismos naquele ano.73 A série evangelística continuou em 1978. Em agosto, o Pastor José Miranda, evangelista da Missão, iniciou uma série evangelística em Sete Lagoas, a 50 km de Belo Horizonte.74 Como resultado, 80 pessoas foram batizadas75 e, no final da década de 1970, a Missão já servia 37 congregações com 12.639 adventistas,76 distribuídos entre 25 distritos pastorais. Entre as igrejas que foram organizadas nessa década estão as da cidade de Betim e do distrito de Venda Nova, na região metropolitana de Belo Horizonte, além da inauguração da nova Igreja Central de Belo Horizonte em 1979.77

A partir de 1980, a Educação Adventista na região da Missão avançou com a criação das primeiras unidades educacionais na cidade de Montes Claros e Uberlândia, além da inauguração de outras unidades em Belo Horizonte.78 O crescimento da obra, que pôde ser visto em muitas frentes, foi um reflexo da proposta de trabalho da liderança de campo, que tinha o lema: “Minas para os mineiros”. O lema tornou-se uma realidade em 1980, quando a União Leste Brasileira promoveu uma reorganização em seu território. Com essa mudança, o campo missionário de Minas Gerais, até então servido pela Missão Mineira, pela Associação Rio Minas (atual Associação Rio de Janeiro) e pela Associação Leste (atual Associação Espírito-Santense) passou a ser assistido apenas pela Missão Mineira, com sede em Belo Horizonte.79

Ainda em 1980, a Missão adquiriu 147 hectares de terra na cidade de Lavras, a cerca de 240 km da capital. O Instituto Adventista de Ensino de Minas Gerais (IAEMG), hoje chamado Faculdade Adventista de Minas Gerais (FADMINAS), foi construído nesse local.80 O primeiro diretor do colégio interno foi o Pastor Hermínio Vitorino Andrade. Desde que a escola começou suas atividades em 1981, havia 40 alunos matriculados no ensino básico através de um programa de educação para adultos. Durante o dia, eles costumavam trabalhar e, à noite, frequentavam as aulas.81 Essa faculdade tem contribuído muito para o desenvolvimento da educação adventista em Minas.

A obra na área da saúde também progrediu durante esse período. Em 1980, a Companhia de Seguros Golden Cross, que pertencia ao empresário adventista brasileiro Milton Afonso, adquiriu o Hospital Santa Mônica em Belo Horizonte. No ano seguinte, a Golden Cross entregou a administração do hospital à Igreja Adventista do Sétimo Dia. O Hospital Belo Horizonte, como ficou conhecido, passou a ser administrado pelo Grupo Hospitalar Adventista do Brasil (GHAB), sob a responsabilidade da Missão Mineira. O Pastor Zeferino Stabenow foi nomeado para dirigir o hospital.82

Os anos de 1982 e 1983 inauguraram uma nova fase para a Missão Mineira. Em julho de 1982, a Divisão Sul-Americana aprovou o pedido da UEB e decidiu reorganizar a Missão Mineira em dois novos campos: a Missão Mineira Central (MMC), com sede em Belo Horizonte, e a Missão Mineira Sul, atual Associação Mineira Sul, com sede em Juiz de Fora.83 A reorganização entrou em vigor a partir de 1º de janeiro de 1983, com a última Assembleia Trienal da Missão Mineira. Na época de sua reorganização, a Missão Mineira Central passou a servir 17.235 adventistas distribuídos entre 280 congregações. A Missão também administrava o Hospital Belo Horizonte, além de nove escolas primárias. Outra decisão tomada na Trienal foi que o IAEMG deveria ser administrado conjuntamente pelos dois campos.84

Durante a década de 1980, o programa de rádio "A Voz da Profecia" 85 foi uma ferramenta importante para o progresso evangelístico na MMC. Os cursos bíblicos ministrados pelo programa deram muitos frutos em Minas Gerais. Depois que os cursos passaram a ser oferecidos, 400 pessoas começaram a estudar a Bíblia na cidade de Carmo do Paranaíba, onde não havia adventistas. De setembro a dezembro de 1985, cerca de 3 mil alunos dos cursos bíblicos da VP foram atendidos pessoalmente pela Missão Mineira Central.86 No final de 1984, graças ao bom desempenho no projeto evangelístico "Mil Dias de Colheita",87 a Missão Mineira Central registrou um total de 20.506 membros adventistas.88 No início de 1986, a Missão relatou 1.613 batismos entre 1984 e 1986, com uma alta média de batismos por dia.89

Em março de 1989, a Missão Mineira Central começou a funcionar na Avenida Portugal, nº 911, no bairro da Pampulha, em Belo Horizonte. Nesse ano, a unidade administrativa atendia 25 mil membros, distribuídos entre 279 congregações e 39 distritos pastorais. O escritório da MMC tinha 70 funcionários para atender os adventistas da região. De acordo com o relatório da inauguração, em 1988, cerca de 2 mil pessoas foram batizadas no território, e a liderança do campo já estimava que haveria mais 3,4 mil novos conversos no próximo ano. Na ocasião da inauguração, foi lançada a pedra fundamental do Centro Educacional Adventista de Belo Horizonte.90

Na década de 1990, a MMC decidiu investir na Missão Global,91 já que ainda existiam 228 cidades sem presença adventista no campo. Uma série de reuniões evangelísticas e cursos bíblicos foram realizados em cidades como Araçuaí, Dores do Indaiá, Lagoa da Prata, Unaí e Cachoeira Dourada, entre outras.92 Em 1991, a Missão Mineira Central teve seu status alterado para Associação Mineira Central (AMC).93 Essa mudança ocorreu durante uma assembleia realizada entre os dias 20 e 23 de fevereiro de 1991. Nesse ano, os relatórios estatísticos da Missão mostraram o número de 26.709 membros adventistas, distribuídos entre 300 congregações e 37 distritos pastorais.94

Dois anos depois, em 1993, a Associação atingiu a marca de 111 igrejas organizadas, além dos muitos grupos. Além disso, o número de membros aumentou para 33 mil. As estimativas de batismo para 1994 eram de aproximadamente 4 mil novos conversos.95 O crescimento também foi refletido no plantio de igrejas nas cidades de Felisburgo e Rio Pardo de Minas, e no bairro da Califórnia, em Belo Horizonte.96 Além disso, em 1994, uma série de reuniões foi realizada nas cidades de Montes Claros e Formiga, além do estabelecimento de um distrito pastoral na cidade de Salinas, no norte de Minas Gerais. Com todo esse empenho, foram batizadas 3.267 pessoas em 1994.97

Em 1995, a liderança da Associação Mineira Central decidiu reformar a lancha médico-missionária Luminar II, que atendia à população da região do Rio São Francisco, no norte de Minas Gerais. A reforma foi realizada com recursos financeiros provenientes da recolta e com o apoio da Empresa Marítima São Francisco e da Prefeitura de Pirapora. Além da lancha médico-missionária, a AMC também adquiriu uma clínica médico-dentária com a contribuição da Golden Cross. O objetivo da clínica móvel era auxiliar a Sociedade Dorcas (atual Ação Solidária Adventista – ASA) em todas as cidades abrangidas pela Associação, oferecendo cursos sobre alimentação saudável, higiene sanitária, corte e costura e outras atividades.98

No final de 1996, a AMC mostrou crescimento substancial. Os relatórios apresentados em sua 16ª Assembleia Trienal, realizada em dezembro daquele ano, mostraram que havia 35.920 membros no campo,99 organizados em 401 igrejas e 45 distritos pastorais. De 1994 a 1996, houve um aumento de 9.460 membros, muitos deles moradores das 58 regiões anteriormente sem presença adventista. No total, o crescimento líquido foi de 17 por cento. Além do crescimento no número de membros, houve progresso na área educacional. O Colégio Adventista de Ipatinga (CADI) foi construído com 16 salas de aula, oferecendo desde a pré-escola até o ensino médio, além de um curso técnico em Processamento de Dados. No mesmo período, o Colégio Adventista de Belo Horizonte foi completamente reformado e começou a oferecer o ensino médio. Outra realização foi a compra de um terreno no bairro da Pampulha, em Belo Horizonte, para a construção de um centro de treinamento.100

Na mesma Assembleia, um dos planos apresentados era constituir famílias adventistas em lugares sem presença prévia de adventistas.101 Uma dessas cidades era São Domingos do Prata, que ficava a 140 km de Belo Horizonte, onde uma família adventista da cidade de Sorocaba-SP passou a residir. Em outubro de 1998, uma igreja adventista com 37 membros já havia sido estabelecida no local.102 Com todos as iniciativas missionárias, a AMC atingiu a marca de 38.899 Adventistas do Sétimo Dia, em janeiro de 2000.103 O crescimento do campo levou a outra reorganização do território em 16 de novembro de 2000, quando a UEB decidiu criar a Associação Mineira Leste (AML), sediada na cidade de Governador Valadares.104 Seu território, separado da AMC e da Associação Mineira Sul (AMS), compreendia a região leste de Minas Gerais. O novo campo iniciou suas atividades com 14.489 adventistas.

Com o contínuo desenvolvimento do trabalho em todo o campo missionário de Minas Gerais, em 2010, uma possível reorganização começou a ser planejada. Após vários planos, em 2012, a AMC passou por outra mudança geográfica e administrativa. Dessa vez, a região norte de Minas Gerais foi separada da Associação e se tornou uma nova unidade administrativa: Missão Mineira Norte (MMN), com sede na cidade de Montes Claros. Na época de sua criação em 1º de janeiro de 2013, a nova Missão tinha 11.648 membros.105 Com os novos avanços evangelísticos, aconteceu outra reorganização cinco anos depois. Em 2018, a Associação passou por sua mais recente mudança administrativa, quando os territórios do oeste de Minas Gerais e o Triângulo Mineiro foram separados do campo, formando a Missão Mineira Oeste (MMO). O novo campo, que começou suas atividades em 1º de dezembro de 2019, está sediado na cidade de Uberlândia e atende 12.248 adventistas na região.106

No cumprimento de sua missão evangelística, os adventistas da região central de Minas Gerais também se dedicam ao trabalho social. Por exemplo, em janeiro de 2019, a Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA) prestou assistência direta em serviços médicos, psicológicos e humanitários às vítimas da ruptura de uma barragem de rejeitos de minério na cidade de Brumadinho, em Minas Gerais.107 A ADRA em Belo Horizonte também recebeu refugiados venezuelanos. Em setembro de 2019, em parceria com o governo dos Estados Unidos, a agência trouxe de Boa Vista, no estado de Roraima, duas famílias venezuelanas que viviam num campo de refugiados. Em Belo Horizonte, foram providenciados trabalho e alojamento para essas duas famílias.108

De todas as formas possíveis, desde a criação da AMC, os adventistas desse campo têm estado envolvidos em muitos projetos missionários, tanto a nível local como regional. Um desses projetos é a "Rota do Poder", no qual uma caravana de pastores e músicos percorre várias cidades do campo durante oito dias, realizando reuniões evangelísticas. O projeto teve início em 2007 e chegou a vários locais. Na cidade de Betim, por exemplo, 10 mil pessoas participaram do encontro no Estádio Municipal de Newton Amaral, que resultou em 37 batismos. No CATRE, na cidade de Contagem, outras 5 mil pessoas participaram das atividades evangelísticas, muitas das quais decidiram aceitar a Cristo.109

Outro projeto de grande impacto que tem sido desenvolvido na AMC é o Impacto Esperança,110 uma iniciativa desenvolvida em todo o território da DSA. Em 2019, 1,3 milhão de livros foram distribuídos no estado de Minas Gerais e 300 mil foram entregues na região central de Belo Horizonte. Na Praça 7, uma das mais movimentadas da cidade, os adventistas instalaram o “Caixa Eletrônico da Esperança”. Os pedestres que passavam pelo local recebiam um “cartão de crédito” e, ao inseri-lo numa espécie de caixa automática, recebiam o livro "Esperança Para a Família” em vez de dinheiro.111 Os funcionários da sede da AMC também participaram do projeto, distribuindo o livro missionário na região da Lagoa da Pampulha, na capital de Minas Gerais.112

Nos últimos dois anos, houve duas inaugurações importantes no território da AMC. A primeira ocorreu em novembro de 2019, quando a região metropolitana de Belo Horizonte começou a ser coberta pelo canal aberto da TV Novo Tempo. O seu potencial de alcance é de 7 milhões de pessoas, que vivem na capital e em cidades vizinhas.113 A segunda conquista foi a inauguração da Escola Adventista da Pampulha, em fevereiro de 2020, no bairro de Santa Amélia, também na capital de Minas Gerais. Desde a sua inauguração, a escola oferece aulas de Educação Infantil e, a partir de 2021, oferecerá também o Ensino Fundamental e Médio.114

Desde a sua fundação como Missão Mineira em 1955, a AMC tem contribuído muito para o estabelecimento e crescimento da Igreja Adventista no estado de Minas Gerais. Essa realidade pode ser vista nos projetos missionários realizados em várias frentes, como nas áreas da educação, saúde e assistência, e especialmente em projetos evangelísticos de alto impacto missionário. Essas iniciativas contribuíram para a conversão de milhares de pessoas. Nesse contexto, os projetos, metas, ações e recursos tornaram-se meios importantes para alcançar pessoas. Esses instrumentos, associados ao trabalho direto e incansável de pioneiros, pastores, obreiros e membros leigos, ajudaram a Igreja Adventista da região a continuar avançando com sucesso na sua missão de pregar o Evangelho Eterno, para que mais vidas sejam ganhas para o Reino de Cristo.

Cronologia dos Líderes Administrativos115

Presidentes: Silas Gianini (1955-1957); R. A. Wilcox (1957); José Jeremias de Oliveira (1958); Harald Jackson Harris (1958); Edson Vasconcellos (1958-1960); Emmanuel Zorub (1960-1962); Manoel Ost (1962); Harry Emílio Bergold (1963); Cláudio Chagas Belz (1964-1969); Robert Leonard Heisler (1969-1974); Paulo Stabenow (1974-1983); Darcy dos Reis (1983-1991); Antônio Ribeiro de Oliveira (1991); Kleber Pereira dos Reis (1991-1992); Izéas dos Santos Cardoso (1992-1995); Marcos Osmar Schultz (1995-2002); Ursulino Viana Freitas (2002-2012); José Marcos Nunes de Oliveira (2012-atual).

Secretários: Werner Bleck (1955-1958); Harry Emílio Bergold (1958-1962); Arnaldo Benedicto Christianini (1962-1967); Rony Lopes (1967-1971); W. E. Conrado (1971-1974); A. F. Oliveira (1974-1978); Luiz Henrique Perestrelo (1978-1980); José Miranda Rocha (1980-1983); Severino Bezerra de Oliveira (1986-1988); José Elias Zanotelli (1988-1991); Antônio Ribeiro de Oliveira (1991-1994); Marcos Osmar Schultz (1994-1995); Eurípedes Vieira Carvalho (1996-2001); Ursulino Viana Freitas (2001-2002); Marcos Moreira Nardy (2003-2005); José Marcos Nunes de Oliveira (2005-2012); Claudiney Cândido dos Santos (2013-2015); Cláudio Antônio Hirle Lima (2015-atual).

Tesoureiros: Werner Bleck (1955-1958); Harry Emílio Bergold (1958-1962); Arnaldo Benedicto Christianini (1962-1967); Rony Lopes (1967-1971); W. E. Conrado (1971-1974); A. F. Oliveira (1974-1978); Luiz Henrique Perestrelo (1978-1982); Zilton Kruger (1982-1984); Pedro Ferreira Lima (1984-2005); Daniel Lopes Toledo (2005-2011); Eliezer Wesley de Magalhães (2011-2016); Silvânio Zahn (2016-atual).116

Referências

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Ata da União Este Brasileira, agosto de 1982, voto n. 82-204.

Ata da União Este Brasileira, janeiro de 1991, voto n. 91-002.

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 Notas de fim

  1. Josiane Marylyn (assistente do secretário executivo da AMC), mensagem de WhatsApp para Lucas Rodrigues (Redator assistente da ESDA), 17 de julho, 2020.
  2. Renata Paes, “Escola Adventista da Pampulha recebe matrículas,” Notícias Adventistas, 18 de outubro, 2019, acessado em 12 de dezembro de 2019, https://bit.ly/34dqMtX; Josiane Marylyn (assistente do secretário executivo da AMC), mensagem de WhatsApp para Lucas Rodrigues (Redator assistente da ESDA), 17 de julho de 2020.
  3. Renata Paes, “TV Novo Tempo alcançará quase 7 milhões de pessoas na Grande BH,” Notícias Adventistas, 7 de novembro de 2019, acessado em 7 de janeiro de 2020, http://bit.ly/2Qvm7Qk.
  4. Josiane Marylyn (assistente do secretário executivo da AMC), mensagem de WhatsApp para Lucas Rodrigues, 17 de julho de 2020.
  5. Frank Viana Carvalho, “História da Missão Mineira Central” (Monografia, Instituto Adventista de Ensino, 1984), 3.
  6. Pages, “A organização da Conferencia União Brazileira,” Revista Mensal6, n. 1 (janeiro de 1911): 1-4.
  7. Um colportor-evangelista da Igreja Adventista do Sétimo Dia é o missionário que "desenvolve seu ministério adquirindo e vendendo ao público as publicações editadas e aprovadas pela Igreja, para transmitir aos seus semelhantes o Evangelho eterno que traz salvação e bem-estar físico e espiritual.” Portal de notícias da Igreja Adventista do Sétimo Dia, “Colportagem,” acessado em 4 de fevereiro de 2020, http://bit.ly/2J6tY1I.
  8. Germano Conrad e Emílio Froemming, “A colportagem em Minas Gerais,” Revista Mensal6, n. 5 (maio de 1911): 7-8.
  9. “Relatório de colportagem,” Revista Mensal9, n. 11, novembro de 1914, 8; Antônio Gonçalves Pires, “Desarrollo histórico de la Iglesia Adventista de Belo Horizonte, Brasil, período 1910-2012” (Tese de doutorado, Universidade Peruana União, 2017), 41.
  10. “Relatorio das escolas sabatinas do 3trimestre de 1914,” Revista Mensal 10, n. 1, janeiro de 1915, 8.
  11. Antônio Gonçalves Pires, “Desarrollo histórico de la Iglesia Adventista de Belo Horizonte, Brasil, período 1910-2012” (Tese de doutorado, Universidade Peruana União, 2017), 45-46.
  12. Ibid., 46.
  13. Clarence Emerson Rentfro, “Experiencias de viagem,” Revista Mensal14, n. 2 (fevereiro de 1919): 11.
  14. Antônio Gonçalves Pires, “Desarrollo histórico de la Iglesia Adventista de Belo Horizonte, Brasil, período 1910-2012” (Tese de doutorado, Universidade Peruana União, 2017), 49.
  15. Nabuco, “Da Obra em Bello Horizonte, Minas,” Revista Mensal17, n. 1 (janeiro de 1922): 9.
  16. Pires, “Desarrollo histórico de la Iglesia Adventista de Belo Horizonte, Brasil, período 1910-2012,” 52.
  17. “A Revolução de 1930 foi um movimento militar liderado por soldados dos estados de Minas Gerais, Paraíba e Rio Grande do Sul, que resultou no golpe de Estado que depôs o Presidente Washington Luís e fez de Getúlio Vargas presidente do Brasil.” FGV CPDOC, “Revolução de 1930,” acessado em 4 de fevereiro de 2020, https://bit.ly/2LTlCNi.
  18. Pires, “Desarrollo histórico de la Iglesia Adventista de Belo Horizonte, Brasil, período 1910-2012,” 59.
  19. José R. Passos, “Preciosa Colheita em Bello Horizonte,” Revista Adventista26, n. 5 (maio de 1931): 10-11.
  20. José R. Passos, “Os Triumphos da Tríplice Mensagem em Bello Horizonte,” Revista Adventista27, n. 5 (maio de 1932): 11-12.
  21. Haroldo Soldani, “80 e 1.000,” Revista Adventista65, n. 3, (março de 1970): 21.
  22. Adelina R. Passos, “Reuniões Especiaes em Bello Horizonte,” Revista Adventista27, n. 5 (maio de 1932): 12.
  23. José R. Passos, “Os Triumphos da Tríplice Mensagem em Bello Horizonte,” Revista Adventista27, n. 5 (maio de 1932): 11-12.
  24. C. Schneider, “Livrando Almas,” Revista Adventista27, n. 5 (maio de 1932): 13-14.
  25. Passos, “Os Triumphos da Tríplice Mensagem em Bello Horizonte,” Revista Adventista, 11-12.
  26. Féder, “De Bello Horizonte,” Revista Adventista28, n. 7 (julho de 1933): 13.
  27. S. Storch, “Evangelismo Público na Missão Rio-Minas Geraes,” Revista Adventista32, n. 12 (dezembro de 1937): 12.
  28. M. Davis, “Egreja Organizada em Bello Horizonte,” Revista Adventista28, n. 8 (agosto de 1933): 16.
  29. Féder, “Convenções da Escola Sabbatina e Obra Missionária,” Revista Adventista29, n. 5 (maio de 1934): 12-13.
  30. Antônio Gonçalves Pires, “Desarrollo histórico de la Iglesia Adventista de Belo Horizonte, Brasil, período 1910-2012” (Tese de doutorado, Universidade Peruana União, 2017), 64.
  31. S. Storch, “Notícias da Missão Rio-Minas,” Revista Adventista32, n. 1 (janeiro de 1937): 11.
  32. Pires, “Desarrollo histórico de la Iglesia Adventista de Belo Horizonte, Brasil, período 1910-2012,” 64.
  33. “Os pastores Daniel Féder e Roberto M. Rabello...,” Revista Adventista33, n. 2, fevereiro 1938, 12.
  34. S. Storch, “Evangelismo Público na Missão Rio-Minas Geraes,” Revista Adventista32, n. 12 (dezembro de 1937): 12.
  35. “Os pastores Daniel Féder e Roberto M. Rabello...,” 12.
  36. Pires, “Desarrollo histórico de la Iglesia Adventista de Belo Horizonte, Brasil, período 1910-2012,” 66.
  37. Walton J. Brown, “Reune-se a Mocidade,” Revista Adventista33, n. 2 (fevereiro 1938): 12.
  38. Walton J. Brown, “Escolas Primarias na Missão Rio-Minas Geraes,” Revista Adventista33, n. 7 (julho de 1938): 13-14.
  39. “Rio-Minas Geraes Mission,” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1940), 186.
  40. O. Olson, “Em Visita pela União Este-Brasileira,” Revista Adventista37, n. 10 (outubro de 1942): 23.
  41. Pires, “Desarrollo histórico de la Iglesia Adventista de Belo Horizonte, Brasil, período 1910-2012,” 64, 69.
  42. Ibid., 71.
  43. Maria Mendes Carvalho, “As Dorcas de Belo Horizonte,” Revista Adventista48, n. 4 (abril de 1953): 10-11.
  44. B. Clayton Rossi,”...Certamente Cedo Venho...,” Revista Adventista51, n. 3 (março de 1956): 23; Pires, “Desarrollo histórico de la Iglesia Adventista de Belo Horizonte, Brasil, período 1910-2012,” 72-73.
  45. “Minas Mission [Missão Mineira],” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1956), 144; “Minas Mission [Missão Mineira],” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1957), 145.
  46. João Isídio da Costa, “Campanha Evangelística em Belo Horizonte,” Revista Adventista52, n. 11 (novembro de 1957): 26.
  47. Raul Rocco, “Um Batismo Inédito,” Revista Adventista52, n. 12 (dezembro de 1957): 12.
  48. “Minas Mission [Missão Mineira],” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1960), 159.
  49. Rodolpho Belz, “Nótulas do Este,” Revista Adventista56, n. 11 (novembro de 1961): 29.
  50. “Minas Mission [Missão Mineira],” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1965-1966), 198.
  51. Joel S. Camacho, “Visita do Governador Magalhães Pinto à V Assembleia Bienal da M. Mineira,” Revista Adventista60, n. 6 (junho de 1965): 22.
  52. Cláudio Belz, “Como Vai a Missão Mineira?” Revista Adventista60, n. 7 (julho de 1965): 24-25.
  53. Ibid.
  54. Rodolpho Belz, “Nótulas do Este,” Revista Adventista60, n. 7 (julho de 1965): 30.
  55. Belz, “Nótulas do Este,” Revista Adventista61, n. 1, 35.
  56. Belz, “Como Vai a Missão Mineira,” 34-35.
  57. Ibid., 27.
  58. Arnaldo B. Christianini, “Primeiro ‘Five-Day Plan’ em Belo Horizonte,” Revista Adventista62, n. 2 (fevereiro 1967): 25-26.
  59. Pires, “Desarrollo histórico de la Iglesia Adventista de Belo Horizonte, Brasil, período 1910-2012,” 89.
  60. Arnaldo B. Christianini, “Alterações Territoriais na Missão Mineira,” Revista Adventista63, n. 6 (junho de 1968): 32.
  61. “Minas Mission [Missão Mineira],” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1970), 215.
  62. Walter Streithorst, “União Este,” Revista Adventista66, n. 3 (março de 1971): 30.
  63. Roberto Azevedo, “União Este,” Revista Adventista66, n. 11 (novembro de 1971): 28.
  64. Walter Streithorst, “Evangelismo fecundo em auditório móvel,” Revista Adventista66, n. 12 (dezembro de 1971): 18.
  65. Roberto Azevedo, “Bienais na União Este,” Revista Adventista66, n. 5 (maio de 1971): 22.
  66. Renato Emir Oberg, “Nada é de Maior Importância,” Revista Adventista67, n. 10 (outubro de 1972): 12.
  67. Renato Emir Oberg, “União Este,” Revista Adventista69, n. 1 (janeiro de 1974): 28-29.
  68. “Educação,” Revista Adventista69, n. 5 (maio de 1974): 26.
  69. Pires, “Desarrollo histórico de la Iglesia Adventista de Belo Horizonte, Brasil, período 1910-2012,” 103.
  70. “Inaugurada Clínica em Belo Horizonte,” Revista Adventista70, n. 7 (julho de 1975): 5.
  71. Samuel Kettle, “‘Bíblias Abertas’ em Minas Gerais,” Revista Adventista72, n. 8 (agosto de 1977): 36.
  72. Gustavo Pires da Silva, “Realizações no Campo da Missão Mineira,” Revista Adventista72, n. 10 (outubro de 1977): 32-33.
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  76. “Minas Mission [Missão Mineira],” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1980), 261-262.
  77. Pires, “Desarrollo histórico de la Iglesia Adventista de Belo Horizonte, Brasil, período 1910-2012,” 105-106.
  78. “UEB: Educação em 1979,” Revista Adventista75, n. 1 (janeiro de 1980): 23.
  79. “Quadrienal da Unieste Altera Geografia dos Seus Campos,” Revista Adventista75, n. 2 (fevereiro 1980): 20-21.
  80. Corino Pires da Silva, “O Internato da Missão Mineira,” Revista Adventista75, n. 11 (novembro de 1980): 19.
  81. Pável Moura, “Unieste Estabelece o Quinto Internato,” Revista Adventista76, n. 5 (maio de 1981): 25-26.
  82. Ivo Santos Cardoso, “Belo Horizonte: Adventistas Operam o Maior Hospital da Região,” Revista Adventista76, n. 4 (abril de 1981): 24-25.
  83. Ata da União Este Brasileira, agosto de 1982, voto n. 82-204.
  84. “Dividindo-se Para Crescer,” Revista Adventista78, n. 2 (fevereiro 1983): 18.
  85. “A Voz da Profecia é o programa evangélico mais antigo da rádio brasileira, iniciado em 1943. Desde o princípio, teve a participação musical do quarteto Arautos do Rei. Atualmente, o programa também tem sua versão para TV, e é apresentado pelo Pastor Gilson Brito, que está no ministério pastoral há mais de 30 anos. Sermões bíblicos que apresentam a mensagem de esperança e salvação.” Novo Tempo, “A Voz da Profecia,” acessado em 28 de janeiro de 2020, https://bit.ly/2RzGrRh.
  86. “Colheita em Perspectiva,” Revista Adventista81, n. 1 (janeiro de 1986): 29.
  87. “Em 1982, a Igreja Adventista do Sétimo Dia aderiu ao tema "Mil Dias de Colheita.” O objetivo era alcançar 1.000 novos conversos para o Senhor a cada dia, durante 1.000 dias, ou até 1985, durante a sessão da Conferência Geral - 1.000 pessoas diariamente durante 1.000 dias, um milhão de novos conversos em menos de três anos! Foi uma ideia ousada, e a Igreja, sob a próspera mão de Deus, alcançou a meta, superando-a"! Neal C. Wilson, "Colheita 90,” Revista Adventista83, número especial (outubro de 1987): 7.
  88. Pires, “Desarrollo histórico de la Iglesia Adventista de Belo Horizonte, Brasil, período 1910-2012,” 109.
  89. Wilson Almeida, “Balanço de atividades,” Revista Adventista, n. 2, ano 81 (fevereiro de 1986): 28-29.
  90. Wilson Almeida, “Missão Mineira Central inaugura nova sede,” Revista Adventista85, n. 4 (abril de 1989): 24-25.
  91. “Missão Global é braço da missão da linha de frente da Missão Adventista, um departamento da sede mundial da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Os projetos da Missão Global começam como iniciativas locais. Ela apóia as iniciativas locais do ministério da linha de frente em áreas não penetradas [pela Igreja Adventista] e ajuda a envolver todos os departamentos da igreja nessa tarefa.” Portal de notícias da Igreja Adventista do Sétimo Dia, “O que é Missão Global,” acessado em 4 de fevereiro de 2020, http://bit.ly/35Wz9e0.
  92. “Mineiros avançam na estratégia global,” Revista Adventista87, n. 2 (fevereiro 1991): 32.
  93. Ata da União Este Brasileira, janeiro de 1991, voto n. 91-002.
  94. “Mineiros vibram com a nova Associação,” Revista Adventista87, n. 3 (março de 1991): 22.
  95. “Trienal e colportagem são os destaques,” Revista Adventista90, n. 4 (abril de 1994): 21.
  96. “Associação mineira constrói e inaugura templos,” Revista Adventista90, n. 8 (agosto de 1994): 26.
  97. “Mineira Central enumera realizações,” Revista Adventista91, n. 2 (fevereiro de 1995): 22.
  98. “Associação intensifica assistência social,” Revista Adventista91, n. 8 (agosto de 1995): 20.
  99. “Central Minas Conference [Associação Mineira Central],” Seventh-day Adventist Yearbook(Hagerstown, MD: Review and Herald Publishing Association, 1997), 253.
  100. “A luta continua,” Revista Adventista93, n. 2 (fevereiro de 1997): 26.
  101. Ibid.
  102. “Missão global,” Revista Adventista94, n. 10 (outubro de 1998): 27.
  103. “Central Minas Conference [Associação Mineira Central],” Seventh-day Adventist Yearbook(Hagerstown, MD: Review and Herald Publishing Association, 2000), 264.
  104. Ata da União Este Brasileira, junho de 2000, voto n. 2000-076.
  105. Ata da Associação Mineira Central, novembro de 2010, voto n. 2010-0125.
  106. Leonardo Saimon, “Comissão aprova nova sede administrativa no oeste de Minas,” Notícias Adventistas, 20 de maio de 2019, acessado em 5 de setembro de 2019, https://bit.ly/2k1KszX; Ata da Divisão Sul-Americana, maio de 2019, voto n. 2019-071.
  107. Leonardo Saimon, “Da tragédia à esperança,” Revista Adventista114, n. 1343 (março de 2019): 42.
  108. Renata Paes, “Venezuelanos desembarcam em BH para recomeçar a vida no Brasil,” Notícias Adventistas, 17 de setembro de 2019, acessado em 7 de janeiro de 2020, http://bit.ly/2useamx.
  109. Jael Enéas, “Missão na selva de pedra,” Revista Adventista102, n. 1192 (setembro de 2007): 24.
  110. O projeto “Impacto Esperança” é um programa que incentiva a prática da leitura e proporciona distribuição anual em massa de livros por parte dos Adventistas do Sétimo Dia no território sul-americano.” Portal de notícias da Igreja Adventista do Sétimo Dia, “Impacto Esperança,” acessado em 4 de fevereiro de 2020, https://bit.ly/34dZROO
  111. Renata Paes, “Caixa eletrônico e padaria solidária entregam mais de 2 mil livros e mil pães,” Notícias Adventistas, 27 de maio de 2019, acessado em 7 de janeiro de 2020, http://bit.ly/2QAOYD3.
  112. Renata Paes, “Escritório adventista incentiva moradores de BH a adotarem hábitos saudáveis,” Notícias Adventistas, 20 de maio de 2019, acessado em 7 de janeiro de 2020, http://bit.ly/2uuLVDT.
  113. Renata Paes, “TV Novo Tempo alcançará quase 7 milhões de pessoas na Grande BH,” Notícias Adventistas, 7 de novembro de 2019, acessado em 2 de abril de 2020, http://bit.ly/2Qvm7Qk.
  114. Renata Paes, “Escola Adventista da Pampulha dá boas-vindas as primeiras turmas,” Notícias Adventistas, 6 de fevereiro de 2020, acessado em 2 de abril de 2020, https://bit.ly/3aBss4w.
  115. “Minas Mission [Missão Mineira],” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1956), 144; “Central Minas Conference [Associação Mineira Central],” Seventh-day Adventist Yearbook (Nampa, ID: Pacific Press Publishing Association, 2019), 262. Para mais detalhes sobre todos os líderes administrativos da Associação Mineira Central, consulte os Yearbooks [Anuários] da IASD de 1957 a 2019.
  116. Para mais informações sobre a Associação Mineira Central, acesse o site https://amc.adventistas.org/ ou as redes sociais no Facebook: AdventistasUai; Instagram: @adventistasuai; YouTube: Adventistas UAI; e o aplicativo para smartphone Adventistas UAI disponível na Google Play Store.
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Lima, Cláudio Antônio Hirle, Leônidas Verneque Guedes, Lucas Vítor Alves Rodrigues Sena. "Central Minas Conference." Encyclopedia of Seventh-day Adventists. June 02, 2021. Accessed February 29, 2024. https://encyclopedia.adventist.org/article?id=7GE2.

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