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Bahia Conference headquarters in 2019.

Photo courtesy of Bahia Conference Archives.

Associação Bahia

By Nesias Joaquim dos Santos, and Lucas Vítor Alves Rodrigues Sena

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Nesias Joaquim dos Santos

Lucas Vítor Alves Rodrigues Sena

First Published: November 30, 2021

A Associação Bahia (AB) é uma unidade administrativa da Igreja Adventista do Sétimo Dia, localizada no território da União Leste Brasileira (ULB). Sua sede fica na Rua Professor Hugo Baltazar da Silveira, nº 28, CEP 40050-300, bairro Jardim Baiano, na cidade de Salvador, estado da Bahia, Brasil.1

O território da AB cobre cerca de 10 por cento da área geográfica da Bahia, nas seguintes cidades: Araçás, Camaçari, Candeias, Catu, Conde, Dias d'Ávila, Itanagra, Itaparica, Lauro de Freitas, Madre de Deus, Mata de São João, Pojuca, Salvador, São Francisco do Conde, São Sebastião do Passé, Simões Filho e Vera Cruz. O campo missionário da AB abrange uma população de aproximadamente 4.346.394 habitantes, servindo 43.203 membros no total2. Os adventistas da região estão organizados em 56 distritos pastorais, nos quais há 226 igrejas e 213 grupos.3 A associação possui também 158 clubes de Aventureiros,4 com 3.366 membros, e 284 clubes de Desbravadores,5 com 8.196 membros.6

Na área de abrangência da AB, existem 11 unidades da Rede Educacional Adventista: Colégio Adventista de Castelo Branco (CACB), com 1.034 alunos; Colégio Adventista de Salvador (CAS), com 1.008 alunos; Colégio Adventista de Itapagipe (CADI), com 672 alunos; Colégio Adventista de Lauro de Freitas (CALF), com 878 alunos; Escola Adventista de Amaralina (EADA), com 550 alunos; Escola Adventista de IAPI (EAIAPI), com 330 alunos; Escola Adventista de Jardim Cruzeiro (EAJC), com 363 alunos; Escola Adventista de Liberdade (EAL), com 754 alunos; Escola Adventista de Paripe (EAP), com 393 alunos; Escola Adventista Praia Grande (EAPG), com 363 alunos; e Escola Adventista São Caetano (EASC), com 583 alunos. No final de 2019, havia 6.928 alunos matriculados nessas escolas no total.7

A Rádio Novo Tempo de Salvador também está presente no território da AB, na frequência 920 AM.8 As cidades de Catu e Salvador transmitem a TV Novo Tempo em canal aberto (39), que alcança cerca de 4,5 milhões de pessoas.9 Sob a direção dos líderes da AB, há uma equipe de 86 colportores10 disseminando o Evangelho por meio de literatura. O campo possui 979 colaboradores,11 entre funcionários e obreiros licenciados e credenciados. Destes, 747 trabalham na área educacional, 60 nas igrejas, seis na loja Multibom, 97 são evangelistas e obreiros bíblicos, 15 são pastores licenciados e 54 são pastores ordenados.12

A Origem da Obra Adventista no Território da Associação

A Associação Geral enviou um grupo de missionários americanos e alemães ao Brasil por volta de 1900 a 1910, com a missão de contribuir para o desenvolvimento da obra adventista no país. Dentre eles estavam John Lipke, William H. Thurston, J. W. Westphal, Huldreich Graf, W. A. Spicer e F. W. Spies. Esses poucos obreiros tiveram a difícil tarefa de levar a mensagem do Advento para o imenso território brasileiro.13 Só o estado da Bahia tinha 561.026 km² de território, as estradas eram poucas e contava com uma população de aproximadamente 250 mil pessoas. Naquela época, a missão era realmente uma enorme tarefa.14

Em 1901, a liderança da Associação Geral da IASD decidiu estabelecer uniões como unidades administrativas em todo o mundo. Nessa ocasião, foi criada a União Sul-Americana (atual União Argentina). Em seu território administrativo, encontrava-se a Associação Brasileira (atual Associação Rio de Janeiro), cujo campo de missão o Brasil todo. Essa unidade foi criada após uma assembleia adventista na cidade de Gaspar Alto, estado de Santa Catarina, no sul do Brasil. Na época de sua criação, em 1902, a Associação Brasileira estava localizada na cidade do Rio de Janeiro, então capital do país.15 Em 14 de março de 1906, a União Sul-Americana foi reorganizada a fim de abranger novos territórios e associações.16

Após a reorganização da União, o território da Associação Brasileira foi dividido em quatro associações e missões.17 A reunião responsável pela divisão do campo brasileiro ocorreu na cidade do Paraná, na Argentina.18 Uma das quatro unidades administrativas tornou-se a Missão Norte Brasileira (atual Associação Rio de Janeiro), sediada no Rio de Janeiro, tendo como presidente F. W. Spies, que viajava pelo interior do Brasil levando o Evangelho. Aliado à reorganização dos campos missionários, o Pastor John Lipke trabalhou na cidade de Recife, estado de Pernambuco. Após completar sua tarefa ali em 1910, ele viajou para a Bahia, onde começou a conduzir reuniões de estudo bíblico ao lado de Camilo Pereira, sendo bem sucedido.19

A Missão Norte Brasileira abrangia os territórios que hoje fazem parte da União Sudeste Brasileira (USeB), União Nordeste Brasileira (UNeB), União Leste Brasileira (ULB), União Norte Brasileira (UNB) e União Noroeste Brasileira (UNoB).20 A partir da divisão dessa unidade administrativa em 1911, foi criada a Missão Leste Brasileira, com sede na Rua do Poço, nº 115, na cidade de Itapagipe, estado da Bahia.21 O primeiro presidente foi o Pastor John Lipke.22 No entanto, Lipke adoeceu e foi transferido para o sudeste do Brasil a fim de recuperar a saúde. Então, o Pastor Manoel Kuempel, que se juntou à equipe de John Lipke em 1912, deu continuidade ao trabalho evangelístico que estava sendo desenvolvido na Bahia. Pouco tempo depois, Camilo José Pereira mudou-se para São Paulo a fim de trabalhar com John Lipke, e Kuempel recebeu a assistência de Max Rhode.

A obra adventista em Ilhéus, Santana e Porto Novo do Corrente estava se desenvolvendo bem, mas parecia que em Salvador não estava progredindo tão rapidamente. No período de 1910 a 1914, os registros de batismo na cidade retratam apenas poucos conversos. Ao analisar os resultados, John Lipke até se referiu à cidade como "o campo mais ingrato do norte deste país”.23 Contudo, sabe-se que entre as pessoas batizadas em 1911 estava Zacharias Martins Rodrigues. Nesse mesmo período, Camilo José Pereira trabalhou como missionário na capital, Salvador. Na época, a Missão Leste Brasileira não tinha uma igreja organizada, embora houvesse um total de 30 membros espalhados por três congregações no território. Após a criação da unidade administrativa, os fundadores estabeleceram o objetivo de levar o evangelho ao povo, de forma que pudessem alcançar o maior número de pessoas possível. Cerca de 108 anos após firmar esse compromisso, a Igreja Adventista do Sétimo Dia na Bahia mantém viva a missão.24

No ano de sua criação, a Missão Leste Brasileira servia os estados da Bahia, Sergipe, Alagoas e Pernambuco.25 Por volta de 1915, em Maceió, capital do estado do Alagoas, Zacharias Martins Rodrigues estudou a Bíblia com alguns interessados em conhecer o evangelho.26 No entanto, não há qualquer registro de trabalho missionário nessa época no estado de Sergipe. Em 1914, um levantamento reavaliou a situação e propôs a distribuição de alguns territórios. Desse modo, buscando superar tais dificuldades, a Missão Leste Brasileira passou por mudanças administrativas. No entanto, a partir de maio de 1914, Ricardo José Wilfart liderou a obra da pregação do Evangelho na região, além de receber a ajuda de vários jovens brasileiros nativos no estado de Pernambuco, resultando em avanço expressivo na evangelização.27

Os colportores Manoel Kuempel, Max Rhode e Zacharias Martins Rodrigues foram os principais missionários no nordeste brasileiro. O irmão Kuempel adoeceu em uma de suas viagens ao interior da Bahia em 1914, e não pôde ir a Maceió, como lhe havia sido designado. Ele havia sido chamado para trabalhar no estado da Bahia em 1915, com Rhode responsável pelo evangelismo no Pará e Zacharias, em Maceió.28 Na verdade, a cidade de Salvador era um campo difícil, pois as pessoas não pareciam dispostas a conhecer o Evangelho. Apesar disso, cinco pessoas foram batizadas em setembro de 1914. Nesse mesmo ano, 136 membros uniram-se à Missão Leste Brasileira.29

História Organizacional da Associação

Os obreiros realizaram bom trabalho missionário no campo durante muitos anos e, graças aos resultados obtidos, surgiu a necessidade de criar a Missão Pernambucana em 1916.30 Após outra reorganização do território em 1919, foi criada a primeira sede administrativa com o nome do estado, Missão Bahia. No início, o campo missionário cobria apenas os estados de Sergipe e Bahia.31 O estado de Alagoas estava sob os cuidados da Missão Pernambucana, que também abrangia os estados da Paraíba e Rio Grande do Norte.32 Na época, a Missão Bahia era supervisionada pela União Leste Brasileira (ULB, atual União Sudeste Brasileira).33

Ainda em 1919, o missionário americano Frank Chollar foi chamado para ser presidente da Missão Bahia. Na época, o campo tinha apenas um obreiro licenciado em atividade, Zacarias Martins Rodrigues.34 Por essa razão, enviaram Leo Halliwell, Manoel Pereira e Ayres Ferreira Paes para trabalhar na região. Em 1921, o território da Missão Bahia foi reorganizado e Halliwell tornou-se o presidente, uma vez que Frank Chollar teve de deixar o campo para servir em outra missão.35 Mesmo após a chegada de mais obreiros, as dificuldades ainda eram grandes, e a Bahia era considerada um dos campos menos privilegiados do território brasileiro.36

Não obstante, a igreja continuou sendo bem sucedida em sua missão e, em 1926, Salvador tinha uma congregação que se reunia em dois edifícios diferentes: um no centro da cidade e outro no bairro Bonfim (atual bairro de Itapagipe). A igreja tinha sido organizada dessa forma pelo Pastor Gustavo Storch.37 No prédio no bairro do Bonfim, começou a funcionar uma escola adventista de ensino primário,38 dirigida pela professora Philonila Assumpção. O edifício foi concedido à Missão Bahia por Antônio Assumpção, marido de Philonila, por um período de 20 anos.39 Em 1928, Antônio Assumpção liderou a construção de um novo templo destinado à igreja de Salvador, "por sua conta”. A expectativa da liderança da ULB era de que o templo se tornasse "o farol daquela cidade”.40 O novo edifício foi inaugurado em setembro de 1929 e serviu tanto como templo como escola primária para adventistas na capital.41 No ano seguinte, os líderes da Missão adquiriram um terreno no centro de Salvador, com planos de construir no local a igreja central e o escritório da Missão.42

Como reflexo da crise financeira causada pela queda da Bolsa de Valores de Nova Iorque em 1929, as ofertas missionárias diminuíram.43 Isso fez com que a Divisão Sul-Americana e a ULB se unissem à Missão Bahia e à Missão Pernambucana em 1932.44 O nome dado a essa nova unidade administrativa foi Missão Nordeste Brasileira, que cobria os estados da Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. Sua sede localizava-se na cidade do Recife, estado de Pernambuco, tendo como presidente Gustavo Storch.45 Com a fusão das duas missões, o Pastor José dos Passos foi chamado para trabalhar como pastor ordenado no estado da Bahia.46

Mesmo com a fusão das duas missões, a obra adventista continuou a progredir na região. Em 1935, Salvador tinha duas igrejas organizadas: uma na região de Itapagipe, na zona conhecida como Cidade Baixa, e outra estabelecida no Centro de Salvador.47 Em 1937, a Missão Bahia foi reorganizada e ficou responsável pelo campo missionário nos estados da Bahia e Sergipe, sob a liderança de Germano Streithorst e Otto Groeschel. Na época, 27 anos após o início dos trabalhos, a Missão já servia 477 membros, organizados em três igrejas e alguns grupos, além de três escolas.48 Oito anos mais tarde, somente Salvador tinha três igrejas, o mesmo número de igrejas que todo o campo tinha no início.49

Em 1948, o nome do estado de Sergipe foi acrescentado ao nome da Missão Bahia, passando a ser chamada Missão Bahia-Sergipe.50 A partir de 1951, parte do território sul da Bahia foi integrado à Missão Rio São Francisco,51 estabelecida em 1945 e sediada na cidade de Pirapora, no estado de Minas Gerais.52 Essa unidade administrativa da igreja continha mais de um terço do território da Bahia, incluindo a região das cidades de São Francisco, Juazeiro e Palmas do Monte Alto, além do norte de Minas Gerais. A partir de 1955, a Missão Bahia-Sergipe começou a administrar o campo missionário da Missão Rio-Espírito Santo (atual Associação Espírito-Santense).53 No final da década, o território da Missão tinha uma população de 6.477.536 pessoas, com 15 igrejas organizadas, 2.467 membros, 11 pastores ordenados, oito pastores licenciados, 30 colportores evangelistas e 10 professores missionários.54

Durante a década de 1960, a Missão Bahia-Sergipe cresceu consideravelmente, de forma que, no final de 1965, Salvador possuía nove congregações no total, incluindo igrejas e grupos.55 Destas, apenas três eram igrejas organizadas: Igreja Central, Igreja de Itapagipe e Igreja da Capelinha. Vale a pena mencionar que o templo de Itapagipe foi considerado o maior templo evangélico da capital, com capacidade para abrigar cerca de mil pessoas.56

Além disso, a Missão centrou-se também na prestação de cuidados de saúde. A partir de 1965, a capital da Bahia abriu uma unidade de cuidados ambulatórios, que funcionava no edifício da Igreja Central de Salvador.57 Em 1968, a unidade médica mudou-se para o bairro de Brotas, em Salvador. Coordenada por Juanita Kretschmar, a clínica teve suas atividades médicas dirigidas por um professor da Faculdade de Medicina da Bahia. Nesse local, o professor orientou uma equipe de 12 alunos do 5º e 6º ano da Faculdade de Medicina no cuidado dos enfermos. Além disso, a clínica tinha um consultório dentário.58 No entanto, encerrou suas atividades na década de 1960. Outra realização da Missão Bahia-Sergipe nesse período foi a aquisição de um avião missionário, com o objetivo de alcançar os lugares mais distantes cobertos pela Missão.59

Até ao final da década de 1960, o trabalho missionário da Missão Bahia-Sergipe concentrava-se no interior da Bahia e no estado de Sergipe. No entanto, a partir da década de 1970, o campo direcionou o seu trabalho evangelístico para Salvador. Assim, entre 1970 e 1971, a Missão promoveu duas séries de conferências: uma na Igreja Central de Salvador e outra no auditório móvel da Missão. Todas as noites, durante três meses, mais de mil pessoas assistiram às conferências no auditório móvel. Como resultado, cerca de 300 pessoas foram alcançadas em apenas três meses de trabalho.60

Foi também durante a década de 1970 que outras cidades da região metropolitana de Salvador foram alcançadas com a mensagem adventista. A cidade de Catu, conhecida como “sede do petróleo na Bahia”, era uma delas. O trabalho missionário em Catu começou por meio de um membro da Igreja Central de Salvador, que pregava aos colegas de trabalho e aos habitantes da cidade. Em 1972, Catu já tinha um grupo de adventistas com 80 pessoas inscritas na Escola Sabatina, algumas das quais já haviam sido batizadas. Em setembro do mesmo ano, membros da pequena igreja lançaram a pedra fundamental de um novo templo, com abertura prevista para o início de 1973.61

A colportagem62 foi outro meio usado pela Missão Bahia-Sergipe para alcançar pessoas. Por iniciativa da Missão e com a ajuda de recursos da União Leste Brasileira e da Casa Publicadora Brasileira, uma afiliada do Instituto de Colportagem Adventista da Bahia começou suas atividades em Salvador. A ideia inicial era que o edifício servisse de alojamento para os colportores que trabalhavam temporariamente na capital baiana. Contudo, o objetivo inicial foi ampliado e, em 1974, com a conclusão das obras do edifício, foi realizado no local um curso para colportores, oferecido em outras partes do Brasil e na própria Missão Bahia Sergipe. O objetivo era prestar serviço de qualidade às pessoas que recebiam os colportores e materiais evangelísticos.63

Três anos mais tarde, em 1977, a liderança da Missão Bahia-Sergipe começou a estudar a criação de um internato adventista na região. No início, o local escolhido e analisado pela liderança foi a região da cidade de Eunápolis, no sul da Bahia.64 No entanto, após várias reuniões, o local escolhido para o estabelecimento do internato foi uma área de 340 hectares na região rural da cidade de Cachoeira, na Bahia. O plano era que, a partir de 1979, o Seminário de Teologia do Educandário Nordestino Adventista (ENA) fosse transferido para o novo Colégio. Atualmente, no local escolhido, funciona a Faculdade Adventista da Bahia (FADBA), uma das sedes regionais do Seminário Adventista Latino-Americano de Teologia (SALT).65

No entanto, uma das necessidades da Missão era estabelecer uma escola modelo em Salvador, tanto para a sociedade como para a igreja. A fim de tentar resolver esse problema, ainda em 1977, a liderança do campo procurou o governador da Bahia para solicitar a doação de um terreno. Além da criação da escola, o objetivo era que o terreno acolhesse também uma clínica médica e dentária.66 Entretanto, a Escola Adventista Teófilo Berger (atual Colégio Adventista de Salvador) começou a funcionar em junho de 1978, em salas improvisadas no porão da Igreja Central de Salvador, localizada na região central da capital.67 Dez anos mais tarde, a Associação Bahia conseguiu comprar uma área na Ladeira do Hospital, n°21, bairro Nazaré, pelo valor de 340 mil cruzeiros. Assim, o Colégio Adventista de Salvador deu início às suas atividades, passando a oferecer Educação Infantil, Ensino Fundamental I e II e os dois primeiros anos do Ensino Médio.68

No ano seguinte (1979), havia cinco escolas adventistas sob a administração da Missão Bahia-Sergipe, incluindo duas em Salvador: o Colégio Adventista Teófilo Berger, que oferecia o Ensino fundamental I e II; e o Colégio Adventista de Itapagipe, que oferecia até a 7ª série do Ensino Fundamental II. Além destes, a Missão administrava o Colégio Adventista de Jequié, que oferecia até a 5ª série do Ensino Fundamental II; o Colégio Adventista Getúlio Vargas (atual Colégio Adventista de Itabuna), na cidade de Itabuna; e a Escola Adventista Eunapolitana, na cidade de Eunápolis.69

Durante a década de 1970, todo o campo missionário da União Leste Brasileira cresceu nas mais diversas áreas, tanto na educação como na área evangelística, o que levou a liderança da União a promover uma reorganização completa de seus campos missionários. Assim, a Missão Bahia deixou de ter o nome do estado de Sergipe, passando a fazer parte da Missão Nordeste Brasileira.70 Com a mudança geográfica do campo, a Missão Bahia-Sergipe passou a se chamar Missão Bahia, tornando-se responsável por todo o território do estado da Bahia, incluindo o extremo sul, que até então estava sob domínio da Associação Leste (atual Associação Espírito-Santense).71 Quando a Missão Bahia foi reorganizada, ela tinha 55 igrejas organizadas, onde se reuniam 21.877 adventistas.72

Em 1984, foi inaugurado o Hospital Adventista de Salvador (HASa),73 também situado no território da Missão Bahia. A unidade hospitalar foi adquirida em 1982 pela companhia de seguros Golden Cross e funcionava em um edifício de nove andares na Rua Caetano Moura, nº 10, no bairro da Federação. Quando inaugurado, o HASa tinha 120 leitos e uma sala de emergência geral, sala de raios X, laboratórios, ambulatório, centro obstétrico, berçário, cinco salas de operações e uma Unidade de Tratamento Intensivo, além de uma sala panorâmica com vista de 360º para a cidade de Salvador. No entanto, o hospital cessou suas atividades no início da década de 1990.74

Devido à expansão da igreja em vários aspectos, em 1986, a missão Bahia tornou-se a Associação Bahia, como é chamada atualmente.75 Na época, a população territorial era de 12.454.346 pessoas. Havia 108 igrejas sob a sua responsabilidade e 26.491 membros,76 assistidos por 29 pastores ordenados e 24 pastores licenciados. Além disso, havia 29 colportores certificados e muitos outros colportores licenciados que espalhavam a mensagem no campo por meio das publicações.77

Na década de 1990, a Associação Bahia, mediante o apoio de empresários adventistas e do Hospital Adventista Silvestre no Rio de Janeiro, adquiriu uma casa para o funcionamento de uma clínica médica sob a direção do médico Carlos Gama Michel.78 No entanto, a clínica fechou no ano 2000.79 Nesse mesmo período, a AB foi a mantenedora de uma clínica móvel sediada em Salvador. Mediante esse recurso, a Assistência Social Adventista (atual Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais –ADRA) servia a população do interior da Bahia por meio de um acordo com o Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural).80

De 1992 a 1998, devido ao seu crescimento, o campo da Associação Bahia foi reorganizado em novas regiões administrativas com o objetivo de facilitar a administração da igreja. As cidades de Alagoinhas, Cachoeira, Feira de Santana, Itabuna, Vitória da Conquista e Salvador foram as sedes dessas regiões. Durante esse período, o estado da Bahia deixou a área coberta pela ULB, estando sob a responsabilidade da União Nordeste Brasileira (UNeB), que foi criada em 1996.81

Na década de 1990, houve contínua expansão da Igreja Adventista na Bahia, o que pode ser confirmado mediante os números da época: 500 congregações, 47.500 adventistas, 43 escolas e duas estações de rádio Novo Tempo – uma em Salvador e a outra em Ilhéus.82 Por essa razão, em 1999, a União Nordeste decidiu dividir a Associação Bahia, sendo então criada uma nova unidade administrativa: a Associação Bahia Sul (atual Associação Bahia Centro-Sul ou ABCS), com sede em Itabuna.83 A Associação Bahia prestou assistência financeira na criação da ABCS por meio da compra e reforma de um imóvel para a sede da nova unidade.84  

Desde então, a ABCS começou a servir um campo de missão com 123 cidades que, anteriormente, encontravam-se no âmbito da Associação Bahia, como Ilhéus, Itabuna, Eunápolis e Teixeira de Freitas, entre outras. Depois disso, permaneceram sob a liderança da Associação Bahia um total de 200 igrejas organizadas e 41.900 membros, entre uma população de 8.844.581 habitantes.85 Em 2004, o campo foi submetido a outra reorganização, dessa vez com o estabelecimento da Missão Bahia Central (atual Associação Bahia Central – AbaC), com sede na cidade de Feira de Santana.86

Em 2009, após uma nova reorganização nos campos das unidades administrativas da Bahia, foi criada a Missão Bahia Sudoeste (MBSo), com sede na cidade de Vitória da Conquista. A Associação Bahia atribuiu à ABaC a região da baía do estado, visando compor o território da nova missão. Desde então, a área da AB corresponde à região metropolitana e à ilha de Itaparica, o que foi sua última mudança de território. Após a última divisão, a AB passou a servir 32.541 adventistas.87 Atualmente, a Associação Bahia lidera um total de 43.203 membros, o que revela que a divisão do campo contribuiu para o êxito da igreja no serviço pastoral aos adventistas na região metropolitana de Salvador, que está alcançando mais pessoas com a mensagem do Evangelho.88

No entanto, a região sofreu novas alterações. No final de 2011, a UNeB tinha um total de 346.341 adventistas, dos quais mais de 170 mil se encontravam nos estados da Bahia e Sergipe. Nesse contexto, durante a reunião do conselho executivo em maio de 2012, a liderança da Divisão Sul-Americana (DSA) autorizou a criação da União Leste Brasileira (ULB), que abrange os estados da Bahia e do Sergipe.89 A sede da ULB localiza-se atualmente na cidade de Lauro de Freitas, na região metropolitana de Salvador, próximo à Associação Bahia.90

Desde sua fundação, a Associação Bahia esteve sediada nos seguintes endereços: Rua Tira, Centro Histórico de Salvador;91 Rua Travasso, nº 50;92 Rua Imperatriz, n° 56;93 Rua Alegrete da Gamboa de Cima, nº 1;94 Rua São João, nº 10, 1º piso, no bairro de Tororó;95 Rua Conselheiro Saraiva, nº 26, bairro do Comércio;96 e Rua Frederico Pontes, nº 333, na região da Cidade Baixa.97 Na década de 1940, a Igreja Central de Salvador foi construída em uma das praças mais promissoras da Cidade Alta: a praça do Campo da Pólvora. Por esse motivo, a Missão mudou-se para o edifício da Igreja Central, na Rua Álvaro Tibério (atual Rua Carro), nº 58, onde permaneceu até 1996.98 Em 1997, a sede da Associação Bahia foi transferida para a Rua Professor Hugo Baltazar da Silveira, nº 28, no bairro do Jardim Baiano, na cidade de Salvador, onde está localizado atualmente.99

Durante a sua jornada, a AB esteve diretamente envolvida com a missão da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Por exemplo, foi nesse campo missionário que o projeto "Missão Calebe" começou.100 O projeto teve início em 1999, quando foi realizado por seus antecessores na região da cidade de Guanambi. Com a conversão de uma menina chamada Nora Ney, ao final do projeto,101 o desenvolvimento da Missão Calebe foi modificado no ano seguinte por iniciativa do departamento Jovem. A DSA adotou a mudança e o projeto tornou-se um programa oficial para jovens em todo seu território. Atualmente, o projeto é adotado a nível mundial em todos os países abrangidos pela Igreja Adventista do Sétimo Dia.102

Outro projeto adotado pela equipe da AB foi o “Impacto Esperança”,103 que tem distribuído livros desde a sua criação. Em 2007, foram distribuídas 50 mil unidades do livro “Os Dez Mandamentos”; em 2008, 50 mil exemplares do livro “Esperança Para Viver”; em 2009, 100 mil exemplares do livro “Sinais de Esperança”; em 2010, 200 mil exemplares do livro “Tempo de Esperança”; em 2011, 250 mil exemplares do livro “Ainda Existe Esperança”; em 2012 e 2013, 715.500 exemplares de "A Grande Esperança"; em 2014, 454 mil livros “A Única Esperança”; e, em 2015/2016, 500 mil exemplares de “Esperança Viva”.104 Em 2019, aproximadamente 380 mil exemplares do livro "Esperança Para a Família" foram distribuídos na região.105

Ao longo de 100 anos de existência, a AB continua compromissada, trabalhando agora com o tripé Comunhão-Relacionamento-Missão. Em conformidade com as metas da Igreja Adventista, seus líderes tiveram como foco o cumprimento da missão de pregar o Evangelho. A partir de 2018, a liderança da Associação Bahia deu início a projetos destinados à transformação da Igreja Adventista em uma igreja para todos em seu território. Em outras palavras, uma igreja com pessoas receptivas, acolhedoras e sem preconceitos. Para alcançar tal objetivo, foram estabelecidos cinco projetos: "Reparando Brechas", um programa que ajuda as famílias cristãs a viver em adoração a Deus; "Crescendo em Graça", com forte ênfase na mordomia cristã, que visa influenciar o cristão a colocar Deus em primeiro lugar; "Projeto Maná", que incentiva cada membro da igreja a assinar a lição da Escola Sabatina e a comprar materiais devocionais; "Igreja Intercessora", que mobiliza os membros da igreja a orar cada vez mais; e "Igreja Acolhedora", que incentiva os membros a receber os visitantes com alegria.106

Além destes, a AB promove outros projetos, como por exemplo: “Ações de Compaixão”, estimulando os fiéis a se solidarizarem com a comunidade; e “Projeto Novo Tempo”, que visa fazer de cada sede de distrito pastoral um local apropriado para receber estudantes de cursos promovidos pela Internet, Rádio Novo Tempo e Tv Novo Tempo. Dentre outros projetos realizados pelo campo, há também o “Novas Gerações”, que procura formar 25 jovens em faculdades adventistas para que, após a graduação, possam trabalhar no campo; “Jovens em Missão”, no qual jovens da Associação Bahia são formados e enviados para pregar o Evangelho em outros países dentro de um ano; e “Projeto Mexa-se / Feira de Saúde”, que tem como foco a saúde preventiva e o exercício físico.107

Ao analisar a história da IASD no estado da Bahia, os membros concluem que Deus sempre esteve à frente do trabalho evangelístico. O aumento do número de membros no estado é prova disso. Após a criação da ABaC, outra divisão da AB já está prevista, acrescentando mais um campo na região metropolitana em um futuro próximo. Os administradores dessa associação estão empenhados em aumentar a quantidade de membros e terminar a pregação do Evangelho em todo o estado da Bahia. Ao longo de mais de 100 anos de presença adventista no Brasil e na Bahia, a igreja pôde extrair lições úteis, dentre elas a consciência da importância de se ter líderes motivadores e inspiradores na divulgação da mensagem do Advento. Além disso, membros da igreja e famílias têm procurado envolver-se na missão evangelística, esforçando-se para influenciar positivamente a comunidade em que estão inseridos. Tal atitude deve perdurar até que a missão dada por Jesus em Mateus 28:18-20 seja cumprida.108

Para o cumprimento da missão, os principais desafios a serem enfrentados no campo da AB são: o elevado preço das propriedades onde as obras evangelísticas são iniciadas; o rápido aumento da população na região metropolitana, devido à migração de pessoas de outras regiões do nordeste do Brasil em busca de emprego; e o aumento da miséria e pobreza, o que também suscita desafios de integração social. Em resposta, a liderança da AB está compromissada em trabalhar para que os membros procurem mais a Deus e sejam mais compreensivos com as classes menos favorecidas. Os planos de expansão incluem a melhoria das estruturas das igrejas, tornando-as mais acessíveis e acolhedoras; a abertura de 10 distritos pastorais para melhor servir os membros da igreja e vizinhos; e a construção de uma unidade educacional na cidade de Camaçari. Esses planos incluem também a criação de uma nova unidade administrativa para a Igreja Adventista no litoral norte do estado, que no futuro poderá ser chamada Missão Bahia Leste.109

Cronologia dos Líderes Administrativos110

Presidentes: Frank S. Chollar (1919); L. B. Halliwell (1922-1927); L. G. Jorgensen (1929); Juan Meier (1930-1932); Germano Streithorst (1937-1939); A. C. Harder (1941); G. F. Ebinger (1942-1947); Manoel Ost (1948-1952); N. Schwantes (1953); Ary Raffo (1954-1957); Rodolfo Belz (1958); Modesto Marques de Oliveira (1959-1960); G. M. Kretschmar (1961-1968); J. C. Viera (1969-1970); José Bellesi (1971-1973); Robert L. Heisler (1974-1975); João Isídio da Costa (1976-1977); Alfredo O. Holtz (1978-1982); Germano Boell (1983-1984); Luiz Henrique Perestrelo (1986-1988); Helder Roger Cavalcanti Silva (1989-1995); Carlos Alberto Rosa de Oliveira (1996-2003); Jair Garcia Gois (2004-2007); André Henrique de S. Dantas (2008-2010); José Wilson da Silva Barbosa (2012-atualmente).

Secretários: Ayres Ferreira Paes (1919); Cyriaco Pereira Leite (1923-1924); G. E. Hartman (1925); U. Wissner (1926-1928); Otto Keppke (1929); Guilherme Itin (1930-1932); Otto M. Groeschel (1937-1949); F. Vegele (1950-1953); Jorge Frederico Walting (1954-1956); A. M. Vianna (1957); A. M. Vianna (1958-1967); Luiz Henrique Perestrelo (1968); M. N. Soto (1969-1970); L. H. Perestrelo (1971); Zilton Kruger (1972-1982); Luiz Henrique Perestrelo (1983-1985); Ronaldi Neves Batista (1986-1987); Gustavo Pires da Silva (1988); Clovis Ferreira Bunzen Jr. (1989-1996); Jorge Luis Souza de Oliveira (1996-1998); Ronaldo Barreto Sales (1999-2000); Jorge Luis de Oliveira Sousa (2001); Paulo Cezar Chagas Ferreira (2002-2003); Jesuino Gomes da Silva Filho (2004-2008); Willian Wenceslau de Oliveira (2009-2013); Murilo de Sousa Andrade (2014-2015); Nadilson Lemos Santos (2016-2018); Manoel Rodrigues dos Santos (2018); Anderson Rocha Santana (2018-atualmente).

Tesoureiros: F. C. Varney (1924); G. E. Hartman; (1925); U. Wissner (1926-1929); Otto Keppke (1929); Guilherme Itin (1930-1932); O. M. Groeschel (1937-1949); F. Vegele (1950-1953); J. F. Waiting (1954-1956); A. M. Vianna (1957); A. M. Vianna (1958-1967); Luiz Henrique Perestrelo (1968); M. N. Soto (1969-1970); Luiz Henrique Perestrelo (1971); Zilton Kruger (1972-1982); Luiz Henrique Perestrelo (1983-1985); Gustavo Pires da Silva (1986-1988); Clovis Ferreira Bunzen Jr. (1989); Carlos Alberto Rosa de Oliveira (1990-1995); Salomão Sarmento de Souza (1996-1998); Jorge Luis de Oliveira Sousa (1999-2001); Joel Gonsioroski da Silva (2002-2005); Celso Aparecido dos Santos (2006-2008); Antonio Hélio da S. Santiago (2009-2012); Avelino Martins da Conceição Neto (2013-2014); Wilian Carvalho Ferreira (2015-2018); Danilo Carvalho dos Santos (2018-atualmente).111

Referências

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Wissner, U. “Notícias da União Éste-Brasileira.” Revista Adventista 27, n. 2 (fevereiro de 1932).

Notas de fim

  1. Seventh-day Adventist Online Yearbook, “Bahia Conference [Associação Bahia],” acessado em 4 de junho de 2019, https://bit.ly/31bs9cr.
  2. Ibid.
  3. Ibid.
  4. O clube dos Aventureiros é um programa específico para crianças dos 6 aos 9 anos de idade, criado pela Igreja Adventista do Sétimo Dia, em 1972. Nas reuniões, as crianças realizam atividades com foco no desenvolvimento físico, mental e espiritual. Portal da Igreja Adventista do Sétimo Dia, “Aventureiros,” acessado em 4 de fevereiro de 2020, https://www.adventistas.org/pt/aventureiros/sobre-nos/.
  5. O Clube de Desbravadores é constituído por " meninos e meninas dos 10 aos 15 anos de idade, de diferentes classes sociais, cor, religião. Em geral, reúnem-se uma vez por semana para aprender a desenvolver talentos, habilidades, conhecimentos e o gosto pela natureza.” Esses meninos e meninas "vibram com as atividades ao ar livre. Gostam de acampar, caminhar, escalar, explorar florestas e cavernas. Eles sabem cozinhar ao ar livre, fazendo uma fogueira sem fósforos.” Além disso, demonstram "habilidade com disciplina através da ordem unida e têm a sua criatividade despertada pelas artes manuais. Combatem também o consumo de tabaco, álcool e drogas.” Portal da Igreja Adventista do Sétimo Dia, “Quem somos,” acessado em 4 de fevereiro de 2020, http://bit.ly/2FDRqTh.
  6. Ministério dos Aventureiros e Desbravadores da AB, “Estatísticas – Associação Bahia,” acessado em 4 de junho de 2019, https://bit.ly/2Xqxytw.
  7. Departamento de Educação da Associação Bahia, mensagem por e-mail para Nesias Joaquim dos Santos, junho 2019.
  8. Novo Tempo, “Onde Ouvir,” acessado em 4 junho de 2019, http://bit.ly/2wUvwd1.
  9. Novo Tempo, “Onde Assistir,” acessado em 4 de junho de 2019, http://bit.ly/2JRMNbS.
  10. Um colportor evangelista da Igreja Adventista do Sétimo Dia é o missionário que “desenvolve seu ministério adquirindo e vendendo ao público as publicações editadas e aprovadas pela igreja, com o objetivo de transmitir a seus semelhantes o Evangelho eterno que traz salvação e bem-estar físico e espiritual.” Portal da Igreja Adventista do Sétimo Dia, “Colportagem,” acessado em 4 de fevereiro de 2020, http://bit.ly/2J6tY1I.
  11. Sandro Quadros (Chefe do setor de Recursos Humanos da AB), mensagem por e-mail para Nesias Joaquim dos Santos, 30 de novembro de 2016.
  12. Luciano Salviano (ex-secretário ministerial da AB), mensagem por e-mail para Nesias Joaquim dos Santos, 30 de novembro de 2016.
  13. Nesias Joaquim Santos e Natan Fernandes Silva, Contando Nossa História 110 anos da Igreja Adventista do Sétimo Dia no Estado da Bahia (Salvador, BA: Editora Gráfica da Bahia, 2016), 37.
  14. Geraldo da Costa Leal, Salvador dos Contos, Cantos e Encantos (Salvador, BA: Gráfica Santa Helena, 2000), 15.
  15. “Brazilian Conference [Associação Brasileira],” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, D.C.: The General Conference of Seventh-day Adventists, 1904), 72.
  16. Arnaldo Christianini, “A Luz Vem do Oriente: Pequena História de um Grande Campo,” Revista Adventista63, n. 9 (setembro de 1969): 12.
  17. Ibid., 13.
  18. Floyd Greenleaf, Terra de Esperança: o crescimento da Igreja Adventista na América do Sul (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2016), 95-96.
  19. Arnaldo Christianini, “A Luz Vem do Oriente: Pequena História de um Grande Campo,” Revista Adventista63, n. 9 (setembro de 1969): 13.
  20. Santos e Silva, Contando Nossa História 110 anos da Igreja Adventista do Sétimo Dia no Estado da Bahia, 39.
  21. W. Spies, “A abertura de um novo Campo Missionário,” Revista Mensal6, n. 2 (fevereiro de 1911): 2.
  22. “East Brazil Mission [Missão Leste Brasileira],” Seventh -day Adventist Yearbook(Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1911), 126.
  23. John Lipke, “Missão Este Brasileira,” Revista Mensal7, n. 12 (dezembro de 1912): 7-8.
  24. John Lipke, “Missão Este Brasileira,” Revista Mensal 6, n. 9 e 10 (setembro e outubro de 1911): 11-12.
  25. Ata da Missão Bahia-Sergipe, n. 13, 6 de novembro de 1968, voto n. 68/120.
  26. Santos e Silva, Contando Nossa História 110 anos da Igreja Adventista do Sétimo Dia no Estado da Bahia, 78.
  27. Ibid.
  28. Arnaldo Christianini, “A Luz Vem do Oriente: Pequena História de um Grande Campo,” Revista Adventista63, n. 9 (setembro de 1969): 13; F. W. Spies, “Missão Norte Brasileira,” Revista Adventista 9, n. 8 (agosto de 1914), 3.
  29. Santos e Silva, Contando Nossa História 110 anos da Igreja Adventista do Sétimo Dia no Estado da Bahia.
  30. “Pernambuco Mission [Missão Pernambucana],” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1917), 163.
  31. “Bahia Mission [Missão Bahia],” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1920), 187.
  32. “Pernambuco Mission [Missão Pernambucana],” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1920), 188.
  33. “East Brazil Union [União Leste Brasileira],” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1921), 120.
  34. Santos e Silva, Contando Nossa História, 110 anos da Igreja Adventista do Sétimo Dia no Estado da Bahia, 78; C. E. Schofield, “Distribuição de trabalho,” Revista Adventista15, n. 12 (dezembro de1920): 5. “Bahia Mission [Missão Bahia],” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1920), 187.
  35. Ata da Missão Bahia-Sergipe, n. 001, 5 de março de 1937. Primeira ata após a reabertura no final de 1936 e início de 1937.
  36. Ayres Ferreira Paes, “No Estado da Bahia,” Revista Mensal17, n. 2 (fevereiro de 1922): 11.
  37. Arnaldo B. Christianini, “‘A Luz Vem do Oriente’: Pequena História de Um Grande Campo,” Revista Adventista64, n. 10 (outubro de1969): 10-13.
  38. Storch, “A Obra na Bahia,” Revista Mensal 21, n. 3 (março de1926): 7-8.
  39. W. Spies, “Em Viagem,” Revista Mensal 20, n. 12 (dezembro de1925): 6.
  40. H. Wilcox, “Notas da União Éste-Brasileira,” Revista Mensal 24, n. 3 (março de1929): 13.
  41. H. Wilcox, “Novo Templo na Capital Bahiana,” Revista Mensal 24, n. 11 (novembro de 1929): 12-13.
  42. G. Jorgensen, “Notícias da Bahia,” Revista Mensal 25, n. 4 (abril de 1930): 18.
  43. B. Westcott, “Algumas Mudanças na União Este Brasileira,” Revista Adventista27, n. 3 (março de1932): 10-11.
  44. “Northeast Mission [Missão Nordeste],” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1933), 164.
  45. B. Westcott, “Algumas Mudanças na União Este Brasileira,” Revista Adventista27, n. 3 (março de1932): 10-11; “Bahia Mission [Missão Bahia],” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1933), 164; Germano Streithorst, “Memória dos Pioneiros IX: Trabalhando no Brasil,” Revista Adventista 67, n. 1 (janeiro 1972): 15; Santos e Silva, Contando Nossa História, 110 anos da Igreja Adventista do Sétimo Dia no Estado da Bahia, 284; U. Wissner, “Noticias da União Éste-Brasileira,” Revista Adventista 27, n. 2 (fevereiro de 1932): 12.
  46. Westcott, “Algumas Mudanças na União Este Brasileira,” 10-11.
  47. S. Storch, “Progresso na Bahia,” Revista Adventista30, n. 10 (outubro de 1935): 9-10; N. Oliveira Ramos, “Notícias da Bahia,” Revista Adventista 30, n. 8 (agosto de 1935): 9.
  48. Santos e Silva, Contando Nossa História, 110 anos da Igreja Adventista do Sétimo Dia no Estado da Bahia, 171; Ata da Missão Bahia-Sergipe, n. 13, 6 de novembro de 1968; “Bahia Mission [Missão Bahia],” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1938), 178.
  49. José Turíbio de Burgo, “As Dorcas da Bahia,” Revista Adventista41, n. 3 (março de 1946): 12.
  50. “Bahia and Sergipe Mission [Missão Bahia e Sergipe],” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1949), 159.
  51. “Rio São Francisco Mission [Missão Rio São Francisco],” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1951), 172.
  52. “Rio São Francisco Mission [Missão Rio São Francisco],” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1950), 161; “Rio São Francisco Mission [Missão Rio São Francisco],” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1952), 163.
  53. “Espirito Santo Conference [Associação Espírito-Santense],” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1956), 143.
  54. “Bahia and Sergipe Mission [Missão Bahia e Sergipe],” Seventh-day Adventist Yearbook, (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1959. 154; Ata da Missão Bahia Sergipe, n. 209, 22 de fevereiro de 1954, voto n. 075/54.
  55. Rodolpho Belz, “Nótulas do Este,” Revista Adventista61, n. 1 (janeiro 1966): 35.
  56. José Carlos Ramos, “O Maior Templo Evangélico de Salvador,” Revista Adventista65, n. 3 (março de 1970): 22.
  57. Rodolpho Belz, “Nótulas do Este,” Revista Adventista61, n. 2 (fevereiro de 1966): 30; Aluísio Sérgio de Melo, “Atividades do Departamento Médico da Missão Bahia-Sergipe,” Revista Adventista 61, n. 3 (março de 1966): 29.
  58. Rodolpho Belz, “Nótulas do Este,” Revista Adventista63, n. 10 (outubro de 1968): 32-33.
  59. Rodolpho Belz, “Nótulas do Este,” Revista Adventista64, n. 3 (março de 1969): 34-35.
  60. Antônio Talbot, “Mais de 300 Adventistas em 3 Meses,” Revista Adventista66, n. 7 (julho de 1971): 18.
  61. José Bellesi Filho, “Um Novo Templo na Capital do Petróleo,” Revista Adventista68, n. 2 (fevereiro de 1973): 26-27.
  62. A obra da colportagem é uma “atividade de distribuição voluntária e independente de publicação religiosa e temas relacionados à saúde e qualidade de vida familiar.” Aqueles que trabalham em obras de colportagem são conhecidos como colportores. Portal de notícias da Igreja Adventista do Sétimo Dia, “Colportagem,” acessado em 14 de fevereiro de 2020, https://bit.ly/2RQirbB.
  63. José Adauto, “O Instituto de Colportagem Adventista da Bahia,” Revista Adventista68, n. 9 (setembro de 1973): 28.
  64. José Carlos Ramos, “Notícias da União Este,” Revista Adventista 72, n. 5 (maio de 1977): 23.
  65. Lessa, “Concílio de Obreiros da Missão Bahia-Sergipe,” Revista Adventista73, n. 3 (março de 1978): 29-30. Para mais informações sobre o surgimento e a história do FADBA, ver o artigo "Faculdade Adventista da Bahia" nesta Enciclopédia.
  66. “Visita Recente ao Governador,” Revista Adventista, julho de 1977, 17.
  67. Colégio Adventista de Salvador, Publicação do Facebook, s/d, acessado em 26 de fevereiro de 2020, http://bit.ly/384HCNo.
  68. Ibid.
  69. “UEB: Educação em 1979,” Revista Adventista, janeiro de 1980, 23.
  70. “Bahia Mission [Missão Bahia],” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1981), 269.
  71. Ata da Missão Bahia Sergipe, nº 209, 22 de fevereiro de 1954, voto nº 075/54; “Quadrienal da Unieste Altera Geografia dos Seus Campos,” Revista Adventista, fevereiro de 1980, 20.
  72. “Bahia Mission [Missão Bahia],” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1981), 269.
  73. Silva e Joaquim dos Santos, Contando Nossa História, 110 anos da Igreja Adventista do Sétimo Dia no Estado da Bahia, 183-184.
  74. “Obra Médica Nasce Adulta,” Revista Adventista, agosto de1984, 24-25. Para mais informações sobre a história do Hospital Adventista Salvador, ver o artigo "Hospital Adventista de Salvador" nesta Enciclopédia.
  75. “Bahia Conference [Associação Bahia],” Seventh-day Adventist Yearbook(Hagerstown, MD.: Review and Herald Publishing Association, 1987), 279.
  76. Ibid.
  77. Ibid.
  78. “Congresso reúne profissionais de saúde em Salvador,” Revista Adventista, novembro de 1994, 22.
  79. Ata da Associação Bahia, nº 548, 20 de agosto de 1994, voto nº 94/071; “Northeast Brazil Union Conference [União Nordeste Brasileira],” Seventh-day Adventist Yearbook(Hagerstown, MD: Review and Herald Publishing Association, 2000), 272.
  80. “O Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural) foi criado pela Lei Complementar 11, de 25 de maio de 1917, e proporcionou benefícios de reforma, pensão, ajuda funerária, saúde e serviço social aos trabalhadores rurais no Brasil.” Portal do Governo do Brasil, “Lei complementar nº 11, de 25 de maio de 1971,” acessado em 4 de fevereiro de 2020, https://bit.ly/2mjjGDN
  81. “Northeast Brazil Union Mission [União Nordeste Brasileira],” Seventh-day Adventist Yearbook(Hagerstown, MD: Review and Herald Publishing Association, 1996), 284.
  82. “Bahia celebra 75 anos de adventismo,” Revista Adventista, dezembro de1994, 13-14.
  83. “South Bahia Conference [Associação Bahia Sul],” Seventh-day Adventist Yearbook(Hagerstown, MD.: Review and Herald Publishing Association, 1999), 270.
  84. “Bahia Conference [Associação Bahia],” Seventh-day Adventist Yearbook(Hagerstown, M.D.: Review and Herald Publishing Association, 1999), 269.
  85. Ibid.
  86. “Central Bahia Mission [Missão Bahia Central],” Seventh-day Adventist Yearbook(Hagerstown, MD.: Review and Herald Publishing Association, 2005), 262.
  87. “Bahia Conference [Associação Bahia],” Seventh-day Adventist Yearbook(Hagerstown, MD: Review and Herald Publishing Association, 2010), 282.
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  89. Felipe Lemos, “Fazer discípulos,” Revista Adventista107, n. 1248 (junho de 2012): 33.
  90. Seventh-day Adventist Online Yearbook, “East Brazil Union Mission [União Leste Brasileira],” acessado em 26 de fevereiro de 2020, http://bit.ly/2T22dxz.
  91. Santos e Silva, Contando Nossa História, 110 anos da Igreja Adventista do Sétimo Dia no Estado da Bahia, 283.
  92. “Bahia Mission [Missão Bahia],” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1929), 204.
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  94. “Bahia Mission [Missão Bahia],” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1931), 238.
  95. Santos e Silva, Contando Nossa História, 110 anos da Igreja Adventista do Sétimo Dia no Estado da Bahia, 283; Ata da Missão Bahia, 21 de outubro de 1937, voto nº 006/37.
  96. Ata da Missão Bahia, n. 28, 13 de dezembro de 1942; “Bahia Mission [Missão Bahia],” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1940), 184.
  97. Ibid.
  98. “Bahia Mission [Missão Bahia],” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1943), 146; “Bahia Conference [Associação Bahia],” Seventh-day Adventist Yearbook (Hagerstown, MD: Review and Herald Publishing Association, 1996), 284-285; Olga Streithorst, Leo Halliwell na Amazônia (Santo André, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1979), 33; Ata da Missão Bahia, 18 de julho de 1937, voto nº 022/1937.
  99. Santos e Silva, Contando Nossa História, 110 anos da Igreja Adventista do Sétimo Dia no Estado da Bahia, 284; Associação Bahia da Igreja Adventista do Sétimo Dia , “Home,” acessado em 18 de dezembro de 2017, http://ab.adventistas.org/.
  100. “O projeto Missão Calebe é um programa de voluntariado, serviço social e testemunho que desafia os jovens adventistas a dedicar as suas férias ao evangelismo em lugares onde não há presença adventista, para fortalecer as pequenas congregações e alcançar pessoas para o Reino de Deus.” Portal da Igreja Adventista do Sétimo Dia, “Missão Calebe 2020,” acessado em 4 de fevereiro de 2020, http://bit.ly/2HRpvRi.
  101. Santos e Silva, Contando Nossa História, 110 anos da Igreja Adventista do Sétimo Dia no Estado da Bahia, 280.
  102. Heron Santana, “Missão Calebe,” Revista Adventista102, n. 1187 (abril de 2007): 22-23.
  103. O projeto "Impacto Esperança é um programa que incentiva a prática da leitura e proporciona anualmente distribuição de livros em massa por parte dos Adventistas do Sétimo Dia em território Sul-Americano.” Portal da Igreja Adventista do Sétimo Dia, “Impacto Esperança,” acessado em 4 de fevereiro de 2020, https://bit.ly/34dZROO
  104. Sérgio França (chefe do setor de tecnologia da informação na AB), entrevistado por Nesias Joaquim dos Santos, Salvador, Bahia, 30 de novembro de 2016.
  105. Associação Bahia, publicação do Facebook, 28 de maio de 2019, acessado em 28 de fevereiro de 2020, https://bit.ly/3af3bfP.
  106. José Wilson da Silva Barbosa (Presidente da AB), “Apresentação de planos para o próximo quadriênio” (Palestra, Assembleia da Associação Bahia, Salvador, outubro de 2017).
  107. Ibid.
  108. Ibid.
  109. Ibid.
  110. “Bahia Mission [Missão Bahia],” Seventh-day Adventist Online Yearbook,(Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1921), 121; “Bahia Conference [Associação Bahia],” Seventh-day Adventist Online Yearbook, (Nampa, ID.: Pacific Press Publishing Association, 2018), 238; Monique Anjos, “Eleito novo líder para atribuições na Grande Salvador,” Notícias Adventistas, 19 de outubro de 2018, acessado em 27 de fevereiro de 2020, http://bit.ly/2TmriT2. Para mais detalhes sobre os diretores administrativos da Associação Bahia, consultar os Yearbooks [Anuários da IASD] de 1921 a 2018.
  111. Para mais informações sobre a Associação Bahia, acesse o website: http://ab.adventistas.org, ou as redes sociais Facebook/Youtube: Adventistas Bahia.
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Santos, Nesias Joaquim dos, Lucas Vítor Alves Rodrigues Sena. "Bahia Conference." Encyclopedia of Seventh-day Adventists. November 30, 2021. Accessed May 23, 2024. https://encyclopedia.adventist.org/article?id=9IG2.

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Santos, Nesias Joaquim dos, Lucas Vítor Alves Rodrigues Sena (2021, November 30). Bahia Conference. Encyclopedia of Seventh-day Adventists. Retrieved May 23, 2024, https://encyclopedia.adventist.org/article?id=9IG2.