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Family of Alvin Allen

Photo courtesy of Brazilian White Center - UNASP.

Allen, Alvin Nathan (1880–1945)

By The Brazilian White Center – UNASP

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The Brazilian White Center – UNASP is a team of teachers and students at the Brazilian Ellen G. White Research Center – UNASP at the Brazilian Adventist University, Campus Engenheiro, Coelho, SP. The team was supervised by Drs. Adolfo Semo Suárez, Renato Stencel, and Carlos Flávio Teixeira. Bruno Sales Gomes Ferreira provided technical support. The following names are of team members: Adriane Ferrari Silva, Álan Gracioto Alexandre, Allen Jair Urcia Santa Cruz, Camila Chede Amaral Lucena, Camilla Rodrigues Seixas, Daniel Fernandes Teodoro, Danillo Alfredo Rios Junior, Danilo Fauster de Souza, Débora Arana Mayer, Elvis Eli Martins Filho, Felipe Cardoso do Nascimento, Fernanda Nascimento Oliveira, Gabriel Pilon Galvani, Giovana de Castro Vaz, Guilherme Cardoso Ricardo Martins, Gustavo Costa Vieira Novaes, Ingrid Sthéfane Santos Andrade, Isabela Pimenta Gravina, Ivo Ribeiro de Carvalho, Jhoseyr Davison Voos dos Santos, João Lucas Moraes Pereira, Kalline Meira Rocha Santos, Larissa Menegazzo Nunes, Letícia Miola Figueiredo, Luan Alves Cota Mól, Lucas Almeida dos Santos, Lucas Arteaga Aquino, Lucas Dias de Melo, Matheus Brabo Peres, Mayla Magaieski Graepp, Milena Guimarães Silva, Natália Padilha Corrêa, Rafaela Lima Gouvêa, Rogel Maio Nogueira Tavares Filho, Ryan Matheus do Ouro Medeiros, Samara Souza Santos, Sergio Henrique Micael Santos, Suelen Alves de Almeida, Talita Paim Veloso de Castro, Thais Cristina Benedetti, Thaís Caroline de Almeida Lima, Vanessa Stehling Belgd, Victor Alves Pereira, Vinicios Fernandes Alencar, Vinícius Pereira Nascimento, Vitória Regina Boita da Silva, William Edward Timm, Julio Cesar Ribeiro, Ellen Deó Bortolotte, Maria Júlia dos Santos Galvani, Giovana Souto Pereira, Victor Hugo Vaz Storch, and Dinely Luana Pereira.

 

 

First Published: May 27, 2021

Alvin Nathan Allen, pastor, evangelista e missionário, nasceu em Portage, Wisconsin, em 25 de junho de 1880. Era filho de George W. Allen e Ann Permelia Cook Allen. Nasceu em um lar adventista e foi batizado em sua adolescência. Allen frequentou o Union College (1898-1899) e o Battle Creek College.1

Em 11 de julho de 1901, ele se casou com Luella Emily Goodrich, de cuja união nasceram seis filhos:2 Winifred Allen (Floodman) (1903-1990),3 Esther M. Allen (Rentfro) (1908-1986),4 Alvino Arthur Allen, Lulu Allen (Tadlock) (1913-2005),5 Victor Allen (nascido em 1915) e Ana Allen (nascida em 1918), sendo que os últimos dois não alcançaram a idade aduta.6 A trajetória de Alvin como missionário Adventista teve início logo após seu casamento. Como missionário licenciado, uniu-se ao trabalho que sua esposa Luella e pais os pais dela realizavam em Honduras e nas Ilhas Bay, onde H. C. Goodrich era um dos líderes da missão. Ali Alvin dedicou-se a colportar, pregar e lecionar. Além disso, fez um curso de Odontologia a fim de atender às necessidades daquela população.7

Permaneceu na Missão da América Central até o início de 1907, quando retornou para os Estados Unidos em licença8 e fez cursos de aperfeiçoamento na área da saúde no Washington Missionary College (hoje Universidade Adventista de Washington) e no Sanatório de Battle Creek.9 Em 1908, foi ordenado ao ministério e aceitou o chamado para liderar a recém-fundada Missão Peru, junto ao pastor F. L. Perry.10 Foi nesse país que o interesse de Allen em trabalhar entre os indígenas começou. Dentre eles estavam os Aimarás, possivelmente descendentes Incas que habitavam na província de Puno, próxima ao Lago Titicaca.11

Em 1909, Allen viajou junto a W. R. Pohle - que substituíra Perry na Missão Peru – de Lima ao distrito de Plateria, Puno, a fim de encontrar o Aimará Manuel Zúñiga Camacho.12 Camacho havia conhecido o cristianismo ao receber uma Bíblia do adventista Eduardo F. Forga. Em 1896, entrou em contato com a igreja no Chile e, em 1898, voltou aos Andes a fim de fundar uma escola para alfabetizar em espanhol as comunidades Aimará. Entretanto, a escola, que funcionava em sua casa, sofreu grande oposição do clero e fazendeiros locais. Como resultado, ele entrou em contato com os adventistas para obter ajuda. O colportor Fernando Osorio foi enviado à região e seu trabalho despertou o interesse de mais indígenas na mensagem adventista. Através desses estudos, Camacho começou a guardar o sábado.13

Foi nesse contexto que Allen e Pohle chegaram a Plateria. O caminho pelos Andes era de difícil acesso. Apesar disso, pela providência de Deus, encontraram Camacho. Relata-se que a chegada dos missionários havia sido revelada ao índio em sonho.14 Pouco tempo depois, a convite de Allen, o missionário Ferdinand (ou Fernando) A. Stahl chegou. Stahl trabalhava na cidade de La Paz, na Bolívia. Posteriormente, a missão entre os aimarás progrediu sob a liderança de Stahl e tornou-se bem conhecida no meio adventista, tornando-se um modelo na época para missões indígenas. O trabalho de Allen era concentrado em Lima, mas fazia visitas periódicas a Stahl, em Plateria.15 Foi diretor da Missão Peru até 1912.16

Em seguida, ele foi diretor da Missão Cubana de 1913 a 1915,17 retornando depois aos Estados Unidos, onde foi presidente da Associação Carolina do Sul em 1916.18 Nos anos seguintes, foi pastor na Associação Rio Tenessee e secretário de assuntos relacionados à Guerra na União Sul dos Estados Unidos, à época da Primeira Guerra Mundial.19

Allen ainda tinha desejo de trabalhar entre os índios, pois, em suas palavras, queria “revelar Cristo àqueles que sequer ouviram falar sobre Ele.” Em 1918 e 1919, ele escreveu cartas a W. A. Spicer, secretário da Associação Geral, disponibilizando-se para continuar o trabalho iniciado por Ovid E. Davis na Guiana Inglesa. Este havia falecido no campo indígena em 1911 como consequência de uma febre de origem desconhecida, sendo enterrado pelos próprios índios. Desde essa data, nenhum missionário havia sido enviado ao local. Apesar da disposição demonstrada pelo missionário, os recursos não eram suficientes para dar prosseguimento à missão. Fluente na língua espanhola, em 1920 Allen foi escolhido para servir como pastor na Missão México. Trabalhou no país até 1921, onde ficou responsável pela parte Sul do território e liderou a construção de uma igreja. Ali também trabalhou entre os índios Tehuantepec.20

Em 1922, Allen aceitou o chamado para servir como pastor na divisão hispana da Conferência Geral, onde permaneceu até 1925. Nesse período, trabalhou no território da Associação Arizona, Estados Unidos.21 Foi um dos diretores da recém-fundada (1920) Escola de Treinamento Hispano-Americana, em Phoenix, e realizou séries evangelísticas para o público hispano em várias cidades, dentre elas Nogales e Sanchez.22

Na Conferência Geral realizada em Milwaukee, em 1926, seu nome foi votado para ser professor de Bíblia no Colégio Adventista Brasileiro (hoje UNASP-SP). Ele aceitou o chamado, mudou-se para o Brasil e serviu nessa função no segundo semestre desse ano.23 Cientes da experiência de Allen entre os índios, no início de 1927 a comissão da União Sul Brasileira lhe propôs a tarefa de iniciar uma Missão em Goiás. O campo indígena goiano já estava sendo trabalhado pelo missionário de sustento próprio Carlos Heinrich, que solicitara em outubro de 1925 o envio de um missionário para auxiliá-lo. Em reposta, a União definiu que as ofertas dos Missionários Voluntários (MV) de 1926 seriam destinadas à obra entre os índios em Goiás. A chegada de Allen foi propícia para dar início à Missão. Havia muita expectativa, pois Allen havia trabalhado com F. Stahl entre os aimarás do Peru, e chegaram ao Brasil as notícias do grande número de batismos alcançados nas missões organizadas posteriormente por Stahl.24

Allen partiu de São Paulo para Goiás em 11 de abril de 1927, tendo em vista uma primeira viagem até os índios Karajás. Após realizar batismos nas cidades de Pires do Rio e São José dos Tocantins, partiu do município de Goiás na companhia de Rubens Anderson, recém-converso, e Antônio Pereira, do Colégio Adventista Brasileiro, rumo à cidade de Leopoldina, à beira do Rio Araguaia. Ali estudaram a Bíblia com algumas pessoas e, em 14 de julho, desceram o rio ao encontro das aldeias Karajás.25 Allen relata em seu diário ter entrado em contato com várias aldeias, sendo bem recebido por todas, apesar de algumas dificuldades com a língua, pois os índios não tinham grande conhecimento do português e os missionários não sabiam seu idioma. As cidades visitadas foram Dumbá, Monteria, Santa Isabel, Fontoura e Mato Verde. Nessa primeira viagem, eles perceberam a necessidade que tinham de assistência médica e educação.26

Allen seguiu o rio na direção Norte até chegar à cidade de Marabá, estado do Pará, onde descansou por 25 dias, estando muito doente. Após uma ausência de seis meses, em 13 de outubro, ele voltou para São Paulo. Ao propor a criação da Missão Indígena do Araguaia, teve algumas dificuldades. Na época, o alvo da igreja mundial era que as Uniões e Associações tivessem autonomia financeira. Para isso, deviam evangelizar primeiro os centros urbanos que, por meio de dízimos e ofertas, forneceriam as condições para que os missionários pudessem evangelizar regiões onde habitavam minorias. Apesar desse desafio, em 1928 foi criada a Missão Indígena do Araguaia.27

Em agosto de 1928, Allen e o grupo retornaram ao Araguaia. Após viajarem por 216 km, aportaram em Piedade, hoje São Felix do Araguaia, onde a sede da Missão foi estabelecida.28 No Rio Tocantins, fundaram uma escola independente, com a ajuda de sua filha Esther e o genro Charles Rentfro. Esther cuidava das crianças Karajá pela manhã e Charles alfabetizava jovens à tarde. À noite, Ernesto Bergold ensinava os adultos a ler.29 As meninas indígenas também tinham a oportunidade de aprender corte e costura.30 Fabricavam manteiga, tinham máquina de descascar arroz, lavoura e criação de gado. Além disso, assistência médica era fornecida a toda a região, auxiliando pessoas vitimadas por febre amarela, malária, febre tifoide e outras doenças tropicais.31

Allen permaneceu à frente da Missão Araguaia até 1932.32 Por causa de consequências da malária e problemas no coração, deixou os índios em 1933 para servir como o pastor ordenado na ainda pequena Missão Goiás, onde trabalhou até 1937.33 Após 12 anos no Brasil, em 1938 retornou à sua terra natal.34 Foi pastor em Winchester (1939)35 e Arlington (1940) no estado da Virgínia, e do distrito de Ridge na Flórida (1942-1944).36 Faleceu em 31 de dezembro de 1945, por decorrência de um ataque cardíaco.37,38

Alvin Nathan Allen deixou um legado importante para a Igreja Adventista do Sétimo Dia. Como pastor e missionário, foi pioneiro no trabalho entre os índios Aimarás no Peru e Karajás no Brasil. O trabalho iniciado por ele foi continuado por outros e resultou em muitas pessoas ganhas para Cristo. Hoje, há igrejas Adventistas em Aruanã, Goiás; São Félix do Araguaia, Mato Grosso; Santa Izabel, na Ilha do Bananal, com um clube de desbravadores formado por crianças Karajás; Fontoura, Tocantins; Luciara, Mato Grosso e outros lugares às margens do Rio Araguaia.39

Referências

 Alomia, Merling. Breve Historia de la Educacion Adventista em el Peru. Lima, PE Peruvian Union University, 1996.

“Alvin Nathan Allen.” Centro Nacional da Memória Adventista (Online), setembro, 18, 2013.

Casebeer, Homer D. “Spanish Division of the Bureau of Home Missions.” ARH, fevereiro, 5, 1925.

Filho, Ubirajara Preste. “O indígena e a Mensagem do Segundo Advento: Missionários Adventistas e Povos Indígenas na Primeira Metade do Século XX.” Tese de Doutorado, Universidade de São Paulo, 2006.

Neilsen, N. “Notícias do Sul.” Revista Adventista, fevereiro, 1927.

Neilsen, N. P. “Nossos Missionários Voluntários e os Indígenas.” Revista Adventista, maio, 1927.

“Pertaining to the Union.” Southern Union Worker, outubro, 17, 1918.

Pickard, U. D. “A. N. Allen.” ARH, janeiro, 31, 1946.

Pinheiro, Paulo. Missão Carajás. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1994.

Porto, José Justino. "Missão Adventista entre os Karajás de Santa Izabel do Morro: 1980 a 2000," Dissertação de mestrado, Pontifícia Universidade Católica de Goiás, 2009.

“Rentfro, Esther M. Allen.” ARH, julho, 31, 1986.

Sandborn, A. R. “Arizona Academy.” Pacific Union Recorder, outubro, 16, 1924.

Sarli, Wilson. Uma viagem no tempo: aventuras dos pioneiros no Araguaia Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2014.

Seventh-day Adventist Encyclopedia. Segunda edição revisada. Hagerstown, MD: Review and Herald Publishing Association, 1996.

Seventh-day Adventist Yearbook. Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association. Vários anos.

“Tadlock, Lulu.” Southern Tidings, outubro, 2005.

Westphal, Bárbara, Aventuras nos Andes e Amazonas. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2018.

Notas de fim

  1. D. Pickard, “A. N. Allen,” ARH, 31 de janeiro, 1946, 20; Seventh-day Adventist Encyclopedia, segunda edição revisada (1996), s.v. “Allen,Alvin Nathan.”
  2. D. Pickard, “A. N. Allen,” ARH, 31 de janeiro, 1946, 20; “AlvinNathan Allen,” Site do Centro Nacional da Memória Adventista, 18 de setembro, 2013, acessado em 06 de janeiro de 2020, http://www.memoriaadventista.com.br/wikiasd/index.php?title=Alvin_Nathan_Allen Wilson Sarli, Uma viagem no tempo: aventuras dos pioneiros no Araguaia; (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2014), 32.
  3. “Floodman, Winifred L., James White Library Obituary Index, acessado em 06 de janeiro de 2020, https://jewel.andrews.edu/record=b3444248~S3.
  4. Rentfro, Esther M. Allen,” ARH,31 de julho, 1986, 22.
  5. “Tadlock, Lulu,” Southern Tidings, outubro, 2005, 37.
  6. D. Pickard, “A. N. Allen,” Review and Herald, 31 de janeiro, 1946, 20; “AlvinNathan Allen,” Site do Centro Nacional da Memória Adventista, setembro, 18, 2013, acessado em 06 de janeiro de 2020, http://www.memoriaadventista.com.br/wikiasd/index.php?title=Alvin_Nathan_Allen Wilson Sarli, Uma Viagem no Tempo: aventuras dos pioneiros no Araguaia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2014), 32.
  7. Wilson Sarli, Uma Viagem no Tempo: aventuras dos pioneiros no Araguaia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2014), 32; U. D. Pickard, “A. N. Allen,Review and Herald, vol. 123, no. 5, 31 de janeiro, 1946, 20; e Ubirajara Preste Filho, “O indígena e a Mensagem do Segundo Advento: Missionários Adventistas e Povos Indígenas na Primeira Metade do Século XX, 2006"(Tese de Doutorado, Universidade de São Paulo, 2006), 208.
  8. “Miscellaneous Conferences and Missions,” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1904), 75; “West Indian Union Conference,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1907), 100; Seventh-day Adventist Encyclopedia (1996), s.v. “Allen, Alvin Nathan”; U. D. Pickard, “A. N. Allen,” ARH, 31 de janeiro, 1946, 20.
  9. Wilson Sarli, Uma viagem no tempo: aventuras dos pioneiros no Araguaia(Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2014), 32; U. D. Pickard, “A. N. Allen,” Review and Herald, vol. 123, no. 5, 31 de janeiro, 1946, 20.
  10. “South American Union Conference,” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1909), 128; U. D. Pickard, “A. N. Allen,” ARH, 31 de janeiro, 1946, 20; Wilson Sarli, Uma viagem no tempo: aventuras dos pioneiros no Araguaia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2014), 32.
  11. Wilson Sarli, Uma viagem no tempo: aventuras dos pioneiros no Araguaia(Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2014), 32; “Alvin Nathan Allen,” Site do Centro Nacional da Memória Adventista, 18 de setembro, 2013, acessado em 6 de janeiro de 2020, http://www.memoriaadventista.com.br/wikiasd/index.php?title=Alvin_Nathan_Allen; U. D. Pickard, “A. N. Allen,” ARH, 31 de janeiro, 1946, 20.
  12. Ubirajara Preste Filho, “O indígena e a Mensagem do Segundo Advento: Adventist Missionaries and Indigenous Peoples in the First Half of the 20th Century, 2006” (Tese, Universidade de São Paulo, 2006), 107.
  13. Ubirajara Preste Filho, “O indígena e a Mensagem do Segundo Advento: Missionários Adventistas e Povos Indígenas na Primeira Metade do Século XX, 2006 ”(Tese de Doutorado, Universidade de São Paulo, 2006), 101, 107-108; Barbara Westphal, Aventuras nos Andes e Amazonas; (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2018), 40-41; Merling Allomia, Breve Historia de la Educacion Adventista em el Peru (Lima, PE: Universidad Peruana Unión, 1996), 46-50.
  14. Ubirajara Preste Filho, “O indígena e a Mensagem do Segundo Advento: Missionários Adventistas e Povos Indígenas na Primeira Metade do Século XX, 2006 ”(Tese de Doutorado, Universidade de São Paulo, 2006), 107-108; “AlvinNathan Allen,” Site do Centro Nacional da Memória Adventista, 18 de setembro, 2013, acessado em 06 de janeiro de 2020, http://www.memoriaadventista.com.br/wikiasd/index.php?title=Alvin_Nathan_Allen.
  15. Ubirajara Preste Filho, “O indígena e a Mensagem do Segundo Advento: Missionários Adventistas e Povos Indígenas na Primeira Metade do Século XX, 2006” (Tese de Doutorado, Universidade de São Paulo, 2006), 15 e 209.
  16. “Peruvian Mission,” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1913), 132.
  17. “Cuban Mission,” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1914), 152; e “Cuban Mission,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1916), 164, 272.
  18. “South Carolina Conference,” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1917), 88.
  19. “Tennessee River Conference,” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1919), 100; “Tennessee River Conference,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1920), 112; U. D. Pickard, “A. N. Allen,” ARH, 31 de janeiro, 1946, 20; “Pertaining to the Union,” Southern Union Worker, 17 de outubro, 1918, 08.
  20. Ubirajara Preste Filho, “O indígena e a Mensagem do Segundo Advento: Missionários Adventistas e Povos Indígenas na Primeira Metade do Século XX, 2006” (Tese de Doutorado, Universidade de São Paulo, 2006), 16, 209-212; "Mexican Mission,”(Washington, DC: Review and Herald Publishing Association, 1921), 146 ; "Missão Mexicana,” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, DC: Review and Herald Publishing Association, 1922), 240, 153.
  21. “Spanish Division,” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1923), 15; “Spanish Division,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1926), 16.
  22. R. Sandborn, “Arizona Acadeny,” Pacific Union Recorder, 16 de outubro, 1924, 3; Homer D. Casebeer, “Spanish Division of the Bureau of Home Missions,” ARH, 5 de fevereiro, 1925, 18.
  23. “Brazilian Seminary,” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1927), 238; N. Neilsen, “Notícias do Sul,” Revista Adventista, fevereiro, 1927, 10; Ubirajara Preste Filho, “O indígena e a Mensagem do Segundo Advento: Missionários Adventistas e Povos Indígenas na Primeira Metade do Século XX, 2006” (Tese de Doutorado, Universidade de São Paulo, 2006), 208.
  24. Ubirajara Preste Filho, “O indígena e a Mensagem do Segundo Advento: Missionários Adventistas e Povos Indígenas na Primeira Metade do Século XX, 2006” (Tese de Doutorado, Universidade de São Paulo, 2006), 207-208.
  25. Ibid., 243.
  26. Ibid., 248-253.
  27. Paulo Pinheiro, Missão Carajás, (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1994), 49; Wilson Sarli, Uma Viagem no Tempo: aventuras dos pioneiros no Araguaia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2014), 38; Ubirajara Preste Filho, “O indígena e a Mensagem do Segundo Advento: Missionários Adventistas e Povos Indígenas na Primeira Metade do Século XX, 2006” (Tese de Doutorado, Universidade de São Paulo, 2006), 259, 262.
  28. Wilson Sarli, Uma Viagem no Tempo: aventuras dos pioneiros no Araguaia(Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2014), 43; Ubirajara Preste Filho, “O indígena e a Mensagem do Segundo Advento: Missionários Adventistas e Povos Indígenas na Primeira Metade do Século XX, 2006” (Tese de Doutorado, Universidade de São Paulo, 2006), 273.
  29. Ubirajara Preste Filho, “O indígena e a Mensagem do Segundo Advento: Missionários Adventistas e Povos Indígenas na Primeira Metade do Século XX, 2006” (Tese de Doutorado, Universidade de São Paulo, 2006), 284.
  30. Paulo Pinheiro, Missão Carajás(Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1994), 54.
  31. “AlvinNathan Allen,” Site do Centro Nacional da Memória Adventista, setembro 18, 2013, acessado em 06 de janeiro de 2020, http://www.memoriaadventista.com.br/wikiasd/index.php?title=Alvin_Nathan_Allen.
  32. “Araguaya Indian Mission,” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1933), 169.
  33. “Araguaya Indian Mission,” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1934), 172; “Araguaya Indian Mission,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1938), 184.
  34. Wilson Sarli, Uma Viagem no Tempo: aventuras dos pioneiros no Araguaia(Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2014), 73.
  35. “Potomac Conference,” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1940), 38, 374.
  36. “Florida Conference,” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1943), 59; “Florida Conference,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1945), 59; U. D. Pickard, “A. N. Allen,” 31 de janeiro, 1946, 20.
  37. Wilson Sarli, Uma Viagem no Tempo: aventuras dos pioneiros no Araguaia(Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2014), 38.
  38. “Columbia Union Conference,” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1941), 36, 380.
  39. Wilson Sarli, Uma viagem no tempo: aventuras dos pioneiros no Araguaia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2014), 71.
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UNASP, The Brazilian White Center –. "Allen, Alvin Nathan (1880–1945)." Encyclopedia of Seventh-day Adventists. May 27, 2021. Accessed August 03, 2022. https://encyclopedia.adventist.org/article?id=BGCZ.

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