View All Photos

Manoel Salustiano de Castro

Photo courtesy of Brazilian White Center - UNASP. 

Castro, Manoel Salustiano de (1918–2009)

By The Brazilian White Center – UNASP

×

The Brazilian White Center – UNASP is a team of teachers and students at the Brazilian Ellen G. White Research Center – UNASP at the Brazilian Adventist University, Campus Engenheiro, Coelho, SP. The team was supervised by Drs. Adolfo Semo Suárez, Renato Stencel, and Carlos Flávio Teixeira. Bruno Sales Gomes Ferreira provided technical support. The following names are of team members: Adriane Ferrari Silva, Álan Gracioto Alexandre, Allen Jair Urcia Santa Cruz, Camila Chede Amaral Lucena, Camilla Rodrigues Seixas, Daniel Fernandes Teodoro, Danillo Alfredo Rios Junior, Danilo Fauster de Souza, Débora Arana Mayer, Elvis Eli Martins Filho, Felipe Cardoso do Nascimento, Fernanda Nascimento Oliveira, Gabriel Pilon Galvani, Giovana de Castro Vaz, Guilherme Cardoso Ricardo Martins, Gustavo Costa Vieira Novaes, Ingrid Sthéfane Santos Andrade, Isabela Pimenta Gravina, Ivo Ribeiro de Carvalho, Jhoseyr Davison Voos dos Santos, João Lucas Moraes Pereira, Kalline Meira Rocha Santos, Larissa Menegazzo Nunes, Letícia Miola Figueiredo, Luan Alves Cota Mól, Lucas Almeida dos Santos, Lucas Arteaga Aquino, Lucas Dias de Melo, Matheus Brabo Peres, Mayla Magaieski Graepp, Milena Guimarães Silva, Natália Padilha Corrêa, Rafaela Lima Gouvêa, Rogel Maio Nogueira Tavares Filho, Ryan Matheus do Ouro Medeiros, Samara Souza Santos, Sergio Henrique Micael Santos, Suelen Alves de Almeida, Talita Paim Veloso de Castro, Thais Cristina Benedetti, Thaís Caroline de Almeida Lima, Vanessa Stehling Belgd, Victor Alves Pereira, Vinicios Fernandes Alencar, Vinícius Pereira Nascimento, Vitória Regina Boita da Silva, William Edward Timm, Julio Cesar Ribeiro, Ellen Deó Bortolotte, Maria Júlia dos Santos Galvani, Giovana Souto Pereira, Victor Hugo Vaz Storch, and Dinely Luana Pereira.

 

 

First Published: January 29, 2020

Manuel Salustiano de Castro foi um pastor, missionário e administrador da Igreja Adventista do Sétimo Dia no Brasil e Angola.

Primeiros Anos

          Manuel Salustiano de Castro nasceu em 8 de junho de 1918, na cidade de Funchal, Ilha da Madeira – região pertencente a Portugal. Era o único filho de Manuel Castro e Elmina Mota Castro.1 Nascido em um lar bastante católico, seus pais queriam que ele se tornasse padre. Entretanto, quando criança, ele não gostava nem confiava em Deus, pois havia aprendido nas aulas de catecismo que Ele iria punir eternamente aqueles que não Lhe obedecessem. Manuel iniciou os primeiros estudos escolares na Ilha da Madeira.2

          Seus pais conheceram os ensinos da Igreja Adventista em 1931 quando Emmanuel Mansell, o primeiro pastor adventista oficialmente designado para trabalhar nessa área, foi enviado à Ilha da Madeira. A fim de despertar o interesse dos habitantes locais, iniciou suas atividades evangelísticas entregando panfletos de porta em porta.3 Foi dessa maneira que Mansell entrou em contato com a família Castro. A mãe de Manuel era muito interessada em assuntos religiosos. Ela comparou a informação dos folhetos com sua Bíblia e descobriu, juntamente ao marido, que o conteúdo do impresso estava em harmonia com a Palavra de Deus. Não foi fácil para eles aceitar publicamente a mensagem adventista, pois o trabalho do Pastor Mansell havia provocado forte oposição dos líderes católicos da comunidade. Através de ameaças de excomunhão e queima de Bíblias e livros protestantes, tentavam dissuadir aqueles que desejassem conhecer os ensinos adventistas.4 Apesar disso, os pais de Manuel estavam convictos do que haviam aprendido; eles aceitaram o evangelho e foram batizados juntamente com 12 pessoas em 29 de julho de 1932. Na manhã seguinte, um sábado, a primeira Igreja Adventista na Ilha da Madeira foi organizada na cidade de Funchal.5

          Pouco depois do batismo de seus pais, a região onde moravam foi surpreendida com uma grande chuva de meteoritos. Manuel ouviu sua mãe pregar aos vizinhos que esse evento era um dos sinais do fim dos tempos, conforme descrito no capítulo 24 do evangelho de Mateus. Isto o impactou profundamente, despertando maior interesse de sua parte na fé de seus pais. Logo começou a frequentar uma classe bíblica na Igreja Adventista, onde descobriu que tudo o que havia aprendido na infância sobre a punição eterna dos pecadores não era verdade. Começou então a se envolver nas atividades missionárias realizadas pela igreja na cidade e, enquanto era estudante do ensino médio na Escola de Artes e Artesanato de Funchal, foi batizado em setembro de 1936 pelo Pastor Enoch Hermansonn,6 com quem sua mãe trabalhava desde que se tornara uma obreira bíblica.7

          Ainda enquanto cursava o ensino médio, Manuel recebeu a visita de alguns pastores da França, que o convidaram para estudar no Campus Adventiste du Salève, a universidade adventista da França. Na mesma época, o Pastor Enoch Hermansonn, que havia se graduado no Brasil, recomendou que ele estudasse no Colégio Adventista Brasileiro, pois ali não teria problemas com a língua, visto que o Brasil é um país falante do português. Manuel, aos 18 anos de idade, tomou a decisão de estudar na instituição brasileira. Ao embarcar no navio com destino à América do Sul, ele orou: “Estou sozinho agora. Só eu e Deus. Se o Senhor me guardar, Lhe servirei aonde quer que me enviar”. Ele chegou ao Brasil em dezembro de 1936, onde terminou o ensino médio e iniciou o curso de Teologia. Como não tinha os recursos necessários para pagar pelos estudos, começou a trabalhar no departamento de agricultura do colégio, além de colportar nas férias.8

Ministério

          Por volta de 1940, os pais de Manuel se mudaram para o Brasil, estabelecendo-se a poucos quilômetros do Colégio Adventista Brasileiro. Ele os visitava sempre e, nessas ocasiões, frequentava a Igreja Central Paulistana. No decorrer das visitas conheceu Ana Staroski, uma jovem adventista catarinense que morava com seus pais em São Paulo. Depois de alguns meses começaram a namorar e, em março de 1942, se casaram. A cerimônia aconteceu na Igreja Adventista de Santo Amaro em São Paulo. Dessa união nasceram três filhos: Dolores Helda, Wesley Lutero e Marlene.9 Aninha de Castro, como era conhecida, foi uma companheira leal ao ministério do esposo, auxiliando-o ao longo de 60 anos de casamento.10

          Em 4 de dezembro de 1942, Manuel graduou-se em Teologia. Ele foi o primeiro de sua classe a receber um chamado para o ministério, sendo nomeado diretor do departamento de Publicações da Associação Paulista.11 Entretanto, logo ficou doente devido à atividade exaustiva, e por isso pediu ao presidente da Associação que fosse designado a uma nova função. Em resposta, foi enviado para ser pastor auxiliar na igreja do Brás, em São Paulo, ao lado do Pastor Emmanuel Zorub.12 Serviu nesse local até ser transferido para o distrito de Catanduva, e em seguida à cidade de São João da Boa Vista, ambas no estado de São Paulo.13

          Enquanto pastor em São João da Boa Vista, Manuel recebeu um pedido da Conferência Geral para retornar à sua terra natal como missionário, visto que essa era a sua intenção ao ir para o Brasil estudar. Infelizmente, não pôde retornar pois, de acordo com as leis de seu país, se retornasse ao território português teria de servir ao exército por dois anos. Ele explicou à Igreja a sua situação e foi acordado que se esperasse mais um tempo. Um ano depois foi novamente chamado pela Conferência Geral para servir em Portugal, mas a situação também não era favorável. Algum tempo se passou até que recebeu um convite para servir como missionário entre os portugueses que moravam em Angola – na época, colônia portuguesa. Dessa vez, apesar do requerimento para servir ao exército português, ele ponderou sobre o convite cuidadosamente. Aconselhou-se com a família e o presidente da Associação, chegando à conclusão de que era um chamado de Deus.14

          Manuel aceitou o convite e, ao final de 1946, deixou o Brasil a bordo do navio Serpa Pinto com destino a Portugal. Após viajar por 21 dias, desembarcou na Ilha da Madeira a fim de resolver sua pendência com o exército português.15 Ele permaneceu ali por dois meses e, ainda assim, não conseguiu solucionar a questão. Então foi para Lisboa, Portugal, e explicou sua situação ao pastor da Igreja Adventista Central. O pastor o apresentou a uma amiga da família do general do quartel português, que conseguiu sua isenção do serviço militar compulsório.16 Uma vez que o problema com o exército foi resolvido, mudou-se com a família para a Angola. Deu início às atividades em setembro de 1947, como ministro licenciado na União Angolana,17 que na época contava com 300 membros de origem europeia, divididos entre as seis missões existentes.18

          Inicialmente, suas atividades ficaram concentradas na cidade de Benguela, administrada na época pela Missão Bongo. Como havia adquirido experiência evangelística no Brasil, ele foi designado a trabalhar entre os europeus ali residentes. Devido à baixa quantia de interessados, não podia alugar um espaço para reuniões evangelísticas, e por isso organizou uma classe de Escola Sabatina e trabalhou com esse grupo até que houvesse um número razoável de interessados. Nesse ponto, alugou um salão em uma das principais avenidas da cidade e realizou a primeira série de conferências adventistas em Benguela.19 Trabalhou no local por dois anos até ser transferido para a Missão Luz, por volta de 1949, a convite do Pastor Enoch Hermansonn, presidente do campo. Esta era a missão mais isolada da Igreja Adventista na Angola. Ficava a 42 quilômetros no meio da selva, e a 165 quilômetros da cidade mais próxima, Luena. A região era habitada pela tribo dos Quiocos, um dos grupos étnicos existentes na Angola.20

          Nessa Missão, esteve envolvido com trabalho evangelístico e humanitário. Serviu como professor de português na escola missionária e, juntamente a uma enfermeira que servia à Igreja, oferecia tratamento de saúde aos nativos, especialmente aos acometidos de sarna. Eles tratavam cerca de mil casos por mês, o que fez com que a população se tornasse mais aberta para ouvir a pregação do evangelho. Os que aceitavam a mensagem adventista eram convidados a morar em uma vila organizada pelos missionários, onde poderiam trabalhar e frequentar uma escola administrada pela Igreja. Isso era necessário porque o contraste entre os novos conversos e os nativos fetichistas da antiga vila tornava a vida muito difícil para os novos crentes.21

          Em 1951 Manuel foi nomeado presidente da Missão Luz, sendo ordenado ao ministério em 1952.22 Depois de cinco anos trabalhando na Angola, recebeu uma licença de seis meses para passar férias no Brasil em 1952. Este era um benefício concedido aos missionários para que pudessem visitar suas famílias e descansar. Ao voltar para a Angola, retomou suas atividades na liderança da Missão.23 Foi presidente do campo até 1954.24

          Em 1955 Manuel foi nomeado diretor da Escola Missionária do Bongo, onde serviu por cerca de um ano.25 Após completar mais cinco anos de serviço, retornou ao Brasil novamente em 1957, concluindo então suas atividades na Angola. Em 1958, foi convidado a lecionar as matérias de Religião e Administração no Instituto Adventista Cruzeiro do Sul (IACS), localizado no Rio Grande do Sul, onde permaneceu por aproximadamente dois anos.26 Em seguida trabalhou por algum tempo como evangelista na Associação Sul-Rio-Grandense, em Novo Hamburgo, auxiliando o Pastor Enoch de Oliveira. A partir de 1960 assumiu o distrito de Floresta, na cidade de Porto Alegre, capital do estado. Como pastor dessa igreja, realizou várias séries evangelísticas em cidades do Rio Grande do Sul, tais como Santa Maria, Santo Ângelo, Sarandi, Pasto Feijó e Matias Velho. Permaneceu no distrito até o fim de 1964.27

          De 1965 a 1970, Manuel serviu no distrito de Santos, estado de São Paulo. Em 1970, aceitou o chamado da Conferência Geral para voltar à Angola como missionário.28 Em novembro de 1970, retornou ao país ao lado de sua esposa e filha mais nova, Marlene, a fim de pastorear uma igreja europeia em Luanda.29 Ali coordenou a construção de um centro evangelístico com o objetivo de alcançar os angolanos, que na época não se misturavam com pessoas brancas. Esse centro incluía uma igreja grande, da qual Manuel era o pastor, um centro educacional, casas e um dispensário médico para atender a população.30 Manuel e sua esposa passaram por um momento difícil em 1972, quando ela foi diagnosticada com câncer de mama. Felizmente, a cirurgia para remover o tumor foi realizada com êxito pelo Dr. Roy Burlew Parsons, um dos primeiros missionários adventistas a trabalhar na Angola e, na época, considerado o melhor cirurgião do país.31

          Em 1973 a instabilidade política na Angola, causada pela rebelião dos nativos contra a dominação dos colonizadores portugueses, paralisou muitas das atividades formais da Igreja Adventista. A maioria das propriedades foram confiscadas ou destruídas, as missões Luz e Namba foram completamente demolidas, e alguns pastores foram raptados e mortos. Devido à situação, a Conferência Geral votou retirar todos os missionários adventistas do país. Na época em que o voto havia sido tomado, Manuel estava em férias no Brasil. A Conferência Geral informou que Manuel não poderia voltar para a Angola, e por isso ele foi convidado para ser pastor da Igreja de Santo Amaro. Este foi seu último cargo na Igreja Adventista, aposentando-se em 1981.32

Últimos Anos e Contribuição

          Depois de sua aposentadoria, Manuel se mudou para Curitiba, estado do Paraná, onde morou até falecer de câncer aos 90 anos de idade, em 2009.33 Sua esposa Ana faleceu na mesma cidade em 2011, aos 91 anos.

          Manuel Salustiano de Castro deixou significativa contribuição à Igreja Adventista no Brasil e como missionário na Angola. Nesse país, o centro evangelístico e dispensário médico que ajudou a construir é atualmente um dos maiores centros adventistas.34 

Referências

Augusto de Morais, Carlos. “Notícias de Angola.” Revista Adventista, ano 48, n. 10, outubro, 1953, 6. Acessado em 7 de junho, 2017, http://acervo.revistaadventista.com.br.

de Souza Valle, Arthur. “Manchetes da União Sul-Brasileira.” Revista Adventista, ano 63, n. 12, dezembro, 1968, 33. Acessado em 7 de junho, 2017, http://acervo.revistaadventista.com.br.

Ferreira, Ernesto. Arautos de Boas Novas: Centenário da Igreja Adventista do Sétimo Dia em Portugal 1904-2004. Sabugo, Almargem do Bispo: Publicadora Servir, 2008.

Geisler, Ilson A. “Pastor Manuel Salustiano de Castro: Um homem com Deus.” Monografia, Instituto Adventista de Ensino, 1988.

Hermanson, Enoch V. “Carta de um missionário Brasileiro na África.” Revista Adventista, ano 45, n. 10, outubro, 1950, 27, 14. Acessado em 7 de junho, 2017, http://acervo.revistaadventista.com.br.

Krebs, Gretly. “Pray therefore the Lord of the harvest, that he will send forth labourers into his harvest.” Quarterly Review, v. 37, n. 4, dezembro, 1970, 5-7. Acessado em 8 de junho, 2017, http://docs.adventistarchives.org/docs/SEQR/SEQR19701201-V37-04__B.pdf#view=fit.

Lindquist, Lícius. Aventuras do missionário Manuel de Castro. Entre os leões de Angola. Tatuí, São Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 2006.

“Manuel Salustiano de Castro,” Revista Adventista, ano 104, no. 1214, julho, 2009, 37.

Seventh-day Adventist Yearbook, Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1944, 1957, 1959, 1965-66, 1971-72, 1981, 1983. Acessado em 29 de maio, 2017, https://documents.adventistarchives.org/Yearbooks/Forms/AllItems.aspx

Notas de Fim

  1. Lícius Lindquist, Aventuras do missionário Manuel Castro: Entre os leões de Angola (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2006), 20.
  2. Ibid., 20-22.
  3. Ernesto Ferreira, Arautos de Boas Novas: Centenário da Igreja Adventista do Sétimo Dia em Portugal. (Sabugo, Almargem do Bispo: Publicadora Servir, 2008), 325-326.
  4. Lindquist, 8, 26-31, 36-37; Ferreira, 325-327; Castro: Entre os leões de Angola (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2006), 26-28; Ilson A. Geisler, “Pastor Manuel Salustiano de Castro: Um homem com Deus” (Monografia, Instituto Adventista de Ensino, 1988), 5-8.
  5. Lindquist, 26-28; Ferreira, 325-327.
  6. Lindquist, 26-28; Geisler, 5-7.
  7. Lindquist, 29.
  8. Ibid., 29-31; Geisler, 5-7.
  9. Lindquist,, 36-37; Geisler, 8.
  10. Lindquist, 139.
  11. Geisler, 8; “Manuel Salustiano de Castro,” Revista Adventista, ano 104, julho, 2009, 37.
  12. Geisler, 9-10; Lindquist, 39-42.
  13. Lindquist, 38-39.
  14. Geisler, 9-10; Lindquist, 39-42.
  15. Geisler, 9-10; Lindquist, 39-42.
  16. Lindquist, 45-47; Geisler, 12-13.
  17. “Angola Union Mission,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1948, 158; e “Portuguese African Union Mission,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1957), 192; Geisler, 13.
  18. Lindquist, 55.
  19. Geisler, 13-15; Lindquist, 54-61; Carlos Augusto de Morais, “Notícias de Angola,” Revista Adventista, ano 48, outubro, 1953, 6.
  20. Lindquist, 80-82.
  21. Ibid., 83-84; Enoch V. Hermanson, “Carta de um missionário Brasileiro na África,” Revista Adventista, ano 45, outubro, 1950, 27.
  22. “Luz Mission,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1952), 199; e “Luz Mission,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1952), 199-200; e “Angola Union Mission,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1953), 203.
  23. Lindquist, 127,141. “Angola Union Mission,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1953), 203; e “Luz Mission,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1954), 214.
  24. “Luz Mission,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1955), 175.
  25. “Bongo Mission Training School,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1956), 201.
  26. Lindquist, 127-128, 141; e “Rio Grande do Sul Academy,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1959), 253; e “Rio Grande do Sul Academy,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1960), 261; Geisler, 16-17.
  27. Lindquist, 128,141; “Rio Grande do Sul Conference,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1961), 170; “São Paulo Conference,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1965/1966), 209.
  28. “São Paulo Conference,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1965/1966), 209; e “São Paulo Conference,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1971), 237; Lindquist, 128-129, 141; Arthur de Souza Valle, “Manchetes da União Sul-Brasileira,” Revista Adventista, ano 63, n. 12, dezembro, 1968, 33.
  29. Gretly Krebs, “Pray therefore the Lord of the harvest, that he will send forth labourers into his harvest,” Quarterly Review, v. 37, n. 4, dezembro, 1970, 7.
  30. Lindquist, 131.
  31. Ibid., 64-66, 141.
  32. “São Paulo Conference,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1975, 243; “East São Paulo Conference,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1981), 280; Lindquist, 138.
  33. “South Brazil Union Conference,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1983), 302; Lindquist, 141; “Manuel Salustiano de Castro,” Revista Adventista, ano 104, julho, 2009, 37.
  34. Lindquist, 134.
×

UNASP, The Brazilian White Center –. "Castro, Manoel Salustiano de (1918–2009)." Encyclopedia of Seventh-day Adventists. January 29, 2020. Accessed May 24, 2024. https://encyclopedia.adventist.org/article?id=HGGO.

UNASP, The Brazilian White Center –. "Castro, Manoel Salustiano de (1918–2009)." Encyclopedia of Seventh-day Adventists. January 29, 2020. Date of access May 24, 2024, https://encyclopedia.adventist.org/article?id=HGGO.

UNASP, The Brazilian White Center – (2020, January 29). Castro, Manoel Salustiano de (1918–2009). Encyclopedia of Seventh-day Adventists. Retrieved May 24, 2024, https://encyclopedia.adventist.org/article?id=HGGO.