View All Photos

South Mato Grosso Conference headquarters, 2019.

Photo courtesy of South Mato Grosso Conference Archives.

Associação Sul Mato-Grossense

By Julia Castilho, and Rebeca Silvestrin

×

Julia Castilho

Rebeca Silvestrin

First Published: June 6, 2021

A Associação Sul Mato-Grossense (ASM) é uma unidade administrativa da Igreja Adventista do Sétimo Dia, localizada no território da União Centro-Oeste Brasileira (UCOB). Sua sede fica na Rua Armando de Oliveira, n° 135, CEP 79005-370, no bairro Amambai, Campo Grande, capital do estado de Mato Grosso do Sul.1

O território atendido por essa unidade administrativa abrange todo o estado de Mato Grosso do Sul, que fica na região Centro-Oeste Brasileira e faz fronteira com cinco estados brasileiros: Mato Grosso (norte), Goiás e Minas Gerais (nordeste), São Paulo (leste) e Paraná (sul e sudeste). Além disso, Mato Grosso do Sul faz fronteira com outros dois países sul-americanos: Paraguai e Bolívia. Em relação à economia do estado, as principais atividades são a agricultura (soja, milho, algodão, arroz e cana-de-açúcar), pecuária (gado), mineração (ferro, manganês e calcário) e indústria (alimentos, cimento e mineração).2

A extensão territorial do estado é de 357.145 km². Sua população é de 2.778.986 habitantes, distribuída entre 79 municípios. Só em Campo Grande, a cidade mais populosa do estado, vivem cerca de 895.982 habitantes. A ASM atualmente atende 22.141 membros, distribuídos entre 43 distritos com 257 congregações, ou um adventista para cada 125 habitantes em todo Mato Grosso do Sul.3

No território da ASM existem sete instituições de ensino: a Escola Adventista de Campo Grande, na cidade de Campo Grande, com 1.554 alunos; Escola Adventista de Corumbá, em Corumbá, com 337 alunos; Colégio Adventista Jardim dos Estados, em Campo Grande, com 902 alunos; Colégio Adventista Mundo Novo, em Mundo Novo, com 301 alunos; Escola Adventista de Nova Andradina, em Nova Andradina, com 336 alunos; Escola Adventista de Dourados, em Dourados, com 513 alunos; e Escola Adventista de Miranda, em Miranda, com 200 alunos. Ao todo, são 4.143 alunos matriculados nessas unidades escolares.4

Na área assistencial, a ASM administra uma instituição sem fins lucrativos, chamada Lar Infantil Lygia Hans, no município de Campo Grande, com capacidade para acomodar ao menos 10 crianças. O lar proporciona às crianças um ambiente mais familiar, ajudando-as a desenvolver e fortalecer os laços familiares e comunitários. Um dos objetivos da instituição é promover a reintegração familiar e auxiliar no processo de adoção.5

O campo missionário da ASM tem atualmente 58 pastores ativos, dos quais 50 são ordenados e oito são licenciados; 43 são pastores de distrito, sete são pastores de escolas e oito servem como administradores, líderes de departamento e secretários de campo.6

Origem da Obra da IASD no Território da Associação

A mensagem adventista chegou a Mato Grosso por meio de uma senhora chamada Gabriela Nunes. Ela ouviu sobre o adventismo pela primeira vez na cidade de Corrientes, Argentina, ao assistir a algumas conferências públicas conduzidas por um pastor adventista. Contudo, essa experiência só deu frutos anos mais tarde, quando Gabriela partiu de São Borja, no Rio Grande do Sul, para o estado do Mato Grosso, acompanhada de seu marido José Cândido dos Santos.7

O casal fazia parte de um grande grupo de mais de 100 pessoas que buscavam escapar da insegurança instaurada no sul do Brasil após a Revolução Federalista (1893-1895).8 O grupo era composto pelos seus 12 filhos, com suas respectivas famílias. Eles tinham mais de 10 carros de boi de madeira. Alguns foram a pé, enquanto outros foram a cavalo.9

Depois de uma longa jornada, o grupo finalmente chegou a Mato Grosso. As famílias, que haviam se unido para formar um grande grupo, se espalharam pelo extenso território - em regiões próximas às cidades de Bela Vista e Ponta Porã (que hoje fazem parte do estado de Mato Grosso do Sul). Elas também se espalharam pelas pradarias de Vacaria e Entre Rios, onde hoje ficam os municípios de Rio Brilhante e Nova Alvorada, até a cidade de Maracaju. Assim, em 1903, a semente da mensagem adventista chegou ao sul de Mato Grosso pela região de Ponta Porã, na divisa com o Paraguai. Em 1915, Gabriela era uma fiel observadora do sábado e transmitiu tais ensinamentos aos filhos e vizinhos.10

Mais tarde, em 1920, Max Rhone, pastor adventista de origem alemã e aposentado pela Casa Publicadora Brasileira (CPB), chegou a Campo Grande. Para ele, a aposentadoria significava o início de outras oportunidades para continuar sua missão de pregar o evangelho. Rhode conheceu Ernesto Matias e passou a estudar a Bíblia com ele e sua família. Pouco depois, montou uma classe bíblica em seu lar, na Avenida Afonso Pena, onde também deu início a uma classe da Escola Sabatina.11

Além disso, em 1920, Rhode visitou um pequeno grupo de pessoas que moravam em Ponta Porã, as quais haviam recebido a mensagem adventista por meio da irmã Laudelina Cuerman. Elas estavam aguardando a visita de um pastor adventista para receber o batismo e, na época, Rhode batizou várias delas. No ano seguinte, 1921, o Pastor Rhode realizou o segundo batismo no sul de Mato Grosso, dessa vez na cidade de Campo Grande em um tanque próximo à sua casa, região onde hoje fica a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Ernesto Matias e sua esposa, Amanda, estavam entre as pessoas que foram batizadas.12

Na mesma época em que os primeiros adventistas foram batizados em Campo Grande, os primeiros conversos evangelizados por Gabriela Nunes construíram um salão próximo à fazenda Santa Luzia, no interior do estado de Rio Brilhante. Naquele salão, Gabriela ensinou doutrinas bíblicas para sua filha e genro, filhos, noras e netos. No entanto, o primeiro prédio para abrigar a igreja que surgiu da união dos Sabatistas foi erigido em outro local, próximo à Fazenda Santa Luzia, em uma fazenda chamada “Sempre Alegre”. Alguns anos depois, em 1937, uma escola adventista foi inaugurada nesse mesmo prédio13 - a segunda escola denominacional no estado.

História Organizacional da Associação

A história da Igreja Adventista do Sétimo Dia em Mato Grosso do Sul14 teve início quando as igrejas desse território ainda estavam sob a administração da antiga Associação Brasileira da IASD (atual União Central Brasileira - UCB), sediada na cidade de São Paulo.15 Para o avanço do adventismo no estado de Mato Grosso, em 1921, foi criada a primeira unidade administrativa responsável pela obra no território - a Missão Mato-Grossense, em Campo Grande.16 Ela tinha como missão pregar o evangelho eterno no contexto da tríplice mensagem angélica de Apocalipse 14:6-12, para todas as pessoas da região.17

Na época, havia apenas uma congregação formalmente reconhecida no território, com 13 membros. No entanto, a igreja cresceu em pouco tempo. Em 1927, havia pelo menos 35 membros batizados vinculados à Missão Mato-Grossense.18 O primeiro líder dessa nova unidade foi o Pastor Max Rhode, que serviu como superintendente de 1921 a 1929.19 Em 1935, Alfredo L. Meier foi eleito para liderar o avanço da obra em Mato Grosso. Na mesma época, Emilio Keppek foi eleito para servir à região como secretário e tesoureiro. Além disso, em 1935, outra igreja foi construída em Campo Grande, hoje localizada na Rua Rio Branco, na esquina com a Rua Rui Barbosa.

Ao lado dessa igreja, foi construída uma pequena sede para a Missão Mato-Grossense, a fim de fornecer melhor estrutura ao escritório para atender o avanço da obra no estado.20 No ano seguinte, 1936, a professora Iolanda Karrú foi enviada pela equipe missionária para atender às necessidades da igreja da fazenda Sempre Alegre. Dessa maneira, a educação adventista começou ser implementada na região.21 Em 1938, sob a orientação do Pastor Alfredo Barbosa (pastor distrital que atendia a região norte do estado), foi construída a terceira igreja adventista de Mato Grosso.22

Posteriormente, em 1942, a sede da missão foi transferida para a Rua Barão do Rio Branco, esquina com a Rua 24 de fevereiro.23 Alguns anos depois, em 1949, Durval S. Lima assumiu a liderança da unidade administrativa. Durval e a esposa decidiram usar parte de seus esforços no trabalho médico. Assim, deram início às atividades do Hospital Adventista do Pênfigo, em funcionamento até hoje na cidade de Campo Grande. O hospital foi estabelecido em uma área doada pela irmã Ida Bais, e suas primeiras instalações foram pequenas barracas.24

Em 1951, a Missão Mato-Grossense tinha o apoio de pelo menos quatro colportores evangelistas para atender um campo com 450.000 habitantes25 - Ulysses Alencar, que trabalhou vendendo o livro Vida de Jesus; Jerónimo Rocha da Cunha, que trabalhou nas minas; Sérgio Cavalieri, campeão de vendas e vendedor da Divisão Sul-Americana (DSA) em uma cidade com pouco menos de 20 mil habitantes; e Clementino de Albuquerque, que trabalhou em fazendas localizadas a mil quilômetros da missão - onde os materiais eram entregues apenas por via aérea.26

O desenvolvimento da colportagem foi significativo naquela época. Com resultados expressivos, o campo Sul Mato-Grossense se destacou em nível sul-americano. Além disso, os colportores evangelistas citados acima percorreram todo o território da Missão Mato-Grossense por diversos meios de transporte, incluindo aviões, carros de boi e até canoas.27 Eles levavam consigo a mensagem do advento, que foi gradualmente semeada em várias partes do estado.

Dois anos depois, em 1953, a missão teve seu escritório transferido para a Rua 14 de Julho, nº 417, casa 1, em Campo Grande.28 A fim de alcançar mais cidades com a mensagem do advento, em agosto de 1956, a administração da Missão Mato-Grossense enviou um obreiro chamado Olival Costa para trabalhar na cidade de Aquidauana. Olival logo deu início a uma série de conferências denominada Princesa do Sul Mato-Grossense. Como resultado do trabalho de Olival e dos colportores que trabalharam no local, foram batizadas ao menos 12 pessoas no dia 22 de dezembro.29 Com o avanço do evangelho em Aquidauana, alguns anos depois, a congregação local tinha pelo menos 32 membros batizados e uma Escola Sabatina com mais de 50 membros matriculados.30

Diante do crescimento vivenciado na Missão Mato-Grossense, em 1957 a organização passou por uma nova mudança de sede. Isso foi feito para melhor atender às demandas do campo missionário. Na ocasião, a sede foi realocada para a Rua Barão do Rio Branco, n° 599, em Campo Grande.31 Poucos anos depois, devido ao crescimento constante do número de adventistas na cidade de Aquidauana, uma nova igreja foi construída para abrigar as reuniões congregacionais. A inauguração dessa igreja aconteceu em 29 e 30 de agosto de 1959, e contou com a presença de líderes da União Sul-Brasileira (USB), representantes da Missão Mato-Grossense e do diretor do Hospital Adventista do Pênfigo.32 Na época, a missão tinha cerca de 1.104 membros e cinco igrejas organizadas em todo o território.33

Com o tempo, a obra continuou avançando no estado de Mato Grosso. Cerca de sete anos depois, o número de igrejas organizadas dobrou e o número de membros era de 2.873.34 Em poucos anos, em 1972, liderando cerca de 7.500 membros em 23 igrejas organizadas, a missão teve sua sede transferida para a Rua Padre José Cripa, nº 486, também em Campo Grande.35 No entanto, a sede não permaneceu nesse local por muito tempo. Em 1976, ocorreu uma nova mudança, dessa vez para a Rua Armando de Oliveira, nº 125, no bairro Amambai, em Campo Grande, onde permanece até o presente.36

Em 1979, foi necessário reestruturar a Missão Mato-Grossense já que, geopoliticamente, o território de Mato Grosso foi dividido pelo governo brasileiro em dois estados - Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A distância que separava as regiões norte e sul era grande, o que também impactou os desafios missionários da Igreja. Assim, no dia 17 de julho, pelo voto n° 79-038, foi solicitado um estudo para verificar a possibilidade de divisão do campo missionário. Em resposta, uma comissão especial foi formada para fazer uma avaliação e submetê-la à DSA. Portanto, em 19 de julho do mesmo ano, através do voto nº 79-473, a USB registrou o voto da DSA n° 79-397, informando o exame e aprovação do relatório da comissão, que recomendava a criação de uma nova unidade administrativa no novo campo do estado de Mato Grosso.37

O resultado foi a divisão do campo missionário da atual Missão Mato-Grossense. A Missão Sul Mato-Grossense iniciou suas atividades em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, na antiga sede da Missão Mato-Grossense.38 Por sua vez, a nova missão, que levaria o nome de Mato-Grossense, passou a administrar o campo missionário de Mato Grosso, sediada na Rua Zulmira Canavarros, nº 285, em Cuiabá. Com a reconfiguração, a Missão Sul Mato-Grossense ficou responsável por liderar 7.301 membros em 19 igrejas organizadas no estado de Mato Grosso do Sul, e a Missão Mato-Grossense ficou responsável por servir 5.139 membros em 14 igrejas organizadas no estado de Mato Grosso.39

A reorganização do território da Missão Sul Mato-Grossense ajudou a agilizar e fortalecer a pregação do evangelho na região. “Os colportores receberam uma assistência mais próxima, o que agilizou a chegada de materiais para facilitar o serviço desses missionários.” Além disso, tornou-se possível o estabelecimento de escolas adventistas em cidades estratégicas, bem como a compra de uma estação de rádio para transmitir a mensagem do evangelho, além da transmissão do canal Novo Tempo em TV aberta. Também permitiu a promoção de mais treinamentos, acampamentos e campanhas evangelísticas na região, o que aumentou o número de membros nas igrejas.40

Os programas evangelísticos realizados nos anos subsequentes foram bem-sucedidos, o que ficou evidente pelo significativo aumento do número de membros em cerca de cinco anos após a reorganização territorial. Em 1985, havia quase 10.000 adventistas conversos.41 A expansão continuou e, consequentemente, em 21 de dezembro de 1993, a Missão Sul Mato-Grossense, por meio do voto nº 93-234, encaminhou para a USB um pedido para alterar seu status institucional de "missão" para "associação".42 Depois de aprovado, ela passou a se chamar Associação Sul Mato-Grossense (ASM), que é o seu nome atual. Na época, a ASM registrou 10.500 membros, reunidos em 45 congregações organizadas.43

Em 1995, a ASM realizou o I Congresso de Gratidão e Renovação, no qual muitos líderes de diversas instituições adventistas em todo o mundo estiveram presentes. Entre eles estavam João Wolff, então presidente da DSA, Céril Müller, então presidente da União do Texas, nos Estados Unidos, e representantes da USB.44 Além destes, o Pastor Alfredo Barbosa e sua esposa também estiveram presentes. Barbosa foi o primeiro pastor distrital em Mato Grosso do Sul, e foi homenageado pelo trabalho realizado desde os primeiros dias do adventismo na região. Em discurso, o Pastor Kühl declarou que o Mato Grosso do Sul era o “estado mais evangelizado da União Sul-Brasileira, mantendo uma proporção de um adventista para cada 54 habitantes”. Na época, a ASM tinha 20 distritos pastorais, 11 escolas, 70 colportores e 12.200 membros.45

Nos anos seguintes, muitos eventos de treinamento foram realizados para que mais frentes evangelísticas se tornassem reais na ASM. Os primeiros três meses de 1997 foram extensamente empregados em treinamento. Durante esse período, pastores e líderes da igreja participaram de cursos de treinamento sugeridos pela liderança da ASM. A motivação geral era alcançar três cidades do Mato Grosso do Sul que ainda não tinham presença adventista.46

Planos e metas foram traçados por vários departamentos da instituição. Entre as iniciativas, estavam três campanhas evangelísticas que logo foram colocadas em prática, bem como a meta de realizar pelo menos 1.600 batismos em 1997.47 Como resultado, no dia 29 de junho de 1997, 18 conversos de Juti - cidade que fica a 320 quilômetros de Campo Grande - foram batizados após 90 noites de reuniões. Até então, os 6.000 habitantes da cidade nunca havia tido a oportunidade de ouvir a mensagem adventista.48

Posteriormente, a obra adventista continuou a se expandir em Mato Grosso do Sul. No ano de 2000, o número de adventistas em todo o estado era de 16.873 - uma média de um adventista para cada 129 habitantes. Havia pelo menos 81 igrejas organizadas - quase o dobro do número de igrejas existentes quando a ASM mudou de status.49 Em 2001, a Rádio Novo Tempo foi estabelecida, disponível na frequência AM 630. Além disso, por meio da internet - dada a sua exponencial expansão - o evangelho começou a se difundir com mais força, consolidando os diversos projetos evangelísticos já implementados em regiões desafiadoras do interior.50

Em 2005, a ASM passou a liderar a União Centro-Oeste Brasileira (UCOB), com sede em Brasília, Distrito Federal.51 Com o apoio da UCOB e como resultado de frentes evangelísticas como o Impacto Esperança,52 Canal Novo Tempo, Rádio Novo Tempo, pequenos grupos e Missão Calebe - tem havido um aumento significativo no número de crianças, jovens e membros adultos envolvidos em projetos missionários da igreja. Apenas na Missão Calebe, o número de participantes passou de 400 para 985 em 2014.53

Esses esforços missionários têm sido contínuos desde então. A liderança da ASM têm incentivado e mobilizado membros a participarem dos programas e projetos desenvolvidos pela DSA, incluindo o Impacto Esperança,54 Missão Calebe,55 Quebrando o Silêncio56 e Caravanas da Esperança.57 Em 2016, durante o Impacto Esperança, cerca de 200 mil livros missionários foram entregues à população de Mato Grosso do Sul. O movimento teve a participação de líderes da associação e membros locais da DSA.58

No ano seguinte, 2017, cerca de 2.800 jovens participaram do Projeto Missão Calebe em todo Mato Grosso do Sul. No mesmo ano, os jovens realizaram diversas ações sociais que levaram muitas pessoas a serem alcançadas pelo evangelho. Dentre as ações evangelísticas, destacam-se as feiras de saúde e a doação de roupas.59 Em 2018, a ASM também realizou outras ações, tais como o projeto Quebrando o Silêncio. A edição daquele ano teve o objetivo específico de conscientizar a comunidade sobre o suicídio, e contou com a ajuda dos clubes de Desbravadores60 e Aventureiros61, bem como de membros de outras igrejas, que conduziram campanhas, desfiles, palestras, seminários e distribuíram revistas. No total, mais de 35.000 revistas com conteúdo preventivo de suicídio foram distribuídas no estado.62

Em 2018, foram promovidos oito dias de programas intensivos da Caravana da Esperança em todo o Mato Grosso do Sul. Essa caravana passou por seis cidades e alcançou cerca de 9.500 pessoas, das quais cerca de 700 foram batizadas após completarem os estudos bíblicos. Destas, 150 foram batizadas durante as noites de evangelismo. Ainda em 2018, foram realizados os programas da Semana Santa63 em cerca de 1.500 pontos estratégicos da região. O programa alcançou 3.000 pessoas em todo o estado. Durante a semana, mais de 2.200 membros adventistas estudaram a Bíblia com pessoas interessadas. Mais de 2.000 começaram a estudar as Escrituras depois de participarem dos programas e pelo menos 219 foram batizadas.64

Além disso, em 2019, cerca de 4.380 voluntários dedicaram suas férias ao evangelismo, reforma de lugares públicos, limpeza de parques e revitalização de espaços de lazer nos bairros onde foi realizado o projeto Missão Calebe. Além disso, o projeto Esperança Pantanal, uma versão do projeto Missão Calebe, proporcionou que muitos alunos do ensino médio da rede adventista fossem às cidades de Bonito e Corumbá. Nesses municípios, eles realizaram feiras de saúde, atenderam a população durante o dia e realizaram campanhas evangelísticas à noite,65 além de distribuir livros missionários para a comunidade local.

A atual jornada evangelística no território da ASM tem sido testemunha dos esforços contínuos dedicados pelos pioneiros adventistas no estado de Mato Grosso do Sul. Um dos principais desafios que a associação enfrenta hoje é manter os jovens na igreja, visto que 34% dos membros da IASD na região da ASM são jovens. Para que a Igreja Adventista do Sétimo Dia nesse território avance com êxito, a liderança reconhece a necessidade de investir nessas novas gerações, pois elas terão grandes desafios missionários a enfrentar e precisarão fazer esse trabalho sem medir esforços para cumprir a missão.66

Ademais, existe o desafio de motivar os membros a permanecerem permanentemente engajados no trabalho missionário.67 Com esse propósito, a Igreja se empenha em despertar o senso da necessidade de reavivamento e reforma. Sessões de treinamento e celebrações são realizadas para encorajar e desenvolver a comunhão pessoal de cada membro com Deus. Ao mesmo tempo em que se prioriza esses aspectos, também devem ser feitos investimentos em infraestrutura. Em todas as frentes missionárias, o objetivo é contribuir de todas as formas possíveis biblicamente para que a mensagem adventista continue avançando no vasto e promissor estado de Mato Grosso do Sul.68

Cronologia dos Administradores Executivos69

Presidentes: Max Rhode (1921-1929); H. E. Wilcox (1931-1935); Alfredo L. Meier (1935-1939); Nelson Schwantes (1940); José R. Passos (1941-1943); Emílio R. Azevedo (1944-1948); Durval S. Lima (1949-1952); O. L. Reis (1953-1957); G. R. Marski (1958-1959); O. F. G. Lindqvist (1960-1961); Benito Raymundo (1963-1966); Athaliba Huf (1968-1974); Elias Lombardi (1975-1980); Leonid Bogdanow (1981-1984); Osório F. dos Santos (1986-1987); Laércio Mazaro (1988-1995); Ênio dos Santos (1996-1997); Luís Lindolfo Fuckner (1998-2000); Uesley Peyerl (2001-2005); Marcos Moreira Nardy (2006-2011); Maiquel da Silva Nunes (2012-2015); Fernando Campanha Rios (2016-atualmente).

Secretários: Emílio Keppke (1935-1938); H. Bergold (1939); E. Langenstrassen (1940-1941); João de Deus Pinho (1942-1948); Rubens S. Ferreira (1949-1951); Hugo Gegembauer (1952-1954); H. T. Araújo (1955-1962); Leontino Ramalho (1963-1964); L. M. Grellmann (1966-1968); E. E. Bergold (1971); Jairo Oliveira (1972-1973); O. A. Souza (1974-1977); Gumercindo A. Martins (1978-1981); Edinor M. Gruber (1982-1984); Jurandir de Oliveira (1985-1987); Valdilho Quadrado (1988-1990); Nelson Wolff (1991-1994); Ênio dos Santos (1995); Luís Lindolfo Fuckner (1996-1997); Ênio dos Santos (1998); Uesley Peyerl (1999-2000); Abisai Nunes do Nascimento (2001); Naor Rossi (2002-2005); Elieser Ramos (2006-2009); Gilberto Batista de Oliveira (2010-2012); Cleiber Ziviani (2013); Raul Daniel G. Nicoll (2014-2015); Evaldo de Souza Oliveira (2016-2017); José Hadson Gomes de Araújo (2018-atualmente).

Tesoureiros: Emílio Keppke (1935-1938); H. Bergold (1939); E. Langenstrassen (1940-1941); João de Deus Pinho (1942-1948); Rubens S. Ferreira (1949-1951); Hugo Gegembauer (1952-1954); H. T. Araújo (1955-1962); Leontino Ramalho (1963-1964); L. M. Grellmann (1966-1968); E. E. Bergold (1971); Jairo Oliveira (1972-1973); O. A. Souza (1974-1977); Gumercindo A. Martins (1978-1981); Edinor M. Gruber (1982-1984); Jurandir de Oliveira (1985-1992); Marlon de Souza Lopes (1993-2000); Homero Ribas Nemes (2001-2005); Daniel Grubert (2006-2010); Ronei José Pereira (2011-2014); Anilson Seemund Soares (2015-atualmente).70

Referências

Arruda, Gerson G. de. “Missão Matogrossense e sua história”. Monografia, Instituto Adventista de Ensino, 1985.

Conceição, Edmir. “História de MS é marcada pela efervescência política e movimentos sociais”, Mato Grosso do Sul (Online), s. d.

Estatísticas Adventistashttp://www.adventiststatistics.org/.

Fagundes, Evellin. “Caravana da Esperança passará por Itabuna”. Notícias Adventistas (Online), 14 de julho, 2016.

Ferreira, Rubens Ségre. “A Colportagem em Mato Grosso”. Revista Adventista, junho, 1951.

“Igreja Sul-Mato-Grossense celebra nascimento”. Revista Adventista, junho, 1995.

“Juti para Cristo – Evangelismo lança semente e colhe os primeiros frutos”. Revista Adventista, outubro, 1997.

“Lançando as bases – líderes são preparados para os desafios do ano”. Revista Adventista, maio, 1997.

Lar Infantil Lygia Hans. http://www.larlygiahans.org.br/.

Lima, S. F. A. 100 anos em memórias: Adventistas do sétimo dia em Mato Grosso do Sul.  Campo Grande, MS: Casa Publicadora Alvorada, 2015.

Mato Grosso do Sul. Censo brasileiro 2018. Panorama. IBGE. Acessado em 5 de setembro de 2019. http://bit.ly/2lOgCiF.

Portal da Igreja Adventista do Sétimo Dia. http://www.adventistas.org/pt/.

Reunião Ordinária da Ata do Conselho Executivo da União Centro-Oeste Brasileira da Igreja Adventista do Sétimo Dia, 21 de outubro, 2004, voto no. 2004-064.

Seventh-day Adventist Yearbook [Anuário Adventista do Sétimo Dia]. Vários anos. https://www.adventistyearbook.org/.

Silva, Alberto Fabrício B. N. e. “História da Igreja Adventista do 7º Dia Central de Campo Grande, MS”. Monografia, Instituto Adventista de Ensino, 2002.

Silva, Antônio S. da. “Mais um Templo na Missão Mato-Grossense”. Revista Adventista, janeiro, 1959.

Silvestrin, Rebeca. “Mais de 200 mil livros missionários serão distribuídos em todo o MS”, Notícias Adventistas (Online), 13 de maio, 2016.

Silvestrin, Rebeca. “Mais de 200 mil livros missionários serão distribuídos em todo o MS”, Notícias Adventistas (Online), 25 julho, 2017.

Siqueira, Fábia. “Projeto Quebrando o Silêncio é marcado por diversas ações em MS”, Notícias Adventistas (Online), 25 de setembro, 2018.

Notas de fim

  1. “South Mato Grosso Conference [Associação Sul Mato-Grossense],” Seventh-day Adventist Yearbook (Nampa, ID.: Pacific Press Publishing Association, 2018), 265.
  2. Censo brasileiro 2018, Mato Grosso do Sul, panorama, IBGE, acessado em 5 de setembro de 2019, http://bit.ly/2lOgCiF.
  3. Sistema de Gestão da Igreja Adventista – União Centro-Oeste Brasileira, 2019.
  4. Informações obtidas no Sistema de Secretarias Escolares - 2019.
  5. Lar Infantil Lygia Hans, “Quem somos”, acessado em 29 de agosto de 2019, http://bit.ly/2ZrCL9K.
  6. Sistema de Gestão da Igreja Adventista – União Centro-Oeste Brasileira, 2019.
  7. S. F. A. Lima, 100 anos em memórias: Adventistas do sétimo dia em Mato Grosso do Sul. (Campo Grande, MS: Casa Publicadora Alvorada, 2015), 12.
  8. Guerra civil ocorrida no sul do Brasil, na tentativa de afastar o então líder do estado, Julio de Castilhos, do governo do estado do Rio Grande do Sul.  Ricardo Westin, “Na Revolução Federalista, em 1893, senadores chegaram a pegar em armas”, Senado Notícias, 3 de novembro, 2015, acessado em 29 de agosto de 2019, http://bit.ly/2NIeAN5.
  9. S. F. A. Lima, 100 anos em memórias: Adventistas do sétimo dia em Mato Grosso do Sul. (Campo Grande, MS: Casa Publicadora Alvorada, 2015), 18.
  10. Ibid., 15, 18.
  11. Ibid., 28.
  12. Ibid., 29.
  13. Ibid., 32-33.
  14. Por algum tempo, os territórios de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul formavam um único estado brasileiro chamado Mato Grosso. A decisão de desmembrar o estado foi tomada apenas em abril de 1977. No entanto, só em janeiro de 1979 é que esse desmembramento realmente aconteceu - quando surgiu o estado de Mato Grosso do Sul. Edmir Conceição, “História de MS é marcada pela efervescência política e movimentos sociais”, Mato Grosso do Sul, s. d., acessado em 30 de agosto de 2019, http://bit.ly/2UkZIFF.
  15. Arquivo da Associação Sul Mato-Grossense.
  16. “Matto Grosso Mission [Missão Mato-Grossense],” Seventh-day Adventist Yearbook [Anuário Adventista do Sétimo Dia] (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1922), 129.
  17. Centro de Pesquisas Ellen G. White, “Declaração de Missão da Igreja Adventista do Sétimo Dia”, acessado em 11 de setembro de 2019, http://bit.ly/2mdy80l
  18. Estatísticas Adventistas, “Mato Grosso Conference [Associação Mato-Grossense] – Estatísticas Anuais (1920-2017),” acessado em 2 de setembro de 2019, http://bit.ly/2lzBQAJ.
  19. “Matto Grosso Mission [Missão Mato-Grossense],” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1922), 129; “Matto Grosso Mission [Missão Mato-Grossense],” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1930), 236.
  20. Alberto Fabrício B. N. e Silva, “História da Igreja Adventista do 7º Dia Central de Campo Grande, MS”, (Monografia, Instituto Adventista de Ensino, 2002), 7-8.
  21. Ibid., 8.
  22. Arquivo da Associação Sul Mato-Grossense.
  23. “Matto Grosso Mission [Missão Mato-Grossense],” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1943), 152.
  24. Alberto Fabrício B. N. e Silva, “História da Igreja Adventista do 7º Dia Central de Campo Grande, MS”, (Monografia, Instituto Adventista de Ensino, 2002), 8-9.
  25. Um colportor evangelista é um missionário que “desenvolve seu ministério adquirindo e vendendo ao público as publicações editadas e aprovadas pela Igreja, com o objetivo de transmitir a seus semelhantes o Evangelho eterno que traz salvação e bem-estar físico e espiritual.” Acessado em 30 de agosto de 2018, http://bit.ly/2J6tY1I.
  26. Rubens Ségre Ferreira, “A Colportagem em Mato Grosso”. Revista Adventista, junho, 1951, 12-13.
  27. Ibid.
  28. “Matto Grosso Mission [Missão Mato-Grossense],” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1954), 176.
  29. Antônio S. da Silva, “Mais um Templo na Missão Mato Grosso”. Revista Adventista, ano 54, no. 1 (janeiro, 1959): 28.
  30. Ibid., 29.
  31. “Matto Grosso Mission [Missão Mato-Grossense],” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1958), 157.
  32. Antônio S. da Silva, “Mais um Templo na Missão Mato Grosso”. Revista Adventista, ano 54, no. 1 (janeiro, 1959): 29.
  33. “Matto Grosso Mission [Missão Mato-Grossense],” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1960), 167.
  34. “Matto Grosso Mission [Missão Mato-Grossense],” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1967), 210.
  35. “Matto Grosso Mission [Missão Mato-Grossense],” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1973-74), 236.
  36. “Matto Grosso Mission [Missão Mato-Grossense],” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1977), 263.
  37. Gerson G. de Arruda, “Missão Matogrossense e sua história” (Monografia, Instituto Adventista de Ensino, 1985), 22, 27.
  38. Ibid., 22.
  39. “Matto Grosso Mission [Missão Mato-Grossense],” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1981), 281; “Matto Grosso Mission [Missão Mato-Grossense],” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1981), 283.
  40. Fernando Campanha Rios, entrevista realizada pelos autores via email, 4 de abril, 2019.
  41. “Matto Grosso Mission [Missão Mato-Grossense],” Seventh-day Adventist Yearbook (Hagerstown, MD.: Review and Herald Publishing Association, 1986), 288.
  42. Ata da Missão Sul Mato-Grossense da Igreja Adventista do Sétimo Dia, 21 de setembro, 1993, voto nº 93-234.
  43. “Matto Grosso Mission [Missão Mato-Grossense],” Seventh-day Adventist Yearbook (Hagerstown, MD.: Review and Herald Publishing Association, 1994), 278.
  44. “Igreja Sul-Mato-Grossense celebra nascimento”. Revista Adventista, junho, 1995, 26.
  45. Ibid.
  46. “Lançando as bases – líderes são preparados para os desafios do ano”. Revista Adventista, maio, 1997, 20.
  47. Ibid.
  48. “Juti para Cristo – Evangelismo lança semente e colhe os primeiros frutos”. Revista Adventista, outubro, 1997, 35.
  49. “Matto Grosso Mission [Missão Mato-Grossense],” Seventh-day Adventist Yearbook (Hagerstown, MD.: Review and Herald Publishing Association, 2001), 278.
  50. Fernando Campanha Rios, entrevista realizada pelos autores via email, 4 de abril, 2019.
  51. Reunião Ordinária da Ata do Conselho Executivo da União Centro-Oeste Brasileira da Igreja Adventista do Sétimo Dia, 21 de outubro, 2004, voto no. 2004-064.
  52. “O Impacto Esperança é um programa que motiva a leitura e a distribuição anual em massa de livros por parte dos adventistas do sétimo dia em todo o território sul-americano.” Acessado em 9 de outubro de 2019, https://bit.ly/2WZNdzY.
  53. Fernando Campanha Rios, entrevista realizada pelos autores via email, 4 de abril, 2019.
  54. “O Impacto Esperança é um programa que motiva a leitura e a distribuição anual em massa de livros por parte dos adventistas do sétimo dia em todo o território sul-americano.” Acessado e, 9 de abril de 2019, https://bit.ly/34dZROO.
  55. “O Projeto Missão Calebe é um programa voluntário, serviço social e testemunho que desafia os jovens adventistas a dedicarem suas férias ao evangelismo em lugares onde não há presença adventista.” Acessado em 8 de novembro de 2018, https://bit.ly/2ZfF5Mz.
  56. “Quebrando o Silêncio é um projeto educativo e de prevenção contra o abuso e a violência doméstica promovido anualmente pela Igreja Adventista do Sétimo Dia em oito países da América do Sul, (Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Equador, Paraguai, Peru e Uruguai) desde o ano de 2002.” Acessado em 9 de outubro de 2019, https://bit.ly/2HFxj8K.
  57. “O movimento chamado Caravana da Esperança é promovido pela Igreja Adventista do Sétimo Dia e abrange cidades da América do Sul com o objetivo de apresentar temas bíblicos e aplicá-los à temas atuais para promover a reflexão e motivar os participantes na tomada de boas decisões.” Acessado em 27 de novembro de 2019, https://bit.ly/2ZfF5Mz.
  58. Rebeca Silvestrin, “Mais de 200 mil livros missionários serão distribuídos em todo o MS”, Notícias Adventistas (Online), 13 de maio, 2016. acessado em 5 de setembro de 2019, http://bit.ly/2lZHVqt.
  59. Rebeca Silvestrin, “Mais de 200 mil livros missionários serão distribuídos em todo o MS”, Notícias Adventistas (Online), 25 de julho, 2017. acessado em 5 de setembro de 2019, http://bit.ly/2lZHVqt.
  60. Os desbravadores são “meninos e meninas com idades entre 10 e 15 anos, de diferentes classes sociais, cor, religião. Reúnem-se, em geral, uma vez por semana para aprender a desenvolver talentos, habilidades, percepções e o gosto pela natureza.” Esses meninos e meninas “vibram com atividades ao ar livre. Gostam de acampamentos, caminhadas, escaladas, explorações nas matas e cavernas. Sabem cozinhar ao ar livre, fazendo fogo sem fósforo.” Além disso, demonstram “habilidade com a disciplina através de ordem unida e têm a criatividade despertada pelas artes manuais. Combatem, também, o uso do fumo, álcool e drogas.” Acessado em 9 de outubro de 2019, http://bit.ly/2FDRqTh.
  61. Grupo de meninos e meninas de 6 a 9 anos, de diferentes classes sociais, etnias e religiões que costumam se reunir, pelo menos duas vezes por mês, para desenvolver seus dons e talentos, junto com suas famílias. Atividades próprias são realizadas para cada criança em sua respectiva idade, visando auxiliar no aprendizado da criança com a participação dos pais. Adventistas Brasil, “O que são os Aventureiros? – Udolcy Zukowski Diretor para América do Sul” (vídeo do Youtube explicando, Adventistas Brasil, 29 de maio, 2015), acessado em 27 de junho de 2019, http://bit.ly/2KH7PdN.
  62. Fábia Siqueira, “Projeto Quebrando o Silêncio é marcado por diversas ações em MS”, Notícias Adventistas, 25 de setembro, 2018, acessado em 5 de setembro de 2019, http://bit.ly/2kxb5wG
  63. “O evangelismo de colheita durante a Semana Santa é um momento muito especial para apresentar Jesus e a vida que encontramos Nele por meio da Palavra de Deus. O objetivo evangelístico é lembrar o sacrifício, morte e ressurreição de nosso Senhor Jesus Cristo em nome da humanidade.” Acessado em 27 de novembro de 2019, encurtador.com.br/ijrtJ.
  64. Karina Soares (secretária da Associação Sul Mato-Grossense), mensagem de e-mail para os autores, 23 de agosto, 2019.
  65. Ibid.
  66. Fernando Campanha Rios, entrevista realizada pelos autores via email, 4 de abril, 2019.
  67. Ibid.
  68. Ibid.
  69. “Matto Grosso Mission [Missão Mato-Grossense],” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1922), 129; “South Mato Grosso Conference [Associação Sul Mato-Grossense],” Seventh-day Adventist Yearbook (Nampa, ID.: Pacific Press Publishing Association, 2018), 265; Alberto Fabrício B. N. e Silva, “Histórico da Igreja Adventista do 7º Dia Central de Campo Grande, MS” (Monografia, Instituto Adventista de Ensino, 2002), 7. Para uma verificação mais detalhada sobre todos os presidentes, secretários e tesoureiros da Associação Sul Mato-Grossense, consulte os anuários de 1922 a 2018.
  70. Mais informações sobre a Associação Sul Mato-Grossense podem ser acessadas no site: asm.adventistas.org/, ou nas redes sociais– Facebook: @AdventistasMS, Instagram: @adventistas_ms, Twitter: @ComunicASM e Youtube: Adventistas MS.
×

Castilho, Julia, Rebeca Silvestrin. "South Mato Grosso Conference." Encyclopedia of Seventh-day Adventists. June 06, 2021. Accessed February 20, 2024. https://encyclopedia.adventist.org/article?id=DGET.

Castilho, Julia, Rebeca Silvestrin. "South Mato Grosso Conference." Encyclopedia of Seventh-day Adventists. June 06, 2021. Date of access February 20, 2024, https://encyclopedia.adventist.org/article?id=DGET.

Castilho, Julia, Rebeca Silvestrin (2021, June 06). South Mato Grosso Conference. Encyclopedia of Seventh-day Adventists. Retrieved February 20, 2024, https://encyclopedia.adventist.org/article?id=DGET.