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North Parana Conference headquarters in 2016.

Photo courtesy of North Parana Conference Archives.

Associação Norte-Paranaense

By Eronildes Oliveira Chagas, and Renato Gross

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Eronildes Oliveira Chagas

Renato Gross

First Published: June 3, 2021

A Associação Norte-Paranaense (ANP) é uma unidade administrativa da Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD), situada no território da União Sul Brasileira (USB).

A sede da Associação Norte-Paranaense está localizada na Avenida Carlos Corrêa Borges, nº 1336, CEP 87060-000, no bairro Jardim Iguaçu, na cidade de Maringá, no estado do Paraná, Brasil.1 Seu campo missionário abrange 146 municípios, com uma população total de 3.193.112 pessoas. Dentre esses municípios, cinco ainda precisam ser evangelizados, nos quais não há igrejas e nem adventistas. A população adventista da região soma cerca de 22.527 membros,2 distribuídos entre 41 distritos pastorais, com 260 congregações. A média é de um adventista para cada 141 habitantes. A fim de atender à demanda adventista na região, a unidade administrativa dispõe de 575 servidores, sendo que seis são funcionários do Serviço Educacional Lar e Saúde (SELS), 270 atuam na área educacional e 299 na área religiosa e em igrejas. Destes 299, 41 são pastores distritais e três são auxiliares ou capelães. Quanto à administração institucional, há 60 ministros vinculados à ANP, sendo 48 ordenados e 12 licenciados.3

No território da ANP, estão localizadas cinco unidades educacionais da Rede Adventista de Educação. São elas: Escola Adventista de Maringá, na cidade de Maringá, com 465 alunos; Escola Adventista de Cianorte, em Cianorte, com 312 alunos; Escola Adventista de Apucarana, em Apucarana, com 156 alunos; Colégio Adventista de Maringá, em Maringá, com 836 alunos; e Colégio Adventista de Londrina, em Londrina, com 982 alunos. Até o final de 2018, 2.751 estudantes eram assistidos por essas unidades.4 O território da ANP ainda abriga o Instituto Adventista Paranaense (IAP), localizado na cidade de Ivatuba, região metropolitana de Maringá. Entretanto, é administrado diretamente pela União Sul Brasileira.5

A região também conta com TV e Rádio Novo Tempo em canal aberto, compartilhando a mensagem de esperança 24 horas por dia. A TV está presente em 17 cidades, com um alcance em potencial de 1,3 milhão de pessoas. Já a Rádio está presente em 94 municípios, com um alcance em potencial de 1,6 milhão de pessoas.6

A Origem da Obra Adventista no Território da Associação

A região norte do Paraná recebeu a mensagem adventista em meados da década de 1920, quando a colonização do território foi ampliada. Os primeiros adventistas a se estabelecerem na região foram o casal João e Josefina Reichert, missionários voluntários que trabalhavam como fabricantes de carroças. Eles eram oriundos da cidade de Maracaí, no interior do estado de São Paulo, e se estabeleceram no município de Sertanópolis, na região metropolitana de Londrina. Em Sertanópolis, aconteceram as primeiras reuniões de adventistas da região, onde mais tarde também foi estabelecida a primeira congregação adventista no campo da ANP.7

Ao chegarem a Sertanópolis, os Reichert fundaram uma classe da Escola Sabatina, que se reunia em sua casa. O primeiro morador da cidade a assistir àquelas reuniões foi um homem chamado Pedro Domingues. Pouco a pouco, outras pessoas começaram a frequentar à Escola Sabatina na casa dos Reichert, a ponto de o local ficar pequeno para acomodar tantas pessoas. Por essa razão, João Reichert removeu uma das paredes de sua casa, unindo dois quartos para formar um cômodo maior. Essa sala serviu por muitos anos como auditório para as reuniões dos adventistas de Sertanópolis.8

À medida que a congregação crescia, tornou-se necessária a presença de um pastor adventista para auxiliar o grupo. Assim, o primeiro pastor a visitar Sertanópolis foi Alfredo Süssmann, que chegou em 1926. Ao mesmo tempo, João e Josefina Reichert continuaram estudando a Bíblia com os interessados na mensagem. Mais tarde, em 1937, o Pastor Durval Stockler de Lima realizou a primeira cerimônia batismal da região. Na ocasião, foram batizados José Afonso de Paula, Clara Martins de Paula, Ernesto Rosa e Geralda de Paula Rosa. Um ano depois, em 1938, o templo adventista de Sertanópolis foi inaugurado. A construção era de madeira, e media 6 metros de comprimento por 8 de largura.9

Durante a década de 1930, vários fatores colaboraram para a expansão da mensagem adventista no atual campo missionário da ANP. Um deles foi o meio de transporte. Depois de se locomover em carroças, os paranaenses passaram a se deslocar por meio de trens e locomotivas. Em 1935, a cidade de Londrina já contava com uma linha férrea, que possibilitou a ampliação do serviço missionário, alcançando, assim, os municípios de Maringá e Cianorte. Ao longo do trajeto da ferrovia, era possível visitar uma sequência de cidades como Rolândia, Arapongas, Apucarana, Jandaia do Sul, Mandaguaçu, Mandaguari, Marialva, Sarandi, entre outras. Assim, partindo de Cianorte, onde se encerrava a ferrovia, era possível acessar todo noroeste paranaense.10

Com o estabelecimento da linha férrea, famílias adventistas do sul do estado de São Paulo começaram a se estabelecer nas vilas e cidades ao longo da ferrovia. Em 1937, dois anos após a implantação da linha férrea, havia duas famílias adventistas em Londrina. A cidade também contava com um templo feito de madeira, e mesmo com apenas duas famílias adventistas, 60 pessoas assistiam à Escola Sabatina a cada sábado. No final da década de 1930, a congregação de Londrina já contava com cerca de 50 membros. Neste ínterim, os adventistas já estavam presentes em municípios como Sertanópolis, Rolândia, Cornélio Procópio, Arapuã, Cambará, Ribeirão Claro e Santo Antônio da Platina.11

A região de Londrina foi receptiva à mensagem adventista. Esse fato possibilitou o crescimento da Igreja naquela região e, com isso, Londrina logo se tornou sede de um distrito pastoral, tendo o Pastor Emílio de Azevedo como primeiro pastor. O distrito tinha grande extensão territorial, abrangendo desde a divisa de Itararé, no estado de São Paulo, até o município de Campo Mourão, no Paraná. Ao todo, eram mais de 500 quilômetros de extensão, com apenas um pastor para dar assistência. Além disso, naquela época, as estradas eram extremamente precárias.12

Nessa época de grandes desafios, “o obreiro de Deus [Pastor Emílio de Azevedo] recebia tantos chamados que não sabia a quem haveria de atender primeiro [...]. Nós, a princípio, tentamos com bicicletas, mas não foi uma solução feliz, pois era só cair uma boa chuva que aquela terra roxa grudava nos pneus e engrossava as rodas de tal forma que não giravam mais.” A Segunda Guerra Mundial (1939-1945) foi outro fator que dificultou o desenvolvimento da obra adventista. Durante esse conflito, toda a gasolina antes comercializada era reservada para as Forças Armadas. O trigo, que também era importado, desapareceu. “Muitas famílias desmanchavam o macarrão (na tentativa) de conseguir fazer algum pão”.13

Mesmo com a guerra e todos os elementos que dificultavam o trabalho evangelístico, os primeiros adventistas na região não desistiram do objetivo de consolidar a Igreja naquela região. Vale destacar o trabalho de colportores evangelistas14 como Belarmino Pereira e José Januário Justino, que também desempenharam um importante papel na formação da Igreja nessa região. Outro fator de desenvolvimento foram as escolas sabatinas filiais,15 estabelecidas pelas famílias pioneiras em sítios e fazendas. Por fim, as campanhas de evangelismo público realizadas durante a década de 1940 marcaram o desenvolvimento da obra adventista no norte do Paraná. Com o passar do tempo, outras congregações foram organizadas e templos foram sendo construídos, inicialmente, com madeira e, posteriormente, com alvenaria.16

Durante a década de 1940, novas frentes de trabalho da Igreja Adventista começaram a se desenvolver na região, uma das quais foi a educação. Devido ao constante fluxo de imigrantes para o norte do Paraná, o desafio educacional em relação às crianças aumentou. Dessa forma, em 1945, foi criada a Escola Adventista de Sertanópolis, com os esforços dos adventistas da cidade. Na liderança do projeto estava o então diretor do departamento de educação da Associação Paraná-Santa Catarina (atual Associação Catarinense), Pastor Romeu Ritter dos Reis. Em seu primeiro ano de atividades, a escola funcionou no prédio da igreja, com carteiras cedidas pela prefeitura. Considerando que essa não era a condição ideal para uma escola, foi decidido construir um prédio escolar com salas mais amplas e iluminadas. As aulas começaram nesse novo prédio no ano de 1946.17

A Igreja Adventista continuou crescendo na região, e novas cidades foram alcançadas. Em Maringá, por exemplo, a história adventista é mais recente, se comparada a outros municípios da região. Isso, no entanto, se deve ao fato de essa cidade ter surgido em um período mais contemporâneo. A primeira capela adventista de Maringá foi inaugurada em 18 de novembro de 1949. No ano seguinte (1950), foi organizado o distrito pastoral de Maringá – o sexto distrito da Associação Paranaense (atual Associação Sul Paranaense), com um pequeno grupo de adventistas. Seu primeiro distrital foi o Pastor José Turíbio de Burgo.18

Com o passar do tempo, mais pessoas continuaram sendo alcançadas pela mensagem adventista, incluindo as que haviam deixado a Igreja no passado. Esse foi o caso de Stephan Azsalos e sua família, alemães que foram rebatizados em abril de 1951. Azsalos e sua família haviam integrado o movimento reformista por mais de 20 anos, tanto na Europa como no Brasil, mas depois desse tempo, decidiram retornar à Igreja Adventista.19 A experiência da família Azsalos levou o Pastor Burgo e um membro da igreja, Paulo de Freitas, a iniciarem séries de conferências públicas em Maringá, ocasião em que obtiveram bons resultados.20 Finalmente, em 23 de agosto de 1952, foi organizada a Igreja Adventista de Maringá, com a presença do Pastor Moisés Nigri, então presidente da União Sul Brasileira (atual União Central Brasileira), e do pastor local, Ricardo Zukowski.21

Com o crescimento no número de membros e interessados na mensagem adventista, o templo de madeira em Londrina começou a ficar pequeno para abrigar todos. Um novo templo adventista foi inaugurado e dedicado naquela cidade, nos dias 26 e 27 de maio de 1951. Na cerimônia, estiveram presentes 15 pastores, dentre eles, o então presidente da Divisão Sul-Americana (DSA), Pastor W. E. Murray. Também estiveram presentes os líderes da União Sul Brasileira e da Associação Paraná-Santa Catarina. O projeto do novo templo foi de autoria do irmão Guilherme Malsbenden, que já havia elaborado os projetos dos dois primeiros templos de Curitiba. O antigo prédio do templo foi adaptado para servir à Escola Primária Adventista da cidade. A partir de então, e durante toda a década de 1960, o adventismo se expandiu por toda a região.22

Durante a expansão e consolidação da Igreja Adventista no norte do Paraná, a educação continuou a ser uma importante ferramenta para o desenvolvimento social e para a evangelização. Em 1973, a Associação Paranaense adquiriu a Fazenda Santa Maria, com 123 alqueires de área, no município de Ivatuba, região do vale do Ivaí. No local, começou a funcionar o novo Instituto Adventista Paranaense, que foi transferido da região de Curitiba. A pedra fundamental do Colégio em Ivatuba foi lançada em 12 de agosto de 1974. Três anos depois, em 1977, ocorreu a primeira formatura do Ensino Fundamental, na qual estiveram presentes 27 formandos. Dessa maneira, a Educação Adventista se estabeleceu com mais força no Norte-Paranaense. Atualmente, o IAP mantém a Faculdade Adventista Paranaense (FAP), que oferece ensino superior a jovens de todo o Brasil.23

História Organizacional da Associação

Para que a Igreja pudesse receber auxílio em seu expansivo crescimento e ser mais bem atendida em relação às suas necessidades, foram realizadas duas Assembleias Trienais sucessivas. Os delegados presentes expressaram o anseio da Igreja no norte do Paraná: uma reorganização no campo missionário paranaense. Esse pedido foi feito, dentre outros fatores, devido à distância entre Curitiba, onde estava localizada a sede da Associação Paranaense, e o norte do estado do Paraná. Somado a esse cenário, havia um fator topográfico que gerava um vazio demográfico entre o norte e o sul do estado do Paraná.24

Consciente da necessidade de apoiar de modo mais efetivo o crescimento da Igreja nessa região, e do anseio dos adventistas no norte do Paraná, a administração da USB realizou, em 11 de agosto de 1987, na cidade de Curitiba, uma reunião com a comissão diretiva. Nesta, foi votado encaminhar uma solicitação à Divisão Sul Americana para considerar a viabilidade de reorganizar a Associação Paranaense (AP) em duas regiões administrativas. Também foi votado, na mesma reunião, nomear uma comissão para avaliar a possibilidade de criar uma nova associação no norte do Paraná. Esta foi formada inicialmente por administradores da USB, administradores da AP, pelo líder de Expansão Patrimonial da USB e pelo líder do departamento de Publicações da Associação Paranaense.25

Durante as reuniões da comissão diretiva da USB, realizadas na cidade de Curitiba em 20 de outubro de 1987, após análise detalhada, foi votado registrar o voto da DSA nº 87-588, que nomeava uma comissão avaliativa para a reorganização do campo missionário da AP. Esta era formada pelos seguintes componentes: administradores da DSA; administradores da USB; administradores da AP; os pastores Floriano X. dos Santos, Enrique Becerra, Claudenor Mochiutti, todos do norte do Paraná; e Itaniel Silva, do sul do estado. Além disso, também foram eleitos os membros Édimo Martinez, do norte do Paraná, e Elon Garcia, do sul do Paraná.26

Durante a reunião da Mesa Administrativa da USB, realizada no dia 5 de junho de 1988, no Hospital Adventista do Pênfigo, cidade de Campo Grande, estado de Mato Grosso do Sul, foi votado registrar o voto da DSA nº 88-353, o qual aprovava o relatório da comissão avaliativa para a reorganização do campo missionário da Associação Paranaense. De acordo com as análises, a região apontava viabilidade para criar duas sedes administrativas da Associação Paranaense da IASD: Região Administrativa Sul, e sua configuração geográfica – com sede na capital do Paraná, a cidade de Curitiba; e a nova Região Administrativa Norte, com a definição de seus limites territoriais.27 Nessa mesma reunião, foi aprovado que a sede da nova associação seria na cidade de Maringá. Assim, a nova estrutura administrativa passou a ser chamada de Associação Norte-Paranaense da Igreja Adventista do Sétimo Dia (ANP).28

O voto da DSA que autorizou o estabelecimento da nova associação também recomendava que a separação do patrimônio da AP deveria ser feita com base proporcional ao número de membros. Durante o processo de reorganização, foi constatado que, no campo da nova associação, havia vários distritos pastorais incompletos. Por esse motivo, a União Sul Brasileira decidiu coordenar esse processo. Foi decidido que 53% do capital operacional iria para o novo campo, no norte do estado, e 47%, para o sul. Além disso, a liderança da USB e os administradores da AP coordenaram e administraram todos os processos de separação de patrimônio. Foi definido que o que fosse correspondente à Associação Norte-Paranaense seria entregue na base de subvenções especiais.29

A USB coordenou também a divisão de materiais dos departamentos, a aquisição do terreno e a construção do prédio para abrigar o novo escritório administrativo, dentre outras coisas. O campo foi reorganizado sob o lema “Dividir para Multiplicar”. Nesse ano, o presidente da Igreja para a Associação Sul Paranaense era o Pastor Luís Lindolfo Fuckner. Naquela época, “todos reconheceram que a divisão geográfica era necessária para o bom andamento da Igreja.”30 Vale ressaltar que houve crescimento da Igreja em todo o estado. Todavia, a região norte ainda carecia de um melhor atendimento para poder obter maior avanço.31

No dia 2 de janeiro de 1989, com sua sede provisória na praça Manoel Ribas, nº 367, as portas da nova unidade administrativa da Igreja foram abertas para atender aos adventistas do norte do Paraná.32 Seu primeiro presidente foi o Pastor Ivanaudo Barbosa.33 No início de suas atividades, a Associação Norte-Paranaense ficou responsável por assistir 17.584 membros, distribuídos em 78 igrejas espalhadas por todo a região norte do estado do Paraná.34 A reorganização territorial foi bem sucedida. Tanto é que apenas três anos após a fundação da ANP, a quantidade de membros já havia ultrapassado a marca de 19 mil pessoas, e a quantidade de igrejas já chegava a 87. Dessa forma, a missão da Igreja de levar o evangelho a todos continuou a ser bem executada na região abrangida por essa unidade administrativa da Igreja.35 Quatro anos após a fundação, sua sede foi transferida para a praça Napoleão Moreira da Silva, nº 469, na cidade de Maringá, no Paraná. O escritório da ANP permaneceu nesse endereço até 2004, quando foi transferido para a avenida Carlos Corrêa Borges, nº 1.336, também em Maringá, onde está localizada atualmente.36

Pelo crescimento contínuo dos dois campos, cerca de quatro anos após a transferência da sede da ANP para o endereço atual, foi tomado o voto nº 2008-142. Neste, a ANP, juntamente à Associação Sul Paranaense (ASP) e a USB, solicitava à Divisão Sul-Americana que fosse realizada uma reorganização territorial no campo abrangido pelas duas associações, com o propósito de melhor atender as igrejas e incentivar os membros a participarem da missão. Assim, no ano seguinte, em 2009, como resposta positiva às solicitações, foi criada outra unidade administrativa: a Associação Central Paranaense (ACP).37

A sede da nova associação foi estabelecida na Rua Deputado João Ferreira Neves, nº 159, no bairro Vista Alegre, cidade de Curitiba. A ACP ficou responsável por atender às demandas de 108 igrejas e cerca de 21.551 membros adventistas na região central do estado do Paraná.38 No processo de definir o campo missionário dessa nova Associação, os campos missionários da ANP e da ASP foram reorganizados. Do território de abrangência da ANP, foram diminuídos três distritos pastorais, 22 congregações e 1.164 membros.39 Naquela época, o campo do norte era responsável por 167 igrejas e cerca de 33.216 membros batizados.40

Entre os anos 2009 e 2012, foram realizados vários esforços evangelísticos no âmbito da ANP. No mínimo, 64 diferentes lugares foram alcançados através do evangelismo público. Além disso, pelo menos 10.159 pessoas foram batizadas. O desenvolvimento da missão continuou avançando em todo o território norte-paranaense. Ao final desse período, já existiam pelo menos 35.087 membros vinculados à ANP e 378 congregações em toda a região, o que mostra um aumento de 4,68% em relação ao período de 2005 a 2008. Nessa época, a proporção média era de um adventista para cada 130 habitantes da região.41

Após estudos e análises efetuadas pela DSA e pela USB sobre a viabilidade da criação de uma nova unidade administrativa na região, em fevereiro de 2012, foi realizada a Primeira Assembleia Extraordinária Denominacional da ANP. Essa assembleia aprovou o projeto de reorganização do seu campo missionário e o estabelecimento de um novo campo, com o objetivo de melhor atender a igreja na região oeste do estado do Paraná. Naquela época, foi criada a Missão Oeste Paranaense, que posteriormente recebeu a nomenclatura de Associação Oeste Paranaense (AOP).42

O trabalho evangelístico no campo missionário da ANP, ao longo de seus 30 anos de existência, foi realizado no contexto de três principais estratégias. A primeira foi o uso do evangelismo pessoal em parceria com os trabalhos das equipes de evangelismo público. Durante muitos anos, essa estratégia foi grandemente enfatizada como a principal forma de expansão missionária da Igreja nessa região. A segunda estratégia esteve relacionada ao trabalho de obreiros bíblicos. Esse método foi utilizado em grande escala, e de maneira alternada com o primeiro método. Durante quatro anos, houve ênfase na implantação de Pequenos Grupos, como a base de todo esforço evangelístico da igreja. No quadriênio seguinte, o método de evangelismo público voltou a ter destaque, mas, dessa vez, tendo apoio e ajuda dos obreiros bíblicos. Já nos quatro anos seguintes, o serviço missionário dos obreiros bíblicos voltou a ser o mais utilizado no processo de evangelização. Esse método de alternância entre evangelismo público e o trabalho de obreiros bíblicos prevaleceu até o final de 2015.43

A terceira principal estratégia foi posta em prática a partir do final de 2015, quando a ANP aderiu ao Programa da USB “Cada Um Salvando Um” (C1S1 – uma rede de pessoas que devem atuar como agentes de transformação na vida de outras pessoas), em harmonia com a proposta evangelística da DSA de “Comunhão, Relacionamento e Missão” (CRM). Essa união de propósitos tem dado ênfase ao crescimento saudável da Igreja, com foco no envolvimento dos membros na missão do evangelho, por meio do uso de seus dons espirituais.44

Desde a sua fundação, a Associação Norte-Paranaense tem desenvolvido, por meio de várias estratégias, muitos projetos para o crescimento contínuo da obra em seu campo missionário, como as implantações de programas de treinamento para líderes, bem como projetos voltados ao público jovem. Um desses projetos é o “Cenáculo,” que em 10 edições já orientou cerca de 1.000 líderes sobre o ideal da oração enquanto um item importante da comunhão.45 Outro projeto realizado no norte-paranaense é o “reavivamento e reforma,” que é feito através dos vídeos da série “Revolução mais Fiel,” distribuídos em 10 mil DVDs com mensagens espirituais e desafios de fidelidade, e são usados nos cultos familiares.

As novas gerações também fazem parte desse movimento. Quanto à evangelização dos mais jovens, em 2018, havia 3.839 desbravadores em 135 clubes46 na região da ANP. Também tem havido notável crescimento dos Aventureiros,47 com cerca de 92 clubes e 2.234 crianças. Os adolescentes também puderam ter uma nova visão de suas unidades de ação da Escola Sabatina por meio do projeto “Geração 148 Teen”. Esse projeto é uma versão do já consolidado projeto para jovens, “Geração 148”, que promove reuniões dos grupos para motivar a comunhão através do estudo de temas bíblicos, além de fortalecer o relacionamento cristão e cumprir diversos desafios ligados à missão.48

Os membros adventistas na área de abrangência da ANP também têm estado ativamente envolvidos nos projetos promovidos pela Divisão Sul-Americana. Um deles é o “Impacto Esperança”.49 Em 2018, na região norte do estado do Paraná, adventistas de todas as idades puderam distribuir cerca de 400 mil livros missionários aos moradores locais. Além disso, durante a mobilização, foram realizadas diversas feiras de saúde, com a participação dos funcionários da sede da ANP, os Desbravadores, os alunos da Rede Adventista de Educação e os jovens adventistas. O material distribuído nesse ano foi o livro “O Poder da Esperança”.50

Outra ação mobilizadora é o projeto “Quebrando o Silêncio,” que alerta e conscientiza a população contra a violência doméstica e outros problemas sociais. Essa campanha tem conseguido obter espaço em escolas públicas, particulares e em outros ambientes, além do respeito e apoio das autoridades públicas. Atualmente, o projeto faz parte do calendário oficial de atividades dos dois maiores municípios da região abrangida pela Associação Norte-Paranaense – Londrina e Maringá – após ter sido aprovado nas respectivas câmaras municipais.51

Outras iniciativas evangelísticas que têm espalhado a mensagem adventista no território da ANP são os projetos de missão de curto/médio/longo prazo, tais como a colportagem,52 o projeto “Missão Calebe”53, e o “Um Ano em Missão”,54 que envolvem principalmente a força e o dinamismo dos jovens. Paralelamente a esses projetos, a liderança da ANP tem buscado promover a mobilização e capacitação missionária de obreiros voluntários, que regularmente recebem treinamentos teóricos e práticos. Além disso, a Associação criou dois projetos voltados à liderança da igreja. Um deles consiste em treinamentos regionais, no início e no meio do ano, para todos os líderes de departamentos das igrejas. Já os diretores e professores da Escola Sabatina participam de encontros distritais, conhecidos como “Escolas de Esperança”. Há também a “Academia de Líderes”, que realiza aulas de inclusão no formato à distância (por meio de vídeoaulas).55

Outro meio evangelístico bastante ativo na ANP é o “Pequeno Grupo”,56 núcleo de ação missionária que fortalece o relacionamento entre os membros e contribui para a propagação da mensagem à públicos específicos. Um destaque importante é que a base para os relacionamentos nessas reuniões, que acontecem dentro e fora da Igreja, está centrada nas unidades de ação da Escola Sabatina. Para que essas unidades sejam eficientes no desempenho de suas atividades, os líderes recebem treinamento constante e orientações cada vez mais personalizadas.57

Tal atenção dada ao discipulado também ocorre no âmbito da liderança. Os administradores da Associação Norte-Paranaense trabalham com uma rede de capacitação regular dos líderes de igrejas e grupos do campo por meio das reuniões dos Pequenos Grupos de Líderes (PGLs). Essas reuniões são dirigidas pelos pastores distritais que, por sua vez, recebem capacitação para essa tarefa nas reuniões mensais dos Pequenos Grupos de Pastores (PGPs). Além disso, elas são promovidas e realizadas pela administração e departamentos missionários da associação. Somado a isso, os pastores distritais também participam regularmente de concílios, onde recebem orientações administrativas, missionais e de liderança, para melhor desenvolvimento missionário em seus distritos. A liderança do campo também promove a “Escola de Evangelistas Voluntários,” com o propósito de ensinar os alunos para serem evangelistas locais. O projeto já instruiu cerca de 420 alunos apenas nas edições de 2017 e 2018.58

Outros projetos especiais também recebem a atenção da Associação, como o trabalho evangelístico desenvolvido em presídios, há mais de 20 anos. Sob a coordenação da irmã Ruth Anita Schneider (a mãe Ruth, como é tratada pelos presidiários e autoridades do sistema judicial), esse trabalho desfruta do respeito, prestígio e admiração unânime, tanto da população carcerária e autoridades, como da Igreja e da sociedade de Maringá. Como resultado do trabalho, milhares de detentos nos presídios da região foram alcançados com a mensagem do evangelho, e centenas deles já foram batizados. Além disso, há uma vibrante igreja em funcionamento no sistema prisional.59 Por meio dessas e outras ações missionárias, a ANP tem cumprido a missão estabelecida por Cristo, no contexto da Grande Comissão de Mateus 28:18-20.

No entanto, uma reflexão sobre a história do desenvolvimento da Igreja na região abrangida pela ANP proporciona alguns aprendizados. A liderança administrativa da Associação Norte-Paranaense reconhece que, a despeito do êxito alcançado no crescimento da Igreja durante os seus 30 anos de história e das muitas atividades missionárias realizadas atualmente, ainda há grandes desafios a serem superados. O principal deles é aumentar o envolvimento e o índice de participação efetiva dos membros no trabalho missionário, o que ainda pode ser melhorado. Para isso, é importante encontrar caminhos para fortalecer a visão do “sacerdócio de todos os crentes” na gestão dos administradores, pastores e líderes das igrejas locais.60 Nesse contexto, uma de suas maiores necessidades é colocar em prática o plano de discipulado ensinado por Jesus. Ainda que pareça ser um método lento, é comprovado que a Igreja cresce de forma saudável e mais sustentável.

Outro desafio da Associação Norte-Paranaense é ampliar o número de adventistas nas grandes cidades, como Apucarana, Arapongas, Paranavaí e, principalmente, Londrina. Atualmente, a região mais evangelizada do campo da ANP é Maringá. Há um grande número de igrejas repletas de membros nessa região.61 No entanto, ainda há grandes desafios evangelísticos em outras regiões do campo missionário da ANP, sendo o progresso na evangelização da cidade de Londrina o principal deles. Londrina é a maior cidade da região abrangida pela ANP, mas o número de adventistas não corresponde à demografia da região.62

Um dos planos em andamento para o crescimento da igreja em Londrina, por exemplo, é a aquisição de um canal televisivo, que já está em fase adiantada nas negociações. O objetivo é que, por meio desse canal de comunicação, seja possível alcançar toda a população de Londrina e região com a pregação do evangelho, 24 horas por dia. A liderança da Associação também acredita no potencial missionário da educação adventista. Por esse motivo, foi comprado um amplo terreno nas proximidades do Aeroporto de Londrina, região considerada próspera para a implantação de uma segunda unidade escolar, com capacidade de 1.500 alunos. Atualmente, o início das obras aguarda a aprovação dos projetos e a adequação às leis municipais.63

Dentro do contexto da Missão Global64, permanentes esforços estão sendo e serão feitos e para que, no território da ANP, muito em breve, exista pelo menos uma Igreja Adventista em todos os municípios da região abrangida pela unidade administrativa – um desafio que falta pouco para ser alcançado, visto que, das 146 cidades do campo missionário da ANP, apenas cinco ainda não foram alcançadas.65 Para isso, o objetivo é melhorar permanentemente o pastoreio da igreja através da estrutura da Escola Sabatina e demais frentes missionárias, com foco em fortalecer os índices de crescimento da igreja em Comunhão, Relacionamento e Missão.66

Cronologia de Dirigentes Administrativos67

Presidentes: Ivanaudo Barbosa de Oliveira (1989-1995); Valdilho Quadrado (1996-2004); Élbio Menezes (2004-2008); Ronaldo Bertazzo (2009-2014); Josias F. da Fonseca (2014-2016); Montano de Barros Netto (2016-atualmente).

Secretários: Melchiades Soares (1989-1995); Eucir Romero de Lima (1996-2008); Elieser Canto Vargas (2009-2010); Milton L.P. de Andrade (2011); Josias F. da Fonseca (2012-2014); Eronildes Oliveira Chagas (2015-atualmente).

Tesoureiros: Paulo C. Dos Reis (1989); Homero Ribas Nemes (1990-2000); Davi Contri (2001-2004); João Adilson Rodrigues (2004-2008); Marcelo Cristiano Bif (2009-2014); Everson Teixeira Braga (2015-atualmente).68

Referências

Adventistas Sul Paranaense. "#16 - Escola Sabatina Filial - Pr. Clemente" (vídeo). Apresentação, Escola Sabatina Filial, Clemente Ramos, 8 de abril de 2019. Acessado em 30 de janeiro de 2020, https://bit.ly/2t6I5jI

Ata da Divisão Sul-Americana, 12 de fevereiro de 2009, voto no. 2008-142.

Ata da Reunião da Mesa Administrativa da Corporação da União Sul Brasileira da IASD, 11 de agosto de 1987, voto no. 87-133.

Ata da Reunião da Mesa Administrativa da Corporação da União Sul Brasileira da IASD, 20 de outubro de 1987.

Ata da Reunião da Mesa Administrativa da Corporação da União Sul Brasileira da IASD, 05 de junho de 1988.

Ata de Organização da Igreja Adventista do Sétimo Dia de Sertanópolis, Paraná, 25 de novembro, 1946.

Azevedo, E.R. de. “Terra da Promissão.” Revista Adventista 34, no. 6 (junho de 1939): 11-12.

Burgo, J.T. de. “Notas e notícias do 6º Distrito da Associação Paraná – Sta. Catarina.” Revista Adventista, no. 5, ano 47 (maio de 1952): 14.

Capucho, Nelson. “Fazenda luminosa.” Revista Helena 1, no. 1 (outubro de 2012): 105.

Carvalho, José Darci de. “Nova igreja organizada em Maringá.” Revista Adventista, no. 4, ano 48 (abril de 1953): 11.

Cidral, Gustavo. “Adventistas entregam 400 mil livros no norte do Paraná.” Notícias Adventistas (Online), 28 de maio de 2018.

Freitas, Paulo G. de. “Mais uma Vitória em Maringá.” Revista Adventista, no. 9, ano 46 (setembro de 1951): 13-14.

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Notas de Fim 

  1. Seventh-day Adventist Online Yearbook, “North Parana Conference [Associação Norte-Paranaense],” acessado em 31 de julho de 2019, http://bit.ly/2GDQFKr.
  2. Idem.
  3. Deisy Battistel Oliveira (secretária da ANP), mensagem de e-mail para Gustavo dos Santos Cidral (assessor de comunicação da ANP), 21 de setembro de 2016.
  4. Francieli Erthal (secretária da ANP), mensagem de e-mail para Gustavo dos Santos Cidral (assessor de comunicação da ANP), 21 de setembro de 2016.
  5. Instituto Adventista Paranaense, “Graduação,” acessado em 13 de fevereiro de 2020, http://bit.ly/2uKLm9b.
  6. Francine Sotopietra (secretária da ANP), mensagem de e-mail para Gustavo dos Santos Cidral (assessor de comunicação da ANP), 22 de setembro de 2016.
  7. R. de Azevedo, “Terra da Promissão,” Revista Adventista 34, no. 6 (junho de 1939): 12.
  8. Idem.
  9. Ata de Organização da Igreja Adventista do Sétimo dia de Sertanópolis, Paraná, 25 de novembro de 1946, 1-2.
  10. Nelson Capucho, “Fazenda luminosa,” Revista Helena 1, no. 1 (outubro de 2012): 105.
  11. Schmidt, “A primeira flâmula da União Sul Brasileira,” Revista Adventista 34, no. 4 (abril de 1939): 11; E. R. de Azevedo, “Terra da Promissão,” Revista Adventista 34, no. 6 (junho de 1939): 11-12.
  12. Arnoldo Rutz, “Memórias autobiográficas,” Manuscritos (original em poder da professora Sílvia Pires de Araújo Trovon, de Curitiba. Fotocópia no arquivo pessoal deste autor).
  13. Idem.
  14. Colportor evangelista da Igreja Adventista do Sétimo Dia é o missionário que “desenvolve seu ministério adquirindo e vendendo ao público as publicações editadas e aprovadas pela Igreja, com o objetivo de transmitir a seus semelhantes o Evangelho eterno que traz salvação e bem-estar físico e espiritual.” Portal da Igreja Adventista do Sétimo Dia, “Colportagem,” 4 de fevereiro de 2020, http://bit.ly/2J6tY1I.
  15. “A Escola Sabatina Filial consiste em uma classe da Escola Sabatina que funciona em uma região, cidade ou bairro que não tenha presença adventista. Nesse lugar, os membros desta classe desenvolvem trabalhos sociais, comunitários e missionários. Seu principal objetivo é levar a mensagem adventista a lugares ainda não alcançados.” Adventistas Sul Paranaense, “#16 - Escola Sabatina Filial - Pr. Clemente” (vídeo de apresentação, Escola Sabatina Filial, pastor Clemente Ramos, 8 de abril de 2019), acessado em 30 de janeiro de 2020, https://bit.ly/2t6I5jI.
  16. Arnoldo Rutz, “Memórias autobiográficas,” Manuscritos (original em poder da professora Sílvia Pires de Araújo Trovon, de Curitiba. Fotocópia no arquivo pessoal deste autor).
  17. A. Weber, “Inauguração e dedicação do novo templo de Londrina, norte do Paraná,” Revista Adventista, no. 9, ano 46 (setembro de 1951): 10-11.
  18. Paulo G. de Freitas, “Mais uma Vitória em Maringá,” Revista Adventista, no. 9, ano 46 (setembro de 1951): 13-14.
  19. Idem.
  20. J. T. de Burgo, “Notas e notícias do 6º Distrito da Associação Paraná – Sta. Catarina,” Revista Adventista, no. 5, ano 47 (maio de 1952): 14.
  21. José Darci de Carvalho, “Nova igreja organizada em Maringá,” Revista Adventista, no. 4, ano 48 (abril de 1953): 11.
  22. Weber, “Inauguração e dedicação do novo templo de Londrina, norte do Paraná,” Revista Adventista, no. 9, ano 46 (setembro de 1951): 10-11.
  23. R. Gross, “Instituto Adventista Paranaense: uma história em três tempos – 1939 – 2009” (Ivatuba, PR: Instituto Adventista Paranaense, 2009), passim.
  24. Ata da Reunião da Mesa Administrativa da Corporação da União Sul-Brasileira da IASD, 11 de agosto de 1987, voto no. 87-133.
  25. Idem.
  26. Ata da Reunião da Mesa Administrativa da Corporação da União Sul-Brasileira da IASD, 20 de outubro de 1987, 147.
  27. Ata da Reunião da Mesa Administrativa da Corporação da União Sul-Brasileira da IASD, 5 de junho de 1988, 148.
  28. Ibid., 147-149.
  29. Idem.
  30. “Paraná é Dividido em dois Campos,” Revista Adventista, novembro de 1988, 22.
  31. Eronildes Oliveira Chagas (secretário da ANP), mensagem de e-mail para Gustavo dos Santos Cidral (assessor de comunicação da ANP), 12 de setembro de 2016; “Paraná é Dividido em dois Campos,” Revista Adventista, novembro de 1988, 22.
  32. “Histórico da Associação Norte-Paranaense,” registrado no Livro de Atas da ANP, 2004.
  33. Eronildes Oliveira Chagas (secretário da ANP), entrevistado por Gustavo dos Santos Cidral (assessor de comunicação da ANP), 14 de setembro de 2016.
  34. “North Parana Conference [Associação Norte-Paranaense],” Seventh-day Adventist Yearbook (Hagerstown, MD.: Review and Herald Publishing Association, 1990), 279.
  35. “North Parana Conference [Associação Norte-Paranaense],” Seventh-day Adventist Yearbook (Hagerstown, MD.: Review and Herald Publishing Association, 1993), 270.
  36. Eronildes Oliveira Chagas (secretário da ANP), entrevistado por Gustavo dos Santos Cidral (assessor de comunicação da ANP), 14 de setembro de 2016.
  37. Ata da Divisão Sul-Americana, 12 de fevereiro de 2009, voto no. 2008-142.
  38. “Central Parana Conference [Associação Central Paranaense],” Seventh-day Adventist Yearbook (Hagerstown, MD.: Review and Herald Publishing Association, 2011), 302.
  39. “Presidência,” Reavivados na Grande Esperança – VII Assembleia Geral Ordinária da Associação Norte-Paranaense, 2 de dezembro de 2012, 7.
  40. “North Parana Conference [Associação Norte-Paranaense],” Seventh-day Adventist Yearbook (Hagerstown, MD.: Review and Herald Publishing Association, 2011), 304.
  41. “Presidência,” Reavivados na Grande Esperança – VII Assembleia Geral Ordinária da Associação Norte-Paranaense, 2 de dezembro de 2012, 7; “Secretaria,” Reavivados na Grande Esperança – VII Assembleia Geral Ordinária da Associação Norte-Paranaense, 2 de dezembro de 2012, 13-14.
  42. Análise feita nos históricos da Associação Norte-Paranaense, 12 de setembro de 2016.
  43. Idem.
  44. Idem.
  45. Relatório da Presidência para a VIII Assembleia da ANP; Deisy Battistel Oliveira (secretária da ANP), mensagem de e-mail para Gustavo dos Santos Cidral (assessor de comunicação da ANP), 21 de setembro de 2016.
  46. O Clube de Desbravadores é composto por “meninos e meninas com idades entre 10 e 15 anos, de diferentes classes sociais, cor, religião. Reúnem-se, em geral, uma vez por semana para aprender a desenvolver talentos, habilidades, percepções e o gosto pela natureza.” Esses meninos e meninas “vibram com atividades ao ar livre. Gostam de acampamentos, caminhadas, escaladas, explorações nas matas e cavernas. Sabem cozinhar ao ar livre, fazendo fogo sem fósforo.” Além disso, demonstram “habilidade com a disciplina através de ordem unida e têm a criatividade despertada pelas artes manuais. Combatem, também, o uso do fumo, álcool e drogas.” Portal da Igreja Adventista do Sétimo Dia, “Quem somos,” acessado em 4 de fevereiro de 2020, http://bit.ly/2FDRqTh.
  47. “O Clube de Aventureiros é um programa para crianças de 6 a 9 anos, criado pela Igreja Adventista do Sétimo Dia, em 1972. [...] Nos encontros as crianças realizam atividades com o foco no desenvolvimento físico, mental e espiritual.” Igreja Adventista do Sétimo Dia – Central Caxias do Sul – RS, “Clube de Aventureiros: Duquinhos,” acessado em 4 de fevereiro de 2020, https://bit.ly/389AQGG.
  48. Relatório do Ministério dos Desbravadores e Aventureiros da ANP, 12 de dezembro de 2018.
  49. O projeto “Impacto Esperança é um programa que incentiva a leitura e provê a distribuição anual em massa de livros por parte dos adventistas do sétimo dia no território da América do Sul.” Portal da Igreja Adventista do Sétimo Dia, “Impacto Esperança,” acessado em 4 de fevereiro de 2020, https://bit.ly/34dZROO.
  50. Gustavo Cidral, “Adventistas entregam 400 mil livros no norte do Paraná,” Notícias Adventistas, 28 de maio de 2018, acessado em 2 de agosto de 2019, http://bit.ly/2OCdS69.
  51. Vânia Lopes (secretária da ANP), mensagem de e-mail para Gustavo dos Santos Cidral (assessor de comunicação da ANP), 21 de setembro de 2016.
  52. A colportagem é uma “atividade de distribuição voluntária e independente de publicações de conteúdo religioso e temas relacionados à saúde e qualidade de vida em família.” Aquele que faz o trabalho da colportagem é denominado colportor ou colportora. Portal da Igreja Adventista do Sétimo Dia, “Colportagem,” acessado em 14 de fevereiro de 2020, https://bit.ly/2RQirbB.
  53. “O Projeto Missão Calebe é um programa voluntário, serviço social e testemunho que desafia os jovens adventistas a dedicarem suas férias ao evangelismo em lugares onde não há presença adventista, para fortalecer as congregações pequenas e conquistar novas pessoas para o reino de Deus.” Portal da Igreja Adventista do Sétimo Dia, “Missão Calebe 2020,” acessado em 4 de fevereiro de 2020, http://bit.ly/2HRpvRi.
  54. “O projeto Um Ano em Missão (em inglês, One Year in Mission – OYiM), promove a participação de jovens adventistas na missão de evangelizar centros urbanos de oito países da América do Sul, unindo seus talentos, recursos e conhecimento profissional com as necessidades da comunidade.” Portal da Igreja Adventista do Sétimo Dia, “Um Ano Em Missão,” acessado em 4 de fevereiro de 2020, https://bit.ly/2sCFyNL.
  55. Vânia Lopes (secretária da ANP), mensagem de e-mail para Gustavo dos Santos Cidral (assessor de comunicação da ANP), 21 de setembro de 2016.
  56. “O Pequeno Grupo é um grupo de pessoas que se reúne semanalmente sob a coordenação de um líder visando o crescimento espiritual, relacional e evangelístico, objetivando sua multiplicação.” Portal da Igreja Adventista do Sétimo Dia, “Pequenos Grupos,” acessado em 4 de fevereiro de 2020, https://bit.ly/2NtcXj7.
  57. Vânia Lopes (secretária da ANP), mensagem de e-mail para Gustavo dos Santos Cidral (assessor de comunicação da ANP), 21 de setembro de 2016.
  58. Idem.
  59. Idem.
  60. Idem.
  61. Idem.
  62. Idem.
  63. Idem.
  64. “Missão Global é braço da missão da linha de frente da Missão Adventista, um departamento da sede mundial da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Os projetos da Missão Global começam como iniciativas locais. Ela apoia as iniciativas locais do ministério da linha de frente em áreas não penetradas [pela Igreja Adventista] e ajuda a envolver todos os departamentos da igreja nessa tarefa.” Portal da Igreja Adventista do Sétimo Dia, “O que é Missão Global,” acessado em 4 de fevereiro de 2020, http://bit.ly/35Wz9e0.
  65. Vânia Lopes (secretária da ANP), mensagem de e-mail para Gustavo dos Santos Cidral (assessor de comunicação da ANP), 21 de setembro de 2016.
  66. Idem.
  67. Vânia Lopes (secretária da ANP), mensagem de e-mail para Gustavo dos Santos Cidral (assessor de comunicação da ANP), 21 de setembro de 2016; “North Parana Conference [Associação Norte-Paranaense],” Seventh-day Adventist Yearbook (Hagerstown, MD.: Review and Herald Publishing Association, 1990), 279; “North Parana Conference [Associação Norte-Paranaense],” Seventh-day Adventist Yearbook (Nampa, ID.: Pacific Press Publishing Association, 2018), 253.
  68. Para uma verificação mais detalhada de todos os dirigentes administrativos da Associação Norte-Paranaense, consulte os Yearbooks [Anuários da IASD] de 1990 a 2018.
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Chagas, Eronildes Oliveira, Renato Gross. "North Parana Conference." Encyclopedia of Seventh-day Adventists. June 03, 2021. Accessed September 30, 2022. https://encyclopedia.adventist.org/article?id=EGE8.

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Chagas, Eronildes Oliveira, Renato Gross (2021, June 03). North Parana Conference. Encyclopedia of Seventh-day Adventists. Retrieved September 30, 2022, https://encyclopedia.adventist.org/article?id=EGE8.