Cruzeiro do Sul Adventist Academy (Instituto Adventista Cruzeiro do Sul) (IACS) administrative building, 2019
Photo courtesy of Cruzeiro do Sul Adventist Academy (Instituto Adventista Cruzeiro do Sul) (IACS) Archives.
Instituto Adventista Cruzeiro do Sul
By Adilson da Silva Vieira
Adilson da Silva Vieira
First Published: January 6, 2022
O Instituto Adventista Cruzeiro do Sul (IACS) oferece ensino primário, fundamental e médio para alunos externos e internos. Pertence à Igreja Adventista do Sétimo Dia e faz parte da rede mundial de educação adventista. É uma das instituições da União Sul Brasileira (USB) e está localizado na avenida Sebastião Amoretti, n.º 2130-A, CEP 95603-302, bairro Cruzeiro do Sul, no município de Taquara, estado do Rio Grande do Sul, Brasil.
O campus do Instituto Adventista Cruzeiro do Sul possui área total de 1.214.840 m², dos quais 4.509,84 m² são ocupados por edifícios escolares. Entre os edifícios estão as salas de aula, os dormitórios dos alunos, a igreja do campus, um grande refeitório, uma lavanderia, um complexo esportivo completo, um conservatório de música, um prédio para a educação infantil com salas de aula, uma biblioteca infantil e um refeitório infantil. Em 2019, o IACS tinha 1.422 alunos: 82 na pré-escola, 434 no Ensino Fundamental I, 395 no Ensino Fundamental II e 511 no Ensino Médio. Entre os 176 obreiros do colégio, 52 são professores e dois são pastores.1
Desenvolvimentos que Levaram ao Estabelecimento do Instituto
A primeira Igreja Adventista no município de Taquara foi organizada em 1908. Tanto naquela cidade como em todo o estado do Rio Grande do Sul, a obra adventista estava se expandindo e surgiu a necessidade de um internato adventista.2 No final de 1922, o Pastor Abraham Classen Harder tornou-se o novo presidente da Associação dos Adventistas do Sétimo Dia no Rio Grande do Sul, atualmente conhecida como Associação Sul Rio-Grandense (ASR). Vindo dos Estados Unidos, ele substituiu o Pastor Ricardo Suessmann, que serviu por um ano como presidente da associação. Harder começou a planejar o estabelecimento de uma instituição educacional adventista para preparar jovens no estado do Rio Grande do Sul para o trabalho missionário.3
A União Sul Brasileira, atual União Central Brasileira (UCB), inicialmente negou o pedido de Harder para o novo internato. Entre os principais motivos estava o risco de não ter alunos suficientes para estudar na escola e, por consequência, não ser capaz de gerar a renda necessária para mantê-la. Naquela época, a Igreja Adventista local não tinha recursos para manter uma escola. Embora seu sonho de fundar uma escola adventista não poder ser realizado naquela época, Harder e sua esposa Mary Harder não desistiram. Ao olhar para os campos verdes do Rio Grande do Sul, eles imaginaram uma instituição onde jovens daquela região do país seriam educados nos princípios cristãos, vivendo em meio à natureza e aprendendo sobre Deus.4
Depois de morar no Brasil por mais de cinco anos, Abraham e Mary Harder perceberam que o momento de abrir a escola havia chegado. Em 1928, eles decidiram investir seus próprios recursos para que o sonho da escola fosse realizado. O dinheiro que eles tinham vinha em grande parte de uma herança que Mary Harder recebera. O estabelecimento de uma nova escola incluía desafios e riscos financeiros, e eles se perguntaram se deveriam gastar toda a herança de Mary na escola. Depois de dias de ponderação e oração, o pastor Harder contou que um anjo o visitou e disse: “Não tenha medo! Siga os desejos do seu coração. O Senhor irá sustentá-lo e a obra irá prosperar.” Esta era a confirmação de que precisavam para seguir em frente com seu plano ousado.5
A partir de então, começaram a buscar o local ideal para estabelecer a escola. Eles consideraram várias propriedades à venda até chegarem à residência da família Bergold, uma fazenda com 50 hectares. Como família adventista, os Bergold ofereceram um plano especial de pagamento da propriedade em parcelas anuais.6 Quando os Harder compraram aquela propriedade, eles também compraram algumas máquinas, gado, cavalos e bois, que estavam sob os cuidados do irmão Hugo Bergold. Hugo foi o primeiro responsável a cuidar da fazenda da escola. Depois de comprar a fazenda, os Harder alugaram uma casa perto da fazenda, onde eles e os primeiros alunos iriam morar.7
Fundação do Colégio
O colégio foi fundado em 14 de novembro de 1928. Mas antes de iniciar as atividades escolares, era preciso escolher um nome que representasse os ideais planejados para aquela instituição. Mais uma vez, Deus os direcionou. Uma noite, depois de se mudarem para Taquara, a família Harder (o casal e seus dois filhos) observou o céu estrelado e sua atenção voltou-se para a constelação Cruzeiro do Sul. Essa formação estelar era conhecida por navegadores e astrônomos por seu forte brilho e foi considerada por eles como um ponto de referência de navegação.8 Pensando nisso, Mary Harder compartilhou com os familiares que o nome “Cruzeiro do Sul”, além de bonito, transmitia uma mensagem importante e poderia ser usado como nome da escola. A escola deve brilhar intensamente e guiar a vida dos jovens que lá estudam. Todos concordaram prontamente com essa proposta simples e profunda. Assim, foi definido o primeiro nome da instituição: Colégio Cruzeiro do Sul (1928-1939)
Ao mesmo tempo, o Pastor Harder convidou Ernesto Roth, um colportor evangelista10 da Alemanha, para realizar os primeiros trabalhos de carpintaria e preencher a primeira vaga de professor. Para arrecadar fundos para as obras, foi necessário que o Pastor Harder vendesse sua casa em Porto Alegre. Com esses recursos, foi possível construir um espaço para a sala de aula e uma casa para o professor, que posteriormente serviria também para abrigar alguns alunos. Na mesma ocasião, foram plantadas várias árvores frutíferas e uma horta, adquiridos utensílios de cozinha e obtidos os demais equipamentos necessários.11
No início de 1929, os alunos que moravam perto da cidade de Taquara e até alguns do Uruguai começaram a chegar e se estabelecer nas instalações provisórias do Colégio Cruzeiro do Sul. Os meninos dormiam no último andar do prédio da escola, enquanto a lavanderia e o refeitório funcionavam na casa da família Harder. No início, eram seis meninos e todos ajudavam no cuidado dos animais, na plantação e em alguns serviços de carpintaria. As primeiras alunas internas chegaram em 1930 e ficaram nas casas das famílias Bergold e Harder, sendo Sueli Bergold a primeira aluna interna a chegar à instituição.12
A aula inaugural ocorreu em 11 de março de 1929 e contou com a presença de 27 alunos. Esse dia representou a realização do sonho da família Harder e trouxe alegria a todos os que estavam envolvidos nos esforços para estabelecer a escola. Nas primeiras aulas, o professor enfrentou um grande desafio, pois havia uma única sala de aula em que crianças de diferentes idades e com diferentes níveis de alfabetização estudavam juntas. A maioria dos alunos tinha uma situação financeira precária e não conseguia comprar nem mesmo o material escolar básico de que precisava para os estudos. Além disso, o professor Ernesto Roth às vezes precisava usar sua língua materna, o alemão, em vez do português, o que dificultava o entendimento de alguns alunos. Porém, nenhuma dessas dificuldades impediu o avanço do colégio, pois com persistente dedicação e esforço os desafios foram sendo superados gradativamente.13
História do Colégio
Em 1931, o Pastor Harder firmou com o banco um acordo que possibilitou o aluguel de um imóvel ao lado do Colégio. A propriedade era tão grande que havia uma estrada que conduzia às margens do Rio dos Sinos.14 Com mais espaço, foi possível ampliar as instalações da escola, incluindo a construção de um dormitório feminino.15 No entanto, a principal dificuldade enfrentada pela escola em seus primeiros anos foi a escassez de recursos financeiros para mantê-la funcionando. A principal fonte de renda eram os produtos agrícolas cultivados pela escola. O Pastor Harder montou uma fábrica de laticínios na escola. No entanto, as vendas não foram suficientes para cobrir as despesas da escola. Inúmeras vezes a comida era escassa, embora Deus sempre interviesse para atender às necessidades básicas.16
Com perseverança e fé, a escola conseguiu realizar sua primeira formatura em 1932, quando se formaram 10 alunos. No entanto, o clima festivo foi ofuscado pelos efeitos da difícil situação econômica que o país e a escola atravessavam. Mais uma vez, faltou comida. No entanto, a providência divina novamente garantiu que suas necessidades fossem atendidas. Por ordem do prefeito de Taquara, a escola foi isenta do pagamento da conta de luz durante os anos críticos de 1932 a 1937.17
Em 1935, a Associação Sul-Rio-Grandense se ofereceu para ajudar na gestão da escola. Naquela época, com cerca de 50 alunos internos, a ajuda era bem-vinda, pois aliviava os Harder do enorme fardo da responsabilidade. Nos anos seguintes, “Mama Harder”, como a irmã Mary era carinhosamente chamada, ficou muito mal de saúde. Os esforços da família Harder não podiam mais ser dedicados inteiramente à escola. Diante dessa situação, “Papa Harder” decidiu doar a escola para a Associação de forma que a obra pudesse continuar. Antes da doação, porém, os Harder conseguiram saldar todas as dívidas da escola. E para se manterem, a partir de então, os Harder precisaram vender a pequena fábrica de laticínios e alguns animais.18
Em 1937, após a mudança da titularidade do colégio, o professor Octávio Espírito Santo e sua esposa foram chamados do estado de Sergipe, no nordeste do Brasil, para assumir a direção do colégio. A Associação Sul-Rio-Grandense, com o apoio da Divisão Sul-Americana, comprou mais 25 hectares de terras que foram agregadas à escola. Posteriormente, foi feita uma nova extensão com a compra de mais 176 hectares. Este último terreno foi futuramente vendido e um novo prédio escolar foi construído com o dinheiro obtido com a sua venda. Porém, na época das compras, a fazenda da escola contava com seis prédios em um total de 200 hectares de terreno, onde foram plantadas mais de mil árvores frutíferas.19
Nos primeiros anos à frente da escola, Octávio Santo trabalhou incansavelmente pelo reconhecimento da escola pelos órgãos governamentais. A escola foi aprovada pelo governo em 4 de maio de 1939, por meio do decreto nº 001137 do governo brasileiro. Com a nova conquista, alunos de outras instituições puderam ser transferidos para o Colégio Cruzeiro do Sul, e vice-versa, sem sofrer perda curricular. O reconhecimento do governo também trouxe a primeira mudança do nome da escola de Colégio Cruzeiro do Sul para Ginásio Adventista de Taquara (GAT).20 Naquela época, havia 163 alunos matriculados. A maioria deles eram alunos do ensino fundamental.21
Depois que os pastores R. R. Figuhr e F. L. Harrison, respectivamente presidente da Divisão Sul-Americana e tesoureiro, visitaram o Colégio em 1941, o Pastor Figuhr comentou: “A tranquilidade do ambiente e o espírito cordial e amigável de professores e alunos fazem de Taquara um lugar agradável. Pode-se imaginar futuramente uma escola próspera no amplo terreno fornecido para esta instituição. Seguindo o plano educacional divino, muitos jovens certamente sairão da escola aqui em Taquara com nobres visões de serviço ao Senhor.”22 Para os alunos e professores que testemunharam a visita, este foi um importante reconhecimento por parte da liderança da igreja.
Embora as expectativas para a escola fossem altas, também houve vários desafios. Os pastores W. E. Nelson e J. F. Wright, tesoureiro e vice-presidente da Associação Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia, expressaram sua preocupação com o desenvolvimento do Colégio. Entre as preocupações estava o fato de que metade dos alunos da escola não era adventista. Além disso, a escola havia recebido um alto investimento das instituições administrativas da igreja, mostrando que o colégio ainda não tinha como se sustentar financeiramente. Ademais, na região sul do Brasil, já havia outro internato adventista em funcionamento, e duas instituições do mesmo tipo, atuando na mesma área, poderiam se enfraquecer.23
A partir de 1945, o Colégio já havia se adaptado às diretrizes estabelecidas pela Igreja. Durante esse ano, várias doações foram recebidas de pessoas físicas, da União, da Divisão Sul-Americana e da Associação Geral. O objetivo dessa arrecadação foi a construção de um novo prédio de alvenaria contendo salas de aula, biblioteca, auditório e salas para a administração. O prédio foi concluído no mesmo ano (1945). Ainda hoje, este é o prédio principal da escola.24 Outras mudanças estruturais também ocorreram no final da década de 1940 e durante os anos 1950, incluindo a construção de um novo dormitório feminino em 1949.25 Seis anos depois, um dormitório masculino também foi construído. O prédio que abrigava os meninos até então havia sido construído em 1898 e não era mais viável. A construção do novo dormitório começou em 1955, e esta foi outra ocasião em que a Igreja Adventista a nível mundial contribuiu para a educação adventista no Brasil por meio das ofertas da Escola Sabatina.26
Durante a década de 1950, o Colégio cresceu não apenas em estrutura física, mas também em seu currículo. Em 1957, um novo curso científico foi implementado de acordo com as normas governamentais, quando o Colégio também deu início ao curso técnico de Ciências Contábeis. Em função da expansão curricular, no início da década de 1960, o colégio mudou seu nome para Instituto Cruzeiro do Sul (ICS). No entanto, esse nome foi usado por pouco mais de dois anos, até 1964, quando o colégio foi renomeado para Instituto Adventista Cruzeiro do Sul (IACS).27 Nos anos seguintes, novos cursos técnicos foram abertos, tais como Técnico de Contabilidade, Secretariado, Auxiliar de Estatística e Administração, Auxiliar de Docência e Laboratório. Esses programas foram reconhecidos pelo governo brasileiro na década seguinte.28
Na década de 1960, as mudanças estruturais continuaram a ocorrer. Em 1968, uma nova escola foi construída e anexada à antiga. Porém, até então, a escola ainda não possuía um prédio próprio para a igreja, então os alunos se reuniam para o culto no próprio prédio escolar ou em outros locais improvisados. Com o tempo, quando o número de alunos aumentou, uma parte deles teve que se reunir para o culto no prédio da igreja na cidade de Taquara, a cerca de três quilômetros da escola. Para fazer esse caminho, as meninas usavam a carroça e os meninos caminhavam. Embora os alunos considerassem um privilégio poder adorar com os membros da igreja em Taquara e ajudá-los no culto, eles desejavam ter um prédio da igreja no campus da escola.29
No final de 1976, foram iniciadas as obras do Salão Nobre, com capacidade para acomodar 2.500 pessoas, e, nos anos seguintes, funcionou como o prédio da igreja e auditório para palestras, eventos culturais e encontros evangelísticos.31
Ao mesmo tempo em que investiu na expansão estrutural, o Colégio também ampliou seu currículo pedagógico. Em agosto de 1974, foi estabelecido o Conservatório Adventista Musical de Taquara (CAMTA). No início, possuía apenas três professores e algumas aulas de arte, contudo, essa escola de música cresceu tremendamente nos anos que se seguiram. Em 1976, no seu segundo ano de atividade, a escola de música atendia a mais de 100 alunos matriculados em cursos de piano, trompete, clarinete, violino, técnica vocal, entre outros. Em 1976, a pedra fundamental do edifício da CAMTA foi lançada.32 Em seu terceiro ano de funcionamento, o número de alunos dobrou para cerca de 200 alunos.33
O ano de 1978 foi mais um ano especial para a escola. Em diferentes datas, o IACS comemorou seus 50 anos de serviços ininterruptos. Uma dessas comemorações ocorreu no dia 19 de novembro, quando foram realizadas mais inaugurações. Na ocasião, foram inaugurados uma central telefônica PABX e um complexo esportivo. O complexo esportivo incluía piscina, duas quadras de vôlei e uma de basquete.34 Com melhor infraestrutura e acomodação, um currículo mais forte e foco em atividades espirituais, mais alunos se matrivularam nos anos seguintes.
Porém, com o rápido crescimento do número de alunos, a escola logo atingiu seu limite físico. Em 1979, havia um excesso de mais de 40 meninas no colégio interno, e muitas delas tinham que ficar de pé durante as reuniões na capela feminina por falta de assentos.35 Diante dessa realidade, foi necessário planejar uma reestruturação nos anos seguintes. Os apartamentos foram reformados e a produção de alimentos foi aumentada. No aspecto acadêmico, a partir de agosto de 1979, foi definido o número de vagas, inclusive para o internato.36
A vocação missionária da IACS também continuou a se desenvolver nesse período. Em 1979, o Colégio atendeu ao apelo do Pastor Darcy Trojan para se dedicar a várias atividades missionárias desenvolvidas na pequena cidade industrial de Igrejinha, de forte presença luterana. Depois de uma série de reuniões evangelísticas, um terreno foi comprado para um templo da Igreja Adventista naquela cidade. Metade do preço foi pago pela Associação Sul-Rio Grandense, enquanto a outra metade foi doada pela igreja do IACS.37 Até a década de 1980, o Colégio também ajudou a implantar a igreja do Morro da Pedra, na cidade de Parobé. Depois de uma série de estudos bíblicos, liderados pelo Pastor Arnoldo Borges, os alunos do Colégio e alguns membros voluntários construíram uma igreja para que os membros adventistas daquela região tivessem um local para se reunir.38
Em 1980, a própria escola experimentou as bênçãos do esforço evangelístico de seus alunos e funcionários. Metade dos alunos não adventistas foram batizados naquele ano. Assim, a IACS encerrou o ano com 93,2% de seus alunos internos como membros adventistas. Alguns deles foram batizados em decorrência das evangelizações realizadas em Morro da Pedra e Igrejinha.39 A importância do trabalho evangelístico da escola foi reconhecida pela igreja e já em 1983, a escola contava com 860 alunos.40
Ao longo dos anos, novas conquistas estruturais foram alcançadas. Em 1988, durante a celebração do 60º aniversário da IACS, o sistema hidráulico da escola foi ampliado, o porão do novo dormitório feminino foi finalizado e um novo forno elétrico com capacidade para assar cerca de dez mil pães por dia foi adquirido. Além disso, o Museu Histórico Abraham Classen Harder foi inaugurado.41 Em 1990, o prédio da igreja do IACS foi finalmente concluído e inaugurado. Em consonância com a identidade do Colégio, a igreja foi chamada de Igreja Adventista Cruzeiro do Sul.42
Em 1993, o IACS tinha 921 alunos.43 Alguns anos depois, em novembro de 1995, durante a comemoração do 67º aniversário da escola, foram inaugurados o prédio infantil, o pavimento interno, a nova sala de ordenha e a unidade de pasteurização do leite.44 Em 2007, em comemoração aos 79 anos de existência da escola, foram construídas duas praças e as fachadas dos prédios residenciais e administrativos. As novas praças foram batizadas com o nome do casal que doou todos os recursos para essa obra, Dr. Milton e Arlete Afonso. Estas e outras obras realizadas desde a década de 2000 marcaram uma fase de modernização da estrutura física do Colégio.45
No final de 2007, o Colégio conquistou o prêmio Top of Mind pela sexta vez consecutiva, em reconhecimento à sua excelência pela população da região de Taquara.46 Um grande desafio para a escola aconteceu no dia 13 de outubro de 2015, quando uma forte tempestade atingiu a região de Taquara, com ventos em torno de 130 km/h. A violenta tempestade destruiu parcialmente o prédio da igreja, bem como algumas das casas dos funcionários e o dormitório feminino.47 Uma tempestade devastadora semelhante afetou Taquara em 2013. Naquela época, professores, funcionários e alunos ajudaram as vítimas afetadas pela tragédia.48
No entanto, como em outras ocasiões desafiadoras, a providência divina tornou possível para o IACS continuar se desenvolvendo. Em 2017 e 2018, a escola recebeu o prêmio Municipal Business Quality, em reconhecimento à qualidade dos seus serviços e a importância de ser uma escola baseada em princípios cristãos.49 Investimentos continuaram a ser feitos para que a qualidade pedagógica adventista e a identidade cristã continuassem sendo a referência da escola. Em 2018, o prédio da igreja da escola foi reinaugurado após reformas, e o Centro de Eventos Aparecida Macedo também foi concluído. Esse espaço, cujo nome homenageia uma das professoras que serve à instituição há mais tempo (56 anos), acolhe grandes eventos culturais e algumas competições esportivas.50
Papel Histórico do Colégio
Desde os primeiros anos, o IACS tem buscado ser relevante para a comunidade em que atua, participando e liderando projetos que beneficiam a população da região de Taquara. Na esfera ecológica, por exemplo, a escola é reconhecida pelo trabalho que vem realizando para a despoluição do Rio dos Sinos, um dos mais importantes rios da região e que corre na parte de trás da escola. Além disso, várias ações foram realizadas pela escola para ajudar a aliviar as más condições ambientais para os moradores que vivem no entorno do aterro próximo às margens do rio.51 Em parceria com a prefeitura local, foi feito um mapeamento da região e foi constatado que cerca de 30 famílias viviam no entorno do aterro. A escola se mobilizou para atender essas famílias em suas principais necessidades. Além disso, a escola passou a ser um Ecoponto, local de gestão do programa de coleta seletiva, reduzindo assim os danos causados pela destinação inadequada de resíduos no meio ambiente. Esse programa foi mais uma ferramenta utilizada por professores da área de Ciências e Biologia para promover a aprendizagem de centenas de alunos.52 Assim, a escola tem atuado em prol do meio ambiente e das comunidades de sua região, demonstrando responsabilidade social ao mesmo tempo em que testemunha o devido cuidado com o meio ambiente e as pessoas como criação de Deus.
A principal prioridade da IACS continua sendo cumprir sua missão evangelística histórica de formar cidadãos para o reino eterno. Com esse objetivo, há um trabalho intencional e permanente de mobilização de alunos e professores para a obra missionária. Em 2018, foi inaugurado o Instituto de Missões com o objetivo de promover a “formação e engajamento de alunos em projetos missionários transculturais.”53Como resultado, os alunos participam do projeto “Missão Calebe”54 há mais de 10 anos. As ações da Missão Calebe IACS já cruzaram a fronteira brasileira e alcançaram, por exemplo, o Uruguai e a Bolívia. Entre 16 de janeiro e 2 de fevereiro de 2019, cerca de 20 alunos foram para a cidade de La Paz, onde se envolveram ativamente na pregação do evangelho. Uma Escola Cristã de Férias para crianças55 foi realizada e serviu às crianças locais. Os alunos também pintam e limpam ruas, entre outras atividades.56
O que Falta ser Feito para que a Missão do Colégio Seja Cumprida
Ao longo de seus mais de 90 anos de existência, o IACS trilhou uma jornada de sucesso em meio aos muitos desafios que enfrentou. Desde os primeiros pioneiros até os dias atuais, a providência divina tornou possível superar todos os obstáculos e manter o colégio como uma instituição educacional adventista. Observando essa trajetória inspiradora, a comunidade acadêmica do IACS reconhece que a nobre tarefa de educar para a eternidade requer mais esforços para que a escola amplie seu alcance e continue cumprindo sua missão principal, que é “formar cidadãos comprometidos com o bem-estar da comunidade, do país e para Deus.”57
Cronologia dos Diretores58
Colégio Cruzeiro do Sul (1928-1939)
Abraham Classen Harder (1928-1936); Octávio Espírito Santo (1937-1941).
Ginásio Adventista de Taquara (1939-1962)
João Linhares (1942); Dario Garcia (1942-1945); José Alvarenga (1946); Renato Emir Oberg (1947); Jacob Germano Streithorst (1948-1950); Siegfried Hoffmann (1951); Mário Roque (1952-1954); João Batista Rodrigues dos Passos (1955); Sesóstris César de Souza (1956-1957); João Batista Rodrigues dos Passos (1957-1959); Jacob Germano Streithorst (1960); João Bork (1960-1962).
Instituto Cruzeiro do Sul (1962-1964)
Henrique Marquart (1963-1965).
Instituto Adventista Cruzeiro do Sul (1964-atualmente)
Leonid Bogdanow (1965-1966); Darcy Mendes de Borba (1967-1968); Carlos Magalhães Borda (1969-1970); Isaac Padilha Guimarães (1971-1972); Corino Pires da Silva (1972-1974); Earle Pazinato Linhares (1975-1982); Moisés Lopes Sanches (1983-1984); Argemiro Fontoura (1985); José Olympio de Oliveira Paula (1986-1988); Lourival Batista Preuss (1989-1990); Milton Cézar de Souza (1990-2000); Flávio Machado Pasini (2001-2003); Wesley Zukowski (2004-2009); Irineu Souza (2009-2013); João Cesi Lopes dos Santos (2014-2019); Thiago Maillo Silva (2019-atual).59
Referências
“69 anos.” Revista Adventista, no. 2, ano 87, fevereiro de 1998.
Boehm, John H. “Rio Grande do Sul Conference” [Associação Sul-Rio-Grandense]. South American Bulletin 15, no. 4 (abril de 1939).
Boeger Jr., Hebert. “História da Igreja Adventista do Sétimo Dia Central de Taquara RS.” Monografia, Seminário Adventista Latino-Americano de Teologia, junho de 1997.
“Classificados.” Revista Adventista, no. 2, ano 70, fevereiro de 1975.
“Formatura e projetos.” Revista Adventista, no. 5, ano 79, maio de 1984.
Greenleaf, Floyd. Terra de Esperança: o crescimento da Igreja Adventista na América do Sul. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2011.
“IACS batiza metade dos alunos não adventistas.” Revista Adventista, no. 2, ano 76, fevereiro de 1981.
“IACS Evangeliza Arredores.” Revista Adventista, no. 12, dezembro de 1979.
“IACS festeja 67 anos.” Revista Adventista, no. 2, ano 92, fevereiro de 1996.
“IACS festeja suas seis décadas de ensino.” Revista Adventista, no. 1, ano 85, janeiro de 1989.
“IACS Informa Progresso.” Revista Adventista, no. 9, ano 74, setembro de 1979.
“Inaugurações no 50° Aniversário do IACS.” Revista Adventista, no. 1, ano 86, janeiro de 1979.
IACS - Instituto Adventista Cruzeiro do Sul. https://iacs.org.br/.
Lorini, Bianca. “ADRA atua no Rio Grande do Sul após estragos das chuvas.” Notícias Adventistas (Online), 15 de outubro de 2015.
Lorini, Bianca. “Internato ajuda famílias atingidas por enchentes no Rio Grande do Sul.” Notícias Adventistas (Online), 2 de setembro de 2013.
Lorini, Bianca. “Conservatório Adventista Musical de Taquara completa 40 anos.” Notícias Adventistas (Online), 19 de novembro de 2014.
Macedo, Aparecida H. T. Do sonho a realidade...história de uma luz que nunca se apagou. Três Coroas, RS: Artes Gráficas Sohne Ltda., 1999.
Moróz, David. “Origem e história dos adventistas no Rio Grande do Sul.” Revista Adventista, no. 12, ano 89 (dezembro de 1993).
Neufeld, Don F. (ed.). Seventh-day Adventist Encyclopedia 10 [Enciclopédia da Igreja Adventista do Sétimo Dia v. 10]. Estados Unidos: Review and Herald, 1996.
“O IACS vai bem.” Revista Adventista, no. 5, ano 89, maio de 1993.
Olson, H. O. “Campmeetings in the South Brazil Union” [Acampamentos na União Sul Brasileira]. South American Bulletin 16, no. 4 (abril de 1940).
Paiva, Ruth. “Conservatório Musical do IACS terá prédio próprio.” Revista Adventista, no. 11, ano 71, (novembro de 1976).
Pasini, André. “Educação e evangelismo andam juntos no IACS.” Revista Adventista, no. 11, ano 75 (novembro de 1980).
Pereira, Mani, e Alex Landim. “Inaugurações marcam os 79 anos do IACS.” Revista Adventista, no. 1196, ano 103 (janeiro de 2008).
Portal da Igreja Adventista do Sétimo Dia (Brasil). https://www.adventistas.org/pt/.
Prado, Juliana. “A Missão continua.” Revista Adventista, no. 1340, ano 113 (dezembro de 2018).
Prado, Juliana. “Instituto Adventista Cruzeiro do Sul completa 90 anos.” Notícias Adventistas (Online), 7 de novembro de 2018.
Prado, Juliana. “Missão Calebe 2019.” Notícias IACS (Online), 18 de março, 2019.
“Rápida.” Revista Adventista, no. 1197, ano 103, fevereiro de 2008.
Reis, Jean da Silva e Ivo Suedekum. “Cinquenta anos a serviço da educação.” Monografia, Instituto Adventista de Ensino de São Paulo, novembro de 1979.
Santo, O. E. “A Visit from Our New Division President” [Uma Visita do Nosso Novo Presidente da Divisão]. South American Bulletin 17, no. 12 (1º de dezembro de 1941).
Santo, O. E. “An Adventist High School in Brazil” [Uma Escola de Ensino Médio no Brasil]. South American Bulletin 14, no. 9, (setembro de 1938).
Seventh-day Adventist Yearbook [Anuário da Igreja Adventista do Sétimo Dia]. Nampa, ID: Pacific Press Publishing Association, 2019.
Seventh-day Adventist Yearbook [Anuário Adventista do Sétimo Dia]. Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1941.
Tonetti, Márcio. “Ecos da criação.” Revista Adventista, no. 1298, ano 110 (junho de 2015).
“Últimas do IACS.” Revista Adventista, no. 7, ano 74, julho de 1979.
Webster, F. C. “Sabbath, March 27: Progress in Rio Grande Do Sul” [Sábado, 27 de março, progresso em Rio Grande do Sul]. Missions Quarterly 43, no. 1 (Primeiro Trimestre de 1954).
Notas de fim
- Márcio D. Costa (professor de Teologia no IAP), mensagem de e-mail para Carlos Flavio Teixeira (editor assistente da ESDA), 24 de julho de 2019.↩
- Hebert Boeger Jr., “História da Igreja Adventista do Sétimo Dia Central de Taquara-RS” (Monografia, Seminário Adventista Latino-Americano de Teologia, junho de 1997): 4-5.↩
- Jean da Silva Reis e Ivo Suedekum, “Cinquenta anos a serviço da educação” (Monografia, Instituto Adventista de Ensino de São Paulo, novembro, 1979): 5; Aparecida H. T. Macedo, Do sonho a realidade...história de uma luz que nunca se apagou (Três Coroas, RS: Artes Gráficas Sohne Ltda., 1999), 40.↩
- Jean da Silva Reis e Ivo Suedekum, “Cinquenta anos a serviço da educação” (Monografia, Instituto Adventista de Ensino de São Paulo, novembro de 1979), 5.↩
- Aparecida H. T. Macedo, Do sonho a realidade...história de uma luz que nunca se apagou (Três Coroas, RS: Artes Gráficas Sohne Ltda., 1999), 46.↩
- Cotação feita a partir do valor do Conto de Réis, sendo um conto de réis equivalente a 123 mil reais. A conversão feita para dólares americanos é baseada na taxa de câmbio daquele período.↩
- Aparecida HT Macedo, Do sonho a realidade...história de uma luz que nunca se apagou (Três Coroas, RS: Artes Gráficas Sohne Ltda., 1999), 46-47; Jean da Silva Reis e Ivo Suedekum, “Cinquenta anos a serviço da educação” (Monografia, Instituto Adventista de Ensino de São Paulo, novembro de 1979), 7.↩
- Aparecida H. T. Macedo, Do sonho a realidade...história de uma luz que nunca se apagou (Três Coroas, RS: Artes Gráficas Sohne Ltda., 1999), 46.↩
- Ibid., 47-48.↩
- Um colportor evangelista da Igreja Adventista do Sétimo Dia é um missionário que “vende ao público as publicações editadas e aprovadas pela Igreja, com o objetivo de transmitir a seus semelhantes o Evangelho eterno que traz salvação e bem-estar físico e espiritual.” Portal da Igreja Adventista do Sétimo Dia, “Colportagem,” acessado em 4 de fevereiro de 2020, http://bit.ly/2J6tY1I.↩
- Aparecida H. T. Macedo, Do sonho a realidade...história de uma luz que nunca se apagou (Três Coroas, RS: Artes Gráficas Sohne Ltda., 1999), 49; Jean da Silva Reis e Ivo Suedekum, “Cinquenta anos a serviço da educação” (Monografia, Instituto Adventista de Ensino de São Paulo, novembro, 1979), 7.↩
- Aparecida H. T. Macedo, Do sonho a realidade...história de uma luz que nunca se apagou (Três Coroas, RS: Artes Gráficas Sohne Ltda., 1999), 50; “69 anos,” Revista Adventista, no. 2, ano 94, fevereiro, 1998, 19.↩
- Aparecida H. T. Macedo, Do sonho a realidade...história de uma luz que nunca se apagou (Três Coroas, RS: Artes Gráficas Sohne Ltda., 1999), 58-59; Jean da Silva Reis e Ivo Suedekum, “Cinquenta anos a serviço da educação” (Monografia, Instituto Adventista de Ensino de São Paulo, novembro, 1979), 8.↩
- Jean da Silva Reis e Ivo Suedekum, “Cinquenta anos a serviço da educação” (Monografia, Instituto Adventista de Ensino de São Paulo, novembro, 1979), 10.↩
- Aparecida H. T. Macedo, Do sonho a realidade...história de uma luz que nunca se apagou (Três Coroas, RS: Artes Gráficas Sohne Ltda., 1999), 51-52.↩
- Ibid., 61-65; Jean da Silva Reis e Ivo Suedekum, “Cinquenta anos a serviço da educação” (Monografia, Instituto Adventista de Ensino de São Paulo, novembro, 1979), 9.↩
- Aparecida H. T. Macedo, Do sonho a realidade...história de uma luz que nunca se apagou (Três Coroas, RS: Artes Gráficas Sohne Ltda., 1999), 66, 98-99; Jean da Silva Reis e Ivo Suedekum, “Cinquenta anos a serviço da educação” (Monografia, Instituto Adventista de Ensino de São Paulo, novembro, 1979), 12-13; David Moróz, “Origem e história dos adventistas no Rio Grande do Sul,” Revista Adventista, no. 12, ano 89 (dezembro de 1993): 8.↩
- Aparecida H. T. Macedo, Do sonho a realidade...história de uma luz que nunca se apagou (Três Coroas, RS: Artes Gráficas Sohne Ltda., 1999), 66, 98-99; Jean da Silva Reis e Ivo Suedekum, “Cinquenta anos a serviço da educação” (Monografia, Instituto Adventista de Ensino de São Paulo, novembro, 1979), 12-13; IACS - Instituto Adventista Cruzeiro do Sul, “Nossa História,” acessado em 28 de maio de 2019, https://bit.ly/3imUDar.↩
- Santo, O. E. “An Adventist High School in Brazil” [Uma Escola de Ensino Médio no Brasil]. South American Bulletin 14, no. 9 (setembro de 1938): 4-5; John H. Boehm, “Rio Grande do Sul Conference” [Associação Sul-Rio-Grandense], South American Bulletin 15, no. 4 (abril de 1939): 4-5; Jean da Silva Reis e Ivo Suedekum, “Cinquenta anos a serviço da educação” (Monografia, Instituto Adventista de Ensino de São Paulo, novembro, 1979), 13-14; H. O. Olson, “Campmeetings in the South Brazil Union” [Acampamentos na União Sul Brasileira], South American Bulletin 16, no. 4 (abril de 1940): 2.↩
- Aparecida H. T. Macedo, Do sonho a realidade...história de uma luz que nunca seapagou (Três Coroas, RS: Artes Gráficas Sohne Ltda., 1999), 103; Jean da Silva Reis e Ivo Suedekum, “Cinquenta anos a serviço da educação” (Monografia, Instituto Adventista de Ensino de São Paulo, novembro, 1979), 15.↩
- Floyd Greenleaf, Terra de Esperança: o crescimento da Igreja Adventista na América do Sul (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2011), 385.↩
- E. Santo, “A Visit from Our New Division President” [Uma Visita do Nosso Novo Presidente da Divisão], South American Bulletin 17, no. 12 (1º de dezembro de 1941): 7.↩
- Floyd Greenleaf, Terra de Esperança: o crescimento da Igreja Adventista na América do Sul (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2011), 502.↩
- Ibid., 502-503; Jean da Silva Reis e Ivo Suedekum, “Cinquenta anos a serviço da educação” (Monografia, Instituto Adventista de Ensino de São Paulo, novembro, 1979), 16.↩
- Jean da Silva Reis e Ivo Suedekum, “Cinquenta anos a serviço da educação” (Monografia, Instituto Adventista de Ensino de São Paulo, novembro, 1979), 16.↩
- Webster, F. C. “Sabbath, March 27: Progress in Rio Grande Do Sul” [Sábado, 27 de março, Progresso no Rio Grande do Sul]. Missions Quarterly43, no. 1 (Primeiro Trimestre, 1954): 19-21.↩
- Aparecida H. T. Macedo, Do sonho a realidade...história de uma luz que nunca seapagou (Três Coroas, RS: Artes Gráficas Sohne Ltda., 1999), 105; Seventh-day Adventist Encyclopedia [Enciclopédia da Igreja Adventista do Sétimo Dia], (Hagerstown, MD: Review and Herald, 1996), 421.↩
- Jean da Silva Reis e Ivo Suedekum, “Cinquenta anos a serviço da educação” (Monografia, Instituto Adventista de Ensino de São Paulo, novembro, 1979), 16.↩
- Aparecida H. T. Macedo, Do sonho a realidade...história de uma luz que nunca seapagou (Três Coroas, RS: Artes Gráficas Sohne Ltda., 1999), 65, 73; Jean da Silva Reis e Ivo Suedekum, “Cinquenta anos a serviço da educação” (Monografia, Instituto Adventista de Ensino de São Paulo, 16.↩
- “Classificados,” Revista Adventista, no. 2, ano 70, fevereiro, 1975, 21.↩
- Jean da Silva Reis e Ivo Suedekum, “Cinquenta anos a serviço da educação” (Monografia, Instituto Adventista de Ensino de São Paulo, novembro, 1979), 16, 22.↩
- Ruth Paiva, “Conservatório Musical do IACS terá prédio próprio,” Revista Adventista, no. 11, ano 71 (novembro, 1976): 16.↩
- Aparecida H. T. Macedo, Do sonho a realidade...história de uma luz que nunca se apagou (Três Coroas, RS: Artes Gráficas Sohne Ltda., 1999), 35.↩
- “Inaugurações no 50° Aniversário do IACS,” Revista Adventista, no. 1, ano 74, janeiro, 1979, 22.↩
- “Últimas do IACS,” Revista Adventista, no. 7, ano 74, julho, 1979, 37.↩
- “IACS Informa Progresso,” Revista Adventista, no. 9, ano 74, setembro, 1979, 22.↩
- “IACS Evangeliza Arredores,” Revista Adventista, no. 12, dezembro, 1979, 20; André Pasini, “Educação e evangelismo andam juntos no IACS,” Revista Adventista, no. 11, ano 75 (novembro de 1980): 34.↩
- André Pasini, “Educação e evangelismo andam juntos no IACS,” Revista Adventista, no. 11 (novembro de 1980): 34.↩
- “IACS batiza metade dos alunos não Adventistas,” Revista Adventista, no. 2, ano 76, fevereiro, 1981, 21.↩
- “Formatura e projetos,” Revista Adventista, no. 5, ano 79, maio, 1984, 23-24.↩
- “IACS festeja suas seis décadas de ensino,” Revista Adventista, no. 1, ano 85, janeiro, 1989, 24.↩
- Aparecida H. T. Macedo, Do sonho a realidade...história de uma luz que nunca seapagou (Três Coroas, RS: Artes Gráficas Sohne Ltda., 1999), 65; IACS - Instituto Adventista Cruzeiro do Sul, “Nossa História,” acessado em 28 de maio de 2019, https://bit.ly/3imUDar.↩
- “O IACS vai bem,” Revista Adventista, no. 5, ano 89, maio, 1993, 23.↩
- “IACS festeja 67 anos,” Revista Adventista, no. 2, ano 92, fevereiro, 1996, 20.↩
- Mani Pereira and Alex Landim, “Inaugurações marcam os 79 anos do IACS,” Revista Adventista, no. 1196, ano 103 (janeiro de 2008): 31.↩
- “Rápida,” Revista Adventista, no. 1197, ano 103, fevereiro, 2008, 28.↩
- Bianca Lorini, “ADRA atua no Rio Grande do Sul após estragos das chuvas,” Notícias Adventistas, 15 de outubro, 2015, acessado em 11 de julho de 2019, https://bit.ly/2JHj6Ih.↩
- Bianca Lorini, “Internato ajuda famílias atingidas por enchentes no Rio Grande do Sul,” Notícias Adventistas, 2 de setembro de 2013, acessado em 11 de julho de 2019, https://bit.ly/2JCGIO9.↩
- Márcio D. Costa (Professor de Teologia no IAP), mensagem de e-mail para Carlos Flavio Teixeira (editor assistente da ESDA), 24 de julho de 2019.↩
- Juliana Prado, “Instituto Adventista Cruzeiro do Sul completa 90 anos,” Notícias Adventistas, 7 de novembro de 2018, acessado em 5 de outubro de 2020, https://bit.ly/34kMhec.↩
- Márcio Tonetti, “Ecos da criação,” Revista Adventista, no. 1298, ano 110 (junho de 2015): 20-21.↩
- Ibid.↩
- Juliana Prado, “A Missão continua,” Revista Adventista, no. 1340, ano 113 (dezembro de 2018): 39.↩
- “O projeto da Missão Calebe é um programa voluntário, de serviço social e testemunho que desafia os jovens adventistas a dedicar suas férias ao evangelismo em lugares onde não há presença adventista, para fortalecer as congregações pequenas e conquistar novas pessoas para o reino de Deus.” Portal da Igreja Adventista do Sétimo Dia (Brasil), “Missão Calebe 2020,” acessado em 4 de fevereiro de 2020, http://bit.ly/2HRpvRi.↩
- “A Escola Cristã de Férias para Crianças é um meio extremamente eficaz de evangelismo com crianças. Elas são atraídas pela programação alegre e diferenciada, repleta de atividades e participações.” Portal da Igreja Adventista do Sétimo Dia (Brasil), “Escola Cristã de Férias,” acessado em 4 de fevereiro de 2020,https://bit.ly/2ty0XIS.↩
- Juliana Prado, “Missão Calebe 2019,” Notícias IACS, 18 de março de 2019, acessado em 29 de julho de 2019, https://bit.ly/3lc5c1V.↩
- Márcio D. Costa (Professor de Teologia no IAP), mensagem de e-mail para Carlos Flavio Teixeira (editor assistente da ESDA), 24 de julho de 2019.↩
- Seventh-day Adventist Encyclopedia [Enciclopédia da Igreja Adventista do Sétimo Dia] (Hagerstown, MD: Review and Herald, 1996), 421; “Taquara Academy” [Ginásio Adventista de Taquara], Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1941), 292; “Cruzeiro do Sul Adventist Academy” [Instituto Adventista Cruzeiro do Sul], Seventh-day Adventist Yearbook (Nampa, ID: Pacific Press Publishing Association, 2019): 515. Para mais detalhes sobre todos os líderes administrativos do IACS, consulte os Anuários da IASD (Yearbooks) de 1941 a 2019.↩
- Mais informações sobre o IACS podem ser consultadas no site:https://iacs.org.br; e nas redes sociais: Facebook: https://www.facebook.com/iacsinternato/; Twitter @iacsoficial; Instagram @iacscolegioadventista; Youtube https://www.youtube.com/user/IACSNEWS.↩