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Brazilian Adventist College (Colégio Adventista Brasileiro ), CAB's entrance arch in the 1950s

Photo courtesy of Brazil National Center of Adventist History Archives.

Centro Universitário Adventista de São Paulo – Campus São Paulo

By Nevil Gorski, and Renato Ferreira Silva

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Nevil Gorski

Renato Ferreira Silva

First Published: June 10, 2021

O Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp-SP) é uma instituição que oferece educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e superior em sistema de externato e internato. Pertence à Igreja Adventista do Sétimo Dia no Brasil e faz parte da rede educacional adventista mundial. Localizada no campo da União Central Brasileira (UCB), seu endereço fica na Estrada de Itapecerica da Serra, nº 5859, CEP 05858-001, no bairro do Capão Redondo, na cidade de São Paulo, capital do estado de São Paulo, Brasil.

O Unasp-SP oferece cursos superiores em Administração, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Arquitetura e Urbanismo, Ciência da Computação, Ciências Biológicas (licenciatura e bacharelado), Ciências Contábeis, Desenvolvimento e Gestão de Startups, Direito, Educação Física (licenciatura e bacharelado), Enfermagem, Engenharia de Computação, Fisioterapia, Gastronomia, Gestão da Tecnologia da Informação, Psicologia, Nutrição, Pedagogia e Publicidade e Propaganda.1 O Unasp-SP também possui um centro educacional na Rua Eugênia de Carvalho, nº 1316, bairro Vila Matilde, São Paulo. Esse centro oferece cursos de Pedagogia e Administração, bem como cursos de pós-graduação em Alfabetização e Letramento, Educação Especial Inclusiva, Psicopedagogia Institucional e Clínica, e Educação, Ludicidade e Desenvolvimento Infantil.2

Atualmente, o Unasp-SP tem cerca de 6.200 alunos, dos quais 493 são internos. Todo o corpo estudantil é atendido por 607 funcionários, dos quais 276 são professores. O campus do Unasp-SP ocupa uma área de aproximadamente 288.425m², com 80 mil m² de área construída, formando o maior campus da região sul da Grande São Paulo. No campus, há três bibliotecas: uma para o ensino fundamental (Biblioteca Cordélia Denz), uma para o ensino médio (Biblioteca Mário Roque) e uma para o ensino superior (Biblioteca John Lipke).3 O campus do Unasp-SP também possui um refeitório, dois dormitórios (masculino e feminino), o templo da igreja, um auditório, um Centro de Atividades Físicas e Práticas Esportivas, um complexo esportivo com quadras cobertas, uma piscina olímpica, um ginásio e uma Academia Adventista de Arte, que oferece cursos gratuitos e técnicos nas áreas de Música e Artes.4

Desenvolvimentos que levaram ao estabelecimento da escola

A história do Unasp-SP tem início com tentativas de estabelecer uma escola adventista de treinamento missionário no Brasil. A primeira dessas tentativas ocorreu em 1897, na cidade de Gaspar Alto, estado de Santa Catarina, sul do Brasil. Guilherme Stein Jr., o primeiro adventista a ser batizado no Brasil, fundou uma escola que funcionou por cerca de dois anos. Na época, o pastor e professor John Lipke, um missionário germano-americano que havia estudado em Battle Creek, nos Estados Unidos, serviu como diretor da instituição.5 Após o fechamento da escola, o Pastor Lipke começou a procurar um lugar onde pudesse estabelecer uma nova escola e encontrou uma propriedade em Taquari, no Rio Grande do Sul, em 1901. Como parecia ser um lugar adequado naquela época, uma nova escola foi estabelecida no local, com o mesmo propósito de oferecer treinamento missionário.6

Enquanto em funcionamento, a escola produziu bons resultados. No entanto, os líderes da Igreja Adventista ainda estavam procurando um local mais adequado para estabelecer a escola, visto que a cidade de Taquari ficava no extremo sul do Brasil e a associação local não tinha condições de manter a escola funcionando.7 Ela permaneceu aberta por mais alguns anos até ser fechada em 1910, e o terreno em Taquari foi vendido. Os líderes da igreja procuraram um local mais apropriado nos estados do Paraná, São Paulo e Espírito Santo, onde vivia a maioria dos membros adventistas do país.8

Enquanto a busca intensiva pela nova propriedade escolar estava em andamento, a igreja avançou na pregação do evangelho em torno da cidade de São Paulo. Em 1912, por exemplo, um colportor evangelista,9 Saturnino Mendes de Oliveira, começou a trabalhar na região de Santo Amaro (atual bairro de São Paulo), a sul da capital. Naquela cidade, havia muitos imigrantes alemães. Dando continuidade ao trabalho de Oliveira, John Lipke conduziu uma série de encontros evangelísticos na cidade de Santo Amaro, dois anos depois, em 1914. Apesar da oposição religiosa na cidade, várias famílias tradicionais, incluindo os Kleins e Teisens, foram batizadas na época.10

Em abril de 1915, os pastores John Lipke e John Boehm visitaram uma propriedade rural que pertencia à família Teisen para verificar se esta seria apropriada para a escola de missionários. A propriedade localizava-se na atual Estrada de Itapecerica da Serra, que ligava o bairro do Capão Redondo, na Zona Sul de São Paulo, às cidades de Santo Amaro e Itapecerica da Serra. A propriedade tinha uma área de 170 hectares e ficava a cerca de nove quilômetros de Santo Amaro e a 23 quilômetros do centro de São Paulo. Por ser considerada uma localização adequada, a propriedade foi comprada em 28 de abril de 1915 por aproximadamente sete mil dólares11 e, em seguida, foi registrada. O pagamento do terreno foi feito com o dinheiro recebido pela venda da antiga escola em Taquari e algumas doações.12

O estabelecimento da escola

Considera-se a data oficial de fundação do Unasp-SP o dia 6 de maio de 1915, pois nesse dia o Pastor John Boehm, sua esposa Augusta13 e seis estudantes se estabeleceram na propriedade recentemente comprada dos Teisens. Eles rapidamente começaram a limpar o terreno a fim de começar a construir pequenas barracas para abrigar os estudantes.14 Os Boehms se estabeleceram em uma casa que já existia na propriedade. Mais tarde, essa casa foi usada como sala de aula.15 O primeiro nome da escola foi Colégio Missionário da Conferência da União Brasileira dos Adventistas do Sétimo Dia, comumente chamado de Seminário Adventista. As aulas começaram em 4 de julho do mesmo ano (1915), com 13 alunos e três professores. Inicialmente, como a escola foi aberta com o objetivo principal de oferecer treinamento missionário, o curso de Preparação Missionária era o único oferecido na escola.16

Nesse mesmo ano (1915), o professor Lipke tornou-se o primeiro diretor acadêmico da escola. No entanto, Lipke continuou residindo em Santo Amaro, pois também servia como pastor da igreja adventista da cidade. Paulo Hennig era o responsável pelo ensino e John Boehm tornou-se o primeiro gerente da escola, supervisionando os trabalhos de construção.17 A escola estava situada em meio a fazendas, ranchos e florestas que forneciam madeira para os trabalhos de construção dos novos edifícios escolares, bem como lenha e carvão vegetal. Logo, foram feitos os primeiros tijolos para as paredes dos novos prédios da escola.18

A primeira obra a ser construída foi uma represa, inicialmente utilizada para o abastecimento de água.19 Em 2 de agosto de 1915, foi colocada a pedra fundamental do primeiro prédio. Inicialmente, apenas o primeiro andar foi construído. O edifício abrigava temporariamente o escritório do diretor e outro escritório em sua parte central, bem como os dormitórios masculino e feminino. A cozinha e o refeitório ficavam no subsolo.20

Logo, mais estudantes começaram a chegar de diferentes lugares, e acomodar todos os alunos tornou-se um desafio. Uma solução temporária foi alojar alguns estudantes nas tendas que eram utilizadas para reuniões campais da igreja. Durante o primeiro ano letivo, havia 17 alunos, dos quais sete foram treinados para vender livros durante as férias escolares. A rotina diária dos estudantes incluía, além de estudar, fazer trabalhos agrícolas ou ajudar em alguns trabalhos de construção.21

A história da escola

Em 1916, a escola recebeu 4.320 dólares da Associação Geral,22 valor que foi totalmente utilizado para construir o campus. Naquele ano, o número de alunos aumentou para 35, entre os quais 11 foram treinados para vender livros durante as férias e seis foram treinados como obreiros bíblicos, sendo empregados pela Igreja Adventista.23

Durante os primeiros anos de sua existência, a escola se dedicava ao trabalho agrícola e à criação de gado. As primeiras vacas Holstein foram adquiridas pela administração para fornecer leite aos alunos e funcionários, bem como uma renda adicional para a escola. Os estudantes trabalhavam com o gado. Em 1917, a represa foi melhorada, tornando a escola o principal fornecedor de eletricidade para aquela região até a década de 1930.24

Nos primórdios, todos os líderes do colégio eram estrangeiros, como o diretor John Lipke, que era alemão. Considerando que aqueles foram anos próximos à Primeira Guerra Mundial, a presença de estrangeiros no campus gerou a desconfiança de algumas autoridades locais em relação à escola. Um jornal de São Paulo publicou um artigo insinuando que estava acontecendo um movimento alemão no campus e, como resultado, o colégio foi cercado e revistado por um pelotão de 130 soldados do Exército brasileiro. Quando as suspeitas se revelaram infundadas, a visita terminou com um brinde de suco de uva oferecido aos visitantes inesperados. Antes de partir, os soldados cantaram o Hino Nacional Brasileiro junto aos professores e alunos da instituição, mostrando respeito pelo Brasil e seu exército.25

Em 1917, Albertina Rodrigues da Silva foi contratada como professora e tornou-se a primeira brasileira a integrar o corpo docente. Esse ano letivo terminou com 55 alunos, alguns de países como Itália, Estados Unidos e Espanha. Naquela época, a primeira biblioteca da instituição já estava em funcionamento, com cerca de 200 volumes.26 No ano seguinte (1918), ocorreram duas grandes mudanças. A escola passou a ser oficialmente chamada de  Seminário da Conferência da União Brasileira dos Adventistas do Sétimo Dia. Thomas W. Steen, um pastor americano, tornou-se o diretor, função na qual serviu até 1926.27 No final de 1918, 29 estudantes foram empregados pela Igreja como obreiros bíblicos ou colportores.28

Em 1918 e 1919, o mundo sofreu com uma pandemia de gripe chamada "gripe espanhola". Mais de 50 milhões de pessoas morreram da doença em todo o mundo. No Brasil, houve mais de 35 mil mortes.29 Em 1919, uma reunião da União Brasileira (atual União Central Brasileira) foi realizada no campus, que contou com a participação de cerca de 500 pessoas. Alguns dos participantes estavam doentes com a gripe e transmitiram o vírus a alguns alunos e professores. No entanto, não houve mortes. As aulas foram suspensas por apenas dois dias e, três semanas após o primeiro caso registrado, a situação se normalizou.30

O ano letivo de 1919 começou com 87 alunos,31 entre eles estudantes dos estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Espírito Santo, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Sul e até mesmo alguns estudantes internacionais, mostrando como a escola estava se tornando conhecida no Brasil e em outros países. Naquela época, o ano letivo era dividido em dois semestres, e as aulas duravam 45 minutos. O currículo incluía o estudo de idiomas, geografia, história, ciências naturais, matemática, música, gramática, entre outras matérias.32 Na área de idiomas, português e inglês eram obrigatórios, enquanto alemão e francês eram opcionais. Todas as matérias exigiam uma taxa de aprovação de 75%. Em 1919, o nome da instituição foi alterado mais uma vez, passando a ser conhecido como Seminário Adventista.33

Em 1920, a administração reconheceu a necessidade de ter uma escola primária para atender as crianças das famílias que trabalhavam no Seminário Adventista. Naquele ano, havia 126 alunos, entre os quais muitas alunas internas. A construção de um novo dormitório feminino começou no mesmo ano, o qual foi concluído na mesma década. Ainda em 1920, foi organizado um programa de estudos na área musical, principalmente com aulas de piano e órgão. A aula inaugural teve início com 39 alunos. Embora ainda não houvesse reconhecimento oficial pelo Ministério da Educação e Cultura do Brasil, no ano seguinte (1921), foram abertos os seguintes cursos: Preliminar, de nível primário, com duração de quatro anos; Complementar, com duração de dois anos; Normal ou Comercial, de nível secundário, com duração de quatro anos; e Superior, para o preparo ministerial, com duração de dois anos.34

O ano de 1921 foi marcado por outros progressos no colégio. A Educação Adventista tornou-se mais conhecida no Brasil. Os pioneiros da educação adventista no país preocupavam-se em formar estudantes em diferentes áreas, como pregação, ensino, administração e, quando possível, conhecimento musical. Em 1921, o Seminário Adventista contava com 10 professores. Nesse mesmo ano, a primeira edição do jornal O Seminarista foi publicada, criado pelos estudantes de teologia. Os alunos tinham a oportunidade de trabalhar no campus e pagar parte de suas mensalidades.35

Em 1922, a escola realizou sua primeira cerimônia de formatura, com uma classe de nove alunos (quatro mulheres e cinco homens) nos programas ministerial e educacional.36 No ano seguinte, ela teve seu nome alterado novamente e ficou conhecida como Colégio Adventista. Em 1923, três vacas leiteiras e um touro holandês de raça pura foram importados dos Estados Unidos. Com a exposição desses animais, a escola recebeu prêmios em vários concursos de gado leiteiro realizados no estado de São Paulo.37

Além desses destaques, os planos de expansão da infraestrutura do campus foram continuados. Em 1924, iniciaram-se as obras de construção de um prédio de dois andares com um subsolo, inaugurado no ano seguinte. Durante muitos anos, esse edifício abrigou a sala do diretor, o departamento de tesouraria e a biblioteca. Tinha também cinco salas de aula e um auditório com capacidade para 300 pessoas, que era utilizado nos fins de semana para as reuniões da igreja do campus. No ano seguinte, a faculdade iniciou a produção de suco de uva para o público em geral. O suco foi um sucesso, e a marca foi patenteada sob o nome de "Excelsior”.38

Em 1925, foi concluído o primeiro prédio exclusivamente dedicado às salas de aula.39 Durante aquele ano, a escola chegou a ter 233 alunos.40 Em 1926, a área do campus foi reconhecida como uma "fazenda modelo" e tornou-se uma referência na produção leiteira no Brasil. Além desses avanços, a escola ganhou ainda maior destaque na região após 1932, quando o suco de uva "Excelsior" foi apresentado ao público durante uma exposição em Santo Amaro. Posteriormente, esse nome foi alterado para "Superbom ",41 como ainda hoje é chamada a fábrica adventista de alimentos em funcionamento no país.42

Entre 1937 e 1939, os requisitos para o credenciamento do Curso Ginasial foram concluídos. Esse programa de ensino secundário tinha duração de cinco anos e iniciou-se com 44 alunos, entre 14 e 30 anos.43 Em 1939, após 24 anos de liderança estrangeira da escola, o Professor Domingos Peixoto da Silva foi eleito como o primeiro diretor nacional do colégio.44 Curiosamente, depois dele, os próximos diretores foram todos ex-alunos da escola. Em 1939, durante as férias escolares, começaram as obras de construção de um novo auditório com capacidade para 400 pessoas. A construção do prédio foi concluída em 1940, quando o colégio foi novamente chamado de Seminário Adventista. No ano seguinte (1941), houve outra mudança, quando o nome Colégio Adventista foi adotado novamente.45

Durante a Segunda Guerra Mundial, o Brasil foi cenário de uma forte campanha nacionalista que, de certa forma, influenciou algumas mudanças na escola. Uma delas ocorreu em 1942, quando a escola passou a ser conhecida como Colégio Adventista Brasileiro.46 Mais tarde, outras mudanças aconteceram dentro do colégio. O ano letivo de 1943, por exemplo, começou com algumas mudanças acadêmicas, devido a uma reforma na regulamentação do ensino no Brasil. Uma delas aconteceu no currículo do ensino fundamental, que começou a funcionar com um período mínimo de quatro anos. Além disso, foi criado um programa de ensino médio, com a duração de três anos. A partir de 1943, o Colégio Adventista Brasileiro começou a oferecer cursos profissionalizantes, tais como os cursos de Contabilidade, Normal [Magistério] e Secretariado. O tradicional curso de Preparação Missionária continuou a ser oferecido como um programa gratuito.47

Durante a década de 1940, uma indústria alimentícia foi organizada, com o objetivo de produzir outras opções saudáveis para venda ao público, além do suco de uva. Uma fábrica de alimentos ofereceria oportunidades de trabalho aos estudantes para pagar seus estudos. Em 1944, foi construída uma entrada em forma de arco, onde foi escrito o nome da instituição. Esse arco tornou-se uma marca registrada do Colégio Adventista Brasileiro e ainda permanece no mesmo lugar, mas agora com o nome Unasp. O arco na entrada do Colégio Adventista Brasileiro foi chamado de "a porta das oportunidades" por muito tempo. Assim, a escola era promovida como um lugar onde os estudantes podiam encontrar oportunidades para estudar, trabalhar e crescer na vida. Em 1945, o número de matrículas atingiu um novo recorde: 496 alunos.48

Em 1946, um prédio foi construído para sediar uma Escola Técnica de Enfermagem. No entanto, o curso de Enfermagem não pôde ser oferecido naquela época e, eventualmente, o prédio começou a abrigar o curso de ensino fundamental.49 Quase uma década depois, em 1955, a instituição atingiu o número de 636 alunos matriculados e, a partir daquele ano, o programa de Teologia começou a exigir de seus alunos matriculados um certificado de ensino médio. Assim, o curso de Teologia tornou-se um programa de ensino superior,50 com duração de quatro anos.51 Enquanto buscava o crescimento acadêmico, a prioridade da instituição continuou a ser o crescimento espiritual de seus professores e alunos. Cerca de 500 alunos foram batizados entre 1930 e o final da década de 1940.52

A segunda metade da década de 1950 e o início da década de 1960 foram marcados pela expansão estrutural do colégio. Em 3 de abril de 1956, por exemplo, foi inaugurado um prédio para o ensino de música. Essa área de estudo era muito procurada pelos estudantes e, quando o edifício foi inaugurado, já havia 126 alunos matriculados para várias classes instrumentais. Após alguns anos, esse edifício gradualmente se tornou a sede do Conservatório Musical Adventista (atualmente denominado Academia Adventista de Arte).53 Em 5 de agosto de 1956, foi inaugurado o novo refeitório do campus, com capacidade para 600 pessoas. No ano seguinte, o refeitório e o dormitório feminino foram ampliados e uma lavanderia foi construída.54 Esses edifícios estão preservados até hoje, embora com algumas mudanças. Em 1961, o Colégio Adventista Brasileiro teve seu nome alterado novamente, tornando-se o Instituto Adventista de Ensino (IAE). Apesar da mudança, o antigo nome ainda era usado para identificar o ensino básico da instituição.55

No início da década de 1960, planos foram feitos para desviar o tráfego de veículos da parte central do campus (onde estavam localizados os edifícios principais). As obras de construção do prédio da igreja do campus também foram iniciadas. Até então, o auditório do colégio era usado como igreja. Contudo, devido ao número crescente de membros adventistas, o auditório não tinha mais capacidade para abrigar a todos. Assim, em 1961, a direção do IAE decidiu construir um edifício no local disponível, próximo à entrada da escola. Entretanto, considerando a importância desse empreendimento, a Divisão Sul-Americana (que administrava o colégio) recomendou que a instituição estudasse a possibilidade de construir a igreja na parte central do campus.56

Um novo dormitório masculino começou a ser construído em 1962. Nessa época, a obra adventista se expandiu rapidamente por todo o Brasil e, com o aumento do número de membros, já havia 974 alunos matriculados no colégio em 1964.57 Em 1965, o IAE celebrou seu 50º aniversário. Na época, os cursos de ensino fundamental, médio e comercial foram aprovados pelo Ministério da Educação brasileiro, além do curso de ensino superior em Teologia. Em 1966, um anel viário foi construído ao redor do campus.58

Nos anos seguintes, na área acadêmica, a instituição começou a implementar cursos de ensino superior, começando pelos programas de saúde, visto que um dos maiores princípios missionários adventistas sempre foi a pregação do evangelho combinada com a mensagem da saúde. A aprovação do curso de Enfermagem e da Faculdade Adventista de Enfermagem (FAE) ocorreu em 31 de maio de 1968, pelo Decreto Federal nº 62.800.59 As aulas começaram em fevereiro do ano seguinte, com 27 alunos.60 Nessa época, Maria Kudzielicz, enfermeira, foi eleita pela diretoria da IAE para ser a primeira coordenadora do curso. No entanto, Kudzielicz estava cursando uma pós-graduação na Universidade de São Paulo (USP) e, portanto, a professora Filomena Spera tornou-se a primeira diretora da FAE.61

O curso de Enfermagem IAE foi o primeiro programa de educação superior adventista a ser oficialmente reconhecido pelo governo do Brasil.62 Assim, foi construído um novo prédio para atender aos alunos da FAE.63 A nova construção foi realizada com contribuições financeiras de uma agência alemã de apoio aos países em desenvolvimento,64 com uma doação do Conselho Mundial de Igrejas, sediada em Londres, e com uma dotação orçamentária do Ministério da Educação e Cultura do Brasil. Além das salas de aula, foram construídos laboratórios de bioquímica, anatomia, dietética e enfermagem.65

No início da década de 1970, o colégio abriu novos cursos de graduação. O curso de Pedagogia foi aprovado pelo Ministério da Educação do Brasil em 14 de agosto de 1973. O professor Hampton E. Walker foi o primeiro diretor da Faculdade Adventista de Educação (FAEd). Nesse mesmo ano, a Divisão Sul-Americana solicitou ao IAE que desenvolvesse um plano estratégico de 10 anos e, pela primeira vez, foi feita referência à possibilidade de abrir uma universidade adventista no Brasil.66 Nesse contexto, a Igreja Adventista continuou se expandindo em todo o território nacional, em várias frentes missionárias, criando assim uma necessidade crescente de obreiros bem-preparados para atender a essas novas demandas.67

Em 1975, o IAE ultrapassou a marca de dois mil estudantes, dos quais 520 eram alunos internos. Para celebrar o grande número de matrículas, um culto de ação de graças foi realizado na igreja do campus, que na época ainda estava em construção e não tinha nada além do telhado. Em 15 de fevereiro de 1976, a Academia Adventista de Artes foi oficialmente criada, que substituiu o Conservatório Musical Adventista. Naquele ano, o IAE tinha 2.230 alunos.68

A Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia decidiu dedicar a oferta mundial do 13º sábado, do 2º trimestre de 1974, ao IAE. Esses fundos foram usados para construir um prédio de três andares para a Faculdade Adventista de Teologia (FAT) e o Centro de Pesquisas Ellen G. White. O edifício foi construído em 180 dias, sendo inaugurado em 1978.69 Em 24 de junho de 1979, a Divisão Sul-Americana criou o Seminário Adventista Latino-Americano de Teologia (SALT), ao qual a FAT passou a ser vinculada, como a sede do SALT para o Brasil. As aulas do primeiro grupo de alunos do novo SALT tiveram início dois anos depois.70

O ano de 1979 foi considerado bastante difícil para a escola. Em 11 de maio daquele ano, a cidade de São Paulo emitiu o Decreto 15.887, que oficializou a desapropriação de grande parte do terreno do IAE, que seria transformado em um grande projeto habitacional. Já havia um decreto anterior, declarando que o terreno estava sujeito à desapropriação. No entanto, antes que o decreto pudesse ser executado, os representantes legais adventistas chegaram a um acordo com a prefeitura para que os edifícios educacionais não fossem incluídos na desapropriação. Assim, quando o projeto foi implementado, restaram apenas 30 dos 170 hectares originais em posse da escola. Esses 30 hectares incluíam o centro da propriedade, onde estavam os edifícios principais.71

Em setembro de 1983, a Prefeitura de São Paulo pagou aproximadamente 4,3 milhões de dólares (3,4 bilhões de cruzeiros) à Igreja e ao IAE.72 Essa quantia foi utilizada quase que inteiramente para adquirir uma nova propriedade na região de Limeira, interior de São Paulo. A compra da Fazenda Lagoa Bonita, então localizada na cidade de Artur Nogueira, interior de São Paulo, foi feita em 13 de setembro de 1983. A propriedade com 650 hectares atualmente está localizada na cidade de Engenheiro Coelho e abriga o campus do Unasp, Engenheiro Coelho. Após a compra dessa área, o valor restante foi utilizado nos próximos anos para a construção dos primeiros prédios do novo campus, que serviriam especialmente aos estudantes do ensino superior.73

Em 16 de junho de 1984, o prédio da igreja do IAE, campus São Paulo, foi inaugurado, com capacidade para 1.500 pessoas.74 Um ano depois, devido a problemas econômicos no Brasil, o número de matrículas diminuiu para 1.838 alunos. Contudo, o colégio continuou se expandindo e, a partir de 16 de outubro de 1986, começou a abrigar o Centro Nacional da Memória Adventista, que foi criado pela Divisão Sul-Americana para reunir materiais históricos referentes à história adventista no Brasil. Desde sua criação, esse centro tem estado sob a responsabilidade do Centro de Pesquisa Ellen G. White.75

No final da década de 1980, a liderança da escola decidiu abrir novos cursos, com o objetivo de preparar os jovens adventistas para trabalhar em diferentes áreas do conhecimento. Em 10 de maio de 1988, o curso de Letras começou a ser oferecido, oficialmente autorizado pelo Ministério da Educação brasileiro.76 No mesmo ano, em 22 de dezembro, o curso de licenciatura curta em Ciências e Matemática foi aprovado. Na época, os líderes do IAE decidiram que os cursos de Ciência e Saúde deveriam permanecer em São Paulo, enquanto os programas de Teologia e Pedagogia deveriam ser transferidos para o novo campus, em Engenheiro Coelho. A decisão foi tomada levando em conta a necessidade de laboratórios e locais próximos para o estágio dos estudantes.77

Em 29 de fevereiro de 1989, o prédio da Escola Modelo Professor Orlando R. Ritter foi inaugurado no campus São Paulo.78 O objetivo dessa escola era servir como um centro de treinamento para os alunos do curso de Pedagogia. Dois anos depois, o novo campus educacional estabelecido na Fazenda Lagoa Bonita estava pronto para receber os primeiros grupos de alunos. A transferência foi feita gradualmente, começando com as classes dos primeiro e segundo anos da FAT. No ano seguinte (1992), o mesmo foi feito com a FAEd, que passou a ser sediada no novo campus, então chamado de Novo IAE.79

Em 1992, o antigo dormitório masculino do IAE em São Paulo, que já havia sido fechado, passou por uma grande reforma e foi adaptado para os escritórios administrativos do IAE. O final do ano foi comemorado com a formatura da 70ª turma de Teologia do IAE. A primeira turma havia se formado em 1922 e, desde aquele ano, a FAT ajudou a formar um total de 1.568 alunos, com média anual de 24 alunos. Em 1º de novembro de 1993, o Ministério da Educação brasileiro aprovou o funcionamento dos cursos de Ciências Biológicas e Matemática.80 Menos de um mês depois, em 31 de novembro, o IAE foi oficialmente reconhecido pelo Ministério da Educação brasileiro como uma Instituição de Ensino Bicampi. O campus mais antigo continuava funcionando em São Paulo e, o novo campus, em Artur Nogueira.81

Em janeiro de 1994, o IAE, como referência da educação adventista da época, sediou o 1º Encontro Nacional Adventista de Enfermagem. Desde então, o campus tem realizado congressos e reuniões para atender às necessidades da Igreja, especialmente nas áreas de Educação, Saúde e Família. Congressos sobre criacionismo também têm sido realizados, visto que o IAE e seus professores foram pioneiros no debate e ensino sobre o tema a partir de um ponto de vista científico.82 Em fevereiro de 1994, iniciou-se a transferência do curso de Letras para o novo campus do IAE. Com a transferência da FAEd para o novo campus, os administradores adventistas da capital do país solicitaram que o programa de Pedagogia continuasse a ser oferecido no campus de São Paulo, a fim de facilitar a formação de professores para as escolas denominacionais da região. Em resposta a essa solicitação, o IAE reabriu o programa de Pedagogia no campus de São Paulo.83

Em 1997, o Comitê de Avaliação da Divisão Sul-Americana recomendou que o IAE supervisionasse a gestão dos dois campi. Em 2 de fevereiro de 1998, o Professor Nevil Gorski foi eleito o primeiro reitor do IAE, passando a dirigir os dois campi.84 Em 6 de junho do mesmo ano, o Centro de Atividades Físicas e Práticas Esportivas (CENAPE) foi inaugurado no campus São Paulo. Esse centro incluía uma academia poliesportiva coberta, um centro fitness, uma piscina semiolímpica aquecida e uma pista de corrida, bem como campos abertos para jogos de futebol, vôlei, basquete e tênis.85 Na mesma data, o Ministério da Educação brasileiro aprovou formalmente os cursos de Fisioterapia e Nutrição no campus de São Paulo. Em 14 de janeiro de 1999, o novo programa de Pedagogia foi oficializado nesse campus.86

Em 9 de setembro de 1999, por meio de um decreto federal do governo brasileiro, o IAE foi reconhecido como um centro universitário, sendo então renomeado como Centro Universitário Adventista de São Paulo.87 A primeira sigla adotada foi CEUASP, mas, após algumas considerações, ela foi redefinida como Unasp. A partir de então, a instituição passou a ser oficialmente composta pelos campi de São Paulo (Unasp-SP) e Engenheiro Coelho (Unasp-EC). De acordo com o decreto governamental, o IAE tornou-se a instituição mantenedora do Unasp.88 Em 12 de dezembro de 1999, o conselho do IAE confirmou Nevil Gorski como o primeiro reitor do IAE,89 Euler P. Bahia como diretor do Unasp-SP e Daniel Baía como diretor do Unasp-EC.90

Em 2000, o Unasp-SP tinha 3.348 alunos, com 1.424 alunos no ensino superior e 1.924 alunos nos ensinos fundamental e médio. Em 14 de agosto de 2000, foi aberto o curso de Administração91 e, em 18 de abril de 2001, foi inaugurada a Clínica de Fisioterapia do Unasp, atualmente conhecida como Policlínica Universitária Dr. Gideon de Oliveira, com o objetivo de oferecer tratamentos de fisioterapia natural.92 Algum tempo depois, os estágios curriculares dos alunos do Unasp-SP nas áreas de Enfermagem, Nutrição, Fisioterapia, Psicologia e Educação Física começaram a ser realizados na clínica.93

Em 27 de abril de 2001, o Unasp assinou um acordo com o governo do estado de São Paulo para estabelecer e administrar dois restaurantes da rede Bom Prato – um localizado no bairro de Santo Amaro e, outro, no bairro do Grajaú. Esses restaurantes oferecem almoço à base de 1.200 calorias, pelo preço popular de um real, em locais altamente povoados. Os restaurantes ofereciam 2.300 refeições diárias em Santo Amaro e 1.500 em Grajaú.94

Em 2003, o programa de Psicologia começou suas atividades e, em 2004, o Ministério da Educação brasileiro autorizou os programas de Ciência da Computação e Educação Física. Mais tarde, em 6 de maio de 2005, durante a celebração dos 90 anos do Unasp, uma nova biblioteca foi inaugurada no campus do Unasp-SP. Na época, a biblioteca tinha 90 mil exemplares disponíveis para 4.699 estudantes e a comunidade. Dois anos depois, em fevereiro de 2007, foi inaugurado o curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Por volta dessa época, o curso de Contabilidade também começou a ser oferecido. Em 2 de junho de 2007, foi inaugurado um novo prédio de cinco andares que tinha uma biblioteca, 38 salas de aula para o ensino superior, um laboratório de informática e escritórios para os coordenadores dos cursos.95

Em 2010, as matrículas no Unasp-SP alcançaram o total de 4.577 alunos, dos quais 3.019 eram estudantes do ensino superior e, 1.558, dos ensinos fundamental e médio. Em 2012, foram autorizados o bacharelado em Educação Física96 e o curso de Arquitetura e Urbanismo.97 No ano seguinte (2013), como um marco no desenvolvimento da escola a nível de pós-graduação, o Ministério da Educação brasileiro aprovou o curso de mestrado em Promoção da Saúde. Em 4 de novembro do mesmo ano, a comunidade foi beneficiada com a inauguração da Unidade Sul do Hospital Adventista de São Paulo (HASP), que foi estabelecida próximo à entrada principal da escola.98

Em 2015, muitas outras inaugurações aconteceram, que foram incentivadas pelas celebrações centenárias do Unasp. Pioneiros e benfeitores da instituição foram homenageados ao terem seus nomes dados a lugares especiais no campus, tais como "Praça Milton Soldani Afonso", "Avenida Jerônimo G. Garcia", "Edifício Professora Cordélia Denz" e "Auditório Lóide Simon".99 Além disso, os bustos de John Lipke e John Boehm foram colocados na praça central. O musical "Muito Além" foi realizado para celebrar o 100º aniversário do colégio. Os corais e a orquestra do Unasp-SP participaram da programação. Naquele ano, o campus alcançou a marca de 5.998 alunos, 597 funcionários e 283 professores. Além da celebração do 100º aniversário, outro destaque em 2015 foi o início da abertura do programa de Engenharia da Computação, que foi autorizado pelo Ministério da Educação brasileiro em 2014.100

Em 2017, três novos centros de extensão para os cursos de graduação do Unasp-SP foram inaugurados. Eles estão localizados no Colégio Adventista da Liberdade, Campo Limpo e Vila Matilde, todos na cidade de São Paulo. O plano era oferecer os cursos de Pedagogia, Administração e Enfermagem nesses locais. No entanto, o Colégio Adventista de Vila Matilde é o único centro em funcionamento no momento, onde são oferecidos os cursos de Pedagogia e Administração, à noite.101 Em 2018, novos cursos foram abertos no Unasp: Direito, Gastronomia, Desenvolvimento e Gestão de Startups e Gestão de Tecnologia da Informação.102 Mais recentemente, em 2019, durante a celebração dos 104 anos do UNASP, foi inaugurado o Centro de Memória Roberto César de Azevedo, que tem como objetivo reunir material histórico sobre os mais de 100 anos de existência do Unasp.103

O papel histórico da universidade

Na inauguração da escola, em 1915, John Boehm fez uma oração na qual pediu a Deus que abençoasse aquele humilde começo, e que o colégio iluminasse todo o país como um farol do alto da colina.104 Essa oração foi respondida e a instituição foi uma luz não só para a região do Capão Redondo, mas para São Paulo, Brasil e o mundo, trazendo desenvolvimento educacional e social para muitos lugares e pessoas a nível local, regional e muito além.

A nível local, o Unasp-SP foi a primeira instituição educacional privada a ser criada.105 Após seu estabelecimento, algumas famílias começaram a viver perto da escola.106 Na época, a área rural onde a instituição foi fundada era muito isolada. No entanto, a presença da escola influenciou favoravelmente a urbanização do local, como foi o caso da estrada de Itapecerica da Serra, que se tornou mais bem conservada. Em novembro de 1930, foi assinado um contrato entre a prefeitura de Santo Amaro e a escola para pavimentar oito quilômetros da estrada de Itapecerica da Serra. Foram realizadas obras de drenagem e toda a área foi coberta com cascalho. Anos mais tarde, em 1934, foi criada uma linha de ônibus entre Santo Amaro e Itapecerica da Serra, passando pelo campus. Além disso, foi criada uma subagência dos Correios na escola.107 Todas essas melhorias foram conduzidas pelo colégio.108

Desde a criação da escola, sua influência também tem sido notada a nível regional. Em 1923, dois alunos que haviam se formado no Seminário Adventista deram início a duas escolas paroquiais – uma no bairro da Liberdade, em São Paulo, e outra na cidade de Santo André. Sabe-se também que os primeiros alunos-colportores do Unasp-SP trabalharam no interior do estado de São Paulo e abriram o caminho para a criação de novas congregações adventistas. Durante a década de 1930, várias congregações em São Paulo foram fundadas através do ministério de estudantes e professores de Teologia. Em 1936, somente na cidade de São Paulo, havia 709 adventistas distribuídos entre nove igrejas: Central, Brás, Igreja dos Alemães, Pinheiros, Igreja dos Húngaros, São Caetano, Vila Matilde, Vila Mangalot e Eldorado. Todas essas congregações foram estabelecidas como resultado do trabalho missionário da escola.

O impacto da escola se estendeu além de São Paulo. Muitos dos graduados pelo colégio implantaram o mesmo sistema agrícola que viram no campus em várias outras escolas adventistas em todo o Brasil.109 Outros contribuíram para a obra no exterior. Os graduados em Teologia foram enviados como missionários para países como França, Portugal e Angola, e para campos missionários na América do Sul. Enquanto ajudava outros países, a instituição permaneceu atenta às necessidades dos adventistas no Brasil. Em 1940, por exemplo, um curso de Enfermagem foi implementado no CAB, sob a supervisão da Cruz Vermelha. Esse curso visava, além da ênfase em um estilo de vida saudável, preparar jovens para a iminente possibilidade da entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial. Dessa forma, a faculdade estava proporcionando aos estudantes uma forma alternativa de serviços, semelhante ao que já havia sido feito pela Igreja Adventista nos Estados Unidos na década anterior.110

Atualmente, o Unasp continua cumprindo seu papel missionário, servindo às comunidades de São Paulo de várias maneiras. Desde 2001, o campus tem sediado um Telecentro Comunitário, onde funciona um projeto de alfabetização digital para deficientes visuais. Outros projetos de inclusão social realizados nesse telecentro incluem os idosos e os surdos. Dezenas de pessoas estão aprendendo novas formas de comunicação e são treinadas para o mercado de trabalho. Assim, o centro ajuda a aliviar o isolamento potencial e a falta de perspectivas de emprego de muitas pessoas, ajudando-as a dominar as novas tecnologias digitais. Em 2002, foi iniciada uma parceria com a cidade de São Paulo, através da qual o Unasp coordena o Programa de Saúde da Família,111 no bairro do Capão Redondo.112 Mais de 300 mil pessoas foram atendidas por 75 equipes desse programa,113 a maioria delas no entorno da escola. Até 2014, mais de seis milhões de procedimentos de saúde haviam sido realizados sob a administração do Unasp.114 Outra atividade desenvolvida pela faculdade em prol da comunidade é a Feira de Saúde,115 que oferece orientações sobre prevenção de doenças e promoção da saúde. Em algumas ocasiões, os estudantes de Biologia ensinam aos participantes da Feira de Saúde como construir jardins verticais.116

A vida musical do Unasp-SP tem se destacado por sua excelência. Há muitos projetos conduzidos pela Academia Adventista de Arte e seus professores. A Academia mantém vários grupos musicais, tais como Jovem Coral, Coral Carlos Gomes e Orquestra Sinfônica Jovem, além de aulas gratuitas de instrumentos e do curso técnico de música.117 Desde sua criação, o Coral Carlos Gomes, que foi o primeiro coral adventista a se apresentar com a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, tem sido uma referência para músicos e grupos vocais adventistas em todo o Brasil.118

A vocação missionária do Unasp-SP continua forte. A região do Capão Redondo, onde o campus está localizado, tem a maior concentração de adventistas do mundo.119 Há várias congregações, e muitas delas foram estabelecidas sob a influência direta ou indireta do UNASP. A Igreja do Alvorada, construída em 1940 próxima à escola, funciona atualmente com uma membresia de aproximadamente duas mil pessoas. Outra igreja adventista bem conhecida na região é a Igreja do Capão Redondo, que realiza três cultos por sábado, atendendo quase três mil membros. Outras congregações, como Jardim Lilah, Santo Eduardo e Jardim Colombo, também foram estabelecidas devido à influência direta da presença e do trabalho evangelístico do Unasp-SP, o colégio interno mais antigo do Brasil.120

O que falta ser feito para que a missão do colégio seja cumprida

O Unasp-SP é a única instituição de ensino superior adventista localizada no perímetro urbano da cidade de São Paulo. Está estabelecida na maior cidade do hemisfério sul, em uma região com aproximadamente 1,5 milhão de habitantes, a maioria de baixa renda e expostos a um alto índice de criminalidade. Nesse contexto, a escola, com sua missão de "pregar e ensinar", é constantemente desafiada a fazer a diferença no ambiente local. Um dos objetivos do Unasp-SP é inovar os métodos de evangelização, mantendo a mensagem da verdade, a fim de acomodar as crescentes necessidades do mundo.121 Os Centros de Influências122 têm sido um dos métodos evangelísticos utilizados pelo Unasp-SP.123 Além disso, o Unasp-SP pretende manter e expandir projetos como "O Amor é Capaz", no qual grupos de jovens saem às quintas-feiras, depois das aulas, para levar comida a centenas de pessoas em áreas de risco. O Unasp-SP também promove o "Projeto Integração", no qual mais de 170 pessoas dedicam tempo para organizar momentos de comunhão com Deus no campus. Organizados em grupos, esses voluntários coordenam serviços e cursos em diversos setores do campus. Através das atividades desse projeto, cerca de 40 momentos de oração e meditação aconteceram diariamente em toda a área da escola, com mais de duas mil pessoas envolvidas, com jovens orando pelos jovens. Outro projeto realizado é o "Geração 148",124 por meio do qual jovens são incentivados a se dedicar ao trabalho missionário em regiões além do campus.125

O Unasp-SP continua a apoiar iniciativas de doação de sangue. Atualmente, o projeto é desenvolvido semanalmente e reúne voluntários para garantir o fornecimento de sangue para vários hemocentros na cidade de São Paulo. Mais de 14 mil doações de sangue foram feitas nos últimos anos, tornando o Unasp um dos maiores centros de coleta de sangue voluntário do Brasil. Assim, vidas são salvas por esse ato de amor.126 O campus também continuará se envolvendo em vários projetos da Divisão Sul-Americana, como o Impacto Esperança.127 Dessa forma, também continuará ajudando a Igreja a difundir a mensagem do Salvador crucificado e ressurreto, que está prestes a voltar.128

Outro trabalho desenvolvido pelo Unasp-SP, que será enfatizado nos próximos anos, é o "Change Your World"129 – um projeto de missão transcultural. Até os dias de hoje, preparou e enviou 1.500 voluntários para participar de projetos missionários de curto prazo em todo o mundo. Já existem mais de 53 pontos de evangelização no Brasil e 15 em outros países. O projeto já é reconhecido pela Igreja mundial como um dos projetos mais significativos, pois desperta a mente pós-moderna do jovem adventista para o fato de que é possível dedicar tempo e recursos para evangelizar e salvar pessoas para o Reino de Deus.130

O Unasp-SP traz em sua história um forte senso de missão e fé na liderança de Deus. Os pioneiros ansiavam por pregar o evangelho ao mundo e, para isso, construíram a escola para oferecer treinamento missionário. A escola vem treinando pessoas para o trabalho missionário adventista há mais de um século. Por meio do trabalho realizado, a mensagem adventista tem sido plantada no coração de milhares de estudantes que passaram pelo campus. Missionários foram enviados desse campus para levar as boas novas de esperança e salvação em Cristo para o Brasil e o mundo. A liderança, os estudantes e os funcionários estão confiantes de que a mão de Deus continuará dirigindo a instituição.131

Nomes das escolas e dos diretores132

Colégio Missionário da Conferência da União Brasileira dos Adventistas do Sétimo Dia, conhecido como Seminário Adventista (1915-1918): John Lipke (1915-1917); Thomas Steen (1918-1927).

Seminário da Conferência da União Brasileira dos Adventistas do Sétimo Dia, comumente referido como Seminário Adventista (1918-1919): Thomas Steen (1918-1927).

Seminário Adventista, também chamado de Seminário Adventista do Brasil (1919-1923): Thomas Steen (1918-1927).

Colégio Adventista (1923-1940): Thomas Steen (1918-1927); George B. Taylor (1928-1931); Ellis R. Maas (1932-1937); Lloyd E. Downs (1937-1938); Domingos Peixoto da Silva (1939-1940).

Seminário Adventista, às vezes chamado de Colégio Adventista (1940): Domingos Peixoto da Silva.

Colégio Adventista ou Colégio Adventista Brasileiro (1941): Domingos Peixoto da Silva.

Colégio Adventista Brasileiro (1942-1961): Domingos Peixoto da Silva (1942-1947); Dario Garcia (1948-1949); Jerônimo Granero Garcia (1950-1953); Rodolpho Belz (1954-1957); Dario Garcia (1958-1960); Jairo Tavares de Araújo (1961-1966).

Instituto Adventista de Ensino: (1961-1999): Jairo Tavares de Araújo (1961-1966); Nevil Gorski (1967-1975); Oly Ferreira Pinto (1976-1978); Walter Boger (1979-1984); Roberto César de Azevedo (1985-1990); Nevil Gorski (1990-1998); Euler Pereira Bahia (1999-2003).

Centro Universitário Adventista de São Paulo, campus São Paulo ou Unasp-SP (1999-atualmente): Euler Pereira Bahia (1999-2003); André Marcos Pasini (2004-2007); Helio Carnassale (2007-2015); Douglas Menslin (2015-atual).133

Referências

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Notas de Fim

  1. UNASP, “Cursos de Graduação,” acessado em 22 de maio de 2020, https://bit.ly/3cZZBba.
  2. UNASP, “Unidade Vila Matilde,” acessado em 22 de maio de 2020, https://bit.ly/2zlM6nD.
  3. UNASP, “Biblioteca Pr. John Lipke,” acessado em 20 de maio de 2020, https://bit.ly/2TvZdth.
  4. UNASP, “Vida no campus” acessado em 22 de maio de 2020, https://bit.ly/3d7phCA.
  5. José Carlos Juliano Ebling, “Instituto Adventista de Ensino (Brazil College): It’s Foundation and Development” (Trabalho acadêmico, Andrews University, 1974), 5.
  6. John Lipke, “Our Need of a Training School [Nossa necessidade de uma escola de treinamento].” Missions Quarterly 5, nº 2 (segundo trismestre de 1916): 14-15.
  7. Elder Hosokawa, “Da Colina, Rumo ao Mar,” (Dissertação de Mestrado, Universidade de São Paulo, 2001), 81-82.
  8. Adilson Carlos Nunes, “Instituto Adventista de Ensino – Sua Fundação e Desenvolvimento” (Monografia, Instituto Adventista de Ensino, 1986), 7.
  9. O colportor evangelista da Igreja Adventista do Sétimo Dia é o missionário que “desenvolve o seu ministério adquirindo e vendendo ao público as publicações editadas e aprovadas pela Igreja, com o objetivo de transmitir a seus semelhantes o Evangelho eterno que traz salvação e bem-estar físico e espiritual.” Site da Igreja Adventista do Sétimo Dia, “Colportagem,” acessado em 4 de fevereiro de 2020, http://bit.ly/2J6tY1I.
  10. Elder Hosokawa, “Da Colina, Rumo ao Mar” (Dissertação de Mestrado, Universidade de São Paulo, 2001), 74, 77.
  11. Alberto Timm, org., A Educação Adventista no Brasil: Uma história de aventuras e milagres, (Engenheiro Coelho, SP: UNASPRESS, 2004), 53.
  12. Nevil Gorski, conhecimento pessoal por ter sido o diretor geral da instituição por dois períodos, 1967-1975 e 1990-1998.
  13. Adilson Carlos Nunes, “Instituto Adventista de Ensino – Sua Fundação e Desenvolvimento” (Monografia, Instituto Adventista de Ensino, 1986), 7.
  14. Elder Hosokawa, “Da Colina, Rumo ao Mar” (Dissertação de Mestrado, Universidade de São Paulo, 2001), 88.
  15. Augusto Gross, “Lançamento da primeira pedra do edifício da escola missionaria,” Revista Mensal 10, nº 9 (setembro de 1915): 3-4.
  16. Luís Henrique dos Santos, ed., UNASP - Muito Além do Ensino: 100 anos de história (1915-2015) (Hortolândia, SP: Multicomm, 2015), 40.
  17. Ibid., 54.
  18. Elder Hosokawa, “Da Colina, Rumo ao Mar (Dissertação de Mestrado, Universidade de São Paulo, 2001), 88.
  19. Ibid.
  20. Augusto Gross, “Lançamento da primeira pedra do edifício da escola missionaria,” Revista Mensal 10, nº 9 (setembro de 1915): 3.
  21. Elder Hosokawa, “Da Colina, Rumo ao Mar” (Dissertação de Mestrado, Universidade de São Paulo, 2001), 88, 94.
  22. Lucio Pereira de Souza, “Instituto Adventista de Ensino” (Monografia, Instituto Adventista de Ensino, 1986), 5.
  23. Adilson Carlos Nunes, “Instituto Adventista de Ensino – Sua Fundação e Desenvolvimento” (Monografia, Instituto Adventista de Ensino, 1986), 11.
  24. Elder Hosokawa, “Da Colina, Rumo ao Mar” (Dissertação de Mestrado, Universidade de São Paulo, 2001), 119, 136-137.
  25. João Rabello, John Boehm: Educador Pioneiro (São Paulo, SP: CNMA, 1991), 119-121; Luiz Waldwogel, Memórias de Tio Luiz (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1988), 54-55.
  26. Adilson Carlos Nunes, “Instituto Adventista de Ensino – Sua Fundação e Desenvolvimento” (Monografia, Instituto Adventista de Ensino, 1986), 11.
  27. Lucio Pereira de Souza, “Instituto Adventista de Ensino” (Monografia, Instituto Adventista de Ensino, 1986), 5.
  28. “Section 4 – Educational Institutions [Seção 4 - Instituições Educacionais],” Annual Statistical Reports[Relatórios Estatísticos Anuais] (Washington D.C.: Assembleia Geral dos Adventistas do Sétimo Dia, 1917), 11.
  29. Natalia Pasternak Taschner, “Gripe espanhola: 100 anos da mãe das pandemias,” Veja Saúde, 11 de março de 2020, acessado em 2 de julho de 2020, https://bit.ly/2YSr6yH.
  30. Elder Hosokawa, “Da Colina, Rumo ao Mar” (Dissertação de Mestrado, Universidade de São Paulo, 2001), 98.
  31. Luís Henrique dos Santos, ed., UNASP: Muito Além do Ensino: 100 anos de história (1915-2015) (Hortolândia, SP: Multicomm, 2015), 42.
  32. Renato Stencel e William Edward Timm, “Histórico da Faculdade Adventista de Teologia no Brasil” (Engenheiro Coelho, SP: Centro Nacional da Memória Adventista, 2015), 14.
  33. Adilson Carlos Nunes, “Instituto Adventista de Ensino – Sua Fundação e Desenvolvimento” (Monografia, Instituto Adventista de Ensino, 1986), 12.
  34. Nevil Gorski, conhecimento pessoal por ter sido o diretor geral da instituição por dois períodos, 1967-1975 e 1990-1998.
  35. Ibid.
  36. Alberto Timm, A Educação Adventista no Brasil: Uma história de aventuras e milagres (Engenheiro Coelho, SP: UNASPRESS, 2004), 53.
  37. Elder Hosokawa, “Da Colina, Rumo ao Mar” (Dissertação de Mestrado, Universidade de São Paulo, 2001), 121-122.
  38. Luís Henrique dos Santos, ed., UNASP: Muito Além do Ensino: 100 anos de história (1915-2015) (Hortolândia, SP: Multicomm, 2015), 56.
  39. Lucio Pereira de Souza, “Instituto Adventista de Ensino” (Monografia, Instituto Adventista de Ensino, 1986), 5.
  40. Alberto Timm, org., A Educação Adventista no Brasil: Uma história de aventuras e milagres (Engenheiro Coelho, SP: UNASPRESS, 2004), 54.
  41. A Superbom é uma das maiores empresas no campo de alimentos saudáveis destinados ao público vegano/vegetariano no Brasil, e pertence à Igreja Adventista do Sétimo Dia. Superbom, "A SUPERBOM. Há mais de 90 anos se preocupando com a saúde,” acessado em 4 de fevereiro de 2020, https://bit.ly/37yijUl.
  42. Elder Hosokawa, “Da Colina, Rumo ao Mar” (Dissertação de Mestrado, Universidade de São Paulo, 2001), 125.
  43. Nevil Gorski, conhecimento pessoal por ter sido o diretor geral da instituição por dois períodos, 1967-1975 e 1990-1998.
  44. Adilson Carlos Nunes, “Instituto Adventista de Ensino – Sua Fundação e Desenvolvimento” (Monografia, Instituto Adventista de Ensino, 1986), 15.
  45. Nevil Gorski, conhecimento pessoal por ter sido o diretor geral da instituição por dois períodos, 1967-1975 e 1990-1998.
  46. Elder Hosokawa, “Da Colina, Rumo ao Mar” (Dissertação de Mestrado, Universidade de São Paulo, 2001), 113.
  47. Alberto Timm, org., A Educação Adventista no Brasil: Uma história de aventuras e milagres (Engenheiro Coelho, SP: UNASPRESS, 2004), 55; Elder Hosokawa, “Da Colina, Rumo ao Mar” (Dissertação de Mestrado, Universidade de São Paulo, 2001), 133.
  48. Idia Almeida de Azevedo (secretário do pró-reitor associado do Unasp-SP). Mensagem de e-mail para Carlos Flavio Teixeira (editor associado da ESDA), 30 de junho de 2019.
  49. Tânia Denise Kuntze, “Faculdade Adventista de Enfermagem: Memória Histórica - 1968-1998” (Tese de Doutorado, Universidade de São Paulo, 2010), 120.
  50. Renato Stencel e William Edward Timm, “Histórico da Faculdade Adventista de Teologia no Brasil” (Engenheiro Coelho, SP: Centro Nacional da Memória Adventista, 2015), 22.
  51. Renato Gross, “Ensino Superior,” in Instituto Adventista de Ensino Campus 2: 15 Anos de História, ed. Alberto Timm (Engenheiro Coelho, SP: UNASPRESS, 1999), 28.
  52. Elder Hosokawa, “Da Colina, Rumo ao Mar” (Dissertação de Mestrado, Universidade de São Paulo, 2001), 135, 138.
  53. Nevil Gorski, conhecimento pessoal por ter sido o diretor geral da instituição por dois períodos, 1967-1975 e 1990-1998.
  54. Lucio Pereira de Souza, “Instituto Adventista de Ensino” (Monografia, Instituto Adventista de Ensino, 1986), 9.
  55. “Três Quadrienais,” Revista Adventista, nº 4, ano 56, abril de 1961, 25.
  56. Nevil Gorski, conhecimento pessoal por ter sido o diretor geral da instituição por dois períodos, 1967-1975 e 1990-1998.
  57. N. Siqueira, “Novas da Colina IAENSE,” Revista Adventista, nº 8, ano 60 (agosto de 1965): 29.
  58. Nevil Gorski, conhecimento pessoal por ter sido o diretor geral da instituição por dois períodos, 1967-1975 e 1990-1998.
  59.  
  60. Alberto Timm, A Educação Adventista no Brasil: Uma história de aventuras e milagres (Engenheiro Coelho, SP: UNASPRESS, 2004), 175; Renato Gross, “Ensino Superior,” in Instituto Adventista de Ensino Campus 2: 15 Anos de História, ed. Alberto Timm (Engenheiro Coelho, SP: UNASPRESS, 1999), 29.
  61. Tânia Denise Kuntze, “Faculdade Adventista de Enfermagem: Memória Histórica – 1968-1998” (Tese de Doutorado, Universidade de São Paulo, 2010), 148.
  62. Gunther H. Bleck, “Novas da Colina IAENSE,” Revista Adventista, nº 6, ano 64 (junho de 1969): 27-28.
  63. Nevil Gorski, conhecimento pessoal por ter sido o diretor geral da instituição por dois períodos, 1967-1975 e 1990-1998.
  64. Alberto Timm, A Educação Adventista no Brasil: Uma história de aventuras e milagres (Engenheiro Coelho, SP: UNASPRESS, 2004), 74.
  65. Nevil Gorski, conhecimento pessoal por ter sido o diretor geral da instituição por dois períodos, 1967-1975 e 1990-1998.
  66. Ibid.
  67. Alberto Timm, org., A Educação Adventista no Brasil: Uma história de aventuras e milagres (Engenheiro Coelho, SP: UNASPRESS, 2004), 76.
  68. Nevil Gorski, conhecimento pessoal por ter sido o diretor geral da instituição por dois períodos, 1967-1975 e 1990-1998.
  69. Ibid.
  70. Mario Veloso, “La Historia del SALT” [A História do SALT] (documento não publicado, 2016), 12.
  71. Roberto C. Azevedo, “O Último Decreto,” Revista Adventista, nº 9, ano 78 (setembro de 1983): 21-22.
  72. “Notícias 83,” Revista Adventista, nº 8, ano 78, agosto de 1983, 26.
  73. André M. Pasini, “IAE-C2: Origem e Desenvolvimento Físico,” in Instituto Adventista de Ensino Campus 2: 15 Anos de História, ed. Alberto Timm, (Engenheiro Coelho, SP: UNASPRESS, 1999), 11.
  74. “Mais Brilho na Colina,” Revista Adventista, nº 7, ano 79, julho de 1984, 24-25.
  75. “Para Preservar a História,” Revista Adventista, nº 5, ano 83, maio de 1987, 26-27.
  76. “IAE poderá oferecer curso de Letras ainda em 88,” Revista Adventista, nº 3, ano 84, março de 1988, 20.
  77. Nevil Gorski, conhecimento pessoal por ter sido o diretor geral da instituição por dois períodos, 1967-1975 e 1990-1998.
  78. “Escola Modelo,” Revista Adventista, nº 4, ano 85, abril de 1989, 18.
  79. Nevil Gorski, conhecimento pessoal por ter sido o diretor geral da instituição por dois períodos, 1967-1975 e 1990-1998.
  80. “Dê um Salto para o Futuro!!!,” Revista Adventista, nº 1, ano 90, janeiro de 1994, 40.
  81. André M. Pasini, “IAE-C2: Origem e Desenvolvimento Físico,” in Instituto Adventista de Ensino Campus 2: 15 Anos de História, ed. Alberto Timm, (Engenheiro Coelho, SP: UNASPRESS, 1999), 12.
  82. “Congresso Indica Marcos da Enfermagem,” Revista Adventista, nº 3, ano 90, março de 1994, 18.
  83. Nevil Gorski, conhecimento pessoal por ter sido o diretor geral da instituição por dois períodos, 1967-1975 e 1990-1998.
  84. Ibid.
  85. “Educação Completa,” Revista Adventista, nº 8, ano 94, agosto de 1998, 18.
  86. Renato Gross, “Ensino Superior,” in Instituto Adventista de Ensino Campus 2: 15 Anos de História, ed. Alberto Timm (Engenheiro Coelho, SP: UNASPRESS, 1999), 31.
  87. Márcio Dias Guarda, “Muito Além do Ensino,” Revista Adventista, nº 1297, ano 110 (maio de 2015): 14-19.
  88. Nevil Gorski, “IAE, uma luz para o Brasil,” Revista Adventista, nº 10, ano 95 (outubro de 1999): 22-23.
  89. Michelson Borges, “Presente de Aniversário,” Revista Adventista, nº 4, ano 96 (abril de 2000): 22.
  90. Renato Gross, “Ensino Superior,” in Instituto Adventista de Ensino Campus 2: 15 Anos de História, ed. Alberto Timm (Engenheiro Coelho, SP: UNASPRESS, 1999), 31.
  91. Nevil Gorski, conhecimento pessoal por ter sido o diretor geral da instituição por dois períodos, 1967-1975 e 1990-1998.
  92. Guilherme Silva, “Tijolos do conhecimento,” Revista Adventista, Nº 6, ano 97 (junho de 2001): 24.
  93. Márcio Dias Guarda, “Muito Além do Ensino,” Revista Adventista, nº 1297, ano 110 (maio de 2015): 18.
  94. “Aula Magna do Governador,” Revista Adventista, nº 1259, ano 108, abril 2013, 41; Michelson Borges, “Parceria que alimenta,” Revista Adventista, nº 6, ano 97 (junho de 2001): 27.
  95. Michelson Borges, “Epopéia do Ensino Superior,” Revista Adventista, nº 6, ano 98 (junho de 2003): 28; UNASP, “Ciência da Computação: Ficha técnica do curso,” acessado em 2 de julho de 2020, https://bit.ly/3gj0yfY; UNASP, “Educação Física - Licenciatura: Ficha técnica do curso,” acessado em 2 de julho de 2020, https://bit.ly/3ir3RDO.
  96. UNASP, “Educação Física - Bacharelado: Ficha técnica do curso,” acessado em 2 de julho de 2020, https://bit.ly/3dVtQQ0.
  97. UNASP, “Arquitetura e Urbanismo: Ficha técnica do curso,” acessado em 2 julho de 2020, https://bit.ly/38lZFR2.
  98. Murilo Pereira, “Hospital Adventista de São Paulo inaugura nova unidade no Unasp SP,” UNASP, 4 de novembro de 2013, acessado em 2 de julho de 2020, https://bit.ly/3dUl19l.
  99. Márcio Tonetti, “Culto de gratidão celebra os cem anos do UNASP,” Revista Adventista, 11 de maio de 2015, acessado em 2 de julho de 2020, https://bit.ly/38nqZyd.
  100. UNASP, “Engenharia da Computação: Ficha técnica do curso,” acessado em 2 de julho de 2020, https://bit.ly/2BXfXUu.
  101. Murilo Pereira, “Acesso ao ensino superior,” Revista Adventista 20 de dezembro de 2018, acessado em 2 de julho de 2020, https://bit.ly/3eW8CmG.
  102. Aira Annoroso, “UNASP-SP promove abertura oficial das atividades acadêmicas em 2020,” UNASP, 20 de janeiro de 2020, acessado em 2 de julho de 2020, https://bit.ly/2NQhJt9.
  103. Mairon Hothon, “Centro de Memória do Unasp é inaugurado na capital paulista,” UNASP, 20 de maio de 2019, acessado em 3 de julho de 2020, https://bit.ly/2NQlY7R.
  104. Gustavo S. Storch, “Como Foi Fundado o Seminário Adventista,” Revista Adventista, nº 5, ano 66 (maio de 1971): 12.
  105. Juvêncio Guerra e Jurandyr Guerra, Instrução particular: Associação dos Adventistas do Sétimo Dia no Brasil. Colégio Adventista Brasileiro em 1932 (Santo Amaro, SP: Rossolillo Printing Office, 1932), 135.
  106. R. Doehnert, A Vida de Emílio Doehnert (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1997), 24.
  107. Elder Hosokawa, “Da Colina, Rumo ao Mar” (Dissertação de Mestrado, Universidade de São Paulo, 2001), 138-139.
  108. Ibid.
  109. Ibid.
  110. Tânia Denise Kuntze, “Faculdade Adventista de Enfermagem: Memória Histórica - 1968-1998” (Tese de Doutorado, Universidade de São Paulo, 2010), 123.
  111. “A Estratégia Saúde da Família (ESF) é o modelo assistencial da Atenção Básica, que se fundamenta no trabalho de equipes multiprofissionais em um território adstrito e desenvolve ações de saúde a partir do conhecimento da realidade local e das necessidades de sua população. Em 2001, com a municipalização do Sistema de Saúde (...) foi implantado o Programa de Saúde da Família (PSF) e o Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS) através de convênios firmados com Instituições da Sociedade Civil.” Cidade de São Paulo, “Estratégia Saúde da Família - ESF,” acessado em 2 de julho de 2020, https://bit.ly/38nhf75.
  112. “Aula Magna do Governador,” Revista Adventista, nº 1259, ano 108, abril de 2013, 41.
  113. “Unidades Básicas de Saúde (UBS) são locais onde você pode receber atendimentos básicos e gratuitos em Pediatria, Ginecologia, Clínica Geral, Enfermagem e Odontologia. Os principais serviços oferecidos pelas UBS são consultas médicas, inalações, injeções, curativos, vacinas, coleta de exames laboratoriais, tratamento odontológico, encaminhamentos para especialidades e fornecimento de medicação básica.” Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina, “Unidades Básicas de Saúde (UBS),” acessado em 2 de julho de 2020, https://bit.ly/2YRBZRn.
  114. Márcio Dias Guarda, “Muito Além do Ensino,” Revista Adventista, nº 1297, ano 110 (maio de 2015): 14-19.
  115. “A Feira de Saúde é um evento que dura um, dois ou mais dias, aberto ao público de todas as etnias e crenças, gratuito e sem fins lucrativos. Normalmente, é organizado em locais públicos como ginásios, escolas, parques, praças e shoppings. A comunidade é convidada a participar e a receber os benefícios dos testes e diretrizes.” Luiz Fernando Sella e Daniela Tiemi Kanno, Manual da Feira de Saúde (Divisão Sul-Americana, 2015), 15.
  116. Márcio Dias Guarda, “Muito Além do Ensino,” Revista Adventista, nº 1297, ano 110 (maio de 2015): 14-19.
  117. UNASP, “História da Acarte,” acessado em 26 de maio de 2020, https://bit.ly/3c4QNiT.
  118. Márcio Tonetti, “Maestro incansável,” Revista Adventista, 7 de maio de 2019, acessado em 7 de julho de 2020, https://bit.ly/3e8H0cA.
  119. Márcio Dias Guarda, “Muito Além do Ensino,” Revista Adventista, nº 1297, ano 110 (maio de 2015), 17; “Solenidade encerra Semana da Comunidade Adventista,” Câmara Municipal de São Paulo, 31 de outubro de 2016, acessado em 2 de julho de 2020, https://bit.ly/2YTMXFZ.
  120. Idia Almeida de Azevedo (secretária do pró-reitor associado do Unasp-SP), mensagem de e-mail para Carlos Flavio Teixeira (editor associado da ESDA), 30 de junho, 2019; Stephanie Passos, “Igreja Adventista do Capão Redondo ganhará novo endereço em 2020,” Notícias Adventistas, 14 de novembro, 2018, https://bit.ly/2NRuZO5.
  121. Ibid.
  122. “Centros urbanos holísticos que servem para ajudar a satisfazer às necessidades da comunidade. Ellen White conjeturava os centros de ministério que incluiriam instrução no estilo de vida, centros de tratamento, salas de leitura, restaurantes, colportagem, palestras, instrução a respeito de como preparar alimentos saudáveis etc. Hoje os Centros de Influência podem ter aspecto diferente e oferecer serviços e ministérios diferentes, mas o princípio permanece o mesmo – conectar-se às necessidades das pessoas.” Missão Urbana, “Centros de Influência,” acessado em 31 de julho de 2019, http://bit.ly/38U6V5P.
  123. Idia Almeida de Azevedo (secretária do pró-reitor associado do Unasp-SP), mensagem de e-mail para Carlos Flavio Teixeira (editor associado da ESDA), 30 de junho de 2019.
  124. Geração 148 é um projeto de jovens dedicados ao trabalho missionário e se baseia na passagem bíblica de Romanos 14:8. Geração148, acessado em 6 de junho de 2019, http://g148.org.br/.
  125. Idia Almeida de Azevedo (secretária do pró-reitor associado do Unasp-SP), mensagem de e-mail para Carlos Flavio Teixeira (editor associado da ESDA), 30 de junho de 2019.
  126. Ibid.
  127. O projeto "Impacto Esperança é um programa que incentiva a prática da leitura e proporciona uma distribuição anual em massa de livros por parte dos Adventistas do Sétimo Dia em território sul-americano.” Site da Igreja Adventista do Sétimo Dia, “Impacto Esperança,” acessado em 4 de fevereiro de 2020, https://bit.ly/34dZROO.
  128. Idia Almeida de Azevedo (secretária do pró-reitor associado do Unasp-SP), mensagem de e-mail para Carlos Flavio Teixeira (editor associado da ESDA, 30 de junho, 2019.
  129. Change Your World é uma “organização criada no Unasp campus São Paulo com objetivo de promover voluntariados/missões para diversos lugares do Brasil e do mundo.” Aira Annoroso, “Unasp oferece oportunidades de crescimento por meio do voluntariado” [Unasp provides opportunities for growth through volunteering], Notícias Adventistas, 28 de agosto, 2019, acessado em 22 de junho, 2020, https://bit.ly/2YTpBza.
  130. Idia Almeida de Azevedo (secretária do pró-reitor associado de Unasp-SP), mensagem de e-mail para Carlos Flavio Teixeira (editor associado da ESDA), 30 de junho de 2019.
  131. John Boehm, “A Training School in Brazil [Uma escola de treinamento no Brasil],” Missions Quarterly 5, nº 2 (segundo trimestre de 1916): 10.
  132. Adilson Carlos Nunes, “Instituto Adventista de Ensino – Sua Fundação e Desenvolvimento” (Monografia, Instituto Adventista de Ensino, 1986), 4; Luís Henrique dos Santos, ed., UNASP: Muito Além do Ensino: 100 anos de história (1915-2015) (Hortolândia, SP: Multicomm, 2015), 256; Alberto Timm, org., A Educação Adventista no Brasil: Uma história de aventuras e milagres (Engenheiro Coelho, SP: UNASPRESS, 2004), 177.
  133. Para mais informações sobre o Unasp, campus São Paulo, veja o site https://www.unasp.br/sp/ ou as redes sociais: Facebook, Instagram e Twitter - @unaspsp e YouTube - UNASP SP.
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Gorski, Nevil, Renato Ferreira Silva. "Brazil Adventist University – São Paulo Campus." Encyclopedia of Seventh-day Adventists. June 10, 2021. Accessed May 17, 2024. https://encyclopedia.adventist.org/article?id=8GGU.

Gorski, Nevil, Renato Ferreira Silva. "Brazil Adventist University – São Paulo Campus." Encyclopedia of Seventh-day Adventists. June 10, 2021. Date of access May 17, 2024, https://encyclopedia.adventist.org/article?id=8GGU.

Gorski, Nevil, Renato Ferreira Silva (2021, June 10). Brazil Adventist University – São Paulo Campus. Encyclopedia of Seventh-day Adventists. Retrieved May 17, 2024, https://encyclopedia.adventist.org/article?id=8GGU.