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São Paulo Adventist Hospital.

Photo courtesy of São Paulo Adventist Hospital Archives.

Hospital Adventista de São Paulo

By Dorival Duarte de Lima, and Adilson da Silva Vieira

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Dorival Duarte de Lima

Adilson da Silva Vieira

First Published: June 20, 2021

O Hospital Adventista de São Paulo (HASP) é uma instituição médico-missionária da Igreja Adventista do Sétimo Dia e faz parte da rede global de saúde adventista.  As duas unidades do HASP estão localizadas no território da União Central Brasileira (UCB), sendo uma na Rua Rocha Pombo, nº 49, bairro da Aclimação, na cidade de São Paulo, e a unidade sul na estrada de Itapecerica, nº 5859, bairro do Capão Redondo, também na cidade de São Paulo.

A missão do HASP é promover o bem-estar físico, mental, social e espiritual com base nos mesmos princípios que orientam as mais de setecentas e quarenta instituições de saúde adventistas em todo o mundo. Por isso, oferece atendimento aos seus clientes nas mais diversas especialidades médicas e é referência no atendimento e atenção especial dedicada aos pacientes.

Considerada a primeira instituição médica da Igreja Adventista do Sétimo Dia no Brasil, o HASP tem 70 anos de atividade ininterrupta e atua em duas unidades (Central e Sul). A unidade central tem 99 leitos e 724 funcionários, 106 médicos, 60 enfermeiras e 558 outros funcionários. Por sua vez, a unidade sul conta com 130 funcionários, dos quais 72 são médicos, 12 são enfermeiros e 46 atuam em outras funções. 1

Acontecimentos que Levaram ao Estabelecimento da Instituição

Pouco depois da chegada do adventismo ao Brasil, havia clínicas médicas apenas nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul. Os primeiros passos no sentido da construção de um sanatório na cidade de São Paulo foram dados pela liderança da União Sul Brasileira (USB) em 1936, sob a direção do Pastor Elmer Wilcox, na época. A União Sul Brasileira era responsável pela obra dos Adventistas do Sétimo Dia no estado de São Paulo. 2

A princípio, o local escolhido para a construção do sanatório foi uma área próxima ao Colégio Adventista Brasileiro (CAB), hoje UNASP-SP. Logo, uma grande campanha de arrecadação de fundos para o novo empreendimento foi promovida pelo ministério dos Missionários Voluntários (MV), atual Jovens Adventistas (JA). A campanha se espalhou pelo Brasil e motivou várias pessoas, até mesmo crianças, como o garoto chamado Gert Bockenkamp, filho de professores do ensino primário da Escola Adventista de Bom Retiro, em Santa Catarina. Esse menino ofereceu todas as economias de seu cofrinho para ajudar a construir o Sanatório Adventista. 3

No entanto, mesmo após o sucesso da campanha, a construção do sanatório não foi iniciada. Além das incertezas políticas que cercavam o país, a pequena força de trabalho médica brasileira, somada à dificuldade na permissão de médicos estrangeiros para trabalhem no Brasil, fizeram com que o projeto fosse interrompido. 4 Alguns problemas decorrentes da Segunda Guerra Mundial também impediram que o projeto fosse levado adiante. Portanto, o Colégio Adventista Brasileiro foi autorizado a utilizar o local destinado à construção da nova instituição para a agricultura. O terreno ficava situado no morro mais alto do colégio, em frente à atual Superbom. Foi justamente nessa época que a comissão de planejamento transferiu a clínica para a direção da Associação Paulista, atual Associação Paulistana. 5

Em 1939, o Dr. Antonio Miranda, médico da Associação Paulista, foi convidado para estabelecer uma clínica médica chamada Clínica Boa Vista, para ajudar na campanha sanatório. 6 Ele então alugou um sobrado na Rua São Joaquim, nº 319, no bairro da Liberdade, que passou a ser uma residência, escritório e sala de tratamento. Era auxiliado pela enfermeira Bertha Lipke, que dava prioridade a tratamentos naturais. 7 Assim, durante os anos 1930, “a maior parte do movimento na direção de um centro médico no Brasil concentrava-se em São Paulo”. 8 “Em 1940, os adventistas paulistanos, com base nos votos que deram autonomia a cada associação para montar seu próprio programa de saúde”, começaram a negociar um imóvel próximo à igreja central.

Após uma nova campanha de angariação de fundos, dessa vez liderada pelo Pastor Germano Ritter, na época presidente Associação Paulista, em 15 de abril de 1941 foi comprada uma mansão na Rua Tamandaré, nº 495. Essa mansão pertencia a Adélia Santos Dumont, sobrinha de o famoso pai da aviação, Alberto Santos Dumont. 9 Em seguida, houve uma ampla reforma, realizada com a ajuda recebida de uma campanha envolvendo todas as igrejas estaduais. Nessa campanha, em apenas dois meses, foram vendidos 25 mil exemplares da revista Vida e Saúde10

Além dessas fontes de subsídios, havia recursos provenientes de doações, como é o caso da irmã Ana Garcia, que doou à Casa de Saúde Liberdade seus tapetes, cortinas e alguns móveis que estavam faltando para que a instituição começasse a funcionar. 11 Mais recursos vieram ainda dos fundos da União Sul Brasileira, da Divisão Sul-Americana e até da Associação Geral. 12 Como disse o Pastor Ritter na inauguração da instituição, o sucesso do projeto do sanatório em São Paulo custou “muito trabalho, sacrifício e lágrimas”. 13

Fundação da Instituição

Em 8 de março de 1942, foi inaugurada a Casa de Saúde Liberdade (CSL; hoje Hospital Adventista de São Paulo) na Rua Tamandaré, nº 495, cidade de São Paulo. 14 A inauguração contou com a presença do então governador do estado, Adhemar Pereira de Barros; sua esposa, Leonor Mendes de Barros; Sr. Eurico Branco; Dr. Galdino Nunes Vieira, nomeado diretor clínico do hospital; Pastor Rodolpho Belz, presidente da União Sul Brasileira; e Pastor Germano Ritter, presidente Associação Paulista. 15 A liderança do hospital ainda contava com o diretor administrativo Fernando Luz e a enfermeira chefe Frieda Trefz.

Durante o evento, os presentes visitaram cada parte do edifício, que consistia em sala de cirurgia e esterilização, equipamentos de hidro e eletroterapia, com modernos equipamentos para aplicação de duchas escocesas, diatermia, raios ultravioleta e infravermelho, luz e banhos de vapor etc. Vale ressaltar que o hospital foi construído “para servir a um propósito especial - mostrar ao povo de nossa terra como encontrar a cura de seus sofrimentos físicos, juntamente com a cura dos males da alma”. Dessa maneira, os pacientes que procuravam a nova instituição podiam ser tratados de acordo com os princípios bíblicos de saúde ensinados pelos adventistas. 16

O hospital foi fundado como uma instituição filantrópica, tendo que reinvestir seus resultados positivos na própria instituição, que se comprometeu a fornecer atendimento médico gratuito sempre que possível. 17 No entanto, resultados financeiros puderam ser vistos ao final do primeiro ano de trabalho. Após 12 meses de funcionamento, a CSL obteve cerca de 1.500 dólares. 18 A fundação da CSL foi um dos passos mais importantes em direção ao estabelecimento definitivo da obra médico-missionária adventista no Brasil e na América do Sul. Como um de seus diferenciais, a CSL passou a oferecer tratamento para uma doença que assolava parte das famílias brasileiras - a poliomielite.

História da Instituição

Em sua primeira fase de operação, a CSL se destacou principalmente por oferecer tratamentos naturais. Muitas crianças com poliomielite receberam tratamentos fisioterápicos oferecidos pelo hospital e obtiveram excelentes resultados. Assim, a obra médico-missionária adventista crescia constantemente na opinião pública. 19

Nos primórdios da CSL, muitas famílias paulistanas foram atingidas pela poliomielite - infecção altamente contagiosa que causa paralisia permanente e pode levar à morte. Nessa época, a instituição ganhou destaque na sociedade por desenvolver um tratamento em casos de poliomielite e para as sequelas da doença - método que se baseava principalmente na hidroterapia. 20

A hidroterapia da CSL era especializada no método Herkenny (ou método Kenny), que consistia na aplicação de compressas quentes e úmidas em crianças com diagnóstico de poliomielite na fase de dor e/ou após realização de fisioterapia subaquática para reabilitação muscular. Os resultados foram tão evidentes que o hospital tratava mais de cem crianças com poliomielite diariamente. 21

Nos anos seguintes, a CSL passou por um processo de desenvolvimento na área médica, bem como em sua estrutura física. Entre 1963 e 1964, a instituição criou o plano de saúde chamado Garantia de Saúde22 que se tornou uma fonte de recursos e permitia uma proximidade efetiva por meio de atendimentos mais frequentes a um número maior de pessoas. Com a venda do novo plano de saúde, o hospital conseguiu fazer várias melhorias necessárias. 23

Em 1973, a CSL foi ligada à Associação Paulista e recebeu o nome de Hospital Adventista de São Paulo (HASP). Naquela época, foi traçado um amplo projeto de melhorias, com a construção de um prédio com quartos e apartamentos para pacientes, centro cirúrgico, unidade de terapia intensiva e outras unidades complementares. 24 Alguns dos equipamentos que compunham essas novas instalações eram importados e de última geração. No final de 1975, alguns desses aparelhos ainda estavam chegando. 25 E as melhorias não param por aí.

As mudanças na estrutura do HASP continuaram ocorrendo devido à necessidade de o hospital aumentar e melhorar suas instalações para atender a demanda de pacientes. No início de 1976, outra ala de apartamentos foi incorporada ao HASP. No entanto, os dirigentes da instituição decidiram que faltava ainda um centro cirúrgico moderno com salas de recuperação maiores, novos equipamentos e um serviço completo de fisioterapia. Essa medida foi tomada com urgência, pois deveria ser concluída até o final daquele ano. 26

A expansão do HASP foi bem vinda por todos, até mesmo pelos funcionários da instituição. Isso porque o crescimento do hospital proporcionou uma maior qualidade dos serviços. Além disso, essas melhorias proporcionaram benefícios pessoais à maioria dos servidores, como, por exemplo, mães que trabalhavam no hospital e não tinham com quem deixar seus filhos. A partir das mudanças em sua estrutura, o HASP também deu início a uma creche, onde os funcionários podiam deixar os filhos enquanto trabalhavam. 27

Mais tarde, em 1979, um grupo de médicos obreiros, pastores, nutricionistas e enfermeiras começou a se reunir de vez em quando no HASP para pesquisar assuntos sobre a obra médico-missionária, segundo a orientação do Espírito de Profecia. A ideia básica do grupo era voltar às origens da instituição médica adventista, pois por mais de 100 anos os hospitais adventistas foram conhecidos mundialmente por seus tratamentos de hidroterapia. 28 Ao relembrarem que os resultados do método Herkenny eram muito evidentes, logo surgiram questionamentos sobre o término desse tratamento no HASP.

Para resolver o questionamento, o grupo em questão estudou livros sobre tratamentos naturais encontrados em uma antiga biblioteca do HASP. Além disso, o grupo teve como referência a experiência do Pastor Biazzi, que trabalhava no Paraná, visto que ele havia ajudado muitas pessoas com conselhos alimentares e tratamentos naturais. Tudo isso foi levado em consideração, assim como uma revisão completa da bibliografia de Ellen White sobre o assunto. Com isso em mente, a equipe sugeriu algumas mudanças, tais como o desenvolvimento de melhores condições para a realização de tratamentos naturais no próprio HASP e a fundação de uma clínica especializada nesses procedimentos fora da cidade.

Em setembro de 1980, um grande milagre vivido pela equipe do HASP se destacou entre todas as conquistas que o hospital havia alcançado até o momento. Isso aconteceu quando Lilian de Oliveira, de dois anos e meio, deu entrada no hospital depois de sofrer uma queda de três metros, que ocasionou uma fratura no crânio. Lilian chegou ao hospital inconsciente e começou a ter convulsões, vomitou 43 vezes e teve algumas paradas cardíacas. Sua condição era tão grave que seus pais e médicos ficavam mais preocupados a cada minuto. Como era sexta-feira, eles pediram orações em quase trinta igrejas adventistas da região. Os membros dessas igrejas se reuniriam no dia seguinte para orar pela menina. 29

Ainda na sexta-feira, depois que alguns pastores foram ao hospital para ungir a criança, ela deu sinais de melhora, mas em vão. O dia seguinte foi crítico. O caso de Lilian era tão desesperador que seus pais já estavam pensando em como vesti-la no funeral. Incapazes de fazer um exame de imagem mais preciso, os médicos decidiram fazer uma cirurgia de emergência para remover os coágulos de sangue da cabeça da menina. Aflitos, mas com fé, seus pais intensificaram suas orações, até que notaram uma gravura com uma ilustração de Cristo ao lado da cama de um doente. Essa pintura estava exposta na frente de cada quarto do hospital. Em seguida, eles pediram a Deus para tornar essa imagem uma realidade no quarto de Lilian também. 30

A cirurgia de Lilian começou às 17h daquele sábado. Para surpresa dos médicos, não havia coágulo algum, apenas o edema que deformara a cabeça da criança. Ela sobreviveu ao procedimento e não teve sequelas mesmo anos depois do ocorrido. Na quarta-feira da semana seguinte, quando a menina conseguiu abrir os olhos, notou a foto em frente ao seu quarto e disse: “Mamãe, esse Jesus me segurou nos braços”. 31

Posteriormente, em 8 de dezembro de 1980, o plano de construção de uma nova clínica de tratamentos naturais começou a ser executado. Nessa data, foi adquirida uma propriedade, onde seriam oferecidos serviços baseados em tratamentos naturais. A compreensão geral era que isso proporcionaria melhores condições para o tratamento dos pacientes. Assim, a inauguração da clínica, denominada Clínica de São Roque, atual Clínica Adventista de Vida Natural, ocorreu no dia 14 de dezembro. 32 Embora tenha sido fruto do trabalho do HASP, essa clínica tem seguido seu próprio caminho em termos de projetos.

Enquanto isso, o HASP continuava buscando adaptar sua estrutura à crescente demanda de pacientes. Na década de 1990, a estrutura e os serviços do hospital eram muito mais desenvolvidos em relação ao seu início. O HASP já era um prédio com seis andares e aproximadamente quarenta leitos, centro cirúrgico, maternidade, berçário, alas de clínicas médicas e cirúrgicas. Havia 19 médicos, sendo oito deles obreiros. Além desses, o HASP contava com cerca de 50 especialistas prestadores de serviço. Já havia alcançado o número de 270 funcionários, a maioria deles adventistas. Por sua vez, o serviço de capelania do hospital também funcionava de forma mais eficiente, com uma equipe de obreiros bíblicos que podiam acompanhar os pacientes após sua alta. 33

Nesse período, o setor que ganhou destaque foi a maternidade. O setor se destacou inclusive em reportagens de diversos meios de comunicação brasileiros. Em certa ocasião, a maternidade do HASP chegou a ser considerada “uma das melhores no estado de São Paulo.” Isso se devia, entre outras coisas, a um método utilizado e difundido pelo hospital anos antes: a prática de deixar o bebê com a mãe assim ele nascesse. Os médicos do HASP faziam isso por acreditar que os bebês eram estimulados a mamar, enquanto as mães recebiam melhor orientação. 34

Após um rápido crescimento, o HASP passou a apresentar problemas funcionais e tecnológicos. As dificuldades eram tão grandes que seus dirigentes consideraram que o hospital estava “na UTI”. Medidas foram tomadas imediatamente pelo conselho, que nomeou um novo conselho no final de 1998. Os novos líderes tinham uma grande responsabilidade: apresentar em 60 dias um plano estratégico para reverter a situação do HASP. Eles aceitaram o desafio prontamente. 35

Então, em 11 de novembro de 1998, a nova diretoria apresentou o “Documento de Premissas 1999-2003”. Seu planejamento contou com a participação de 80% dos funcionários e havia sido baseado no Florida Hospital - instituição adventista localizada na cidade de Orlando, nos Estados Unidos. A partir de então, a oferta de novos serviços, bem como a ampliação do espaço físico e a melhoria da qualidade do atendimento, fez definitivamente do HASP um hospital de referência. 36 Depois da medida emergencial, um dos primeiros resultados foi a inauguração de um centro médico localizado na Zona Sul de São Paulo, que passou a funcionar com pelo menos dez profissionais de diversas especialidades médicas. 37

De volta à unidade principal, em 2011 o HASP inaugurou um novo centro cirúrgico, uma nova UTI, um centro de diagnóstico por imagem e um laboratório de análises clínicas. A nova UTI tinha nove leitos, cada um com câmeras de monitoramento, respiradores e monitores cardíacos de última geração. Destes, dois são leitos de isolamento com sistemas de monitoramento centralizados multiparâmetros. O novo centro cirúrgico já contava com os equipamentos mais modernos da época, proporcionando segurança à equipe cirúrgica e atendendo às recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) por meio do “Programa Cirurgia Segura”. Nesse período, o HASP já atendia mais de 25 planos de saúde diferentes. 38

Para ampliar a assistência da obra médica adventista no extremo sul de São Paulo, foi planejada a criação de uma nova unidade do HASP. O local escolhido foi um terreno de propriedade do UNASP-SP, em frente à Estrada de Itapecerica, no bairro do Capão Redondo. Assim como o terreno, outros recursos para o empreendimento foram fornecidos pelo UNASP-SP, como consultoria em diversos assuntos relacionados à construção. A construção teve início em fevereiro de 2013. Mais investimentos financeiros vieram da Associação Paulista Sul (sediada no Capão Redondo), do próprio HASP e da União Central Brasileira, que na época já havia iniciado a gestão da obra adventista no estado de São Paulo.

Como resultado, as comunidades do entorno da nova unidade hospitalar - adventistas e não adventistas - ganharam a facilidade de um recurso de assistência mais amplo, localizado no "quintal" do UNASP-SP. Considerando o nível de congestionamento em uma cidade com trânsito caótico como São Paulo, encontrar atendimento perto de onde se mora e não ter que se locomover é uma grande vantagem. Além disso, a construção da nova sede facilitou o atendimento aos alunos e funcionários do UNASP-SP, que são segurados por qualquer plano de saúde aceito pelo HASP.

A inauguração da nova unidade ocorreu em 30 de outubro de 2013. Naquele ano, o HASP ganhou 1.800 m² de área construída no campus do UNASP, em São Paulo. A unidade contava com 14 clínicas, laboratório de análises clínicas e exames de imagem, além de pronto atendimento integral. Durante a cerimônia, duas pessoas foram batizadas - um médico e sua esposa - que conheceram os Adventistas do Sétimo Dia Adventista quando o esposo foi internado no HASP meses antes. 39

Atualmente, a unidade sul do HASP conta com 16 consultórios médicos, laboratório de análises clínicas, exames de diagnóstico por imagem e pronto atendimento integral, oferecendo até 30 especialidades. 40 Cerca de 30 médicos e 70 outros profissionais de saúde trabalham na unidade. O pronto-socorro passou a oferecer atendimento médico para adultos, crianças e ortopedia, atendendo em média sete mil pacientes por mês, 24 horas por dia. 41

Em 2015, o Dr. Dorival Duarte, diretor clínico do HASP desde 2007, em conjunto com uma equipe médica (Dr. Adney Fecury, Dra. Ieda Domiciano, Dr. Valter Felau, Dra. Daniela Kano, Dr. Luiz Fernando Sella, Dra. Sonia de Duarte, Dr. Dorival Duarte Jr.), fundou a Associação Médica Adventista, a primeira associação adventista do tipo com status legal e registrado. Desde então, essa associação tem se destacado como um fórum de integração entre os médicos adventistas, contribuindo para a solidificação dos princípios bíblicos de saúde delineados pelo Espírito de Profecia, conforme revelado nas obras de Ellen White. Ao mesmo tempo, o grupo trabalha no sentido de capacitar profissionais para serem missionários por excelência, levando o amor de Cristo para abrir o coração das pessoas ao evangelho. Posteriormente, em 2019, a associação realizou seu quinto Congresso Nacional, com mais de duzentos médicos de todo o Brasil. 42

Um dos reconhecimentos a todos os esforços exercidos pelo HASP aconteceu no dia 7 de fevereiro de 2019, quando o Instituto Brasileiro de Excelência em Saúde (Ibes) considerou o hospital uma “referência no atendimento e atenção especial aos seus pacientes”. 43 Para simbolizar tal reconhecimento, o HASP recebeu o selo certificado da Organização Nacional de Acreditação (ONA) nível 1, que só é concedido a instituições que atendam a todos os requisitos de segurança do paciente. 44

Este e outros prêmios representam o engajamento de todos os colaboradores na missão do HASP. Com a orientação divina, procuram fazer seu trabalho fielmente. Essa responsabilidade perpassa todos os setores, seja segurança, hospitalidade, cozinha ou médico. Todos entendem que, ao cuidar da saúde dos pacientes, a instituição tem a oportunidade de pregar para eles.

Papel Histórico da Instituição

A existência do HASP contribuiu significativamente para a enfermagem adventista no Brasil. Esse trabalho começou em 1942, quando o Dr. Galdino Nunes Vieira fundou a Casa de Saúde Liberdade, convidando a enfermeira Frieda Trefz, que até aquele momento havia trabalhado na Argentina, para vir dar início às atividades do hospital. Foi ela quem sugeriu a criação de uma escola de enfermagem. 45

Na ocasião, a União Sul Brasileira pensou em construir uma escola de enfermagem no Colégio Adventista Brasileiro. Um prédio foi construído, mas por conta das dificuldades financeiras e da falta de professores, o projeto não prosperou. 46 Como solução, o Dr. Galdino fez um acordo com a Cruz Vermelha de São Paulo para que estudantes adventistas pudessem estudar ali. A maioria das aulas era ministradas por médicos na clínica até 1945, quando a primeira turma brasileira de enfermeiras adventistas se formou. Ao todo, eram seis enfermeiras - cinco do sexo feminino e um enfermeiro, a saber: Heloísa Waldvogel, Virgilina Maia Matos, Orsina de Carvalho, Orlando e Vilma Fabre e Maria Kudzielcz. Com exceção do casal Fabre, todos os outros trabalharam no HASP.47

Atualmente, a instituição mantém parceria com o UNASP-SP e a cidade de São Paulo - relacionamento que começou em 2016 com a Policlínica Universitária. Por ser uma instituição filantrópica, o HASP oferece atendimento gratuito no local em diferentes especialidades. Além disso, o HASP também oferece suporte a instituições não religiosas. Desde 2013, por exemplo, o hospital é um grande aliado do Projeto Orelhinha48 Fundado em 2010, o projeto visa “possibilitar o acesso do paciente à otoplastia (cirurgia para correção de orelha em abano”, trazendo profissionais especializados na área que realizam o procedimento com valor mínimo ao paciente, além de facilitar o pagamento. 49

Panorama

Com a missão de promover o bem-estar físico, mental, social e espiritual, seguindo o exemplo de Jesus, o HASP oferece cerca de quarenta atendimentos médicos nas mais diversas especialidades. O objetivo é atingir o maior número possível de pessoas por meio dos serviços prestados. 50 Hoje, o hospital possui uma estrutura considerável: centro oncológico; quatro salas cirúrgicas com capacidade para procedimentos de baixa e alta complexidade em todas as especialidades médicas; 18 leitos de UTI para adultos; 2 centros médicos e de diagnóstico; um centro cardíaco; um centro de diagnóstico com equipe experiente e altamente qualificada para prestar atendimento eficiente e humanizado; e um laboratório para análises clínicas e patológicas.

O setor de diagnóstico por imagem do HASP pode oferecer um serviço confiável e de qualidade, com diversas tecnologias, incluindo radiologia convencional e intervencionista, ultrassom, tomografia computadorizada e densitometria óssea. Este setor também realiza exames cardíacos, como: teste ergométrico, sistema holter, eletrocardiograma, ecocardiograma e o Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial (MAPA).

Ao longo de seus quase oitenta anos de existência e de muito aprendizado, o hospital passou por processos de crescimento até chegar ao patamar em que se encontra hoje. Nos últimos dois anos, com amplo apoio financeiro da União Central Brasileira, o hospital revitalizou um prédio de cinco andares com apartamentos para pacientes, 34 leitos de internação, um serviço de oncologia e uma nova UTI de nove leitos para pacientes adultos e 10 para a enfermaria pediátrica. 51 Além dos investimentos na estrutura física, a instituição continua buscando maior credibilidade por meio da capacitação de seus colaboradores.

Nos últimos 10 anos, o hospital apresentou um grande aumento no número de consultas, internações e cirurgias. O número de atendimentos aumentou quase 200 por cento, de 56.443 em 2013 para 165.156 em 2018. Ainda em 2018, o número de internações atingiu 3.972, enquanto 4.704 foi o número de cirurgias. Todos esses números representam o fato de que milhares de pessoas já ouviram falar de Jesus no hospital. “Falar de Jesus às pessoas, tirar suas dúvidas” e “incentivar as pessoas a se relacionarem com Deus” são práticas comuns no HASP. Nada é mais importante para o hospital do que seguir o lema: "Salvar é a nossa natureza!" 52

Lista de Nomes

Casa de Saúde Liberdade (1942-1959); Hospital e Casa de Saúde Liberdade (1960-1968); Hospital Adventista Liberdade (1969-1973); Hospital Adventista de São Paulo (1973-atual). 53

Lista de Líderes 54

Diretores Clínicos: Galdino Nunes Vieira (1942-1949); Carlos F. Schwantes (1949-1953); Antonio A. Miranda (1953,1954); Ajax W. Silveira (1954,1955); Geraldo Leitkze (1955-1963); Bruno O. Bergold (1963-1966); Oswaldo Teixeira (1967-1970); Artur Oberg (1971,1972); Manfred Krusche (1972,1973); Natanael A. da Costa (1973-1978); Manfred A. Krusche (1979, 1980); Natanael A. da Costa (1981-1985); Manfred A. Krusche (1986); Rene Gross (1986-1990); Manfred Krusche (1990-1995); Daniel Duarte de Lima (1995-1997); Pedro M. de Carvalho (1997, 1998); Natanael A. da Costa (1998-2006); Octávio A. Koch (2006); Dorival Duarte de Lima (2007-atual).

Diretores administrativos: Fernando Luz (1942-1950); Oscar Castellani (1950); C. F. Schwantes (1951-1953); Antonio A. Miranda (1953,1954); J. J. Oliveira (1954,1955); Siegfried Genske (1955-1961); J. F. Walting (1961-1963); P. D. Pinto (1963-1969); R. S. Ferreira (1969-1972); J. T. Araújo (1972,1973); Osvaldino Bomfim (19731976); S. P. Baia (1976-1979); João Lotze (1979-1984); Edson H. da Silva Jr. (1984, 1985); Antonio A. Lovizio (1986-1993); Oseias Pereira (1993-1995); Elizabeth Santeli (1995-1998); Wilson J. de Andrade (1998-2008); Sergio Fernandes dos Reis (2009-2014); Rafael Francisco de Almeida (2014-atual). 55

Referências

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Total MedCare. https://www.totalmedcare.com.br/.

Unasp São Paulo, “Hospital Adventista de São Paulo inaugura unidade no Unasp SP.” Vídeo contendo reportagem feita no dia da inauguração da nova unidade, 12 de dezembro, 2013.

Vieira, Galdino Nunes. Sonhos sonhados realidades vividas. Santo André, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1983.

Notas de Fim

  1. Conhecimento pessoal do autor, Dr. Dorival, como diretor clínico da instituição.
  2. Floyd Greenleaf, Terra de Esperança (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2011), 395.
  3. Conhecimento pessoal de um dos autores (Dr. Dorival) como diretor clínico da instituição.
  4. Ibid., 396, 456.
  5. John Bezerra, “Hospital Adventista de São Paulo (Monografia: Instituto Adventista de Ensino, maio de 1990), 2.
  6. Ibid., 397.
  7. Don F. Neufeld, ed., “São Paulo Adventist Hospital,” Seventh-day Adventist Encyclopedia(United States: Review and Herald, 1996), 543.
  8. Floyd Greenleaf, Terra de Esperança (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2011), 456.
  9. Ibid; Germano G. Ritter, “Coluna Paulista”, Revista Adventista, junho de 1941, 12.
  10. Ibid; Germano G. Ritter, “Coluna Paulista,” Revista Adventista, junho de 1941, 12; Germano G. Ritter, “A Obra Médico-Missionária,” Revista Adventista, julho de 1941, 11; Germano G. Ritter, “Coluna Paulista,” Revista Adventista, setembro de 1941, 13.
  11. Helga Nogueira, “Mulher de valor,” Revista Adventista, fevereiro de 1997, 11.
  12. Orlando F. Serpa, “Hospital Adventista de São Paulo” (Monografia: Instituto Adventista de Ensino, s.d.), 3-4.
  13. Arno Schwantes, “Inauguração da Casa de Saúde Liberdade,” Revista Adventista, abril de 1942, 12, 21.
  14. A propriedade adquirida ficava na esquina das ruas Tamandaré e Rocha Pombo. Após passar por várias expansões, o HASP mudou sua entrada principal para a Rua Rocha Pombo, nº 49, e desde 2007, esse se tornou seu endereço oficial.
  15. Arno Schwantes, “Inauguração da Casa de Saúde Liberdade,” Revista Adventista, abril de 1942, 12, 21.
  16. Ibid.
  17. Teodoro Ninahuaman Correa, “São Paulo Adventist Hospital” (Monografia: Instituto Adventista de Ensino, junho de 1984), 6.
  18. Don F. Neufeld, ed., “São Paulo Adventist Hospital,” Seventh-day Adventist Encyclopedia(United States: Review and Herald, 1996), 543.
  19. Floyd Greenleaf, Terra de Esperança(Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2011), 577.
  20. Galdino Nunes Vieira, Sonhos sonhados realidades vividas (Santo André, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1983), 151-152
  21. Ibid.
  22. Em 2007, um novo prédio foi aberto na Rua Rocha Pombo, bem em frente ao prédio do HASP, com um novo Centro de Medicina e Diagnóstico, escritórios administrativos, Plano de Saúde (atualmente chamado Total MedCare) e outras instalações. Para saber mais sobre esse plano, confira: https://www.totalmedcare.com.br/.
  23. Enciclopédia da Memória Adventista no Brasil, acessado em 3 de julho, 2019, https://bit.ly/2NBZUke.
  24. John Bezerra, “Hospital Adventista de São Paulo (Monografia: Instituto Adventista de Ensino, maio de 1990), 3.
  25. João Lotze, “Notícias do HASP,” Revista Adventista, outubro de 1975, 16.
  26. João Lotze, “Notícias do HASP,” Revista Adventista, 5 de maio, 16.
  27. João Lotze, “Notícias do HASP,” Revista Adventista, outubro de 1975, 16.
  28. “Rápidas,” Revista Adventista, outubro de 1979, 23.
  29. Rosilda Silva de Oliveira, “Deus Salvou Nossa Filha,” Revista Adventista, no. 8 (agosto de 1982): 44.
  30. Ibid.
  31. Ibid.
  32. Antônio Roberto Ambrosio, “Clínica Adventista de São Roque” (Monografia, Instituto Adventista de Ensino, 1986), 5; “Clínica Adventista Vida Natural completa 30 anos,” Portal guia-me (Online), 16 de dezembro, 2010, acessado em 3 de dezembro, 2018, https://goo.gl/V2fbam.
  33. Elizeu C. Lira, “Hospital Adventista São Paulo: era busca do ideal,” Revista Adventista, abril de 1992, 10-11; Charles A. Britis, “O Hospital Adventista de São Paulo e a Obra Médico-Missionária
    “ (Monografia, Instituto Adventista de Ensino, maio de 1990) 18.
  34. Elizeu C. Lira, “Hospital Adventista São Paulo: era busca do ideal,” Revista Adventista, abril de 1992, 11.
  35. “Nova diretoria do HASP,” Revista Adventista, novembro de 1998. 17; “Meta louvável,” Revista Adventista, 12 de dezembro, 1998, 20.
  36. “Meta louvável,” Revista Adventista, 12 de dezembro, 1998, 20.
  37. “Hospital Adventista inaugura centro médico.” Revista Adventista, março de 2000, 20.
  38. HASP São Paulo, “Institucional 2012. Hospital Adventista de São Paulo, 70 anos de história!” (vídeo institucional sobre os 70 anos de história do HASP, 31 de outubro, 2012), acessado em 3 de julho, 2019, https://youtu.be/ZK0iUU9bSVo.
  39. Unasp São Paulo, “Hospital Adventista de São Paulo inaugura unidade no Unasp SP” (vídeo contendo reportagem realizada no dia de inauguração da nova unidade, 12 de dezembro, 2013), acessado em 3 de julho, 2019, https://youtu.be/nUUH9t2dM2A.
  40. As especialidades médicas oferecidas incluem clínica geral, pediatria, ortopedia, urologia, ginecologia, dermatologia, cardiologia, psiquiatria, oftalmologia, otorrinolaringologia e psicologia.
  41. Helio Carnassale (ex-diretor do UNASP-SP), mensagem por e-mail para Luvercy Ferreira, 17 de fevereiro, 2019; Rafael Francisco de Almeida (diretor administrativo do HASP), mensagem por e-mail para Luvercy Ferreira, 18 de fevereiro, 2019; “Nova unidade do HASP,” Revista Adventista, no. 1267, dezembro de 2013, 30.
  42. Conhecimento pessoal de um dos autores (Dr. Dorival), que é o diretor clínico da instituição.
  43. “Hospital Adventista de São Paulo comemora Certificação Nível 1 da ONA.” IBES (Online), 21 de fevereiro, 2019, acessado em 4 de julho, 2019, https://bit.ly/2Xr4FBM.
  44. Isadora Schmitt, “Hospital Adventista de São Paulo recebe certificação de qualidade,” Notícias Adventistas, 12 de fevereiro, 2019, acessado em 4 de julho, 2019, https://bit.ly/2xFaTPf.
  45. Seventh-day Adventist Encyclopedia(1996), s.v. “São Paulo Adventist Hospital.”
  46. Ibid.
  47. Mudanças nas leis educacionais e exigências governamentais para o funcionamento da escola de enfermagem, somado a outros desafios, fez com que a enfermagem adventista, como instituição educacional no Brasil, fosse descontinuada em 1945.
  48. Projeto Orelhinha, postagem na página do Facebook do Projeto Orelhinha, 29 de junho, 2019 (22:39), acessado em 03 de junho, 2019, https://bit.ly/2xww6ui.
  49. Para saber mais sobre o Projeto Orelhinha, confira: https://www.projetoorelhinhaemacao.com/.
  50. As especialidades oferecidas são: alergologia, anatomia patológica, anestesiologia, angiologia, cirurgia bucomaxilofacial, clínica cirúrgica, cardiologia clínica e diagnóstica, cirurgia de cabeça e pescoço, cirurgia plástica de mão e microcirurgia, cirurgia bariátrica, cirurgia geral, cirurgia plástica, cirurgia de laparoscopia por vídeo, clínica geral, dermatologia clínica e cirúrgica, endocrinologia, fonoaudiologia, gastroenterologia clínica e cirúrgica, geriatria, ginecologia e obstetrícia, hematologia, hepatologia, imunologia, infectologia, mastologia clínica e cirúrgica, nefrologia, neurologia clínica, neurocirurgia, nutrição, oftalmologia clínica e cirúrgica, oncologia clínica e cirúrgica, ortopedia e traumatologia, otorrinolaringologia, pediatria, psicologia, psiquiatria, reumatologia, urologia e cirurgia vascular.
  51. Hospital Adventista de São Paulo, vídeo institucional na página do Facebook. 22 de abril, 2019 (16:15), acessado em 5 de julho, 2019, https://www.facebook.com/hospitaladventistasp/videos/410023613119019/.
  52. Ibid.
  53. “Sao Paulo Clinic,” Seventh-day Adventist Yearbook(Washington, D. C.: Review and Herald Publishing Association, 1942), 280; “Sao Paulo Hospital,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D. C.: Review and Herald Publishing Association, 1961), 304; “Sao Paulo Adventist Hospital,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D. C.: Review and Herald Publishing Association, 1970), 407; “Sao Paulo Adventist Hospital,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D. C.: Review and Herald Publishing Association, 1975), 394.
  54. Don F. Neufeld, ed., “São Paulo Adventist Hospital,” Seventh-day Adventist Encyclopedia(United States: Review and Herald, 1996), 543; “Nova diretoria do HASP,” Revista Adventista, no. 11, novembro de 1998, 17; São Paulo Clinic,” Seventh-day Adventist Yearbook (Washington, D. C.: Review and Herald Publishing Association, 1942), 280; “São Paulo Adventist Hospital,” Seventh-day Adventist Yearbook (Nampa, ID.: Pacific Press Publishing Association, 2018), 608.
  55. Para mais informações, confira o site: http://hasp.org.br/. Visite as mídias sociais: Facebook-@hospitaladventistasp; Twitter-@HospitalAdvent; Youtube-http://www.youtube.com/HospitalAdvent .
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Lima, Dorival Duarte de, Adilson da Silva Vieira. "São Paulo Adventist Hospital." Encyclopedia of Seventh-day Adventists. June 20, 2021. Accessed June 18, 2024. https://encyclopedia.adventist.org/article?id=CGJ5.

Lima, Dorival Duarte de, Adilson da Silva Vieira. "São Paulo Adventist Hospital." Encyclopedia of Seventh-day Adventists. June 20, 2021. Date of access June 18, 2024, https://encyclopedia.adventist.org/article?id=CGJ5.

Lima, Dorival Duarte de, Adilson da Silva Vieira (2021, June 20). São Paulo Adventist Hospital. Encyclopedia of Seventh-day Adventists. Retrieved June 18, 2024, https://encyclopedia.adventist.org/article?id=CGJ5.